Projeto Político Pedagógico
Projeto Político Pedagógico do curso de Licenciatura em Dança
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
EQUIPE ELABORADORA
Profa. Dra. Joana Pinto Wildhagen
Profa. Dra. Kamilla Mesquita Oliveira
Prof. Dr. José Rafael Madureira
Profa. Ms. Isabelle Pitta Ramos Rocha
Profa. Ms. Noemi Mello Loureiro Lima
Discente Jessé Batista Júnior
Maceió/AL, março de 2019
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
Projeto Político Pedagógico do Curso de
Licenciatura em Dança elaborado com o objetivo
de reformar seu conceito pedagógico e suas
metodologias de aprendizagem, adequando-o à
legislação vigente e às novas demandas surgidas
no contexto da Educação Superior no Brasil nos
últimos anos.
REITORA
Profa. Dra. Maria Valéria Costa Correia
VICE-REITOR
Prof. Dr. José Vieira da Cruz
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
DIRETOR
Profa. Dra. Sandra Nunes Leite
VICE-DIRETOR
Prof. Dr. Otávio Gomes Cabral Filho
CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
COORDENADORA DO CURSO
Profa. Ms. Isabelle Pitta Ramos Rocha
Maceió/AL, março de 2019
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SUMÁRIO
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO _______________________________________________ 1
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO _____________________________________ 2
2.1. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL DA INSTITUIÇÃO _________________________ 3
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA ______________ 4
3.1. HISTÓRICO DO CURSO _________________________________________________ 4
3.2. CONTEXTO LOCAL DO CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA _____________ 7
4. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ________________________ 10
4.1. ENSINO ____________________________________________________________ 10
4.2. PESQUISA _________________________________________________________ 12
4.3. EXTENSÃO _________________________________________________________ 13
4.3.1. PROGRAMAS DE EXTENSÃO E AS ATIVIDADES CURRICULARES DE
EXTENSÃO (ACE) _____________________________________________________ 18
4.4. ACESSIBILIDADE ___________________________________________________ 28
4.5. NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE – NAC __________________________________ 29
4.6. INCLUSÃO _________________________________________________________ 30
5. OBJETIVOS DO CURSO _________________________________________________ 31
6. PERFIL DO EGRESSO ___________________________________________________ 32
7. CAMPO DE ATUAÇÃO ___________________________________________________ 33
8. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES _________________________________________ 34
9. METODOLOGIA ________________________________________________________ 37
10. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA _________________________________ 42
10.1. ESTRUTURA CURRICULAR __________________________________________ 42
11. COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO DE DANÇA _____ 47
11.1. MATRIZ CURRICULAR - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NOVO PPC _________ 47
3
11.2. FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR ______________________________________ 54
11.3. INTERDISCIPLINARIDADE ___________________________________________ 56
11.4. RELAÇÃO TEORIA PRÁTICA _________________________________________ 56
11.5. TRANSVERSALIDADE ______________________________________________ 57
12. CONTEÚDOS CURRICULARES ___________________________________________ 58
12.1. EDUCAÇÃO AMBIENTAL ____________________________________________ 58
12.2. RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA,
AFRICANA E INDÍGENA __________________________________________________ 59
12.3. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS _________________________________ 59
12.4. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS _____________________________ 60
13. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ________________________________ 60
14. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ________________________________________ 63
14.1. QUADROS DAS ESPECIFICAÇÕES DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES: _ 65
15. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC ____________________________ 69
15.1. SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE TCC________________ 71
16. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC ___________________ 71
17. AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL ______________________________ 73
17.1. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM _______________________________________________________ 73
17.2. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO _________________________ 76
17.3. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO __________ 77
18. COLEGIADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA _____________________ 78
19. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE _______________________________ 79
20. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE APOIO NO ÂMBITO DO CURSO ______________ 81
20.1. POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS ____________________ 81
20.2. POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES _______________________________ 83
4
21. CONDIÇÕES PARA VIABILIZAÇÃO DO CURSO _____________________________ 86
21.1. RECURSOS HUMANOS______________________________________________ 86
21.2. INFRAESTRUTURA E RECURSOS MATERIAIS __________________________ 86
21.3. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS ___________________________________ 87
21.4. RECURSOS MATERIAIS _____________________________________________ 89
22. EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESPECÍFICA E COMPLEMENTAR _______________ 90
23. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS _______________________________________ 152
ANEXOS _______________________________________________________________ 158
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1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede: Campus A. C. Simões - Cidade Universitária Maceió/AL
Rodovia BR 101, Km 14 - CEP 57.072-970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: https://ufal.br/
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Curso: Dança - Licenciatura
Modalidade: Licenciatura - Presencial
Título oferecido: Licenciado em Dança
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: A. C. Simões
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso: Espaço Cultural Salomão de Barros Lima
Praça Visconde de Sinimbú, 206 - Centro – Maceió/AL - CEP 57020-720
Atos Legais:
Portaria de Autorização: Resolução n° 33/2006 - CONSUNI/UFAL de 31 de julho de
2006
Portaria de Reconhecimento: Portaria nº 891, de 29 de dezembro de 2016, segundo
o registro e-MEC n° 200904764
Número de Vagas autorizadas: 35
Turno de Funcionamento: Matutino
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3.467 horas
Tempo de integralização do curso: 4 anos
Tempo mínimo: 4 anos
Tempo máximo: 6 anos
1
Diurno: Mínimo 08 (oito) períodos/ Máximo 12 (doze) períodos
Coordenadora do Curso: Isabelle Pitta Ramos Rocha
Formação acadêmica: Licenciada em Educação Física.
Titulação: Mestra
Regime de trabalho: 40 horas DE
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito Público
– Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de Melo Mota,
S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP
57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município da
região metropolitana da Capital.
A UFAL foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir
do agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição
federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia
assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 102 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca
e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e com a
oferta de 23 cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e
uma Unidade Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos
presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação
contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos cursos de
especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
2
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos
de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão contribui com
diversos programas e, também, é uma atividade em constante expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo
através do ENEM e da plataforma SiSU/MEC (Sistema de Seleção Unificada).
2.1. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL DA INSTITUIÇÃO
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km², o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e
Sertão alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE,
apresentava população residente 3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio
urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas
pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso
e microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta
acadêmica que respeita as características econômicas e sociais de cada localidade,
estando as suas unidades instaladas em cidades polo consideradas fomentadoras do
desenvolvimento local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à
exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de
Porto Calvo se encontra em tramitação na SESu/MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 72%. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias –
tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona
da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.
3
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
3.1. HISTÓRICO DO CURSO
Com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de
número 9.394/96, em dezembro de 1996, também conhecida como Lei Darcy Ribeiro,
o ensino da Arte, em suas quatro linguagens – Dança, Teatro, Música e Artes Visuais,
passou a se constituir componente curricular obrigatório da Educação Básica. Com
essa Lei, as universidades tiveram que ampliar seus cursos de licenciatura, na área
das artes, para preparar arte-educadores aptos para trabalharem os conteúdos
específicos de cada uma das linguagens artísticas dentro da escola.
Tendo os cursos de licenciatura em Música e Teatro já implantados dentro da
Universidade Federal de Alagoas - UFAL, nos anos de 1987 e 1998, respectivamente,
um grupo de docentes e discente, liderados pela Profa. Dra. Nara Salles, trabalharam
durante todo o primeiro semestre de 2005 na elaboração do Projeto Político
Pedagógico do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL e conseguem sua
aprovação pela Câmara Departamental no dia 13 de junho de 2005. Após a criação do
primeiro curso de dança de nível superior, ser criado na Bahia, em 1956, as
Universidades Federais de Alagoas e Sergipe são as primeiras, no Nordeste, a
implantarem suas licenciaturas em dança (ROCHA, 2014). Assim, em 2007, foram
iniciadas as atividades do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL, com suas trinta
e cinco vagas preenchidas por um público que vinha, não só da capital Maceió, mas,
também, do interior do estado. Concomitantemente ao início das atividades
acadêmicas do curso de dança, iniciou-se também o Curso de Especialização no
Ensino da Arte. Esta especialização foi uma conquista da Associação dos Professores
de Arte de Alagoas que articulou uma parceria com a UFAL para atender uma
cobrança dos professores de arte, do estado e do município, para a ampliação da
oferta de cursos superiores, na área, como também na oferta de cursos de
especialização voltados para o ensino da arte em suas quatro linguagens. Foram
realizadas duas edições do Curso de Especialização no Ensino da Arte, sendo a
primeira no ano de 2009 e a segunda no ano de 2010.
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Para dimensionarmos a importância da criação do curso de Licenciatura em
Dança, na UFAL, faz-se necessário apresentarmos o contexto do ensino da dança na
cidade de Maceió.
Desde a década de 1970, o ensino da dança em Maceió sempre esteve
localizado nas academias particulares de balé clássico, com exceção do Centro de
Belas Artes – CENARTE, instituição ligada a Secretaria de Cultura do Estado e que
oferta aulas gratuitas de dança para a comunidade alagoana. Assim, durante todo
esse tempo, muitos bailarinos que eram formados nessas instituições acabavam se
tornando professores de dança e repassavam seus conhecimentos não só nos
próprios locais onde tinham sido formados, mas também em outras instituições de
ensino de arte para dar aulas ou preparar coreografias para os eventos escolares.
Precisamos chamar atenção para o fato de que as academias formam o bailarino em
uma determinada técnica de dança, preparando-os para dançarem em seus
espetáculos anuais. Ou seja, esses bailarinos possuem uma formação com
conhecimentos limitados que, na maioria das vezes, são repassados como uma
reprodução de repertórios de passos de uma determinada técnica. Infelizmente, essa
formação, por melhor que seja, não atende às necessidades pedagógicas que um
professor de dança precisa ter para atuar no contexto escolar, além de não estar de
acordo com as exigências da Lei 9.394/96, que determina que o ensino da arte, na
escola, seja ministrado por um profissional de nível superior, licenciado na área de
Arte.
O ensino da dança na escola difere dos objetivos da formação em dança das
academias. A dança na escola não está a serviço da formação do bailarino
condicionado em uma determinada técnica. Seus conteúdos devem contemplar a
riqueza e a diversidade das danças, apresentando seus contextos históricos e seus
valores culturais e sociais. Seu ensino deve proporcionar uma compreensão da
corporeidade a partir do autoconhecimento e da construção de uma relação
respeitosa e consciente das potencialidades e limitações de cada corpo. Na escola, a
dança precisa respeitar o contexto sociocultural em que está inserida e deve dialogar
5
com outros saberes numa relação interdisciplinar e transdisciplinar. Sendo o ambiente
escolar um lugar de formação e de construção de conhecimentos, a dança deverá ter
o compromisso de preparar indivíduos críticos, cidadãos e cidadãs que possam refletir
e transformar suas próprias realidades como também a realidade da sociedade que
fazem parte. Nessa perspectiva, a dança na escola deverá “[...] educar corpos que
sejam capazes de criar pensando e ressignificando o mundo em forma de arte”
(MARQUES, 2003, p. 24).
Ao dimensionarmos e refletirmos sobre as contribuições do ensino da dança no
contexto escolar, demonstramos que são nas licenciaturas que o bailarino e professor
preparados em um contexto não-formal poderá ampliar os seus conhecimentos, assim
como eles poderão legitimar sua prática como professores de dança. Rocha (2014, p.
23-24) argumenta que:
Aqueles que desejam ser professores, para atuarem na escola, deverão
cursar as licenciaturas, de acordo com as exigências da legislação. São nas
licenciaturas em dança que o artista irá fundamentar as bases de uma prática
pedagógica para atuar nas escolas de ensino básico. Diferentemente da sua
formação artística, que muitas vezes está limitada apenas a um estilo de
dança, sua formação como licenciado em dança deverá ampliar seus
conhecimentos para aspectos históricos, filosóficos, antropológicos,
pedagógicos, técnicos e estéticos dessa arte. Ele se tornará um professor que
precisa estar além do ensino de um único gênero de dança ou sequências e
repertórios de passos, pois na escola, a dança precisa ocupar seu espaço
como arte produtora de conhecimento. Por isso, sua formação deverá
prepará-lo para lidar com a pluralidade da dança e suas riquezas culturais,
ajudando-o a ser um orquestrador dos saberes específicos dessa arte,
aplicados aos espaços em que ela vai ser ensinada.
A criação do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL tem contribuído para a
preparação de pessoas interessadas em adentrar no universo da dança, assim como
ampliar
e
consolidar
conhecimentos
já
adquiridos
fora
da
universidade,
proporcionando o estabelecimento de uma relação profissional com essa arte. Ao
observarmos o contexto da dança local, antes e depois da criação da licenciatura em
dança, verificamos o quanto o curso contribuiu para o fomento de produções em
dança, para retomada de trabalhos artísticos de companhia de dança local, para um
intercâmbio de experiências com artistas locais e nacionais, para uma maior
6
visibilidade da dança na cidade e para as transformações nos modos de pensar e
fazer dança.
3.2. CONTEXTO LOCAL DO CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
O Estado de Alagoas possui 102 municípios. Segundo dados do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, no Censo Demográfico 2000 e Pesquisa
de Orçamentos Familiares – POF 2002/2003, a incidência da pobreza alcança níveis
de 59,54 deste contingente populacional. Não obstante, segundo fontes do Ministério
da Educação e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP,
coletados pelo Censo Educacional – 2012, cerca de 589.647 alunos são matriculados
no Ensino Fundamental, distribuídos 131.801 no Ensino Médio e 86.166 alunos no
Ensino Pré-Escolar, distribuídos em Escolas Públicas Federais, Estaduais, Municipais
e em Escolas Privadas. Dados coletados do Atlas Brasil 2013 e do Programa das
Nações Unidas para o Desenvolvimento, desde o ano de 1993. Este índice utiliza
como critérios de avaliação a renda, a longevidade e a educação para medir o
desenvolvimento humano em 177 países, podendo ser aplicado também a núcleos
sociais menores, no caso de sua aplicação em cidades. Este índice varia de 0 a 1,
sendo considerados de baixo desenvolvimento os países que atingem menos de
0,499 pontos, de maior desenvolvimento os que possuem nota de 0,500 até 0,799, e
de alto desenvolvimento os países que atingem pontuação superior a 0,800. Segundo
dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o Índice de
Desenvolvimento Humano Municipal - IDH cresceu de 0,371 em 1991, para 0,631 em
2010, possibilitando a percepção de uma visível modificação no quadro educacional.
De acordo com os dados do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI
2013-2017, com uma extensão territorial de 27.767.661 km², o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e
Sertão alagoano) e 13 microrregiões.
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Dados coletados no Censo de 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE, o estado de Alagoas apresentava população residente de
3.120.922 de habitantes, sendo 73,64% em meio urbano. A UFAL desenvolve
atividades presenciais através de seus campi e Unidades Educacionais em 06 dos 10
municípios mais populosos do Estado: Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios, Rio
Largo, Penedo e Delmiro Gouveia. O PIB per capta estadual era de R$ 6.728,00, em
2009, sendo o setor de serviços o mais importante na composição do valor agregado
da economia, com participação de 72%. Os restantes 28% eram distribuídos em
atividades agrárias – tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e
cana-de-açúcar na Zona da Mata; industriais - petróleo, gás natural, açúcar, álcool e
cimento Portland, além do turismo, fundado nas belezas naturais locais que atraíram
538.773 visitantes, em 2010 (SEPLANDE-AL, 2011).
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL tem sua sede localizada na cidade
de Maceió, Capital do Estado de Alagoas, no bairro do Tabuleiro do Martins,
localidade que tem nos arrabaldes bairros que possuem uma densidade demográfica,
propiciando uma demanda de interesse maior nos cursos oferecidos por esta
Universidade. É somente na década de 1980, na Gestão do então Reitor Professor
João Ferreira Azevedo, que o setor de Artes da Universidade Federal de Alagoas
começa a existir com a missão de formar arte-educadores.
No ano de 1982, é criado o Curso de Música Licenciatura, e, posteriormente, no
ano de 1998, o Curso de Teatro também é implantado na Universidade Federal de
Alagoas. É somente na Gestão da então Reitora Professora Delza Leite Gitai Gomes
que os Cursos de Artes passam a ser sediados no Espaço Cultural Salomão de
Barros Lima, no bairro do Centro, na Cidade de Maceió.
No ano de 2007, quando o Curso de Licenciatura em Dança foi implantado na
Universidade Federal de Alagoas – UFAL, o ensino da dança se dava nas academias
de balé clássico da cidade e no Centro de Belas Artes – CENARTE. Não havia uma
instituição que garantisse a formação de arte-educadores aptos em atuar nas escolas
públicas e privadas. Não obstante, o pensamento em dança começa a ultrapassar as
8
fronteiras das academias para se mesclar as já existentes danças das tradições
populares do Estado, vivas e ao mesmo tempo restritas ao privilégio dos que já faziam
parte deste social. A necessidade latente de uma linguagem que suscitasse novas
discussões sobre a temática começa a ganhar forma nos bastidores do Curso de
Teatro, até que no ano de 2007 novos paradigmas para o cenário da dança começam
a ser desvelados. Sobre este ponto, Rocha (2015, p. 34) ressalta que:
A criação do Curso de Licenciatura em Dança se torna fundamental,
pois precisava reafirmar que a prática da dança na escola devia ter um
significado maior, não se limitando ao ensino de uma única técnica, no
condicionamento corporal ou no domínio de coreografias para
apresentações de “dancinhas” nas atividades festivas da escola; que
sua prática pedagógica precisava considerar a diversidade das danças,
seus valores, suas culturas, suas relações sociais e os aspectos
simbólicos nelas contidos; que o ensino da dança deveria acontecer de
forma contextualizada, com um olhar mais amplo sobre o ser humano e
sua cultura, buscando a interação entre os conhecimentos a partir de
uma pedagogia que contemple a interdisciplinaridade e a
transdisciplinaridade.
Na busca da consolidação dos conhecimentos em dança, bem como no
estabelecimento de uma relação com a arte-educação, pessoas de vários bairros da
Cidade de Maceió e de municípios circunvizinhos, bem como de outros estados do
Brasil, vêm se interessando pelo Curso de Licenciatura em Dança da UFAL numa
demanda crescente advinda de diversas localidades. Em levantamento realizado pela
Coordenação do Curso, foi identificado de forma detalhada as localidades de origem
dos discentes que ingressaram no curso de Licenciatura em Dança da UFAL no
período de 2009 a 2015. Vejamos abaixo:
ESTADOS DE ORIGEM:
São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Rondônia e Bahia.
MUNICÍPIOS DE ORIGEM:
São Miguel dos Campos, Murici, Messias, União dos Palmares, Anadia, Tanque
D’arca, Rio Largo, Campo Grande, Capela, Ouro Branco, Santana do Mundaú, Ipioca,
Jacuípe, Piaçabuçu, Chã Preta.
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BAIRROS DE ORIGEM:
Benedito Bentes, Farol, Mangabeiras, Ponta Grossa, Ponta Verde, Pajuçara,
Trapiche, Barro Duro, Canaã, Forene, Serraria, Feitosa, Cidade Universitária, Chã de
Bebedouro, Garça Torta, Rio Novo, Clima Bom, Santa Lúcia, Santo Amaro, Jatiúca e
Riacho Doce.
4. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
O funcionamento do curso se estrutura baseado em alguns princípios filosóficos
e técnico-metodológicos gerais que norteiam as práticas acadêmicas da Universidade
Federal de Alagoas – UFAL previstos pelo Projeto Pedagógico Institucional – PPI, tais
como: articulação entre teoria e prática, interdisciplinaridade, flexibilidade curricular e
articulação entre ensino, pesquisa e extensão. O planejamento das atividades de
ensino, pesquisa e extensão, dirigidas a formação do educador, deverá estar voltado
para o desenvolvimento e aprendizagem de uma proposta integradora, partindo da
observação, da vivência e interação da realidade da dança, estimulando a produção
de novos conhecimentos, abarcando gradativamente outras dimensões estéticas e
socioculturais. Desta forma, enfrentaremos o desafio de uma aprendizagem em
permanente
processo
de
construção,
pela
qual
se
pode
acompanhar
as
transformações sociais e culturais do nosso tempo. Essas ações são realizadas com a
participação dos docentes e discentes como fomentadores de ações artísticopedagógicas.
4.1. ENSINO
Na graduação, o ensino adota políticas baseadas em três grandes eixos, que
passam pela inovação e qualificação, internacionalização e gestão acadêmica. Essas
políticas visam à contínua melhoria da oferta de cursos, a formação cidadã, o
reconhecimento pela sociedade e a garantia de uma formação adequada ao perfil de
egresso desejado.
10
No eixo inovação e qualificação, de acordo com o Plano de Desenvolvimento
Institucional – PDI, a UFAL recomenda uma permanente revisão do Projeto
Pedagógico do Curso - PPC, para que ele esteja sempre adequado às tendências e
desafios da sociedade contemporânea incluindo, para uma formação completa do
profissional, temas que tragam as questões dos direitos humanos, acessibilidade,
questões étnico-raciais e afrodescendentes, entre outras.
No âmbito do Curso, ações foram implementadas para se adequarem as
recomendações do PDI, tais como:
Uma primeira revisão do PPC, no ano de 2009, que definiu direcionamentos para
o desenvolvimento das Disciplinas de Projetos Integradores;
Criação da Disciplina Dança para Portadores de Necessidades Especiais
(atualmente denominada Dança com Corpos Diferenciados) que discute as
questões relacionadas à escola inclusiva e educação inclusiva;
Revisão de ementas incluindo conteúdos relacionados às questões étnico-raciais
e afrodescendentes, nas Disciplinas de Danças Tradicionais dos Povos 1 e 2,
Danças Populares de Alagoas e Danças Populares do Brasil. Mais recentemente,
no ano de 2015, foi inserida a Disciplina eletiva de Dança, Gênero e Identidade
Racial que vem complementar as discussões relacionadas a Lei 11.645/ 2008 que
estabelece a inclusão no currículo oficial da rede de ensino, a obrigatoriedade da
temática História e Cultura Afro-brasileira e Indígena.
Oferta de monitoria com ou sem bolsa, anualmente, como forma de incentivo à
prática docente.
Participação no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência – PIBID.
Criação, desde o ano de 2009, da Semana Acadêmica do Curso, que tem como
objetivo apresentar a produção acadêmica dos docentes e alunos, assim como
criar intercâmbios com profissionais da dança tanto da área Acadêmica como de
outros segmentos artísticos.
