Ana Paula Santana

ANA PAULA SILVA SANTANA

    

Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Ouro Preto (PPGHIS-UFOP). Mestra pela Universidade Federal de Ouro Preto. Graduada em História (licenciatura e bacharelado) pela Universidade Federal de Ouro Preto. Professora do curso de História da Universidade Federal de Alagoas. Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Alagoas. Integrante do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI-UFAL). Integrante do Laboratório de História Afro-Brasileira (LAHAFRO-UFAL). Integrante do PLURAL Laboratório de História, Ética e Democracia da UFOP. Integrante do Grupo de História, Ética e Política (GHEP) da UFOP. Membra associada da ABPN Associação Brasileira de Pesquisadores Negros. Membra associada da SBTHH Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia. Foi uma das coordenadoras do Grupo de Trabalho Nacional sobre Teoria da História e História da Historiografia da ANPUH-Brasil no biênio 2023-2025. Teve a tese premiada no Concurso de Teses, Dissertações e Monografias Edição 2025: Prêmio Lúcia Maria Paschoal Guimarães, categoria História da Historiografia Brasileira, com o título da tese: A mulher na minha pele: um estudo do feminino, dos espectros e das histórias da historiografia brasileira. Editora da Revista Crítica Histórica (UFAL). Editora Executiva da Revista História da Historiografia. Editora colaboradora da Revista HHMagazine Humanidades em Rede

Latteshttp://lattes.cnpq.br/8304477007617958 

Linha de pesquisa: Culturas políticas, representações, discursos e narrativas

Temáticas de orientação: Teoria da História e História da Historiografia BrasileiraLiteratura.

E-mail: ana.santana1@ichca.ufal.br 

Projetos de pesquisa em andamento:

Tempo de preta: da história, da literatura e dos afetos presentes nas personagens de Conceição Evaristo

Nesta pesquisa, estudo as temporalidades, expectativas e afetos de personagens e mulheres presentes na literatura de autoras e literatas negras contemporâneas. Trabalharemos, especialmente, com o texto Olhos d’água, publicado em 2014, em diálogo com outros textos de Conceição Evaristo – como, por exemplo, Becos da Memória (2017) e Ponciá Vicêncio (2017). Para tanto, nos aproximamos da Teoria da História e da Filosofia como referenciais teóricos, sobretudo no que se refere aos trabalhos de autores e autoras como Durval Muniz de Albuquerque (2025), Marcelo Rangel (2025), Saidiya Hartman (2020) e Kassandra Muniz (2021). Ao longo de nossas leituras e análises das obras literárias, perguntamo-nos pelos conceitos fundamentais da pesquisa, tais como temporalidade, afetos, mandinga, escrevicência e fabulação crítica. Sabemos que tais riscos – inclusive o risco próprio à escrita e publicização de textos acadêmicos e literários – delimitaram parte da trajetória vivenciada por cada uma dessas mulheres personagens que nos propomos a estudar, e acreditamos que, desses riscos, e da compreensão dos entes a partir deles, surgiram aberturas de futuros e ações possíveis no interior das temporalidades que as atravessaram.