No eixo internacionalização, o Curso de Licenciatura em Dança fomenta a
participação dos alunos na seleção de Editais de Bolsas para Intercâmbio
11
Internacional, com o intuito de ampliar as fronteiras do conhecimento da dança e de
outras culturas, num diálogo com suas especificidades e similaridades. A partir de
2012, foram contempladas duas alunas do referido curso para realizar estudos na
Faculdade de Motricidade Humana em Portugal. Faz-se necessário pontuar que, em
seus planos de trabalho, existe uma complementação das ações vivenciadas por
estas no Intercâmbio, com as preconizadas pelo Curso de Licenciatura em Dança da
UFAL, ressaltando a importância deste Programa para além dos estreitamentos de
fronteiras, a imbricação de saberes.
No eixo gestão acadêmica do ensino de graduação, a Coordenação do Curso
conta com seu Colegiado e o Núcleo Docente Estruturante – NDE, para planejar a
oferta das disciplinas e as ações pedagógicas a cada semestre, buscando construir
uma relação de interdisciplinaridade entre as disciplinas de cada semestre.
No que diz respeito aos itens relacionados às avaliações, como atuação dos
docentes, aproveitamento dos discentes, processos de ensino-aprendizagem e
indicadores de evasão e retenção, o NDE tem a responsabilidade de acompanhar,
diagnosticar e buscar soluções para as demandas pedagógicas do Curso.
O curso de Licenciatura em Dança criou uma ferramenta avaliativa que é
aplicada aos alunos do último semestre, ou aqueles que estão em período de
integralização. Essa ferramenta se estrutura através de um formulário que contempla
quatro itens que devem ser observados e avaliados pelos discentes: o Projeto
Pedagógico do Curso, o corpo docente, a infraestrutura onde se localiza e as
disciplinas cursadas.
4.2. PESQUISA
Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de
Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando
a formação de grupos de pesquisa e núcleos de estudo que atuam nas mais
diversificadas linhas de pesquisa, considerando a classificação das áreas de
conhecimento do CNPq.
12
No âmbito do Curso de Licenciatura em Dança, as atividades de pesquisa
estão contempladas no tripé ensino-pesquisa-extensão, sobretudo a partir da atuação
de Grupos de Pesquisa registrados no CNPq. São eles: 1) Grupo História, Memória e
Documentação da Dança e do Teatro em Alagoas, liderado pelo Prof. Dr. Antonio
Lopes Neto; 2) Grupo Danças do Brasil, liderado pela Prof. Dra. Paula Caruso Teixeira
(atualmente extinto); 3) Grupo de Estudos Outros Olhares, liderado pela Profa. Dra.
Nadir Nóbrega (atualmente extinto); 4) Poéticas da Dança e Transculturalidades,
liderado pela Profa. Dra. Joana Pinto Wildhagen; 5) Grupo de Estudos em Métodos e
Técnicas de Ensino de Dança, Teatro e Música, liderado pelo Prof. Dr. José Rafael
Madureira.
4.3. EXTENSÃO
A LDB 9.394/96 traz entre seus princípios a necessidade da diversificação dos
cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às IES
adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às
realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se voltados à
formação profissional quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais
diretrizes se associam à premissa da educação continuada, a qual afirma que a
graduação superior é apenas uma etapa do processo de ensino e aprendizagem e
não o seu término.
O Plano Nacional de Educação – PNE (2001-2011) aprovado pela Lei 10.172
de 09 de Janeiro de 2001, no capítulo que trata da Educação Superior na Meta 23,
aponta o dever de Implantar o Programa de Desenvolvimento da Extensão
Universitária em todas as instituições federais de ensino superior no quadriênio de
2001-2004 e assegura que, no mínimo, 10% do total de créditos exigidos para a
graduação no ensino superior no país será reservado para a atuação dos alunos em
ações extensionistas. Nessa perspectiva, a Universidade Federal de Alagoas, em seu
PDI (2013-2017), aponta que: “[…] as ações de extensão devem ser parte integrante
dos currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo, 10% do total de
13
créditos curriculares exigidos na forma de programas e projetos de extensão
universitária como preconiza a Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação para o
decênio 2011 a 2020.” Porém, o novo PNE só entrou em vigor em 2014 e está em
vigor até o ano de 2024, reafirmando os princípios básicos da extensão em sua Meta
12.7, a qual traz a seguinte estratégia para subsidiar a extensão, “[…] assegurar, no
mínimo, dez por cento do total de créditos curriculares exigidos para a graduação em
programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente,
para áreas de grande pertinência social; […].”
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de
extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão – PNE: Comunicação,
Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e
Produção e Trabalho.
O quadro a seguir apresenta, sumariamente, as principais atividades que vêm
sendo materializadas desde a criação do Curso de Licenciatura em Dança.
AÇÕES DE EXTENSÃO DESENVOLVIDAS PELO CURSO DE LICENCIATURA EM
DANÇA NOS ÚLTIMOS ANOS
ÁREA TEMÁTICA: CULTURA – LINHA TEMÁTICA: ARTES CÊNICAS
AÇÃO
CORPO CÊNICO
DESCRIÇÃO
Conjunto de ações e projetos criado
em 2017, desenvolvidos pelas Artes
Cênicas da Universidade, permeando
as áreas do Teatro, Dança, Circo e o
universo da Performance.
DANÇA E SOCIEDADE: Diálogos Ação criada em 2018, integrada às
Técnicos, Pedagógicos e Artísticos Atividades Curriculares de Extensão,
de caráter obrigatório, distribuídas em
projetos, cursos e eventos, compondo
10% da carga horária total do curso.
LABORATÓRIO DE
Ação composta por projetos
PERFORMANCES EM DANÇA –
submetidos a editais bienais, com
UFAL (LABDANÇA/UFAL)
orientação de alunos bolsistas.
PROINART – Programa de Iniciação
Artística.
CLASSIFICAÇÃO
PROGRAMA
PROGRAMA
PROJETO
14
TEMAS PARA DISCUTIR E
DEPOIS DANÇAR
Ação
composta
por
projetos
submetidos a editais bienais, com
orientação de alunos bolsistas.
PROINART – Programa de Iniciação
Artística.
VEZ E VOZ: criação a partir da
Ação
composta
por
projetos
dança e moda urbanas pelo Coletivo submetidos a editais bienais, com
Cara Crew
orientação de alunos bolsistas.
PROINART – Programa de Iniciação
Artística.
UNIVERSIDANÇA – Semana
Ação anual, criada em 2009.
Acadêmica do Curso de Licenciatura
em Dança
PROJETO
DIA INTERNACIONAL DA DANÇA Evento criado na década de 1980,
pela Organização das Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e a
Cultura – UNESCO. No Curso de
Licenciatura em Dança, é uma ação
anual, criada em 2009.
FÓRUM
MESTRE
ZUMBA: Ação oferecida entre 2013 e 2017.
Pensamentos Afroameríndios
Fomento ao debate sobre questões
afro-ameríndias, da Lei 11.645/2008,
cujo Art. 26-A.
MOSTRA CULTURAL DE DANÇAS Ação oferecida em 2018.
URBANAS
EVENTO
VIVENCIANDO AS DANÇAS DAS Ação oferecida em 2018.
TRADIÇÕES
CURSO
POÉTICA DE ARISTÓTELES
Ação oferecida em 2018.
CURSO
Encontros em Ação oferecida em 2018.
CURSO
DANÇAS CIGANAS: pesquisa e Ação oferecida em 2018.
criação em Danças Étnicas
CURSO
CORPO-EM-ARTE: investigando a Ação oferecida em 2018.
dança contemporânea
CURSO
PARTILHAS: Compartilhamento de Ação oferecida em 2017.
Trabalhos de Montagem Cênica Dança/UFAL
III Encontro de Pesquisadores em Ação oferecida em 2017.
Dança Indiana e Artes Corporais do
Oriente
NATYA KAVYA: Danças Poéticas Ação oferecida em 2017.
da Índia
EVENTO
NÓS DE LAMA:
Dança
PROJETO
EVENTO
EVENTO
EVENTO
CURSO
CURSO
15
ODORI E VIDA: Dança Japonesa
Ação oferecida em 2016.
CURSO
BALÉ
CLÁSSICO:
Novas Ação oferecida em 2015.
Perspectivas de Uma Prática na
Contemporaneidade
CONSCIÊNCIA
CORPORAL
E Ação oferecida em 2015.
EXERCÍCIOS DE ALONGAMENTO
NA PREPARAÇÃO DO ARTISTA
CÊNICO
AS
DANÇAS
E
AS
SUAS Ação oferecida em 2013.
IDENTIDADES
CURSO
CURSO
EVENTO
LANÇAMENTO DO LIVRO BALÉ Ação oferecida em 2013.
PASSO A PASSO
PRODUTO
AUTORES PARA ESTÁGIOS DE Ação oferecida em 2012.
DANÇA
CURSO
AÇÕES AFIRMATIVAS ATRAVÉS Ação oferecida em 2012.
DA CAPOEIRA
CURSO
ENVELHESER
CURSO
ARTE DO
CRIANÇAS
Ação oferecida entre 2010 e 2012.
MOVIMENTO
AQUINTA CULTURAL
URUCUNGO
SABERES
NA
PARA Ação oferecida em 2011.
Ação oferecida em 2010 e 2011.
RODA
CURSO
EVENTO
DE Ação oferecida em 2010.
CURSO
DANÇA AFRO BRASILEIRA NAS Ação oferecida em 2010.
ESCOLAS
CURSO
ZUM, ZUM, ZUM: Gingando Gênero Ação oferecida em 2010.
na Capoeira
CURSO
OS PCN E ARTES
EVENTO
Ação oferecida em 2010 e 2012.
TÉCNICA DA DANÇA DO VENTRE Ação oferecida em 2010.
E LABAN COMO ELEMENTO DE
REPERTÓRIO CULTURAL
DANÇA AFRO BRASILEIRA: Uma Ação oferecida em 2009.
Abordagem a partir da Lei
10.693/2003
CURSO
CURSO
16
DANÇA DE SALÃO
SAMBA E TANGO)
(BOLERO, Ação oferecida entre 2008 e 2010.
CURSO
ARTE DO MOVIMENTO PARA A Ação oferecida em 2008.
MELHOR IDADE
CURSO
INICIAÇÃO AO BALÉ CLÁSSICO
CURSO
Ação oferecida em 2008 e 2009.
Em conformidade com a Resolução Nº. 04/2018 – CONSUNI/UFAL de 19 de
fevereiro de 2018, que regulamenta as ações de extensão como componente
curricular obrigatório nos Projetos Pedagógicos dos Cursos de graduação da UFAL,
as atividades de extensão do Curso de Licenciatura em Dança passam a ser
obrigatórias para o corpo discente, que deverá creditar o equivalente a 10% da carga
horária total do curso, isto é, um total de 347 horas, em Programas de Extensão,
através das suas respectivas atividades extensionistas. As Atividades Curriculares de
Extensão (ACE) do curso de Licenciatura em Dança contemplam, intrinsecamente, as
ações de ensino e pesquisa. Os estudantes participarão dessas atividades através de
projetos inseridos nos programas institucionalizados de extensão da Unidade
Acadêmica, pela vivência junto às comunidades, de forma coletiva, nos semestres
letivos do curso, a partir do quarto período. Os estudantes podem participar de outras
atividades curriculares vinculados às comunidades em qualquer período do curso, tais
como: Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades Complementares.
Todas as ações de extensão deverão estar registradas junto a coordenação de
extensão da Unidade Acadêmica e na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
Diante do exposto, são apresentados a seguir os dois programas de extensão
vigentes no Curso de Licenciatura em Dança, sendo o primeiro vinculado ao Curso de
Licenciatura em Teatro, e o segundo criado pelo Curso de Licenciatura em Dança, ao
qual estão vinculadas as Atividades Curriculares de Extensão (ACE) obrigatórias.
17
4.3.1. PROGRAMAS DE EXTENSÃO E AS ATIVIDADES CURRICULARES DE
EXTENSÃO (ACE)
I) Programa de Extensão: Corpo Cênico
Ementa:
O Corpo Cênico da Universidade Federal de Alagoas é um programa com ações e
projetos desenvolvidos pelas Artes Cênicas da Universidade, permeando as áreas do
Teatro, Dança, Circo e o universo da Performance. Esse equipamento cultural é
voltado à formação artística, pedagógica e técnica continuada de seus integrantes e à
pesquisa, produção e difusão anual das artes da cena (teatro, dança, circo, arte da
performance, folguedos dramáticos populares, entre outras). Integrado às ações de
extensão das licenciaturas em Dança e Teatro, o Corpo Cênico será composto
prioritariamente por docentes, técnicos e estudantes dessas duas graduações, sendo
permitida a participação voluntária dos demais estudantes da UFAL e de membros da
comunidade alagoana. O programa de extensão procura estimular o desenvolvimento
de projetos que possibilitem a experiência artística na criação e difusão de obras
cênicas, privilegiando os seus aspectos pedagógicos e formativos. O Corpo Cênico
terá como incumbência a produção anual de obras dramáticas e coreográficas
clássicas, como também de experimentos cênicos ligados à tradição ou à pesquisa de
novas linguagens das artes da cena, e sua difusão pelos eventos e campi da UFAL e
para a população alagoana. Os projetos apresentados anualmente pelo programa
devem estar em sintonia com os Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC) de Teatro e
Licenciatura em Dança e com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da
UFAL.
18
Objetivos:
Contribuir para a formação, nos âmbitos artístico e pedagógico dos estudantes
de Teatro e Dança da UFAL, articulada aos PPC e às ações de extensão
dessas licenciaturas;
Estimular a produção anual de obras cênicas;
Incentivar a difusão das artes cênicas na comunidade universitária e em
Alagoas;
Garantir a educação continuada de artistas cênicos alagoanos.
Colaborar para a oferta de atividades acadêmicas: cursos, seminários,
palestras, entre outros eventos artísticos e ações à comunidade alagoana.
Instituir uma programação artístico-cultural permanente na universidade,
garantindo à comunidade acadêmica e demais segmentos de público o direito
à fruição de produções cênicas, visando contribuir com as Diretrizes e Bases
da Educação Superior e o Plano Nacional de Cultura.
Difundir obras cênicas nos mais diversos lugares do Estado de Alagoas,
visando à geração de público para as artes cênicas.
Metodologia:
O Corpo Cênico será composto pela comunidade acadêmica da UFAL, nos seus
três segmentos, e por membros da comunidade, a saber: I – Discentes bolsistas; II –
discentes voluntários; III – docentes (ativos e ou inativos); IV– técnico-administrativos
da UFAL (ativos e ou inativos); V – membros voluntários da comunidade. O Corpo
Cênico integra o seguinte organograma, sob o gerenciamento da Coordenação de
Assuntos Culturais (CAC): I – Setor Administrativo: a) Coordenador/a do Corpo
Cênico; b) Diretor/a Artístico/a e c) Secretário/a do Corpo Cênico II – Colegiado do
Corpo Cênico: a) Coordenador/a do Corpo Cênico; b) Diretor/a Artístico/a; c)
Coordenador/a de Assuntos Culturais (CAC); d) Um/a produtor/a cultural da CAC; e)
Coordenador/a do curso de Licenciatura em Dança; f) Coordenador/a do curso de
Teatro Licenciatura; g) Representante do Curso Técnico em Teatro ou em Dança
19
ETA/UFAL; h) Monitor/a bolsista escolhido/a como representante dos demais
participantes. III – Comissão Técnica: a) Monitores/as bolsistas O cargo de
Coordenação do Corpo Cênico terá caráter administrativo e pedagógico e será
ocupado prioritariamente por docente dos cursos de Artes, indicado pela Reitoria da
UFAL. Parágrafo único - Ao Coordenador do Corpo Cênico da UFAL, compete: I –
Representar o grupo em situações que lhe são pertinentes; II – elaborar, anualmente,
o planejamento do Corpo Cênico e submetê-lo à apreciação da Proex/ UFAL; III –
administrar o horário de funcionamento do Corpo Cênico e acompanhar o
desempenho acadêmico, o controle de presença de todos os envolvidos no Projeto. IV
– receber dos docentes diretores artísticos relatórios semestral e final a serem
submetidos para a apreciação da CAC/Proex. O cargo de Direção Artística será
exercido por docentes que apresentarão ao Colegiado os projetos anuais. Parágrafo
único - Ao Diretor Artístico do Corpo Cênico da UFAL, compete: I – Representar o
grupo em situações que lhe são pertinentes; II – coordenar, dirigir e acompanhar as
montagens cênicas; III – cumprir o horário de funcionamento do Corpo Cênico e
acompanhar o desempenho acadêmico, o controle de presença de todos envolvidos
no projeto; IV – receber dos participantes relatórios semestral e final a serem
submetidos para apreciação da CAC/Proex. O cargo de Secretário/a do Corpo Cênico
será ocupado por um técnico administrativo do quadro da Universidade. Parágrafo
único - Ao Secretário do Corpo Cênico da UFAL, compete: I – assessorar o
Coordenador/a e o Diretor/a Artístico/a em relações técnicas e administrativas; O
Colegiado será ocupado por 8 membros de acordo com Artigo 13, Item II. E será
convocado pela Coordenação uma vez ao semestre ou quando surgir necessidade de
decisões deliberativas. Os cargos de monitor/a serão ocupados, prioritariamente, por
estudantes dos cursos de licenciatura em Dança e Teatro ou ainda por um/uma
técnico/a em Música, indicados pelo diretor do Corpo Cênico para a temporada anual.
Os participantes como alunos/as bolsistas concorrerão ao edital e devem ser
estudantes regularmente matriculados/as na UFAL, apresentar disponibilidade nos
horários de realização do projeto e não receber outro tipo de bolsa de programas
20
vinculados à UFAL. Os/as participantes voluntários podem ser alunos egressos dos
cursos de Teatro ou Dança da UFAL ou todos interessados da comunidade alagoana
e concorrerão a um número de vagas específico a cada projeto, por meio de carta de
interesse ou teste de aptidão, como descrito no edital específico.
Carga Horária:
O Corpo Cênico, por sua natureza institucionalizada, tem prazo de duração
indeterminado. No entanto, a carga horária a ser cumprida pelos participantes de
cada projeto nele inscritos é de 384 horas divididas da seguinte forma: 8 horas
semanais durante 12 meses.
Público com quem se pretende trabalhar:
O Corpo Cênico será composto pela comunidade acadêmica da UFAL, nos seus
três segmentos, e por membros da comunidade, a saber: I – Discentes bolsistas; II –
discentes voluntários; III – docentes (ativos e ou inativos); IV– técnico-administrativos
da UFAL (ativos e ou inativos); V – membros voluntários da comunidade.
Os participantes bolsistas concorrerão ao edital e devem ser estudantes
regularmente matriculados na UFAL, apresentar disponibilidade nos horários de
realização do projeto e não receber outro tipo de bolsa de programas vinculados à
UFAL. Os participantes voluntários podem ser alunos egressos dos cursos de Teatro
ou Dança da UFAL ou todos interessados da comunidade alagoana e concorrerão a
um número de vagas específico a cada projeto, por meio de carta de interesse ou
teste de aptidão, como descrito no edital específico.
Formas de acompanhamento e avaliação do Programa:
O Corpo Cênico integra o seguinte organograma, sob o gerenciamento da
Coordenação de Assuntos Culturais (CAC): I – Setor Administrativo; II – Colegiado do
Corpo Cênico; III – Comissão Técnica. O coordenador do Corpo Cênico da UFAL
deve acompanhar os projetos e quaisquer ações derivadas dos mesmos,
21
apresentando um relatório parcial e um relatório final na conclusão do Programa.
Anualmente, o coordenador apresenta o planejamento do Corpo Cênico e submete-o
à apreciação da Proex/Ufal; administra o horário de funcionamento do Corpo Cênico e
acompanha o desempenho acadêmico, o controle de presença de todos os envolvidos
no Projeto; recebe dos docentes diretores artísticos, relatórios semestral e final a
serem submetidos para a apreciação da CAC/Proex.
O cargo de Direção Artística será exercido por docentes que apresentarão ao
Colegiado os projetos anuais. Ao Diretor Artístico do Corpo Cênico da UFAL,
compete: I – Representar o grupo em situações que lhe são pertinentes; II –
coordenar, dirigir e acompanhar as montagens cênicas; III – cumprir o horário de
funcionamento do Corpo Cênico e acompanhar o desempenho acadêmico, o controle
de presença de todos envolvidos no projeto; IV – receber dos participantes relatórios
semestral e final a serem submetidos para apreciação da CAC/Proex.
O cargo de Secretário/a do Corpo Cênico será ocupado por um/a técnico
administrativo do quadro da Universidade. Ao Secretário do Corpo Cênico da UFAL,
compete: I – assessorar o coordenador e o diretor artístico em relação às demandas
técnicas e administrativas.
II) Programa de Extensão Dança e Sociedade: Diálogos Técnicos, Pedagógicos e
Artísticos
Ementa:
O Programa de Extensão Dança e Sociedade: Diálogos Técnicos, Pedagógicos e
Artísticos distribui-se em Atividades Curriculares de Extensão (ACE), com projetos,
cursos e eventos desenvolvidos pelo Curso de Licenciatura em Dança da UFAL. Esse
equipamento cultural é voltado à construção de um mapa cultural da capital e do
interior de Alagoas, em uma tentativa de realizar aproximações entre a produção de
saberes artístico-acadêmicos produzidos na UFAL e os saberes promovidos pela
comunidade externa à universidade, a fim de ampliar técnicas, práticas pedagógicas e
22
artísticas, visando uma formação continuada de seus integrantes, proporcionar
pesquisas, produção e difusão da Dança em Alagoas. Distribuído em quatro
Atividades Curriculares de Extensão (ACE), sendo dois projetos de 108 horas cada e
dois eventos, um de 68 horas e outro de 63 horas, que totalizam dez por cento da
carga horária total do Curso de Licenciatura em Dança, isto é, 347 horas. O programa
será composto prioritariamente por docentes, técnicos e estudantes do Curso de
Licenciatura em Dança, sendo permitida a participação voluntária dos demais
estudantes da UFAL e de membros da comunidade alagoana.
Objetivos:
Contribuir para a formação, nos âmbitos artístico e pedagógico dos estudantes
de Dança da UFAL, articulada aos PPC e às ações de extensão dessa
licenciatura;
Possibilitar trocas entre a produção artístico acadêmica realizada no Curso de
Dança da UFAL e os conhecimentos produzidos pelas comunidades externas à
universidade que estarão envolvidas nas ações extensionistas propostas.
Incentivar a difusão de conhecimentos técnicos, pedagógicos e artísticos na
comunidade universitária e em Alagoas;
Garantir a educação continuada de artistas cênicos alagoanos.
Colaborar para a oferta de atividades acadêmicas: cursos, seminários,
palestras, entre outros eventos artísticos e ações à comunidade alagoana.
Instituir uma programação artístico-cultural permanente na universidade,
garantindo à comunidade acadêmica e demais segmentos de público o direito
à fruição de produções cênicas, visando contribuir com as Diretrizes e Bases
da Educação Superior e o Plano Nacional de Cultura.
Carga Horária:
A carga horária total do programa será de 347 horas, correspondendo a 10% da
carga horária total do Curso de Licenciatura em Dança.
23
Metodologia:
O Programa de Extensão Dança e Sociedade: Diálogos Técnicos, Pedagógicos e
Artísticos será composto pela comunidade acadêmica da UFAL, nos seus três
segmentos, e por membros da comunidade, a saber: I – Discentes em atividade
curricular de extensão; II – discentes voluntários da UFAL; III – docentes (ativos e ou
inativos); IV– técnico-administrativos da UFAL (ativos e ou inativos); V – membros
voluntários da comunidade. Será obrigatória a matrícula nas quatro Atividades
Curriculares de Extensão (ACE) ofertadas entre o quarto e o sétimo períodos do
curso, sendo: ACE 1 – Dança na Comunidade (Projeto); ACE 2 – Universidança:
Semana Acadêmica do Curso de Dança (Evento); ACE 3 – Panorama da Dança em
Alagoas (Projeto); ACE 4 – Construção e Manutenção de Trabalhos Artísticos
(Evento). Cada ACE será coordenada por um ou mais docentes responsáveis.
Detalhamento das ACE:
ACE 1 – DANÇA NA COMUNIDADE (PROJETO)
Carga horária:
108h totais
Período a ser desenvolvido:
Será desenvolvido no 4º e no 5º períodos.
Objetivos:
Propor a atuação dos discentes em realidades sociais e espaços coletivos
distintos, tais como: escolas de dança, ONGs, SESC, SESI, Associações Culturais
e/ou Comunitária, entre outros.
Metodologia:
A atividade proposta compreende uma ação pedagógica que será organizada
em um projeto, distribuído em dois semestres letivos, com carga horária de 54h cada.
No início de cada semestre letivo, haverá um período de planejamento das atividades
na comunidade, bem como o acompanhamento dos docentes responsáveis durante
todo o período de execução da extensão.
24
Avaliação:
Relatório dos graduandos referentes a cada etapa executada.
Apresentação das atividades, pelos discentes, a serem realizadas na
comunidade externa.
Relato de vivência dos discentes e do público participante das atividades.
Público:
Estudantes, docentes, funcionários de escolas de dança, ONGs, SESC, SESI,
Associações Culturais e/ou Comunitária, dentre outros interessados.
ACE 2 – UNIVERSIDANÇA: SEMANA ACADÊMICA DO CURSO DE DANÇA
(EVENTO)
Carga horária:
68h totais
Período a ser desenvolvido:
Será desenvolvido no 5º período.
Objetivos:
Propor atividades interdisciplinares à comunidade alagoana, durante cinco dias
letivos, com a intenção de estabelecer amplos diálogos entre a dança, outras
linguagens artísticas e demais áreas do conhecimento.
Metodologia:
A Universidança – Semana Acadêmica do Curso de Licenciatura em Dança é
um evento anual de extensão que se caracteriza como uma semana onde são
expostas as pesquisas e os produtos artísticos/pedagógicos dos alunos e professores
do curso. A atividade proposta será organizada junto aos discentes, docentes e
técnicos participantes, distribuído em 68h no total. Envolve três etapas: pré-produção,
produção e pós-produção do evento, sendo acompanhada pelo docente responsável.
Avaliação:
Participação dos discentes nas reuniões prévias ao evento e nas atividades
durante o evento.
25
Relatório dos discentes referentes a cada etapa executada.
Relato de vivência dos discentes e do público participante das atividades.
Público:
Estudantes, docentes,
funcionários da Universidade
Federal de Alagoas e
comunidade externa em geral.
ACE 3 – PANORAMA DA DANÇA EM ALAGOAS (PROJETO)
Carga horária:
108h totais
Período a ser desenvolvido:
Será desenvolvido no 6º e no 7º períodos.
Objetivos:
Propor o desenvolvimento de diálogos entre os alunos do curso de Dança e a
comunidade, a partir de encontros presenciais em diversas localidades da capital e do
interior de Alagoas, a fim de estabelecer trocas culturais, e gerar trabalhos críticos
sobre o panorama artístico e cultural de Alagoas, divulgando-os em veículos de
comunicação, tais como blogs, jornais, revistas, dentre outros.
Metodologia:
A atividade proposta compreende uma ação pedagógica que será organizada
em um projeto, distribuído em dois semestres letivos, com carga horária de 54h cada.
No início de cada semestre letivo, haverá um período de planejamento das atividades
na comunidade, bem como o acompanhamento dos docentes responsáveis durante
todo o período de execução da extensão.
Avaliação:
Relatório dos graduandos referentes a cada etapa executada.
Apresentação das atividades, pelos discentes, a serem realizadas na
comunidade externa.
Relato de vivência dos discentes e do público participante das atividades.
26
Público:
Artistas e pessoas envolvidas em ações culturais localizadas em Maceió e no interior
de Alagoas, dentre outros interessados.
ACE 4 – CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO DE TRABALHOS ARTÍSTICOS
(EVENTO)
Carga horária:
63h totais
Período a ser desenvolvido:
Será desenvolvido no 7º período.
Objetivos:
Propor a inserção do discente como agente no processo de produção do
Evento de Extensão “Rastros em Cena” – evento este idealizado como um espaço de
compartilhamento junto à comunidade em geral dos trabalhos artísticos desenvolvidos
ao longo da disciplina de Montagem Cênica.
Metodologia:
A ACE4 é um componente atrelado à disciplina Projeto de Montagem Cênica.
Neste processo de integração das disciplinas, o docente responsável estará
analisando e avaliando o desempenho do aluno frente à criação, produção e
manutenção do espetáculo/criação artística. A atividade será distribuída em 63h no
total. Envolve três etapas: pré-produção, produção e pós-produção do evento, sendo
acompanhada pelo docente responsável.
Avaliação:
Participação dos discentes nas reuniões prévias ao evento e nas atividades
durante o evento.
Relatório dos discentes referentes a cada etapa executada.
Apresentações coreográficas dos discentes.
27
Público:
Estudantes, docentes,
funcionários da Universidade
Federal de Alagoas e
comunidade externa em geral.
4.4. ACESSIBILIDADE
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento
das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de
acessibilidade e de atendimento diferenciado as pessoas com necessidades
especiais, em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação
pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial,
haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a autodeclaração. Por outro lado,
a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o
estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de
ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, se
junta, agora, o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política
de Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade pedagógica, metodológica, de
informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
9.394/96 que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos para atender às suas necessidades”.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24/2013 (MEC/SECADI/DPEE), de 21 de
março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em
especial, recomenda que os PPCs “[...] contemplem orientações no sentido da adoção
de parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os
pequenos progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que
está inserido”.
28
Para tal atendimento, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos com deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e cognitiva,
sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas
facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e
metodológico, de forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do
curso.
Neste sentido, o Núcleo de Atendimento Educacional – NAE – oferece o
necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas
demandas específicas, de forma a promover a integração de todos ao ambiente
acadêmico.
Desde sua implementação, no ano de 2007, o Curso de Licenciatura em Dança
da UFAL, sediado no Espaço Cultural, nunca teve demanda com alunos com algum
tipo de deficiência física, no entanto, o prédio onde o Curso funciona possui rampas
de acesso para as salas de aula, coordenações, além de elevador para dar acesso ao
primeiro andar. Ao ter essa demanda, a coordenação do curso buscará ações junto ao
Núcleo de Acessibilidade, da UFAL, para atendimento legal aos discentes.
4.5. NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE – NAC
O Núcleo atua de forma a oferecer Atendimento Educacional Especializado –
AEE - aos estudantes que fazem parte do público-alvo, tais como: pessoas com
deficiência, pessoas com Transtornos Globais de Desenvolvimento e pessoas com
Altas Habilidades. Esse atendimento tanto pode ser feito através de acompanhamento
nas salas de aulas que os alunos frequentam, quanto em atividades na sala do NAC
em horário oposto ao das aulas, para assessorar na confecção de trabalhos
acadêmicos. Podemos fazer adaptação de materiais didáticos, além de capacitar para
o uso de tecnologias assistivas, como por exemplo, recursos de informática para
transformar textos em áudio para pessoas cegas.
O NAC também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência
educacional a pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação Inclusiva
29
abertos à toda a comunidade acadêmica. Em parceria com a Pró-Reitoria de Gestão
de Pessoas e do Trabalho – PROGEP, o NAC promove cursos para o corpo de
técnico e docentes da universidade. Também atua em parceria com o Grupo de
Estudo e Extensão em Atividade Motora Adaptada – GEEAMA e o Núcleo de Estudos
em Educação e Diversidade – NEEDI.
O Atendimento Educacional Especializado – AEE é um serviço da Educação
Especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade
que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas
necessidades específicas. O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno
com vistas à autonomia e independência na universidade e fora dela. Atendendo,
prioritariamente, os estudantes de graduação, podendo ser atendidos estudantes da
pós-graduação. De maneira geral, a comunidade acadêmica no sentido de trabalhar a
compreensão de como devemos contribuir para a inclusão destes no universo
acadêmico, o que envolve não só os professores, mas também o corpo de técnicos e
os estudantes.
No Curso de Licenciatura em Dança as adequações das tecnologias assistivas
serão feitas mediante as devidas necessidades, de modo que professores e técnicos
sejam capacitados para que a execução das atividades ensino, pesquisa e extensão
aconteçam em sua plenitude, de acordo com o art. 59 da Lei 9.394/96.
4.6. INCLUSÃO
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo aprovado
em 2003 a Resolução 33 – CONSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824,
de 11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES. Ainda, a
Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo
seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 40% das vagas de cada curso
e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de Ensino
Médio. Destas, 50% das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias
30
com renda igual ou inferior a 1,5 salários mínimo bruto per capita e 50% foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou superior a 1,5
salários mínimo bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a
divisão socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual
à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo
do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a
67,22%. No ano 2016, a UFAL destinou 50% de suas vagas a alunos egressos de
escolas das redes públicas.
Seguindo o Compromisso Social da Universidade Federal de Alagoas, o Curso
de Licenciatura em Dança recebe a cada nova turma oriunda do ENEM, alunos
cotistas advindos de toda parte de Alagoas e de outros Estados brasileiros.
5. OBJETIVOS DO CURSO
Geral:
Licenciar profissionais da dança a atuarem na educação básica, em escolas do
ensino fundamental e médio, públicas e privadas, com ética, responsabilidade e
compromisso, assim como, em Instituições de ensino específico de dança, como
também, nos campos instituídos e emergentes.
Específicos:
Viabilizar a pesquisa científica em dança visando à criação, compreensão e difusão
da cultura dessa arte e seu desenvolvimento;
Possibilitar a formação do profissional competente no sentido da capacitação
artística, científica e política, envolvendo o domínio dos conteúdos das
metodologias, das técnicas, das habilidades específicas, mediante uma intervenção
crítica e participativa na própria realidade, assumindo seu papel de agente
transformador social;
31
Habilitar o profissional a interagir com a sua comunidade local, levando em
consideração a experiência particular de sua cultura, atendendo, nessa perspectiva,
os princípios que regem a Universidade, ou seja, o Ensino, a Pesquisa e a
Extensão;
Propor novas configurações de experimentação e aprendizagem em dança;
Promover a construção e produção do conhecimento do movimento corporal e da
dança numa perspectiva dialógica entre as disciplinas.
6. PERFIL DO EGRESSO
O Curso de Licenciatura em Dança da UFAL investirá na formação de um
profissional que seja capaz de detectar, propor e vencer desafios, interagindo no
cenário das perspectivas de mudanças e inovações. Dessa forma, o egresso deverá
ser capaz de:
Observar, perceber e discutir os problemas pertinentes à educação em dança numa
abrangência local, regional, nacional e global;
Articular os diferentes paradigmas que compõem o campo da dança, construindo
conhecimento e veiculando valores, de modo a assegurar às crianças, jovens e
adultos do campo escolar e não-escolar, o direito de acesso ao universo da dança
refletindo sobre suas manifestações;
Reelaborar processos, formas, técnicas, materiais e valores estéticos na prática
pedagógica da dança, envolvendo o pensamento reflexivo e crítico;
Utilizar adequadamente metodologias e técnicas de pesquisa científica e
tecnológica no ensino da dança;
Elaborar projetos culturais na área de dança relacionados às atividades
pedagógicas;
Orientar sua prática na direção do desenvolvimento humano, da cidadania,
pensando nas possibilidades da dança como estratégia de inclusão social.
32
Dessa forma teremos um profissional conectado com as tendências atuais e
que deverá estar preparado e em permanente processo de formação para entender e
conviver com os novos paradigmas perceptivos, novas relações de tempo e espaço,
múltiplos interesses, poderes, modos tecnológicos de comunicação. É essencial que o
professor na Licenciatura em Dança, na atualidade, esteja preparado e domine os
conhecimentos que lhe possibilitem desenvolver uma educação na arte do movimento
humano, especificamente a dança, que integre contemporaneidade e diversidade
cultural, que respeite e reconheça o conhecimento e as experiências que os alunos
possuem, fruto do seu meio sociocultural, de seu cotidiano e que fundamentalmente
possa contribuir para desenvolver e ampliar o universo desse conhecimento.
7. CAMPO DE ATUAÇÃO
No documento “Subsídios para a elaboração de proposta de Diretrizes
Curriculares Gerais para as Licenciaturas”, que atende à solicitação da Secretaria de
Ensino Superior/SeSU e se insere no conjunto das ações de articulação demandadas
pelo Projeto Estratégico Integrador “Flexibilização Curricular no Ensino Superior/99”,
coordenado pela SeSU, encontram-se pressupostos fundamentais para atuação
profissional do licenciado. Entre eles, cita que o professor deverá exercer uma
atividade profissional de natureza pública - que diz respeito a toda a sociedade, uma
prática compartilhada que terá dimensão coletiva e pessoal e que implicará
simultaneamente em autonomia e responsabilidade.
Para esse profissional, o campo de atuação são as instituições públicas e
privadas de educação básica, ensino profissionalizante, instituições de educação
informal, movimentos sociais, propaganda, órgãos de entretenimento público e
privado e produção cênica em geral.
Considerando o perfil proposto no âmbito do desenho curricular e dos
Parâmetros Curriculares Nacionais, o aluno egresso do Curso de Licenciatura em
Dança poderá atuar como:
Professor de ensino na educação infantil;
33
Professor de ensino do nível fundamental, médio e educação para adultos e
idosos;
Professor de pessoas com necessidades especiais;
Professor em escolas especializadas de Dança;
Professor nas associações e/ou centros comunitários, creches, ONGs, Pontos
de Cultura, escolas técnicas de arte.
8. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O Curso de Licenciatura em Dança da UFAL investe na formação de um
profissional que atuará no campo da Educação Básica e no campo da educação não
formal. A sua formação contempla o desenvolvimento humano nas dimensões
artísticas, culturais, sociais, científicas, destacando-se o desenvolvimento de
competências artísticos pedagógicos, envolvendo o pensamento reflexivo. Suas
atitudes profissionais devem mobilizar, articular e colocar em prática os valores e
conhecimentos necessários para o desempenho de atividades requeridas pela
natureza do trabalho pedagógico com o corpo.
De acordo com o Art. 4º das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Dança, CNE/CES 3/2004, os cursos de graduação em Dança devem
possibilitar a formação profissional que revele competências e habilidades para:
I - domínio dos princípios cinesiológicos relativos à performance corporal;
II - domínio da linguagem corporal relativo à interpretação coreográfica nos aspectos
técnicos e criativos;
III - desempenhos indispensáveis à identificação, descrição, compreensão, análise e
articulação dos elementos da composição coreográfica, sendo também capaz de
exercer essas funções em conjunto com outros profissionais;
IV - reconhecimento e análise de estruturas metodológicas e domínios didáticos
relativos ao ensino da Dança, adaptando-as à realidade de cada processo de
reprodução do conhecimento, manifesto nos movimentos ordenados e expressivos;
34
V - domínio das habilidades indispensáveis ao trabalho da Dança do portador de
necessidades especiais, proporcionando a todos a prática e o exercício desta forma
de arte como expressão da vida;
Complementando as orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
de Graduação em Dança, o NDE do curso, inclui outras competências e habilidades
que vão listadas, a seguir:
Identificar e aplicar, articuladamente os conhecimentos básicos da linguagem
corporal;
Integrar estudos e pesquisas na prática pedagógica e interpretação artística;
Incorporar a prática pedagógica do corpo em movimento, o conhecimento das
transformações e rupturas conceituais que historicamente se processaram na
dança;
Recriar processos, formas, técnicas, materiais e valores estéticos, na concepção,
interpretação artística e na prática pedagógica, a partir de uma visão crítica da
realidade;
Utilizar criticamente diversos materiais na interpretação artística e na prática
educacional;
Utilizar adequadamente métodos, técnicas, recursos e equipamentos específicos
a prática pedagógica;
Conceber, organizar e interpretar diversas modalidades da dança para a
realização de projetos artísticos nas Escolas e outras instituições;
Analisar e aplicar práticas e teorias de produção das diversas culturas artísticas,
suas interconexões e seus contextos socioculturais;
Analisar e aplicar combinações e reelaborações imaginativas, a partir da
experiência sensível da vida cotidiana e do conhecimento sobre a natureza, a
cultura, a história e seus contextos;
Demonstrar uma base pedagógica corporal consistente, que permita assimilar
inovações e mudanças na prática pedagógica;
35
Ser consciente e crítico de seu papel social e político, capaz de enfrentar os
desafios da sociedade contemporânea nas atividades artísticas, pedagógicas e
culturais, como também interagir nas novas redes de informações, com a
fundamentação teórica refletida na sua prática pedagógica;
Adotar uma postura investigativa, reflexiva e critica diante de suas atividades,
capaz de produzir conhecimento;
Neste sentido, dentro da realidade local, observada nesses últimos nove anos de
funcionamento do Curso, observa-se a necessidade de uma intervenção pedagógica
direcionada ao auxílio na leitura, interpretação e construção de texto para uma melhor
compreensão dos conteúdos trabalhados nas disciplinas e para a elaboração dos
trabalhos acadêmicos. Outra forma de pensar as estratégias didáticas do Curso é não
se limitar ao espaço tradicional da sala de aula, sendo que espaços públicos
alternativos serão pensados como opções para a realização das atividades
acadêmicas de modo que venham a contribuir para os objetivos metodológicos das
aulas. Outra forma de estratégia didática utilizada no Curso é o diálogo com
profissionais ligados à dança, na comunidade local, numa troca de saberes e uma
aproximação com profissionais que não estejam necessariamente vinculados à área
acadêmica, mas que detêm conhecimentos que muito contribuirão para a formação do
licenciado em dança.
Nas Diretrizes Gerais para as Licenciaturas do SeSU/99, as competências
profissionais são consideradas essenciais a atuação profissional do professor e
devem, por isso, orientar as ações de formação. Afirma que devem ser pautadas por
princípios da ética democrática: dignidade humana, justiça, respeito mútuo,
participação, responsabilidade, diálogo e solidariedade, atuando na formação do
profissional e do cidadão. Acrescenta também que o Licenciado deverá criar, planejar,
realizar, gerir e avaliar situações didáticas eficazes para aprendizagem e o
desenvolvimento dos seus alunos, utilizando o conhecimento das áreas a serem
36
ensinadas, das temáticas sociais transversais às matrizes curriculares escolares, bem
como as respectivas didáticas.
9. METODOLOGIA
O
eixo
metodológico
principal
desta
proposta
curricular
não
está
exclusivamente orientado para a solução de situações-problema. É preciso levar em
consideração que a realidade é sempre muito mais dinâmica do que qualquer
formulação prévia que se possa fazer sobre ela. Portanto, faz-se necessário levar em
consideração que, muito frequentemente, o futuro formador poderá implementar e
propiciar dinamismo não somente através da aquisição de conhecimentos prontos e
acabados, mas através da apresentação, e não da solução, de situações-problema.
Esta conjuntura na qual se lida com situações novas pode se incorporar à prática
pedagógica e ao processo ensino e aprendizagem, permitindo que o conhecido e o
novo possam ser explorados e vivenciados. Em relação a isso, o Curso de
Licenciatura em Dança propõe ao final de cada semestre um encontro em forma de
ateliê coreográfico, onde os alunos (as) exercitarão o diálogo entre os conhecimentos
em dança já experienciados fora da Universidade e os novos conhecimentos de dança
adquiridos no espaço acadêmico.
Nesse sentido, a postura investigativa é outra importante ação metodológica.
Ela refere-se a uma atitude cotidiana de busca de compreensão, construção de
interpretações da realidade, formulação de hipóteses, não somente com a finalidade
de análise, mas como espaço para compor o sentido da realidade.
A Prática de Ensino de Dança como Componente Curricular estará presente
desde o início do Curso, e deverá se estender ao longo de todo processo de formação
acadêmica, através da articulação com o estágio supervisionado e com as atividades
de trabalho acadêmico, o que irá contribuir para a formação da identidade do
professor como educador.
A relação dialógica do binômio teoria-prática, entendida como eixo articulador
da produção do conhecimento na dinâmica do currículo, estará presente desde o
37
primeiro ano do curso mediante projetos e atividades, incluídos na carga horária dos
diferentes componentes curriculares. É com base nessa lógica que a Resolução
CNE/CP 2/2015 discute a Prática como Componente Curricular.
Além disso, o Curso de Licenciatura em Dança oferece os Projetos
Integradores, como parte da carga horária de Prática como Componente Curricular,
conforme Parecer CNE/CP Nº 2/2015 e Resolução CONSUNI UFAL Nº 6/2018, que
integra a matriz curricular do curso, do primeiro ao terceiro período. Tais projetos
caracterizam-se como meio de integração com o universo da dança na sociedade
alagoana e no mercado de trabalho, à luz da articulação entre os conhecimentos
abordados nas várias disciplinas propostas em cada semestre letivo. Assim, no
primeiro semestre, a referida disciplina propõe a apreciação de espetáculos de dança
que acontecem na cidade, assim como, utilizando recursos de vídeos de dança; no
segundo semestre, o acompanhamento dos trabalhos desenvolvidos por criadores e
intérpretes em seus grupos e companhias de dança; e, no terceiro semestre,
acompanhamento de ensaios e apresentações de grupos de danças e folguedos
tradicionais e populares. Ressalta-se que todos os Projetos Integradores, em sintonia
com a Prática como Componente Curricular, objetivam a análise, a pesquisa e a
simulação de situações pedagógicas. Dessa maneira, o Curso de Licenciatura em
Dança da UFAL está em conformidade com o Parecer CNE/CP nº 28/2001, que
compreende a Prática como Componente Curricular:
[...]uma prática que produz algo no âmbito do ensino. Sendo a prática
um trabalho consciente (…) de apoio do processo formativo, a fim de
dar conta dos múltiplos modos de ser da atividade acadêmicocientífica. Assim, ela deve ser planejada quando da elaboração do
projeto pedagógico e seu acontecer deve se dar desde o início da
duração do processo formativo e se estender ao longo de todo o seu
processo. Em articulação intrínseca com o estágio supervisionado e
com as atividades de trabalho acadêmico, ela concorre conjuntamente
para a formação da identidade do professor como educador.
Além dos Projetos Integradores, a Prática como Componente Curricular
encontra-se distribuída na matriz curricular do Curso de Licenciatura em Dança da
38
seguinte maneira: 1) na disciplina Danças Tradicionais dos Povos II; 2) em três
componentes curriculares denominados Dança e Novas Tecnologias, Práticas da
Dança na Educação Especial e Compartilhando Experiências Didático-Criativas.
Assim, totalizando 400 horas de Prática como Componente Curricular.
O desenvolvimento do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL deverá
acompanhar, em sua proposta curricular, as exigências da atualidade tendo como
princípio
a
sua
contextualização,
o
permanente
aperfeiçoamento,
a
interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade. Esses são elementos fundamentais
para proporcionar ao educando o desenvolvimento de capacidades criativas e de uma
postura crítica, um desenvolvimento intelectual e profissional realizado de maneira
autônoma e estruturada.
As novas diretrizes curriculares do ensino da dança na escola apontam
claramente a necessidade de um profissional licenciado em Dança. Neste curso,
privilegiaremos uma visão de totalidade do ser humano, evitando a fragmentação do
movimento em modelos pré-constituídos e explorando possibilidades corporais que
visem à poética da criação pela fluidez de um corpo livre. Seguindo parâmetros da
física, tais como o movimento, o espaço, o tempo e a dinâmica, a dança é vista como
o resultado da precisão da ciência, da estética, da filosofia e da educação. Assim, a
formação do profissional da dança do Curso de Licenciatura estará norteada pelos
fundamentos da Coreologia de Rudolf Laban e pelas danças das tradições populares
locais, de todo Brasil e do mundo inteiro. Na matriz curricular do curso de Licenciatura
em Dança da UFAL, o aluno vivenciará o estudo da dança através de aulas de
técnicas,
laboratórios de
movimento
e composição
coreográfica
e oficinas
pedagógicas, buscando promover uma reflexão teórica em torno das práticas
corporais artísticas. Os alunos investigarão também as relações com outras
linguagens, tais como as Artes Visuais, a Filosofia, a Música, a Literatura, o Teatro, as
Tradições Populares, o Cinema, o Circo, a Ópera, a Mímica etc. Como citamos, ao
final de cada semestre, os alunos colocarão em prática, através de exercícios
39
coreográficos, a junção dos conhecimentos adquiridos nas aulas, com seus
conhecimentos específicos em dança.
O curso possuirá, inclusive, um rol de disciplinas ligadas ao estudo da estrutura
e funcionamento do corpo humano como Anatomia e Cinesiologia, que orientam o
estudo do movimento a partir da unidade anatômico-funcional. Esses estudos servirão
de referência para os trabalhos corporais desenvolvidos no Curso, que estarão
apoiados nos princípios somáticos e que embasam o pensar e fazer dança na
contemporaneidade.
O curso de Licenciatura em Dança da UFAL tem como objetivo geral a
formação para o ensino da dança apoiando-se na realidade local, nacional e
internacional, na criação artística, na pesquisa e objetiva-se, especificamente,
questionar e reelaborar o processo criativo em dança, os estudos teóricos em dança,
o corpo como veículo de expressão artística na dança, sua identidade e seu
autoconhecimento.
Com esta finalidade, o programa do curso de Licenciatura em Dança pretende
desenvolver a tomada de consciência do corpo, visando afiná-lo enquanto instrumento
de conhecimento, expressão e transformação social, percebendo e respeitando sua
anatomia,
desenvolvendo
aspectos
de
ludicidade,
valorizando
as
múltiplas
inteligências, a comunicação e a capacidade crítica e criativa.
Assim, como preconiza o parágrafo segundo do Art. 2º da Resolução nº 2 de 1º
de julho de 2015, CNE/CP 2/2015:
A ação do profissional do Magistério da Educação Básica é permeada
por dimensões técnicas, políticas, éticas e estéticas, por meio de sólida
formação envolvendo o domínio e manejo de conteúdos e
metodologias, diversas linguagens, tecnologias e inovações,
contribuindo para ampliar a visão e atuação desse profissional.
Esse processo se dá a partir de um currículo e metodologias de ensino
adequados aos conteúdos teórico-práticos, técnicos, de autoexpressão e de
sensibilidade. Desta forma, o aluno terá uma visão ampla e crítica dos núcleos de
conhecimento que abrangem a dança no que concerne à teoria e à prática, à
40
apreciação e à reflexão, através de uma abordagem interdisciplinar e transdisciplinar,
tanto na sua formação como educador quanto na sua formação como pesquisador.
Essa proposta não adota um único método ideal de ensino, ao contrário, admite
que no processo de ensino e aprendizagem há múltiplas maneiras de contribuir com
os alunos na construção do conhecimento. Tal concepção não deve ser confundida
com ausência metodológica no processo de ensino e aprendizagem. Faz-se
referência aqui à construção de estratégias didáticas variadas, que conjugam diversas
formas de intervenção pedagógica com as necessidades dos alunos e do grupo.
Ao assumir a valorização de múltiplas formas de ensinar, este Projeto
Pedagógico rompe com o tradicional confronto entre métodos de ensino: de um lado
os métodos centrados no aluno (escolanovismo) e de outro os métodos tradicionais
centrados no professor. Na sociedade contemporânea, novos saberes estão sendo
produzidos de uma maneira cada vez mais veloz, o que demanda um novo tipo de
profissional que seja preparado para lidar com novas linguagens, capaz de responder
com flexibilidade e rapidez à novos ritmos e processos.
Isso pressupõe uma formação baseada no pensamento crítico e na criatividade.
Tal concepção rejeita a fragmentação do conhecimento disciplinar para adotar um
desenho curricular que possa dialogar com as diversas disciplinas e áreas de
conhecimento, que seja interdisciplinar e transdisciplinar. Essa nova realidade exige
que se formem estudantes de modo a capacitá-los para a aquisição e o
desenvolvimento permanente de novas competências.
Considerando as Diretrizes Gerais para as Licenciaturas/SeSU, o Projeto
Pedagógico Institucional da UFAL, os PCNs, as Diretrizes Curriculares Nacionais do
Curso de Graduação em Dança, CNE/CES 3/2004, e as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a formação inicial em nível superior e para a formação continuada,
CNE/CP 2/2015, a proposta de metodologia do curso de Licenciatura em Dança está
pautada na articulação entre teoria e prática, na solução de situações-problema e na
reflexão sobre a atuação profissional. Pretende-se que em cada um dos
núcleos/disciplinas do Curso proposto estejam garantidos os espaços curriculares,
41
tempos e meios que permitam a construção dos conhecimentos experienciais
necessários à atuação do professor, anulando a antiga dicotomia entre a teoria e
prática.
Uma relação mais ampla entre teoria e prática recobre múltiplas maneiras do
seu acontecer na formação docente. De acordo com o Art. 5º da CNE/CP 2/2015,
A formação de profissionais de magistério está pautada pela concepção
de educação como processo emancipatório e permanente, bem como
pelo reconhecimento da especificidade do trabalho docente, que
conduz à práxis como expressão da articulação entre teoria e prática e
à exigência de que se leve em conta a realidade dos ambientes das
Instituições educativas da Educação Básica e da profissão.
A concepção de prática como componente curricular precisa ser compreendida
como uma dimensão do conhecimento, que está presente nos cursos de formação
nos momentos em que se trabalha na reflexão sobre a atividade profissional.
10. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
10.1. ESTRUTURA CURRICULAR
Com base na Resolução n° 3 de 8 de março de 2004 das Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Dança, a estrutura curricular do
Curso de Licenciatura em Dança deve contemplar os seguintes conteúdos:
I – Conteúdos Básicos;
II – Conteúdos Específicos;
III – Conteúdos Teórico-Práticos.
Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação inicial em nível
superior e para a formação continuada, Resolução nº 2 de 1º de julho de 2015
CNE/CP 2/2015, esta proposta apoia-se em três núcleos:
I. Núcleo de Estudos de Formação Geral;
II. Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos das áreas de atuação
profissional;
42
III. Núcleo de estudos integradores para enriquecimento curricular.
Vejamos, a seguir, os quadros com os detalhamentos sobre cada núcleo e sua
relação com os conteúdos:
Disciplina
ESTUDOS DO CORPO 1
9h
45h
54h
9h
45h
54h
9h
45h
54h
9h
45h
54h
9h
45h
54h
9h
45h
54h
36h
18h
54h
36h
18h
54h
54h
–-
54h
39h
15h
54h
36h
36h
72h
36h
18h
54h
54h
–-
54h
54h
---
54h
21h
33h
54h
21h
33h
54h
21h
33h
54h
ESTUDOS DO CORPO 2
ESTUDOS DO MOVIMENTO 1
ESTUDOS DO MOVIMENTO 2
ESTUDOS DO MOVIMENTO 3
N
C
O
N
T
E
Ú
D
O
S
B
Á
S
I
C
O
S
ESTUDOS DO MOVIMENTO 4
Ú
HISTÓRIA E ESTÉTICA DA DANÇA 1
C
HISTÓRIA E ESTÉTICA DA DANÇA 2
L
ANTROPOLOGIA DA DANÇA
E
FILOSOFIA E ESTÉTICA DA DANÇA
O
ANATOMIA APLICADA A DANÇA
CINESIOLOGIA APLICADA A DANÇA
I
FISIOLOGIA APLICADA A DANÇA
CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO MOTOR
DANÇAS POPULARES DE ALAGOAS
DANÇAS POPULARES DO BRASIL
DANÇAS TRADICIONAIS DOS POVOS 1
43
IMPROVISAÇÃO EM DANÇA
9h
45h
54h
9h
45h
54h
22h
14h
36h
12h
24h
36h
9h
45h
54h
18h
36h
54h
16h
20h
36h
16h
20h
36h
16h
20h
36h
16h
20h
36h
16h
20h
36h
16h
20h
36h
16h
20h
36h
16h
20h
36h
16h
20h
36h
16h
20h
36h
COMPOSIÇÃO COREGRÁFICA
PESQUISA EM DANÇA
FUNDAMENTOS DA CENOGRAFIA
PROJETO DE MONTAGEM CÊNICA
C
O
N
T
E
Ú
D
O
S
B
Á
S
I
C
O
S
N
ANÁLISE E PERCEPÇÃO MUSICAL
Ú
TÓPICOS ESPECIAIS EM DANÇA 1
C
L
E
O
TÓPICOS ESPECIAIS EM DANÇA 2
ILUMINAÇÃO CÊNICA
DANÇA
E
OS
QUATRO
ELEMENTOS
DA
NATUREZA
DANÇA, GÊNERO E IDENTIDADE RACIAL
I
TÉCNICA CLÁSSICA 1
TÉCNICA CLÁSSICA 2
TÉCNICA CLÁSSICA 3
DANÇAS E CANTIGAS DA INFÂNCIA
DANÇAS CIRCULARES
44
Disciplina
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO
C
O
N
T
E
Ú
D
O
S
E
S
P
E
C
Í
F
I
C
O
S
54h
---
54h
54h
---
54h
DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
72h
---
72h
PESQUISA EDUCACIONAL
39h
15h
54h
DIDÁTICA
72h
---
72h
POLÍTICA DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL
72h
---
72h
72h
---
72h
18h
18h
36h
18h
18h
36h
33h
21h
54h
33h
21h
54h
45h
09h
54h
30h
06h
36h
PROFISSÃO DOCENTE
N
Ú
C
L
E
O
GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO
ESCOLAR
METODOLOGIAS DO ENSINO DA DANÇA 1
II
METODOLOGIAS DO ENSINO DA DANÇA 2
LIBRAS
DANÇA, CULTURA E EDUCAÇÃO
DANÇA NA ESCOLA
DANÇA COM CORPOS DIFERENCIADOS
45
Carga horária
Prática
Disciplina
Teórica
C
O
N
T
E
Ú
D
O
S
T
E
Ó
R
I
C
O
P
R
Á
T
I
C
O
S
Prática
Componente
Curricular
Semestral
Total
PIBID
N
Ú
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
PIBIC
C
MONITORIA
L
E
O
III
INTERCÂMBIO INTERNACIONAL
MOBILIDADE ACADÊMICA
GRUPOS DE PESQUISA
GRUPOS DE ESTUDOS
DIA INTERNACIONAL DA DANÇA
PROJETOS
DE
ESPORÁDICOS
EXTENSÃO
EM
DANÇA
46
11. COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO DE DANÇA
11.1. MATRIZ CURRICULAR - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NOVO PPC
CURRÍCULO 2019 DO CURSO DE DANÇA LICENCIATURA
Carga horária
Obriga
Período
Disciplina
Prática
tória
Semanal Teórica
Prática
Componente
Curricular
1
Semestral
Total
ESTUDOS DO CORPO 1
Sim
3
9
45
-
54
ESTUDOS DO MOVIMENTO 1
Sim
3
9
45
-
54
HISTÓRIA E ESTÉTICA DA DANÇA 1
Sim
3
36
18
-
54
ANTROPOLOGIA DA DANÇA
Sim
3
54
-
-
54
PROJETOS INTEGRADORES 1 – PRAC 1
Sim
3
-
-
54
54
ANATOMIA APLICADA A DANÇA
Sim
4
36
36
-
72
PROFISSÃO DOCENTE
Sim
3
54
-
-
54
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO
Sim
3
54
-
-
54
54
450
TOTAL
ESTUDOS DO CORPO 2
Sim
3
9
45
-
54
HISTÓRIA E ESTÉTICA DA DANÇA 2
Sim
3
36
18
-
54
ESTUDOS DO MOVIMENTO 2
Sim
3
9
45
-
54
CINESIOLOGIA APLICADA A DANÇA
Sim
3
36
18
-
54
DANÇAS POPULARES DE ALAGOAS
Sim
3
21
33
-
54
PROJETOS INTEGRADORES 2 – PRAC 2
Sim
3
-
-
54
54
2
47
POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO
BÁSICA NO BRASIL
Sim
4
72
-
TOTAL
-
72
54
396
DANÇAS POPULARES DO BRASIL
Sim
3
21
33
-
54
ESTUDO DO MOVIMENTO 3
Sim
3
9
45
-
54
FILOSOFIA E ESTÉTICA DA DANÇA
Sim
3
39
15
-
54
FISIOLOGIA APLICADA A DANÇA
Sim
3
54
-
-
54
DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
Sim
4
72
-
-
72
PROJETOS INTEGRADORES 3 – PRAC 3
Sim
3
-
-
54
54
ANÁLISE E PERCEPÇÃO MUSICAL
Sim
3
18
36
-
54
54
396
3
TOTAL
ESTUDOS DO MOVIMENTO 4
Sim
3
9
45
-
54
DANÇAS TRADICIONAIS DOS POVOS 1
Sim
3
21
33
-
54
MOTOR
Sim
3
36
18
-
54
METODOLOGIAS DO ENSINO DA DANÇA 1
Sim
2
18
18
-
36
DIDÁTICA
Sim
4
72
-
-
72
ACE 1A – DANÇA NA COMUNIDADE
Sim
12
42
-
54
CRESCIMENTO
4
E
DESENVOLVIMENTO
GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO
ESCOLAR
Sim
4
72
-
-
72
IMPROVISAÇÃO EM DANÇA
Sim
3
9
45
-
54
-
450
TOTAL
48
DANÇAS TRADICIONAIS DOS POVOS 2 –
5
PRAC 4
Sim
3
-
-
54
54
METODOLOGIAS DO ENSINO DA DANÇA 2
Sim
2
18
18
-
36
PESQUISA EDUCACIONAL
Sim
3
39
15
-
54
DISCIPLINA ELETIVA
Não
2
16
20
-
36
LIBRAS
Sim
3
33
21
-
54
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1
Sim
5
15
85
-
100
ACE 1B – DANÇA NA COMUNIDADE
Sim
12
42
-
54
ACE 2
Sim
34
34
-
68
54
456
TOTAL
6
DANÇA E NOVAS TECNOLOGIAS – PRAC 5
Sim
4
-
-
72
72
DISCIPLINA ELETIVA
Não
2
16
20
-----
36
DANÇA COM CORPOS DIFERENCIADOS
Sim
3
30
06
36
COMPOSIÇÃO COREOGRÁFICA
Sim
3
9
45
54
PESQUISA EM DANÇA
Sim
2
22
14
36
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2
Sim
5
15
85
12
42
---
100
ACE 3A – PANORAMA DA DANÇA EM
ALAGOAS
TOTAL
PRÁTICAS
7
DA DANÇA
54
72
388
NA EDUCAÇÃO
ESPECIAL - PRAC 6
Sim
4
-
-
72
72
FUNDAMENTOS DA CENOGRAFIA
Sim
3
12
24
-
36
49
DISCIPLINA ELETIVA
Não
2
16
20
-
36
PROJETO DE MONTAGEM CÊNICA
Sim
4
9
45
-
54
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3
Sim
5
15
85
-
100
ACE 3B – PANORAMA DA DANÇA EM
ALAGOAS
Sim
12
42
-
54
ACE 4
Sim
12
51
-
63
72
415
TOTAL
COMPARTILHANDO
EXPERIÊNCIAS
DIDÁTICO-PRÁTICAS – PRAC 7
Sim
3
-
-
54
54
DANÇA NA ESCOLA
Sim
3
45
9
-
54
DANÇA, CULTURA E EDUCAÇÃO
Sim
3
33
21
-
54
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4
Sim
5
15
85
-
100
54
262
8
TOTAL
50
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR COMPONENTE CURRICULAR
COMPONENTES CURRICULARES
HORA RELÓGIO
PERCENTUAL
60 MIN
Disciplinas obrigatórias
1.944
56,07 %
Disciplinas eletivas obrigatórias
108
3,11%
Estágio Supervisionado
400
11,53%
Atividades complementares
200
5,76%
TCC
54
1,55 %
PRAC
414
11,94%
347
10%
3.467
100%
Atividades
curriculares
de
extensão*
Carga horária total
* As Atividades Curriculares de Extensão equivalem a 10% do valor da carga
horária total.
51
PRÉ-REQUESITOS:
DISCIPLINA
Estágio Supervisionado 1
PRÉ-REQUESITO
Ter cumprido as disciplinas: Estudos do
Corpo 1 e 2; Estudos do Movimento 1, 2,
3 e 4; Danças Populares de Alagoas,
Danças Populares do Brasil, Danças das
Tradições dos Povos 1, Improvisação,
Metodologia do Ensino da Dança 1,
Didática, Política e Organização da
Educação Básica no Brasil, Gestão da
educação
e
do
Desenvolvimento
Trabalho
Escolar,
e Aprendizagem
e
Crescimento e Desenvolvimento motor.
Estágio Supervisionado 2
Ter cumprido as disciplinas: Estudos do
Corpo 1 e 2; Estudos do Movimento 1, 2,
3 e 4; Danças Populares de Alagoas,
Danças Populares do Brasil, Danças das
Tradições dos Povos 1, Improvisação,
Metodologia do Ensino da Dança 1,
Didática, Política e Organização da
Educação Básica no Brasil, Gestão da
educação
e
do
Desenvolvimento
Trabalho
Escolar,
e Aprendizagem
e
Crescimento e Desenvolvimento motor.
Estágio Supervisionado 3
Ter cumprido as disciplinas: Estudos do
Corpo 1 e 2; Estudos do Movimento 1, 2,
3 e 4; Danças Populares de Alagoas,
52
Danças Populares do Brasil, Danças das
Tradições dos Povos 1, Improvisação,
Metodologia do Ensino da Dança 1,
Didática, Política e Organização da
Educação Básica no Brasil, Gestão da
educação
e
do
Desenvolvimento
Trabalho
Escolar,
e Aprendizagem
e
Crescimento e Desenvolvimento motor.
Estágio Supervisionado 4
Ter cumprido as disciplinas: Estudos do
Corpo 1 e 2; Estudos do Movimento 1, 2,
3 e 4; Danças Populares de Alagoas,
Danças Populares do Brasil, Danças das
Tradições dos Povos 1, Improvisação,
Metodologia do Ensino da Dança 1,
Didática, Política e Organização da
Educação Básica no Brasil, Gestão da
educação
e
do
Desenvolvimento
Trabalho
Escolar,
e Aprendizagem
e
Crescimento e Desenvolvimento motor.
Estudos do Corpo 2
Estudos do Corpo 1
História e Estética da Dança 2
História e Estética da Dança 1
Cinesiologia Aplicada a Dança
Anatomia Aplicada a Dança
Fisiologia Aplicada a Dança
Anatomia Aplicada a Dança
Danças Tradicionais dos Povos 2
Danças Tradicionais dos Povos 1
Composição Coreográfica
Estudos do Corpo 1 e 2
53
Estudos do Movimento 1,2,3 e 4
Projeto de Montagem Cênica
Estudos do Corpo 1 e 2;
Estudos do Movimento 1,2,3 e 4;
Composição Coreográfica
Técnica Clássica 2
Técnica Clássica 1
Técnica Clássica 3
Técnica Clássica1 e 2
Metodologias do Ensino da Dança 2
Metodologias do Ensino da Dança 1
Estudos do Movimento 2, 3 e 4
Estudos do Movimento 1
11.2. FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
De acordo com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI da UFAL, a
flexibilização curricular é um dos princípios básicos da formação do graduando que no
exercício de sua autonomia pode e deve incorporar outras formas de aprendizagem
na sua formação profissional. A oferta das disciplinas eletivas não se caracteriza como
a única opção para uma flexibilização curricular, no entanto, oferece uma ampliação
de conteúdos relacionados a área da dança que contribuirão para a formação do
profissional.
Com a escolha de embasar a formação do licenciado em dança a partir das
danças da cultura popular e da Coreologia de Rudolf Laban, as disciplinas voltadas
para o ensino de estilos específicos de dança serão ofertadas no quadro de
disciplinas eletivas com o intuito de oferecer aos discentes a possibilidade de escolha
de áreas que sejam de seu maior interesse.
Além da oferta de disciplinas eletivas, o Curso de Licenciatura em Dança da
UFAL aplica o princípio da flexibilização curricular a partir das seguintes ações:
54
1 - Análise cuidadosa da utilização ou não de pré-requisitos entre as disciplinas, para
facilitar ao aluno uma melhor organização do seu currículo. Assim, os discentes
ficarão mais livres para cumprir disciplinas que fazem parte dos semestres diferentes
do que ele está cursando, ajudando-os, desta forma, a atualizar e/ou adiantar o seu
processo de integralização no curso;
2 - Aproveitamento de atividades extracurriculares, devidamente comprovadas, para
contabilização de carga horária e dispensa de disciplinas, tais como: disciplinas
cursadas em outros cursos, atividades de prática docente, programas de mobilidade
ou intercâmbio estudantil.
QUADRO DE DISCIPLINAS ELETIVAS
Carga horária
Período
Disciplinas eletivas
Obrigatória
Semanal Teórica Prática
-
-
Total
TÓPICOS ESPECIAIS EM DANÇA 1
Não
2
16
20
36
TÓPICOS ESPECIAIS EM DANÇA 2
Não
2
16
20
36
ILUMINAÇÃO CÊNICA
Não
2
16
20
36
2
16
20
36
DANÇA E OS QUATRO ELEMENTOS DA
NATUREZA
-
Semestral
Não
DANÇA, GÊNERO E IDENTIDADE RACIAL
Não
2
16
20
36
TÉCNICA CLÁSSICA 1
Não
2
16
20
36
TÉCNICA CLÁSSICA 2
Não
2
16
20
36
TÉCNICA CLÁSSICA 3
Não
2
16
20
36
DANÇAS E CANTIGAS DA INFÂNCIA
Não
2
16
20
36
DANÇAS CIRCULARES
Não
2
16
20
36
55
11.3. INTERDISCIPLINARIDADE
A interdisciplinaridade, outro princípio básico da formação do discente,
pressupõe estratégias conciliadoras dos conhecimentos próprios de cada área, com o
objetivo de estabelecer conexões entre elas, para uma melhor complementariedade e
colaboração na resolução de problemas.
Pensando na interdisciplinaridade dos conteúdos ofertados pelo Curso de
Licenciatura em Dança, são realizadas reuniões pedagógicas semestrais do Núcleo
Docente Estruturante - NDE em parceria com os docentes do curso, no intuito de
compartilhar os conteúdos que serão trabalhados em cada semestre, buscando uma
conexão entre os mesmos, que auxiliarão os discentes a pensarem de modo
sistemático e flexível. Assim, a partir das reuniões onde cada docente toma
conhecimento dos conteúdos das disciplinas que serão trabalhadas no semestre,
articulam-se ações que fortaleçam as conexões entre elas. A exemplo disto, podemos
citar a interdisciplinaridade entre a disciplina de Organização do Trabalho Acadêmico
com as demais disciplinas do semestre, onde, os conteúdos de elaboração de
resumos, resenhas e fichamentos são aplicados por todos os docentes responsáveis
pelas demais disciplinas.
Os Projetos Integradores que integram a estrutura curricular do curso, do
primeiro ao terceiro semestre, assim como as Atividades Curriculares de Extensão
(ACE), se estabelecem como uma ponte entre o ambiente da dança local e o mercado
de trabalho, a partir da articulação entre todos os conhecimentos desenvolvidos nas
disciplinas de cada semestre.
11.4. RELAÇÃO TEORIA PRÁTICA
A articulação entre teoria e prática possibilita que os discentes entrem em
contato com diversas situações-problema e os preparem para resolvê-las. Essa
experiência retira o discente da condição de mero receptor de informações, tornandoo sujeito na produção do conhecimento. Assim, toda atividade prática se constituirá
56
em oportunidade para o discente refletir e teorizar, amparado por conteúdos teóricos e
metodológicos, que servirão de aporte na sua atuação prática.
Nas licenciaturas dos cursos de arte, as articulações entre a teoria e a prática
possuem especificidades na formação de professores. Tomando como base as
Diretrizes Gerais para as Licenciaturas/SESU e a Resolução nº 2, de 1º de julho de
2015, do Conselho Nacional de Educação, o Curso de Licenciatura em Dança está
pautado, metodologicamente, na articulação teórico-prática, na solução de situaçõesproblema e na reflexão sobre a atuação profissional.
A cada semestre, o curso pretende garantir os meios necessários para que as
experiências práticas permitam a construção de conhecimentos fundamentais para a
atuação do professor, atrelando, assim, o antigo binômio teoria-prática.
Conforme as diretrizes da Resolução nº 2, de 1º de julho de 2015, que em seu
capítulo V trata da estrutura e currículo da formação inicial do magistério da educação
básica em nível superior, as licenciaturas precisam compor em sua carga horária um
total de 400 horas de prática como componente curricular.
O Curso de Licenciatura em Dança da UFAL cumpre a referida diretriz
reservando carga horária de 07 componentes curriculares, das áreas de teoria e
prática da dança, totalizando 400 horas. A partir dos estudos dos conteúdos
programáticos dessas disciplinas, os alunos ficarão responsáveis pela elaboração e
produção de materiais, tais como, vídeos didáticos, cartilhas, manuais entre outros,
que poderão ser utilizados como referência e material didático-pedagógico para a
práxis pedagógica a ser desenvolvida no estágio supervisionado, assim como
disponibilizados para professores e alunos da rede de ensino pública e/ou privada.
11.5. TRANSVERSALIDADE
A Transversalidade se caracteriza por temáticas que atravessam e perpassam
os diferentes campos do conhecimento. Porém, para atender a esta demanda social,
não se trata de qualquer temática, mas àquelas relacionadas a conceitos éticopolítico-sociais, atrelados para a melhoria da sociedade e da humanidade. Os temas
57
transversais podem ser voltados à educação em valores; voltados a respostas aos
problemas sociais, conectando a escola à vida das pessoas; e devem ser abertos à
incorporação de novos problemas sociais.
A transversalidade no Curso de Licenciatura em Dança da UFAL, como já
explicitado anteriormente neste Projeto, é contemplada em diversos componentes
curriculares, tais como: Dança, Cultura e Educação, Dança na Escola, Dança com
Corpos Diferenciados, Danças Populares de Alagoas e do Brasil, além das disciplinas
eletivas Dança, Gênero e Identidade Racial, que tem como foco, a análise e
compreensão das cenas e vozes da realidade encontrada nas escolas, grupos e
famílias, além de possibilitar a intersecção de gênero e raça nas vivências das artes,
como também, as possibilidades da dança como conteúdo formativo para os gêneros
e raça. Outra disciplina eletiva que trabalha a transdisciplinaridade intitula-se Dança e
os Elementos da Natureza, abordando questões relacionadas ao meio ambiente e a
natureza como um todo.
12. CONTEÚDOS CURRICULARES
12.1. EDUCAÇÃO AMBIENTAL
O Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no 9.795, de 27
de abril de 1999 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras
providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de sua implementação
nos currículos dos cursos superiores.
No âmbito do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL, este tema é
contemplado na disciplina obrigatória Dança, Cultura e Educação, assim como, na
disciplina eletiva Dança e os Elementos da Natureza, que aborda a relação da dança
com os quatro elementos da natureza – terra, água, fogo e ar. O tema é desenvolvido
de forma teórico-prático vivencial, a partir do conhecimento das características
simbólicas e psicológicas de cada elemento. Os conteúdos trabalhados despertam a
consciência para uma ecologia interior e sua conexão com a própria natureza. Ao
58
estabelecer essa conexão, propomos uma reflexão para uma relação amorosa e
comprometida com o meio ambiente.
12.2. RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA,
AFRICANA E INDÍGENA
Em atenção a Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e da Resolução CNE/CP
01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico-Raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, os PPC da UFAL vem
tratando a temática de forma transversal, nas disciplinas de Danças Tradicionais dos
Povos 1 e 2; Danças Populares de Alagoas; Danças Populares do Brasil e Dança,
Gênero e Identidade Racial.
12.3. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP
nº. 01/2012. Para os cursos de Licenciatura, a Resolução CONSUNI/UFAL 59/2014
estabelece que a temática dos direitos humanos deverá atender à legislação
específica. Nesta perspectiva, o art. 8º da Resolução CNE/CP 01/2012 determina:
A Educação em Direitos Humanos deverá orientar a formação inicial e
continuada de todos (as) os (as) profissionais da educação, sendo
componente curricular obrigatório nos cursos destinados a esses
profissionais. Assim, sua inserção nos cursos de licenciatura deve ocorrer sob
a forma de disciplina de oferta obrigatória, contribuindo para a formação de
professores. Ainda, em atendimento ao Art. 12 da mesma resolução, podem
ser programadas ações de extensão voltadas para a promoção de direitos
humanos considerando o contexto em que a IES se insere.
O curso de Licenciatura em Dança trata a temática de Educação de Direitos
Humanos, dialogando com a disciplina obrigatória Dança com Corpos Diferenciados e
com a disciplina eletiva Dança, Gênero e Identidade Racial.
59
12.4. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS
De acordo com o Art. 3º do Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que
regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o Art. 18° da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de
2000, na Licenciatura em Dança, LIBRAS se constitui como uma disciplina obrigatória
ofertada no quinto período. Dessa forma, os discentes que optarem em realizar suas
práticas de Estágio Supervisionado em escolas e/ou Instituições que atendam a
pessoas surdas, terão um suporte básico para a comunicação com esses indivíduos.
13. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
A Lei do Estágio (Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008) define o estágio
“como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho,
que visa à preparação para o trabalho produtivo do estudante”.
Na UFAL, os estágios curriculares supervisionados são regulamentados pela
Lei do Estágio e pela Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de
2006, que o definem como componente curricular presente em todos os cursos de
graduação, sendo dividido em estágios curriculares supervisionados obrigatórios e
não obrigatórios.
A estruturação dos estágios curriculares supervisionados formaliza-se através
de atividades compreendendo, obrigatoriamente, as seguintes etapas:
Confecção e emissão de Termo de Compromisso de Estágio: o estágio só
será válido a partir do preenchimento e assinatura do Termo de Compromisso de
Estágio (TCE), celebrado entre o estudante, o representante da UFAL e a
instituição concedente de estágio. Esse termo é um documento institucional,
contendo os dados gerais do estágio em questão, o número da apólice de seguros
que o discente tem direito, disponibilizado, anualmente, pela Gerência de Estágio
da Pró-Reitoria de Graduação da UFAL (GEST/PROGRAD).
Elaboração do plano de trabalho: o estágio deve estar vinculado ao contexto da
formação acadêmica e ser apresentado para registro pelo Coordenador de
60
Estágio depois de ser devidamente aprovado pelo Orientador de Estágio.
Desenvolvimento das ações programadas: o estágio deve ressaltar o lado da
qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do exercício
profissional.
A avaliação final do estágio: deverá ser apresentado um relatório completo das
atividades ao Orientador de Estágio que deverá ser assinado pelo supervisor de
campo e arquivado pelo Coordenador de Estágio.
Dessa maneira, o Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório para o curso
de Licenciatura em Dança está previsto e orientado a partir do Inc. II, do §1º, do Art.
13 das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Formação Inicial e
Continuada em Nível Superior de Profissionais do Magistério para a Educação Básica,
sendo esse supervisionado periodicamente por um professor do curso com formação
ou experiência na área de atuação das atividades do estágio. Essas atividades
deverão ser orientadas e programadas a partir de um plano de atividades, com a
obrigatoriedade de avaliações periódicas previstas nas normativas institucionais e dos
cursos da UFAL. Além disso, enfatizamos que a carga horária do estágio curricular
deverá ser de 400 horas, conforme determinação feita pelas DCN e em resoluções e
pareceres específicos do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Assim o Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório do
Curso de
Licenciatura em Dança do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
(ICHCA) da UFAL tem 400 horas de atividades a serem realizadas entre o 5º e o 8º
período do curso, sendo que seu principal objetivo é proporcionar ao aluno a
oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos em situações da prática
profissional, possibilitando-lhe, assim, o exercício de atitudes em situações
vivenciadas e a aquisição de uma visão crítica de sua área de atuação profissional
futura, podendo ocorrer em espaços educativos escolares e não escolares, formais ou
não formais conforme orientação prevista pelo Manual de Estágio do Curso (em
anexo).
61
Em relação às condições de exequibilidade, ressalta-se que as atividades do
estágio serão desenvolvidas de forma teórico-prática, podendo ser realizadas nas
dependências da UFAL, como prevê o §3º do Art. 2º da Lei do Estágio, além de
empresas públicas ou privadas desde que devidamente registrados em seus
respectivos conselhos de fiscalização profissional, cadastrados e/ou conveniados de
acordo com a legislação vigente a esta Universidade, sob a supervisão de um
funcionário da empresa (supervisor) e de um professor da UFAL (orientador).
Essas atividades deverão estar compreendidas dentro das diferentes áreas de
atuação do curso, tais como:
Ensino na Educação Básica e/ou Infantil, compreendendo desde o processo de
observação do campo de estágio ao desenvolvimento de planos de intervenção e
de regência de aulas dentro do campo de estágio.
Gestão e Administração Escolar ou Educacional, compreendendo ações e
atividades referentes à atuação administrativa em diversas esferas de instituições
formais da educação como técnico-administrativo, supervisor de ensino,
coordenador pedagógico, diretor de ensino etc;
Consultoria Técnica em educação ou na área de formação específica do
curso, compreendendo ações e atividades referentes à atuação técnica,
administrativa ou pedagógica em diversas esferas de instituições formais ou não
formais da educação, arte e cultura;
Ensino em modalidades específicas de educação, como: educação especial, de
jovens, adultos e idosos (EJAI), indígena, do campo, educação escolar quilombola
e educação à distância (EAD);
O estágio supervisionado obrigatório ocupará, no mínimo, 2/4 da carga horária
total em atividades de Ensino no âmbito da Educação Básica ou Infantil e, no mínimo,
1/4 da carga horária total de estágio em qualquer um dos outros âmbitos de formação.
Além disso, salientamos que caso o estágio supervisionado obrigatório ocorra em
espaços não escolares ou não formais, não poderá ultrapassar 1/4 da carga horária
total de estágio.
62
O Estágio Curricular Supervisionado Não Obrigatório é atividade opcional
integrante do conjunto de possibilidades previstas para as atividades complementares
que pode ocorrer a partir do 3º período do curso e terá carga horária de no máximo 30
horas semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades acadêmicas obrigatórias.
Nos períodos de férias escolares poderão ocorrer atividades de estágios não
obrigatórios, sendo a jornada de trabalho estabelecida entre o estagiário e a parte
concedente, com interveniência da UFAL, através do Coordenador de Estágio do
curso.
O
Estágio
Não-Obrigatório,
respeitada
a
Resolução
nº
71/2006-
CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, poderá ser transformado em Estágio
Obrigatório, mediante parecer favorável do Colegiado de Curso.
As demais providências e orientações estão previstas no Manual de Estágio do
curso e na minuta que disciplina os estágios curriculares supervisionados dos cursos
de graduação da UFAL.
14. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Segundo o Artigo 8° das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Dança, presente na Resolução nº 3 de 8 de março de 2004, as
atividades complementares são componentes curriculares que possibilitam o exercício
de habilidades e competências do discente, tanto no âmbito da Universidade quanto
fora dele, que incluem práticas de estudos e atividades independentes, de forma
interdisciplinar, colaborando para a sua aproximação com o mercado de trabalho, com
as diferentes manifestações artístico culturais, com as inovações tecnológicas e com a
comunidade.
Baseado na Resolução CNE/CP2-2002, o Curso de Licenciatura em Dança da
UFAL, estabelece que as atividades complementares são obrigatórias, devendo o
discente cumprir com uma carga horária mínima de 200 horas para atividades
acadêmicas, científicas, culturais, de ensino, pesquisa, extensão e de representação
estudantil. A carga horária da parte flexível deverá, preferencialmente, ser distribuída
63
ao longo do curso e não poderá ser preenchida com um só tipo de atividade. As
atividades complementares estão institucionalizadas pela Resolução nº 113/95 –
CEPE, de 13 de novembro de 1995.
A partir do ingresso do discente na graduação de dança, serão contabilizadas
as atividades nas seguintes modalidades:
1- Participação em programas de Monitoria, com ou sem bolsa;
2- Participação em seminários e eventos acadêmicos;
3- Apresentação de pesquisas em Congressos Científicos;
4- Participação em cursos, disciplinas optativas, atividades de ensino e oficinas em
áreas afins, oferecidas dentro ou fora da Universidade;
5- Participação em projetos de iniciação científica, iniciação à docência e pesquisa e
outras ações de caráter científico de produção individual ou coletiva;
6 - Participação em mostras coreográficas, espetáculos de dança e performances sob
a forma de direção geral, direção coreográfica, assistência, atuação, iluminação,
cenografia, criação e confecção de figurinos, entre outros.
7 - Produção e coordenação de eventos culturais na área da dança;
8 - Realização de trabalhos coreográficos em eventos escolares, grupos que
desenvolvam atividades vinculadas às danças da cultura popular e academias de
dança;
9 - Realização de ações de extensão junto à comunidade que não se caracterizem
como Atividades Curriculares de Extensão - ACE;
10 - Participação em grupos de estudos do curso de Licenciatura em Dança;
11 - Participação em atividades administrativas, órgãos colegiados e entidades
estudantis como Centros Acadêmicos - CA e o Diretório Central dos Estudantes –
DCE.
O Colegiado do Curso de Licenciatura em Dança fará avaliação dos casos
omissos nas modalidades, acima citadas, decidindo sobre sua validade para a
integralização da carga horária como atividade complementar.
64
Para a contabilização da carga horária das atividades complementares, o
discente deverá preencher o formulário de solicitação para o registro das mesmas,
onde ele listará as atividades realizadas durante sua vida acadêmica. Esse formulário
será fornecido na Coordenação do curso de dança e deverá ser entregue ao
Coordenador, juntamente com as cópias de comprovação das atividades realizadas,
devidamente autenticadas. Os documentos comprobatórios se caracterizam por:
diplomas, certificados, declarações, materiais gráficos, entre outros.
O formulário de solicitação e os documentos comprobatórios deverão ser
entregues na coordenação do curso até o semestre anterior a conclusão do curso.
14.1. QUADROS DAS ESPECIFICAÇÕES DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
ATIVIDADES ACADÊMICAS DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E
REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL
Atividade
Documentos de Comprovação
Valor em Horas
Atividades de monitoria
disciplinas de graduação.
em Documento
emitido
pela Até 40 horas por semestre,
Coordenação de Monitoria ou respeitando o teto de 80 horas
pelo Professor responsável pela para o total de atividades deste
disciplina.
tipo.
Atividades
ambientes
UFAL.
em Documento
emitido
pela Até 40 horas por semestre,
da Coordenação responsável pela respeitando o teto de 80 horas
monitoria.
para o total de atividades deste
tipo.
de monitoria
acadêmicos
Disciplina eletiva, cursada
e Histórico Escolar.
com aprovação, na UFAL ou em
outra IES.
Até 60 horas.
Atividades de pesquisa com Documento emitido pelo Órgão 90 horas por ano de bolsa,
bolsa (Instituições fomentadoras que financiou a pesquisa que respeitando o teto de 180 horas
de pesquisa científica).
comprove a aprovação do para atividades deste tipo.
relatório final ou parcialmente.
Atividades
bolsa.
de
pesquisa
sem Documento
emitido
pelo Até 40 horas por semestre,
orientador da atividade, onde respeitando o teto de 80 horas
deve
constar
uma
breve para o total de atividades deste
descrição da atividade, seus tipo.
objetivos e uma avaliação do
65
desempenho do aluno. Esse
documento terá a apreciação e
aprovação do Colegiado do
Curso de Dança.
Atividades de extensão com Documento
que
ateste
a 90 horas por ano de bolsa,
bolsa
participação do aluno no Projeto respeitando o teto de 180 horas
e seu desempenho, emitido pelo para atividades deste tipo.
órgão financiador.
Atividades de extensão sem Documento
que
ateste
a Até 40 horas por semestre,
bolsa
participação do aluno no Projeto respeitando o teto de 80 horas
e seu desempenho, emitido pelo para o total de atividades deste
orientador.
tipo.
Representação
estudantil- Atas ou documentos similares 60 horas por ano de mandato,
Colegiado da Graduação, CA, que atestem a nomeação e/ou respeitando o teto de 120 horas
DCE e UNE.
término do mandato, emitidas para o total de atividades deste
pelo Órgão Colegiado.
tipo.
ATIVIDADES DE CARÁTER CIENTÍFICO E DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA
Atividade
Documentos de Comprovação
Valor em Horas
Participação como ouvinte, em Certificado
de
participação Igual à carga horária especificada
minicursos, cursos de extensão, emitido
pela
entidade no certificado de participação,
oficinas,
seminários,
entre promotora, constando a carga respeitando o teto de 60 horas
outros.
horária da atividade.
para o total de atividades deste
tipo.
Apresentação de comunicações Certificado de apresentação 10 horas por comunicações ou
ou
pôsteres
em
eventos emitido pelo evento.
pôsteres apresentados, ou carga
científicos.
horária apresentada no certificado
de participação, respeitando o
teto de 80 horas para atividades
deste tipo.
Publicação
de
trabalhos Cópia do material publicado e 10 horas por publicações em
completos em anais de eventos certificado do organizador dos anais, respeitando o teto de 40
científicos.
anais do evento.
horas para atividades deste tipo.
Publicação de resumos em Cópia do material publicado e 05 horas por resumo publicado
anais de eventos científicos.
certificado do organizador dos em anais, respeitando o teto de
anais do evento.
20 horas para atividades deste
66
tipo.
Publicação de artigos em Cópia do material publicado.
periódicos
de
divulgação
científica com ISSN e Conselho
Editorial.
30 horas por artigo publicado
respeitando o teto de 60 horas
para atividades deste tipo.
Publicação de artigos em Cópia do material publicado.
periódicos
de
divulgação
científica ou de caráter não
científico.
15 horas por artigo publicado
respeitando o teto de 60 horas
para atividades deste tipo.
Desenvolvimento
ou Cópia do material desenvolvido 20
horas
por
material
participação no desenvolvimento e certificado do Coordenador ou desenvolvido respeitando o teto
de
material
informacional organizador do projeto.
de 80 horas para atividades deste
(divulgação
científica)
ou
tipo.
didático
(livros,
CD-ROM.
Vídeos, exposições)
Desenvolvimento
ou Cópia do material desenvolvido 20
horas
por
material
participação na elaboração de e certificado do Coordenador ou desenvolvido respeitando o teto
instrumentos de pesquisa, guias organizador do projeto.
de 80 horas para atividades deste
ou catálogos de acervo de
tipo.
memória e/ou exposições.
Organização ou participação na Certificado
organização
de
eventos emitido
científicos.
promotora.
de
pela
participação 10 horas por evento organizado,
entidade respeitando o teto de 40 horas
para atividades deste tipo.
ATIVIDADES ARTÍSTICAS E CULTURAIS
Atividade
Documentos de Comprovação
Valor em Horas
Produção ou participação na Documentos que comprovem a 20
horas
por
produção,
produção
de
atividades participação
do
aluno
na respeitando o teto de 80 horas
artísticas (dança, performance, atividade.
para o total de atividades deste
teatro, vídeos, artes visuais,
tipo.
curadoria, literatura, música,
etc).
(sujeito
a
Colegiado).
aprovação
do
Participação com direção ou Folders
ou
atuação em Festivais de Artes participação.
certificado
de 30
horas
por
produção,
respeitando o teto de 60 horas
para o total de atividades deste
67
Cênicas.
tipo.
Participação
técnica
Festivais de Artes Cênicas.
em Folder
ou
participação.
certificado
de 20
horas
por
produção,
respeitando o teto de 40 horas
para o total de atividades deste
tipo.
Participação em oficinas, cursos Certificado
de
participação Igual à carga horária especificada
ou minicursos relacionados as emitido
pela
entidade no certificado de participação,
manifestações
artísticas
e promotora, constando a carga respeitando o teto de 60 horas
culturais.
horária da atividade.
para o total de atividades deste
tipo.
Outras atividades de caráter Certificado
de
participação 15
horas
por
atividade,
artístico ou cultural.
emitido
pela
entidade respeitando o teto de 45 horas
promotora, constando a carga para o total de atividades deste
(Sujeito
a
aprovação
do horária da atividade.
tipo.
colegiado).
ATIVIDADES DE CARÁTER TÉCNICO E EDUCATIVO
Atividade
Documentos de Comprovação
Valor em Horas
Visitas técnicas a museus, Certificado
da
instituição Igual à carga horária especificada
arquivos,
centros
de promotora ou do coordenador no certificado de participação,
documentação
e
outras do projeto, constando carga respeitando o teto de 40 horas
instituições
voltadas
ao horária.
para o total de atividades deste
enriquecimento
cultural
e
tipo.
artístico.
Traduções de artigos, produção Cópia do material publicado.
de
resenhas,
editoração,
diagramação e revisão técnica
de material publicado em
periódicos acadêmicos com
ISSN e política seletiva.
20 horas por material publicado,
respeitando o teto de 40 horas
para o total de atividades deste
tipo.
Realização
de
trabalhos A critério
voltados a educação e/ou Curso.
alfabetização de jovens e
adultos. (Sujeitos a aprovação
do Colegiado)
do
Colegiado
do A critério do Colegiado do Curso
respeitando ob teto de 60 horas
para o total de atividades deste
tipo.
Realização
de
trabalhos A critério
voltados
a
promoção
do Curso.
exercício da cidadania. (Sujeito
do
Colegiado
do A critério do Colegiado do Curso
respeitando o teto de 60 horas
para o total de atividades deste
68
a aprovação do Colegiado)
tipo.
Participação em oficinas, cursos Certificado
de
participação Igual à carga horária especificada
ou minicursos relacionadas ao emitido
pela
entidade no certificado de participação,
aprendizado de técnicas ligadas promotora, constando a carga respeitando o teto de 60 horas
a dança.
horária da atividade.
para o total de atividades deste
tipo.
Outras atividades de caráter A critério
técnico ou educativo. (Sujeito a Curso.
aprovação do Colegiado)
do
Colegiado
do 10
horas
por
atividade,
respeitando o teto de 30 horas
para atividades deste tipo.
15. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC está institucionalizado através da
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 que em seu Art. 18 afirma:
“O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC é componente curricular obrigatório em
todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL”.
O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC, de 54 horas, e computada
para a integralização do Curso.
Nesta perspectiva, cada PPC toma para si a responsabilidade de definir a
forma de realização, acompanhamento, apresentação e avaliação do TCC,
estabelecendo normas próprias.
Tendo como referência a Instrução Normativa N°2 PROGRAD/Fórum das
Licenciaturas de 27 de setembro de 2013, o Curso de Licenciatura em Dança
estabelece que o TCC se constituirá através da produção de uma monografia de
conclusão de curso ou de um artigo científico. Este trabalho, de caráter teórico e/ou
prático, buscará articular ensino, pesquisa e extensão a partir do perfil profissional
definido pelo curso.
O TCC será desenvolvido individualmente e consistirá de uma pesquisa voltada
para um determinado tema, de interesse do discente, que tenha relação com o curso
no qual ele está se graduando. O Padrão UFAL de Normatização será,
preferencialmente, a referência para elaboração do TCC.
69
A partir do quinto período, os alunos iniciarão a elaboração do anteprojeto de
pesquisa que será desenvolvida na disciplina obrigatória Pesquisa Educacional em
Dança, e contará com uma primeira orientação do professor responsável pela
Coordenação de TCC.
A elaboração do anteprojeto de pesquisa, com ou sem encenação, deve conter
os seguintes itens: título, introdução, objetivo geral, objetivos específicos, justificativa,
perspectiva teórico-metodológica, cronograma e referências. O anteprojeto deve
conter entre cinco e oito páginas, em formato A4, espaçamento 1,5, fonte Times new
Roman ou Arial tamanho 12. Na capa do anteprojeto deverá ser indicado o nome do
discente, o título da pesquisa, a linha de pesquisa e dois possíveis nomes de
Professores Orientadores, cujas áreas de atuação tenham alguma relação com o
tema pesquisado.
Os discentes serão encaminhados pelo Coordenador de TCC aos orientadores
pretendidos em função das particularidades de cada projeto. Será dada a preferência
aos
orientadores do
quadro efetivo e/ou
substituto do Curso
de Dança.
Extraordinariamente, quando se constatar que um determinado anteprojeto poderá ser
melhor orientado por um professor que esteja inserido em outros cursos de
licenciatura em Música ou Teatro, ou mesmo professores da Escola Técnica de Artes
– ETA da UFAL ou, ainda, professores de outra Unidade Acadêmica, a Coordenação,
em parceria com o Colegiado do Curso, poderá analisar a viabilidade dessa
orientação de pesquisa.
As orientações serão realizadas por meio de encontros entre o orientador e o
orientando, estabelecidos previamente e de comum acordo, podendo até estabelecer
outras formas de comunicação disponíveis como correspondências por e-mail,
conversas via Skype, entre outras tecnologias de comunicação.
70
15.1. SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE TCC
O desenvolvimento das atividades previstas no cronograma do anteprojeto será
acompanhado pelo Coordenador do TCC, que avaliará os seguintes aspectos:
alcance dos objetivos propostos no anteprojeto; desenvolvimento das ações previstas;
cumprimento do cronograma do anteprojeto; e desempenho do discente e do docente.
O desempenho dos discentes, quanto ao aproveitamento e produção
acadêmica, receberá atenção especial. Nesse sentido, será enfatizado o contato dos
discentes com seus orientadores a fim de que tenham um estudo crescente e
aprofundado que lhes permitam a construção do seu TCC.
O conjunto dos relatórios semestrais dos discentes também se constituirá como
instrumento de acompanhamento do desenvolvimento do anteprojeto de pesquisa. Os
resultados do anteprojeto serão discutidos em conjunto pela coordenação do TCC,
Núcleo Docente Estruturante, orientador e orientando, que buscarão ações para
aprimorar os trabalhos, assim como corrigir possíveis desvios.
O cumprimento das ações acima expostas levará o discente à conscientização
de como realizar um trabalho de caráter acadêmico/científico de conclusão de curso.
A apresentação final do TCC ocorrerá ao final do oitavo período. Caso o
discente extrapole esse prazo, deverá realizar matrícula vínculo a cada semestre, até
a apresentação do TCC.
O TCC do Curso de Licenciatura em Dança está normatizado pelo Colegiado
do Curso e pelo NDE em forma de Instrução Normativa, apresentando um
detalhamento das atribuições do Coordenador de TCC, dos orientadores, dos
discentes, assim como das regras a serem seguidas no desenvolvimento do TCC e
suas modalidades de apresentação. O referido documento encontra-se anexado à
este projeto.
16. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC
O local onde o Curso de Licenciatura em Dança está inserido possui um
Laboratório de Informática com 6 computadores conectados à internet no qual os
71
alunos podem ter acesso a sites de busca, plataformas de dados e imagens,
bibliotecas virtuais, sendo que poderão também usar os recursos e ferramentas para
construção de trabalhos acadêmicos e didáticos.
A implantação de uma plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da
UFAL para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da Comunicação
tem sido pontos estruturantes para a transformação das aulas, levando a universidade
para um novo patamar de interação e facilitando a acessibilidade e a melhor
integração de docentes e discentes às atividades acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações
básicas preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados
acadêmicos e administrativos; b) reestruturação da rede lógica, em especial o
aumento de velocidade e o alcance da rede, permitindo salas de aula
verdadeiramente conectadas e interativas.
A UFAL está atenta a novas tendências e desafios para a sociedade em um
mundo contemporâneo e buscando sempre a renovação das práticas pedagógicas.
As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão
disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem como a Plataforma
Moodle, de modo que as aulas possam ocorrer de forma não presencial, desde que
não ultrapassem 20% da carga horária total do curso, conforme orienta a Portaria
MEC Nº 1428, de 28 de dezembro de 2018, que revoga a Portaria Nº 4059 de 10 de
dezembro de 2004. O Curso de Licenciatura em Dança não utiliza os 20% da carga
horária do curso à distância.
O uso das TICs por parte dos estudantes com necessidades educacionais
favorece não só o aprendizado, mas a participação e a autonomia durante as
atividades acadêmicas. Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência Educacional –
NAE – visando promover e facilitar a acessibilidade pedagógica, metodológica de
informação e comunicação conforme previstas na Política de Acessibilidade. Desta
forma, os docentes são incentivados a buscar junto a esses núcleos orientações sobre
o uso devido dessas tecnologias.
72
17. AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
Conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI, avaliação é um
fator de gestão, pois possibilita a realização de correções, a reorientações de práticas
pedagógicas, a reflexão sobre os projetos pedagógicos, a delimitação dos obstáculos
administrativos, além de se processar no âmbito do curso pelo acompanhamento do
Projeto Pedagógico e pela avaliação do processo ensino e aprendizagem. Deste
modo, ela se explicita de forma clara e objetiva no Projeto Pedagógico de Curso que
deverá prever um tempo amplo para o processo de sua autoavaliação pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um
processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no
Regulamento Geral dos Cursos de Graduação da UFAL.
Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser
integrada ao Projeto Pedagógico como dado que interfira consistentemente na ação
pedagógica do curso, de maneira que garanta a flexibilização curricular e que permita
a adequação do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL. A
avaliação requer, portanto, por parte de todos os atores envolvidos com o processo
educacional, uma permanente aferição avaliativa do Projeto Pedagógico em relação
aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a avaliação deve ser
percebida como movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo de ensino
e aprendizagem do plano político-pedagógico e das atividades curriculares.
17.1. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se
propõe não é uma atividade puramente técnica, ela deve ser processual e formativa e
73
manter coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do Projeto
Pedagógico do curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – DBEN, no que concerne à aferição
quantitativa do percentual de 75% de presença às atividades de ensino previstas pela
carga horária de cada disciplina e no total da carga horária do curso e qualitativa em
relação ao total de pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina.
A avaliação da aprendizagem se fará a partir do que está estabelecido pelo
Conselho Universitário - CONSUNI, na Resolução nº 25/2005 do Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão – CEPE, nos moldes que seguem:
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º da referida
Resolução, que determina que o regime de aprovação do aluno em cada disciplina
será efetivado mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e do
rendimento escolar.
Neste entendimento, o Art. 10º afirma que: “Será considerado reprovado por
falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das
atividades didáticas realizadas no semestre letivo”.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência
só será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei nº 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a
apuração do rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1º – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova
final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas,
das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
74
§ 2º - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e,
no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá
solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de
professores designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1º - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais
dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB)
respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações programadas e
efetivadas pela disciplina.
§ 2º - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em
uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre
letivo,
a ser
reavaliado
naquela em que
obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1º - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2º - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
75
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior
às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média
ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota
da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo
requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas
após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05
(cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o
mesmo critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Ao nível do PPC do curso de Licenciatura em Dança, a avaliação da
aprendizagem é condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a
metodologia adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer
a perspectiva da formação integral dos alunos, respeitando a diversidade e a
pluralidade das suas formas de manifestação e participação nas atividades
acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais.
17.2. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO
O Curso de Licenciatura em Dança se utiliza do seu Colegiado de Curso, bem
como do seu NDE, para avaliar questões administrativas e acadêmico/pedagógicas ao
final de cada semestre. Essa avaliação servirá de base para as estratégias de
melhoramentos dos itens anteriormente citados, para os semestres seguintes.
76
Outra estratégia de avaliação do curso se dá através de formulário próprio1,
que é encaminhado aos alunos ao final de cada semestre. Esta avaliação, juntamente
com a realizada pelo Colegiado do Curso e do NDE, embasa os parâmetros de
análise preconizados para a estruturação do semestre subsequente.
17.3. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de
Licenciatura em Dança é realizada por uma comissão representativa dos diferentes
segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no
Projeto de Auto-avaliação da UFAL como Comissão de Auto-avaliação – CAA,
instalada em cada Unidade Acadêmica e/ou Unidade Educacional, no caso dos campi
interioranos.
O Curso Licenciatura em Dança é avaliado anualmente pela citada Comissão e,
em caráter permanente, pelos membros do NDE. Na primeira situação, o processo é
conduzido em primeira instância pela CAA que coleta dados através de diferentes
estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico administrativo da Unidade
Acadêmica.
Há, também, o acesso espontâneo da comunidade acadêmica através de
formulários on-line, disponibilizados, segundo cronograma de desempenho divulgado
pela CPA. Em ambas as situações os participantes se expressam sobre a condução
do Projeto Pedagógico do Curso, entre outros aspectos como a atuação, a
qualificação e a relação com os docentes e as condições da infraestrutura
disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas. Desta forma, os dados
computados são organizados e analisados pela CAA e enviados para serem
1
Pontos avaliados no formulário: Curso (PPC, articulação ensino/pesquisa/extensão, Estágio);
Docentes; Infraestrutura do curso; Disciplinas cursadas.
77
consolidados pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional,
de periodicidade anual.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas
as suas etapas. Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a
pertinência das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia
referenciada e as condições de realização de práticas e estágios supervisionados, de
modo a ter condições concretas de intervir sempre que necessária no sentido do
aperfeiçoamento do PPC.
18. COLEGIADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
O Colegiado do Curso de Licenciatura em Dança reúne-se ordinariamente na
primeira
sexta-feira
de
cada
mês,
no
horário
das
13:30
às
15:30,
e,
extraordinariamente, sempre que se faça necessário. Essa instância é regida pelo
Regimento Geral da Universidade Federal de Alagoas que, em seus Artigos 25 e 26,
estabelece como objetivo do Colegiado de curso de graduação coordenar o
funcionamento acadêmico dos cursos de graduação, seu desenvolvimento e avaliação
permanente. O Colegiado é composto pelos seguintes membros:
05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta
efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02
(dois) anos, admitida uma única recondução;
01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente,
escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório
Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única
recondução;
01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos
78
seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única
recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente,
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil
do profissional desejado, nas características e necessidades da área de
conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;
Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente/discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente
com os planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
Coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações
que se fizerem necessárias;
Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
Exercer outras atribuições compatíveis.
19. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a
Resolução CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012 no
âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes Estruturantes em
conformidade com as especificações legais.
Neste sentido, os NDE são compostos pelo mínimo de cinco membros, todos
docentes com titulação de pós-graduação stricto sensu e formação na área do curso.
Considera-se, igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do curso e
sua dedicação ao mesmo. Os membros de NDE possuem mandatos de três anos,
com uma tarefa acadêmica de acompanhamento, consolidação e atualização
permanente do Projeto Político Pedagógico do Curso.
79
O NDE do curso de Licenciatura em Dança reúne-se ordinariamente na terceira
sexta-feira de cada mês, no horário das 13:30 às 15:30 e, extraordinariamente,
sempre que for necessário. A concepção e elaboração deste PPC é de
responsabilidade do referido núcleo que o acompanhará na implantação deste
documento pelo Colegiado do curso.
Compete ao NDE as seguintes atribuições:
I- Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II- Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
III- Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de
trabalho e consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento
do curso;
IV- Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Curso de
Graduação;
V- Elaborar e/ou reformular o Projeto Pedagógico do Curso assim como
acompanhar e avaliar a implantação e implementação do referido documento,
propondo as alterações necessárias a sua melhor consecução;
VI- Apreciar e encaminhar para homologação do Colegiado e das instâncias
deliberativas superiores, projetos de Pesquisa, de Cursos de Pós-Graduação Latu e
Strictu Sensu e de cursos e/ou atividade de extensão, com o objetivo de tornar
efetiva a aplicação do princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão;
VII- Emitir pareceres sobre as propostas de ensino, pesquisa e extensão no âmbito
do curso;
VIII- Participar da elaboração do Plano Anual de Trabalho do Curso, que será
apreciado pelo Colegiado e aprovado pelos Órgãos competentes da UFAL, bem
como acompanhar sua execução;
80
IX- Recomendar as diretrizes dos programas das disciplinas do curso de
Graduação
e
suas
respectivas
ementas,
encaminhando
à
Coordenação,
modificações dos programas para fins de compatibilização;
X- Fazer parte de bancas de avaliação em processos de seleção para docentes do
curso;
XI- Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos
bibliográficos e outros insumos necessários ao curso;
20. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE APOIO NO ÂMBITO DO CURSO
20.1. POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS
Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro
passou a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo
prontamente na Administração Pública. Entre seus princípios de legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, este último, traduzido no
aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, diz respeito
diretamente às ações institucionais das IFES para o apoio ao seu quadro de pessoal.
Desta
feita,
a
UFAL,
produtora
e disseminadora do
conhecimento
e do
desenvolvimento econômico e social no estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e
materializá-lo em suas ações cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5.707/06, que dispõe sobre a
Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração Pública
Federal, a UFAL ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como objetivo, sem
prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu servidor:
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma atividade
essencial para a melhoria de seu desempenho profissional, bem como de seu
crescimento pessoal. Realizando ações de desenvolvimento, a Política de
Gestão de Pessoas busca, principalmente, melhorar a qualidade dos serviços
prestados ao cidadão e orienta-se pelo alinhamento da competência do
servidor com os objetivos da instituição, pela divulgação e gerenciamento das
ações de capacitação e pela racionalização e efetividade dos gastos com
treinamentos (2013, p. 71).
81
O PDI dos Servidores compõe-se de eixos integrados: Dimensionamento das
Necessidades Institucionais de Pessoal, Capacitação, Avaliação de Desempenho e
Qualidade de Vida no Trabalho, recortados por diretrizes e princípios, muitos deles,
diretamente relacionados à atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz
respeito à otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos
objetivos institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um
lado, melhorar o desempenho do servidor e por outro, assegurar um quadro mais
confiante, motivado e consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada
em diferentes momentos e modalidades: Iniciação ao serviço público, formação geral,
educação formal, gestão, inter-relação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que objetiva
redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e
auferir seu desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades e
oferecendo subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho – PQVT,
promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor – PASS,
baseadas no conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais
justas de trabalho, valorizando o servidor e garantindo o pleno exercício de suas
funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como enfoque
o docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino Superior –
PROFORD, que consiste em um plano de capacitação contemplando desde os
docentes recém empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição. O objetivo é
incentivá-los à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma intersecção entre
ensino, pesquisa e extensão, dentro de dois enfoques: a prática docente e a atuação
destes profissionais na gestão acadêmica e institucional.
82
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de avaliação,
a fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio Constitucional da
Eficiência, do qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode se furtar.
No curso de Licenciatura em Dança, a política de valorização do docente e
técnicos administrativos, se manifesta pelo incentivo na participação de cursos de
capacitação administrativa e de gestão, assim como de programas de qualidade de
vida, ofertados pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas – PROGEP. Anualmente, o
Colegiado do curso organiza a distribuição das verbas direcionadas a passagens e
diárias para a participação dos docentes em Congressos e Simpósios Nacionais,
assim como, incentiva a participação dos docentes nos processos de seleção para
publicação em editais da Editora da UFAL – EDUFAL e demais editoras.
20.2. POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os
estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de
medidas que buscam combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234,
de 19 de julho de 2010). Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em
situação de vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação
presencial das Instituições Federais de Ensino Superior. Sua instância de discussão e
resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis
– FONAPRACE, realizado anualmente e no qual a UFAL tem assento. Na ocasião são
feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem
as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento
dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser
identificadas:
83
Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento
acadêmico; apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas
estrangeiras, com a oferta de cursos para capacitação básica na área. Atenção
aos discentes como forma de orientá-los na sua formação acadêmica e/ou
encaminhá-los/as a profissionais específicos para atendimento através da
observação
das
expressões
da
questão
social.
Articulação
com
as
Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e
planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.
Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que
produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que
comprometem
seu
desempenho
acadêmico;
atendimento
psicossocial
realizado por profissionais qualificados, com vistas ao equilíbrio pessoal para a
melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do estudante na área da
saúde através da assistência médico odontológica; fomento à prática de
atividades física e de esporte; promoção de atividades relacionadas à arte e
cultura no espaço universitário; implementação de bolsas institucionais que
visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (Pró-Graduando).
Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
talentos e potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua participação
em projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa e/ou de
extensão universitária que contribuam para sua formação acadêmica;
disponibilização de bolsas aos discentes em situação de risco e vulnerabilidade
social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável aos
estudos,
bem
como
ser
uma
fonte
motivadora
para
ampliação
do
conhecimento, intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários. Ex.:
PIBID, PIBIC, PET.
Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações
esportivos, culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos pela
universidade quer sejam promovidos pelos estudantes. Alguns espaços físicos
84
são reservados para as atividades dos centros acadêmicos, vindo a colaborar
com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que contribuam para a
formação política dos estudantes. Ex.: Centros Acadêmicos, DCE.
Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança
para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando
assim um aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação
do mesmo ao longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a
saída dos mesmos, diminuindo a ansiedade entre a academia e o mercado de
trabalho. Ex.: Estágios.
O curso de Licenciatura em Dança, em consonância com o compromisso social
da Universidade Federal de Alagoas, recebe a cada ano, alunos cotistas oriundos da
população afrodescendente e de escolas públicas de Alagoas bem como de outros
estados do Brasil. Esta iniciativa faz parte do Programa de Ações Afirmativas para
Afrodescendentes no Ensino Superior da UFAL, com o objetivo de minimizar e/ou
eliminar as desigualdades sociais históricas.
De acordo com o Decreto nº 5.296/05 que regulamenta as Leis nº 10.048, de
08 de novembro de 2000, e a Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que
estabelece as normas gerais e os critérios básicos para a promoção da acessibilidade
de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, o Curso de Licenciatura em
Dança está inserido em um espaço físico reorganizado para atender os Cursos de
Artes da UFAL. Apesar deste local possuir algumas estruturas que possibilitam a
acessibilidade de pessoas com dificuldade de locomoção como rampas e elevador,
faz-se necessário a continuidade das adequações para atender a todos os tipos de
deficiência.
Como política de permanência do discente na Universidade, o Curso de
Licenciatura em Dança direciona seus alunos aos Programas de Bolsa Permanência,
ofertados pela Pró-Reitoria Estudantil, que são destinados àqueles com maior
vulnerabilidade social. Outros caminhos para a oferta de bolsas para os discentes são
85
realizados através dos Projetos de Extensão, da oferta de bolsas de Monitoria, dos
Programas de Iniciação a Docência e de Iniciação Científica.
Outro incentivo aos discentes está relacionado à orientação e apoio nos
processos de seleção para os Intercâmbios Internacionais e de Mobilidade
Acadêmica.
21. CONDIÇÕES PARA VIABILIZAÇÃO DO CURSO
21.1. RECURSOS HUMANOS
O Curso de Licenciatura em Dança possui 5 docentes efetivos lotados no
Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes – ICHCA da UFAL que são
responsáveis pelas demandas de ensino, pesquisa, extensão e gestão do curso. O
curso conta também com a colaboração de docentes da Escola Técnica de Artes –
ETA, do Curso de Teatro Licenciatura, do Centro de Educação – CEDU e da
Faculdade de Letras – FALE. Possui em seu quadro Técnico-Administrativo duas
Técnicas lotadas na Coordenação do Curso de Dança.
Para seu pleno funcionamento, o Curso de Licenciatura em Dança espera,
após 11 anos de funcionamento, ampliar o quadro de professores, nos próximos anos.
21.2. INFRAESTRUTURA E RECURSOS MATERIAIS
O Curso de Licenciatura em Dança faz parte do Instituto de Ciências Humanas,
Comunicação e Artes do Campus A. C. Simões da Universidade Federal de Alagoas,
no entanto. Suas atividades são desenvolvidas no Espaço Cultural Salomão de Barros
Lima (antiga Reitoria), localizado na Praça Visconde de Sinimbú nº 206, no bairro do
Centro.
Todo o espaço físico disponibilizado é compartilhado com os cursos de
Licenciatura em Teatro e Licenciatura em Música, com espaços destinados às
atividades pedagógicas, administrativas, como também uma biblioteca setorial e um
Laboratório de Informática.
86
Para o bom desenvolvimento das atividades do Curso de Licenciatura em
Dança, está prevista a reforma do prédio vizinho ao Espaço Cultural (antiga
Residência Universitária), onde haverá uma ampliação dos espaços voltados para as
atividades pedagógicas e administrativas. Esses espaços servirão conjuntamente para
o curso de Licenciatura em Dança e para o curso de Licenciatura em Teatro,
conjuntamente. Esses espaços são assim detalhados: Sala da coordenação do curso,
sala de professores, sala de reuniões, sala do Centro Acadêmico de Dança, dois
laboratórios de corpo, laboratório de multimídia, laboratório de encenação e
iluminação, laboratório de figurinos e cenografia, laboratório de maquiagem; duas
salas de aulas teóricas e mini-auditório.
As normas para o uso e funcionamento destes espaços serão elaboradas pelas
coordenações dos cursos de Teatro e Dança, como também pelos respectivos
Colegiados e seus NDE. Em relação às estruturas acima citadas, o PPC se baseia no
projeto que foi elaborado para a reforma da antiga Residência Universitária, localizada
no prédio anexo ao Espaço Cultural, e, numa outra versão, no projeto para a
construção do Centro de Artes no Campus A. C. Simões. Ambos os projetos foram
elaborados e estão sob a responsabilidade da Pró-Reitoria de Gestão Institucional PROGINST e pela Superintendência de Infraestrutura - SINFRA.
21.3. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
LABORATÓRIO DE CORPO
Objetivo: Espaço para aulas e treinos dos alunos, assim como, para ensaios e
desenvolvimento de Projetos de Extensão.
Atividades acadêmicas: Ensino: aulas das disciplinas práticas da área de
conhecimento específico da dança; Extensão: Projetos de extensão desenvolvidos
pelo curso.
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LABORATÓRIO DE MULTIMÍDIA
Objetivo: Organizar, arquivar e divulgar acervos e materiais midiáticos sobre a dança.
Atividades acadêmicas: Ensino: Aulas teórico-práticas das disciplinas das três áreas
que compõem o curso: área de conhecimento específico, área de fundamentos
teóricos e área de humanístico-pedagógico e pesquisa; Pesquisa: Atividades do
Grupo História, Memória e Documentação da Dança e do Teatro em Alagoas;
Extensão: Atividades do Fórum Mestre Zumba.
LABORATÓRIO DE ENCENAÇÃO E ILUMINAÇÃO
Objetivo: Aulas de corpo e expressividade, e iluminação; projetos de extensão e
pesquisa, desenvolvidos pelo curso.
Atividades acadêmicas: Ensino: Aulas de disciplinas práticas da área de
conhecimentos específicos da dança; Extensão: Aulas de consciência corporal
através de alongamentos, na preparação corporal do artista cênico; Apresentações
públicas da produção cênica dos cursos de artes da UFAL.
LABORATÓRIO DE FIGURINOS E CENOGRAFIA
Objetivo: Espaço para criação, aulas e acervo.
Atividades Acadêmicas: Ensino: atividades acadêmicas em ensino; aulas de
fundamentos da cenografia; Extensão: Fórum Mestre Zumba.
LABORATÓRIO DE MAQUIAGEM
Objetivo: Aulas de maquiagem e treino dos alunos.
Atividades acadêmicas: Extensão: Oficinas de maquiagem desenvolvidas dentro do
Projeto UNIVERSIDANÇA- Semana Acadêmica do Curso de Dança.
SALAS DE AULAS TEÓRICAS (02)
Objetivo: Aulas teóricas e sala de estudo.
88
Atividades acadêmicas: Ensino: Aulas teóricas das disciplinas das três áreas que
compõem o curso: área de conhecimento específico, área de fundamentos teóricos e
área de humanístico pedagógico e pesquisa; Extensão: Atividades desenvolvidas na
Semana Acadêmica do Curso e do Fórum Mestre Zumba; Pesquisa: Aulas e
seminários.
MINI-AUDITÓRIO
Objetivo: Seminários, palestras, semanas acadêmicas, plenárias, aulas teóricas e
defesas de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.
Atividades acadêmicas: Ensino: Aulas teóricas das disciplinas das três áreas que
compõem o curso: área de conhecimento específico, área de fundamentos teóricos e
área de humanístico-pedagógico e pesquisa; Extensão: seminários, palestras e ciclos
de debates nas áreas de conhecimentos específicos, teóricos e humanísticopedagógicos; Pesquisa: Aulas e seminário.
21.4. RECURSOS MATERIAIS
- Scanner;
- 03 computadores conectados à internet;
- 03 notebooks;
- 01 linha telefônica;
- 04 aparelhos de som com entradas USB;
- 02 caixas de som portátil;
- 02 smart TVs;
- 04 data show.
89
22. EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESPECÍFICA E COMPLEMENTAR
SABERES ESPECÍFICOS DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR NA UFAL
Disciplina:
POLÍTICA
E Pré - requisito – Não há
ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO
BÁSICA NO BRASIL
Período:
2º
CH Total
72
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
72
curricular
Ementa: Estudo das políticas e da organização dos Sistemas Educacionais brasileiro
e alagoano no contexto das transformações da sociedade contemporânea, a partir de
análise histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino, dos
planos de educação e da legislação educacional.
Bibliografia específica:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: geral e
Brasil. Moderna, São Paulo, 2006.
BRASIL. Base Nacional Curricular Comum: Educação é a Base. Brasília:
MEC/CONSED/UNDIME, 2017. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br>.
Acesso em: 02 jun. 2019.
SAVIANI, Dermeval. Da LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. 4ª ed.
Revisada. Campinas, SP, Autores Associados, 2011.
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSHI, Mirza Seabra.
Educação escolar: políticas, estruturas e organização. 10ª edição revisada e
ampliada. Cortez, São Paulo, 2012.
Bibliografia complementar:
ABREU, Mariza. Organização da Educação Nacional na Constituição e a LDB. Ijui/
SC: UNIJUI, 1999.
AZEVEDO, Janete Maria Lins. A educação como política pública. 3. Ed.
Campinas/SP: Autores Associados, 2008.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Legislação
Complementar: Lei nº 9.394, de 20 de Dezembro de 1996 (atualizada até a lei nº
12.061, de 27.10.2009). 4.ed. São Paulo: EDIPRO, 2010.
FREITAS, Bárbara. Escola, Estado e sociedade. 7. Ed. São Paulo, Centauro, 2007.
Revista Brasileira de Educação. São Paulo: ANPED, 1996.
90
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Cultura e Educação em Alagoas: história, histórias. 4ª
edição. Maceió, EDUFAL, 2006.
Disciplina:
PESQUISA Pré – requisito – Não há
EDUCACIONAL
Período
5º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
39
15
curricular
Ementa: Pressupostos e características da pesquisa em educação. A pesquisa
quantitativa e qualitativa em educação. Diferentes abordagens metodológicas de
pesquisa em educação. Fontes de produção da pesquisa educacional: bibliotecas,
meios informatizados, leitura e produção de textos e artigos com diferentes
abordagens teóricas. Etapas de um projeto de pesquisa educacional para o Trabalho
de Conclusão de Curso. O profissional da educação frente aos desafios atuais no
campo da pesquisa educacional.
Bibliografia específica:
BICUDO, M. e SPOSITO, Vitória. Pesquisa qualitativa em educação. Piracicaba:
UNIMEP, 1994.
FAZENDA, Ivani (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1989.
FAZENDA, Ivani A. Novos enfoques da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1992.
GATTI, Bernardete. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília:
Plano, 2002.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber. Porto Alegre: ARTMED,
1999.
Bibliografia complementar:
ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
FRANCO, Celso e KRAMER, Sonia. Pesquisa e educação. RJ: Ravil, 1997.
GARCIA, Regina L. (Org.) Método: pesquisa com o cotidiano. RJ: DP&A, 2003.
GERALDI, Corinta M. , FIORENTINI, Dario e PEREIRA, Elisabete (Orgs). Cartografia
do trabalho docente: professor(a)-pesquisador(a). Campinas: Mercado das Letras,
1998.
LINHARES, Célia; FAZENDA, Ivani e TRINDADE, Vitor. Os lugares dos sujeitos na
pesquisa educacional. Campo Grande: EDUFMS, 1999.
91
MINAYO, Maria C. S. (Org). Pesquisa Social. Petrópolis: Vozes, 1999.
ZAGO, N; CARVALHO, M. P. VILELA, R. (Orgs.) Itineráros de pesquisa. RJ: DP&A,
2003.
SANTOS-FILHO, José e GAMBOA, Silvio. (Orgs.) Pesquisa educacional:
quantidade-qualidade. SP: Cortez, 1995.
Disciplina:
PROFISSÃO Pré requisito – Não há
DOCENTE
Período:
1º
CH Total
CH Teórica
54
54
CH
Prática
Prática
componente
curricular
Ementa: Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente,
articulando o papel do Estado na formação e profissionalização docente e da escola
como lócus e expressão desse trabalho.
Bibliografia específica:
ARANTES, Valéria Amorim (Org.) Profissão docente: pontos e contrapontos. São
Paulo: Summus, 2009.
CERICATO, Itale Luciene. A profissão docente em análise no Brasil: uma revisão
bibliográfica. Rer. Bras. Estudos Pedagógicos, Brasília, v.97 n.246, p273-289,
maio/ago.2016.
D'AVILA, Cristina Maria. Profissão docente: novos sentidos, novas perspectivas.
Campinas: Papirus, 2015.
Bibliografia complementar:
PENIN, Sonia. Profissão docente e contemporaneidade. IN: ARANTES, Valéria
Amorim (Org.) Profissão docente: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2009.
MESQUITA, Normandia de Farias. Desenvolvimento profissional docente: a formação
continuada como um dos elementos. In: ANDRADE, Fracisco Ari de; SANTOS, Jean
Mac Cole. Ditos e interditos em educação brasileira. Curitiba, Brasil, 2012.
VICENTINE, Paula Perin. História da profissão docente no Brasil; representações em
disputa. São Paulo: Cortez, 2015.
ARROYO, Miguel. Ofício de mestre. SP: Vozes, 2001.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes,
5a. ed., 2002.
92
Disciplina: DIDÁTICA
Pré requisito – Não há
Período:
CH Total
4º
72
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
72
curricular
Ementa: Estudo da didática, como práxis docente, nas suas dimensões política,
técnico-pedagógica, epistemológica e cultural, bem como suas relações com o
currículo e na constituição do ensino, considerando diferentes contextos sóciohistóricos. Reflexão e conhecimento das proposições teórico-práticas quanto à relação
professor-aluno-conhecimento e aos processos de planejamento e avaliação do
ensino-aprendizagem.
Bibliografia específica:
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13 ed. Petrópolis:
Vozes, 2006.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 2013.
SAVIANI, Demerval. Escola e Democracia. 42 ed. Campinas: Autores Associados,
2012.
Bibliografia complementar:
CASTRO, Amélia Domingues. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensinar a
ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira
Thompson Learning, 2001.
FREITAS, Luiz Carlos de. Crítica da Organização do Trabalho Pedagógico e da
Didática. 7 ed. Campinas/SP: Papirus, 2005.
LUCKESI. Avaliação da aprendizagem, componente do ato pedagógico. São
Paulo: Cortez, 2011.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. 4 ed. São Paulo: FTD, 1997.
MENEGOLLA, M. e SANTANNA I.M. Por que planejar? Como planejar? Curriculo
– Área – Aula. Petrópolis, Vozes, 2006.
93
Disciplina: ORGANIZAÇÃO DO Pré requisito – Não há
TRABALHO ACADÊMICO
Período:
1º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
54
curricular
Ementa: As Ciências e o Conhecimento Científico: sua natureza e o modo de
construção nas Ciências Humanas e Sociais. Diferentes formas de conhecimento da
realidade. A construção do conhecimento científico e a pesquisa em educação.
Aspectos técnicos do trabalho científico. Diretrizes para a leitura, análise e
interpretação de textos.
Bibliografia específica:
ALVES – MAZOTTI, A. J.e GWANDSZNAJDER, F. O método nas Ciências naturais
e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
BRANDÃO, Z. (org.) A crise dos paradigmas e educação. São Paulo: Cortez, 1994
CARVALHO, M. C. M. de (Org.) Construindo o Saber: metodologia científica:
fundamentos e técnicas. Campinas/SP: Papirus, 1994.
ZAMBONI,Silvio. A Pesquisa em Arte: Um Paralelo entre Arte e Ciência. CampinasSP: Editora Autores Associados. 1998.
Bibliografia complementar:
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez,
1995.
CRUZ, A. da C.; MENDES, M.T.R. Trabalhos Acadêmicos, dissertações e teses:
estrutura e apresentação. 2ª ed. Niterói/RJ: Intertexto, 2004.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987.
_______. Educar pela pesquisa. São Paulo: Autores Associados, 2000.
_______. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 1991.
FAZENDA, I. (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez,
1994.
LAVILLE, C. e DIONNE, J. Construção do Saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul Ltda; Belo
Horizonte: Editora UFMG, 1999.
PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Campinas/SP: Papirus, 2000.
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa
qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.
94
RAMPAZZO, L. Metodologia Científica. São Paulo: Loyola, 2002.
Disciplina: DESENVOLVIMENTO Pré requisito – Não há
E APRENDIZAGEM
Período:
3º
CH Total
72
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
72
curricular
Ementa: Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento e da aprendizagem
na infância, na adolescência e na fase adulta segundo as teorias da Psicologia em
sua interface com a Educação.
Bibliografia específica:
COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e
educação: psicologia evolutiva. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 1995, vol. 1.
MOREIRA, M. B.; MEDEIROS, C. A. Princípios básicos de análise do
comportamento. São Paulo: Artmed, 2007.
KUPFER, M. C. Freud e a Educação: O Mestre do Impossível. 3ª Ed. São Paulo:
Scipione, 1995.
Bibliografia complementar:
ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência normal: um enfoque psicanalítico.
Porto Alegre: Artmed, 1981.
BAER, D. M., ROSALES-RUIZ, J. In the analysis of behavior, what does “develop”
mean? Revista Mexicana de Análisis de la Conducta, n. 24, vol. 2, 127-136.
COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e
educação: psicologia evolutiva. 1 ed. Porto Alegre: Artmed, 1995, vol. 1.
HENKLAIN, M. H. O., CARMO, J. S. Contribuições da Análise do Comportamento à
Educação: um convite ao diálogo. Cadernos de Pesquisa, 43, 704-723, 2013.
HUBNER, M. M. C.; MOREIRA, M. B. Temas clássicos da Psicologia sob a ótica
da Análise do Comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
KUPFER, M. C. Educação para o futuro: Psicanálise e Educação. 2ª Ed. São Paulo:
Escuta, 2001.
MENEZES, A. P. A. B.; ARAÚJO, C. R. “Redescobrindo” a Teoria Psicogenética à Luz
da Psicologia Educacional: Contribuições e possíveis desdobramentos. In: CORREIA,
M. (Org.). Psicologia e escola: uma parceria necessária. Campinas, SP: Editora
Alínea, 2009, p. 15 – 43.
95
OLIVEIRA, M. K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2010.
PAPALIA, D. E.; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento Humano. 12 ed. Porto Alegre,
Artmed, 2013.
SHAFFER, D. R.; KIPP, K. Psicologia do Desenvolvimento: infância e adolescência.
São Paulo: Cengage Learning, 2012.
VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. 6 ed. São Paulo: Martins Fontes,
2000.
GESTÃO
Disciplina:
DA Pré requisito – Não há
EDUCAÇÃO E DO TRABALHO
ESCOLAR
Período:
4º
CH Total
72
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
72
curricular
Ementa: Estudo da gestão educacional no âmbito do(s) sistema(s), com foco no
planejamento e na/da escola como organização social e educativa: concepções,
características e elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do
trabalho escolar, segundo pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do
planejamento participativo, tendo como eixo o projeto político-pedagógico.
Bibliografia específica:
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. 6ª ed (rev e
ampl.) São Paulo: Heccus Editora, 2013.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-aprendizagem e
Projeto Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2004.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marilia (orgs.). As dimensões do Projeto PolíticoPedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.
Bibliografia complementar:
DAVIS, Claudia (org). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A,
2002.
GANDIN, Danilo. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e
participativa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
96
LIMA, Licínio C. A escola como organização educativa. 4ª ed. São Paulo: Cortez,
2011.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto
político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002.
VEIGA, I. P. A.(org). Quem sabe faz a hora de construir o Projeto PolíticoPedagógico. Campinas, SP: Papirus 2007.
Disciplina:
Pré requisito – Não há
PROJETOS INTEGRADORES 1 –
PRAC 1
Período:
1º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
curricular
54
Ementa: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade de cada
curso. No Curso de Dança, propõe a apreciação e análise de espetáculos de dança
para ampliar o olhar estético do aluno e prepará-lo para uma atuação criativa na
escola e em outros espaços educacionais/artísticos.
Bibliografia específica:
AZEVEDO, M. Sonia. O papel do corpo no corpo do ator. São Paulo: Perspectiva,
2012.
BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente. São Paulo: Ed. Martins Fontes,
2001.
HÉRCOLES, Rosa. Corpo e Dramaturgia. In Húmus 1. Caxias do Sul – RS: S. Nora/
Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, 2004.
Bibliografia complementar:
LARRAIA, Roque. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Ed. Zahar,
1992.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de Criação. 28ª edição. Rio de
Janeiro: Ed. Vozes, 2011.
RECTOR, Monica & TRINTA, Aluizio R. Comunicação do corpo. São Paulo: Ática,
2005.
97
SIQUEIRA, Denise da C. O. Corpo, Comunicação e Cultura. Campinas, SP: Autores
Associados, 2006.
VIANNA, Klauss. A Dança. São Paulo: Summus, 2005.
Disciplina:
Pré requisito – Não há.
PROJETOS INTEGRADORES 2 –
PRAC 2
Período:
2º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
curricular
54
Ementa: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade de cada
curso. No Curso de Dança, propõe o acompanhamento dos trabalhos desenvolvidos
por criadores e intérpretes em seus grupos e companhias de dança com o objetivo de
preparar a prática artística do egresso no âmbito escolar e em outros espaços
educacionais/artísticos.
Bibliografia específica:
BERGER, Yvone. Viver seu corpo: por uma pedagogia do movimento. São Paulo:
Martins Fontes, 1986.
BERTAZZO. Ivaldo. Cidadão Corpo: Identidade e Autonomia do Movimento. São
Paulo: SESC/Ópera Prima,1996.
MILLER, Jussara. Qual é o corpo que dança? São Paulo: Summus, 2012.
Bibliografia complementar:
BERTERHAT, Therese; BERNSTEIN, Carol. O corpo tem suas razões: antiginástica
e consciência de si. São Paulo, Martins Fontes. 1987.
BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
DOMENICI, Eloisa. O encontro entre Dança, Cultura e Educação somática como uma
interface de questionamento epistemológico sobre as teorias do corpo. Pro-Posições,
Campinas, v. 21, n. 2 (62), p. 69-85, maio/ago. 2010. Disponível em:
<www.scielo.br/pdf/pp/v21n2/v21n2a06.pdf>. Acesso em: 13/12/2019.
FELDENKRAIS. Moshe. Consciência pelo movimento. São Paulo: Summus. 1991.
SANT’ANNA, Denise B. de. Corpos de passagem: ensaios sobre a subjetividade
contemporânea. São Paulo: Estação Liberdade, 2001.
98
Disciplina:
Pré requisito – Não há.
PROJETOS INTEGRADORES 3 –
PRAC 3
Período:
3º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
curricular
54
Ementa: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade de cada
curso. No Curso de Dança, propõe o acompanhamento de ensaios e apresentações
de grupos de danças e folguedos tradicionais e populares, aproximando o discente às
manifestações culturais locais, preparando o futuro professor de dança para atuar na
escola e em outros espaços educacionais/artísticos.
Bibliografia específica:
BURKE, Peter. O Que é História Cultural. Rio de Janeiro Zahar 2008.
CORTEZ, G. Dança Brasil! Belo Horizonte; Ed. Leitura, 2000.
PEREIRA, Antonia; ISAACSSON, Marta; TORRES, Walter Lima. (Org.) Cena, Corpo
e Dramaturgia entre Tradição e Contemporaneidade. Rio de Janeiro: Pão e Rosas.
2012.
Bibliografia complementar:
ARANTES, A. A. O que é cultura popular. São Paulo: Brasiliense. 1982.
ROCHA, J. M. Tenório. Folguedos e Danças de Alagoas (sistematização e
classificação). Maceió: Sergasa, 1994.
BORNHEIM, Gerd. Cultura Brasileira: Tradição/Contradição. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar/Funarte, 1987.
HALL, Stuart. Identidade Cultural na Pós-Modernidade. Rio de Janeiro: DP & A,
2004.
MARQUES, Isabel. Dançando na Escola. São Paulo: Cortez, Ed. 2000.
ORTIZ, Renato. Românticos e folcloristas. São Paulo: Ed. Olho d’Agua, 1992.
99
Disciplina: ACE 1A – DANÇA NA Pré-requisito: Não há
COMUNIDADE
Período:
4º
CH Total
54
CH
CH
Teórica
Prática
12
42
Extensão
54
Ementa: Componente estruturado a partir de atividades interdisciplinares em
conformidade com a especificidade de cada projeto de extensão ao qual está
vinculado. Propõe a atuação dos discentes em realidades sociais e espaços coletivos
distintos, tais como: escolas de dança, ONGs, SESC, SESI, Associações Culturais
e/ou Comunitária, entre outros.
Bibliografia específica:
DINIZ, Clarissa; CARDOSO, Rafael (Org.). Do Valongo à favela: imaginário e
periferia. Rio de janeiro: Instituto Odeon, 2015.
LIGIÉRO, Zeca. Teatro e comunidade: uma experiência. Uberlândia: Universidade
Federal de Uberlândia, Faculdade de Educação, 1983.
MORAN, Jose Manoel. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá.
5. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.
Bibliografia complementar:
GUEDES & GUEDES. Crescimento, composição corporal e desempenho motor
de crianças e adolescentes. São Paulo: Clr Balieiro, 1997.
FREIRE, João Batista. De corpo e Alma: O discurso da motricidade. São Paulo,
Summus, 1991.
FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade: e outros escritos. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1976.
MARQUES, Isabel. Ensino de Dança hoje – textos e contextos. São Paulo: Ed.
Cortez, 2008.
_________. Linguagem da Dança: Arte e Ensino. São Paulo: Digitexto, 2010.
STRAZZACAPPA, Marcia; MORANDI, Carla. Entre a arte e a docência: a formação
do artista da dança. Campinas: Papirus. 2006.
100
Disciplina: ACE 1B – DANÇA NA Pré-requisito: Não há
COMUNIDADE
Período:
5º
CH Total
54
CH
CH
Teórica
Prática
12
42
Extensão
54
Ementa: Componente estruturado a partir de atividades interdisciplinares em
conformidade com a especificidade de cada projeto de extensão ao qual está
vinculado. Propõe a atuação dos discentes em realidades sociais e espaços coletivos
distintos em escolas de dança, ONGs, SESC, SESI, Associações Culturais e/ou
Comunitária, entre outros.
Bibliografia específica:
DINIZ, Clarissa; CARDOSO, Rafael (Org.). Do Valongo à favela: imaginário e
periferia. Rio de janeiro: Instituto Odeon, 2015.
LIGIÉRO, Zeca. Teatro e comunidade: uma experiência. Uberlândia: Universidade
Federal de Uberlândia, Faculdade de Educação, 1983.
MORAN, Jose Manoel. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá.
5. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.
Bibliografia complementar:
GUEDES & GUEDES. Crescimento, composição corporal e desempenho motor
de crianças e adolescentes. São Paulo: Clr Balieiro, 1997.
FREIRE, João Batista. De corpo e Alma: O discurso da motricidade. São Paulo,
Summus, 1991.
FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade: e outros escritos. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1976.
MARQUES, Isabel. Ensino de Dança hoje – textos e contextos. São Paulo: Ed.
Cortez, 2008.
_________. Linguagem da Dança: Arte e Ensino. São Paulo: Digitexto, 2010.
STRAZZACAPPA, Marcia; MORANDI, Carla. Entre a arte e a docência: a formação
do artista da dança. Campinas: Papirus. 2006.
101
Disciplina:
ACE
2
– Pré-requisito: Não há
UNIVERSIDANÇA
Período:
5º
CH Total
68
CH
CH
Teórica
Prática
34
34
Extensão
68
Ementa: A Universidança – Semana Acadêmica do Curso de Licenciatura em Dança
é um evento anual de extensão que se caracteriza como uma semana onde são
expostas as pesquisas e os produtos artísticos/pedagógicos dos alunos e professores
do curso. Propõe atividades interdisciplinares à comunidade alagoana, que acontecem
durante cinco dias letivos, com a intenção de estabelecer amplos diálogos entre a
dança, outras linguagens artísticas e demais áreas do conhecimento.
Bibliografia específica:
GERALDI, Silvia. Representações sobre técnicas para dançar. In Húmus 2. Caxias do
Sul: Lorigraf, 2007.
GREINER, Christine C. O corpo: pistas para estudos indisciplinares. São Paulo:
Annablume, 2005.
MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. vol. 2. São Paulo: EPU/EDUSP, 1974.
Bibliografia complementar:
KATZ. Helena. O coreógrafo como DJ. In Lições de Dança 1. Rio de Janeiro:
UniverCidade. (edição sem referência a data de publicação).
KATZ, Helena. e GREINER, Christine. O Meio é a Mensagem: porque o corpo é
objeto da comunicação. In H929 Húmus. Caxias do Sul: Prefeitura Municipal, 2004.
LANGER, Susanne. Sentimento e Forma. São Paulo: Perspectiva, 1980.
PAVIANI, Jayme. O corpo humano: objeto e sujeito. In Húmus 3. Caxias do Sul:
Lorigraf, 2007.
RENGEL, Lenira. Metáfora é carne. In Húmus 2. Caxias do Sul-RS: Lorigraf. 2007.
102
Disciplina:
ACE
PANORAMA
DA
3A
DANÇA
– Pré-requisito: Não há
EM
ALAGOAS
Período:
6º
CH Total
54
CH
CH
Teórica
Prática
12
42
Extensão
54
Ementa: Componente estruturado a partir de atividades interdisciplinares em
conformidade com a especificidade de cada projeto de extensão ao qual está
vinculado. Propõe o desenvolvimento de diálogos entre os alunos do curso de Dança
e a comunidade, a partir de encontros presenciais em diversas localidades da capital
e do interior de Alagoas, a fim de estabelecer trocas culturais, e gerar trabalhos
críticos sobre o panorama artístico e cultural de Alagoas, divulgando-os em veículos
de comunicação, tais como blogs, jornais, revistas, dentre outros.
Bibliografia específica:
MORAES, Mª Cândida. O paradigma educacional emergente. Campinas, SP:
Papirus, 1997.
VILLAÇA, Nízia. O corpo comunicativo da dança. In A Edição do Corpo:
tecnociência, artes e moda. Barueri: Estação das Letras, 2007, PP.117-131.
BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente. São Paulo: Martins Fontes. 2001.
ROCHA, Isabelle P. R. Balé de Flávio Sampaio na academia: diálogos com o
projeto político pedagógico do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL. Maceió:
EDUFAL. 2015.
Bibliografia complementar:
CAMINADA, Eliana. História da Dança – evolução cultural. Rio de Janeiro: Sprint.
1999.
MONTEIRO, Mariana. Noverre: Cartas sobre a dança. São Paulo. USP, 1998.
PORTINARI, Maribel. História da Dança. RJ: Nova Fronteira, 1989.
103
Disciplina:
ACE
PANORAMA
DA
3B
DANÇA
– Pré-requisito: Não há
EM
ALAGOAS
Período:
7º
CH Total
54
CH
CH
Teórica
Prática
12
42
Extensão
54
Ementa: Componente estruturado a partir de atividades interdisciplinares em
conformidade com a especificidade de cada projeto de extensão ao qual está
vinculado. Propõe o desenvolvimento de diálogos entre os alunos do curso de Dança
e a comunidade, a partir de encontros presenciais em diversas localidades da capital
e do interior de Alagoas, a fim de estabelecer trocas culturais, e gerar trabalhos
críticos sobre o panorama artístico e cultural de Alagoas, divulgando-os em veículos
de comunicação, tais como blogs, jornais, revistas, dentre outros.
Bibliografia específica:
ALMEIDA NETO, Arthur Marques de. Comunicação sem objeto: dança
contemporânea. 2016. 166 f. Tese (Doutorado em Comunicação e Semiótica) –
Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica, Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2016.
NATURESA, Carolina. Novos mapeamentos e novos contextos: a dança nas cidades
de Aracaju, Maceió e Natal. In: GHREINER, Christine et al. Mapas e Contextos:
Cartografia da Dança 2009/2010. São Paulo: Itaú Cultural, 2010. P. 64-71.
SEGNINI, Liliana R. P. Música, Dança e Artes Visuais: Aspecto do Trabalho Artístico
em Discussão. Observatório Itaú Cultural: A arte como objeto de políticas públicas,
n. 13, p. 93-108, set. 2012.
Bibliografia complementar:
CAVRELL, Holly E. Dando Corpo à História. São Paulo: Prismas, 2015.
NETO, Antônio Lopes. A Contemporaneidade Nordestina: Rumos Dissonantes. In
Cartografia da Dança: Criadores – Intérpretes Brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural
2001.
SIQUEIRA, Arnaldo. Festivais de Dança: nova ordem. Memória Abrace, VIII
Congresso Abrace, Belo Horizonte, 2014.
104
Disciplina: ACE 4 – Construção e Pré-requisito: Não há
Manutenção
de
Trabalhos
Artísticos
Período:
7º
CH Total
63
CH
CH
Teórica
Prática
12
51
Extensão
63
Ementa: Componente atrelado à disciplina Projeto de Montagem Cênica, tendo como
objetivo a inserção do discente como agente no processo de produção do Evento de
Extensão “Rastros em Cena” – evento este idealizado como um espaço de
compartilhamento junto à comunidade em geral dos trabalhos artísticos desenvolvidos
ao longo da disciplina de Montagem Cênica. Neste processo de integração das
disciplinas, o professor estará analisando e avaliando o desempenho do aluno frente à
criação, produção e manutenção do espetáculo/criação artística.
Bibliografia específica:
CALAMBRE, Lia. Políticas Culturais no Brasil. Encontro de Estudos
Multidisciplinares em Cultura. Salvador: Faculdade de Comunicação/UFBa, 2007.
CANCLINI, Nestor Garcia. Culturas híbridas. São Paulo: Edusp, 1998.
FERRACINI, Renato. A Arte de Não Interpretar como Poesia Corpórea do Ator. Ed
Unicamp. 2001.
GOMES, Letícia Nascimento. Processo Poéticopedagógico: sobre o acolhimento de
estímulos no processo criativo em dança. Uberlândia: Anais do IX Congresso da
ABRACE,2016.
HÉRCOLES, Rosa. Corpo e Dramaturgia. In Húmus 1. Caxias do Sul – RS: S. Nora/
Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, 2004.
MICELI, Sérgio (org.). Estado e cultura no Brasil. São Paulo: Difel, 1984.
Bibliografia complementar:
BRITTO, Fabiana et. al. Cartografia da Danca: Criadores-Intérpretes Brasileiros. São
Paulo: Itaú Cultural, 2000.
BURNIER, Luis Otavio. A Arte de Ator: da Técnica a Representação. Campinas:
Unicamp, 2001.
NUCLEO DE ARTES CÊNICAS. CARTOGRAFIA: Rumos Itaú Cultural Dança
2006/2007. São Paulo: Itaú Cultural, 2007.
PAVIS, Patrice. Dicionario de Teatro. São Paulo: Perspectiva. 1999.
VENTURA, Tereza. Notas sobre política cultural contemporânea. In: Revista Rio de
Janeiro, n. 15, jan-abr 2005. p.77-89.
105
Disciplina:
Estágio Supervisionado 1
Período:
5º
Pré-requisito: Estudos do Corpo 1 e 2;
Estudos do Movimento 1, 2, 3 e 4;
Danças Populares de Alagoas, Danças
Populares do Brasil, Danças das
Tradições dos Povos 1, Improvisação,
Metodologia do Ensino da Dança 1,
Didática, Política e Organização da
Educação Básica no Brasil, Gestão da
educação e do Trabalho Escolar,
Desenvolvimento e Aprendizagem e
Crescimento
motor.
e
Desenvolvimento
CH Total
CH
CH
Teórica
Prática
100
Extensão
100
Ementa: Estágio Supervisionado em Consultoria Técnica. Observação e análise
crítica dos processos de organização, infraestrutura e gestão de uma instituição de
fomento cultural e formação artística. Elaboração de um projeto de intervenção no
âmbito da consultoria técnica vinculado à área de Arte e/ou Dança.
Bibliografia específica:
ARANTES, A. O que é cultura popular. São Paulo: Brasiliense, 1982.
BORNHEIM, G. Cultura Brasileira: Tradição/Contradição. Rio de Janeiro:
Zahar/Funarte, 1987.
HALL, S. Identidade Cultural na Pós-Modernidade. Rio de Janeiro: DP & A, 2004.
SIQUEIRA, D. C. O. Corpo, Comunicação e Cultura. Campinas: Autores
Associados. 2006.
NICOLESCU, B. O manifesto da transdisciplinaridade. São Paulo: Trion, 1999.
Bibliografia complementar:
BURKE, P. O Que é História Cultural. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
LARRAIA, R. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 1992.
SUASSUNA, A. Iniciação à Estética. Recife: Editora da UFPE, 2012.
VERÇOSA, E. Cultura e Educação em Alagoas: história, histórias. 4. Ed. Maceió:
Edufal, 2006.
106
Disciplina:
Estágio Supervisionado 2
Pré-requisito: Estudos do Corpo 1 e 2;
Estudos do Movimento 1, 2, 3 e 4;
Danças Populares de Alagoas, Danças
Populares do Brasil, Danças das
Tradições dos Povos 1, Improvisação,
Metodologia do Ensino da Dança 1,
Didática, Política e Organização da
Educação Básica no Brasil, Gestão da
educação e do Trabalho Escolar,
Desenvolvimento e Aprendizagem e
Crescimento
motor.
Período:
6º
CH Total
100
e
Desenvolvimento
CH
CH
Teórica
Prática
Extensão
-
100
Ementa: Estágio supervisionado em escolas e centros de educação infantil.
Observação e análise crítica da instituição escolar, suas práticas de gestão
administrativa e suas dinâmicas didático-pedagógicas. Acompanhamento das aulas
do supervisor de estágio (regente de turma) e elaboração, execução e avaliação de
um projeto de intervenção pedagógica desenvolvida com base nas demandas da
psicomotricidade, do jogo/brincadeira, da educação corporal e estética da criança.
Bibliografia específica:
BENJAMIN, W. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. 2 Ed. São
Paulo: Editora 34, 2011.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros
nacionais de qualidade para a educação infantil (vol. 1 e 2). Brasília: MEC/SEB,
2006.
Ministério da Educação. Secretaria de Educação. Base Nacional Comum Curricular.
Brasília: Brasília: MEC/SE, 2017.
KISHIMOTO, T. M. (org). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 14. Ed. São
Paulo: Cortez, 2017.
LEONTIEV, A. N. Os princípios psicológicos da brincadeira pré-escolar. In:
VIGOTSKII, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem. 10. Ed. São Paulo: Ícone, 2006, p. 119-142.
OLIVEIRA, P. S. de. O que é brinquedo. 2. Ed. São Paulo: Brasiliense, 1989.
107
Bibliografia complementar:
DELORS, J. Educação: um tesouro a descobrir. 9. Ed. São Paulo: Cortez, 2004.
ELKONIN, D. B. Psicologia do jogo. 2. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
LANZ, R. A. Pedagogia Waldorf: caminho para um ensino mais humano. 9. Ed. São
Paulo: Antroposófica, 2005.
Disciplina:
Estágio Supervisionado 3
Período:
7º
Pré-requisito: Estudos do Corpo 1 e 2;
Estudos do Movimento 1, 2, 3 e 4;
Danças Populares de Alagoas, Danças
Populares do Brasil, Danças das
Tradições dos Povos 1, Improvisação,
Metodologia do Ensino da Dança 1,
Didática, Política e Organização da
Educação Básica no Brasil, Gestão da
educação e do Trabalho Escolar,
Desenvolvimento e Aprendizagem e
Crescimento
motor.
e
Desenvolvimento
CH Total
CH
CH
Teórica
Prática
100
Extensão
100
Ementa: Estágio Supervisionado em escolas de Ensino Fundamental 1. Observação
e análise crítica da instituição escolar, suas práticas de gestão administrativa e suas
dinâmicas didático-pedagógicas. Acompanhamento das aulas do supervisor de
estágio (regente) e elaboração, execução e avaliação de um projeto de intervenção
pedagógica desenvolvido com base nas demandas da instituição escolar e nos
pressupostos apresentados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (1º ao 5º ano do
Ensino Fundamental 1) e pela Base Nacional Comum Curricular (1º ao 5º ano do
Ensino Fundamental 1) no que se refere ao ensino de Arte/Dança.
Bibliografia específica:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
Arte. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais. Brasília:
MEC/SEF, 1998.
NICOLESCU, B. O manifesto da transdisciplinaridade. São Paulo: Trion, 1999.
108
SAVIANI, D. Escola e democracia. 41. Ed. Campinas: Autores Associados, 2009.
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento de ensino-aprendizagem e o projeto
político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005.
Bibliografia complementar:
DELORS, J. Educação: um tesouro a descobrir. 9. Ed. São Paulo: Cortez, 2004.
MORAES, M. C. O Paradigma Educacional Emergente. São Paulo: Papirus. 1997.
MORIN, E. Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo:
Cortez. 2000.
SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica. 11. Ed. Campinas: Autores Associados,
2012.
Disciplina:
Estágio Supervisionado 4
Período:
8º
Pré-requisito: Estudos do Corpo 1 e 2;
Estudos do Movimento 1, 2, 3 e 4;
Danças Populares de Alagoas, Danças
Populares do Brasil, Danças das
Tradições dos Povos 1, Improvisação,
Metodologia do Ensino da Dança 1,
Didática, Política e Organização da
Educação Básica no Brasil, Gestão da
educação e do Trabalho Escolar,
Desenvolvimento e Aprendizagem e
Crescimento
motor.
e
Desenvolvimento
CH Total
CH
CH
Teórica
Prática
100
Extensão
100
Ementa: Estágio supervisionado em escolas de Ensino Fundamental 2 e/ou médio
e/ou EJAI. Observação e análise crítica da instituição escolar, suas práticas de gestão
administrativa e suas dinâmicas didático-pedagógicas. Acompanhamento das aulas
do componente curricular Arte e elaboração, execução e avaliação de um projeto de
intervenção pedagógica desenvolvido com base nas demandas da instituição escolar
e nos pressupostos apresentados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais
(documentos complementares para o ensino médio) e pela Base Nacional Comum
Curricular (6º ao 9º ano do ensino fundamental 2) no que se refere ao ensino de
Arte/Dança.
109
Bibliografia específica:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
Arte. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.
Ministério da Educação. Secretaria de Educação. Base Nacional Comum Curricular.
Brasília: Brasília: MEC/SE, 2017.
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento de ensino-aprendizagem e o projeto
político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005.
Bibliografia complementar:
DELORS, J. Educação: um tesouro a descobrir. 9. Ed. São Paulo: Cortez, 2004.
NICOLESCU, B. O manifesto da transdisciplinaridade. São Paulo: Trion, 1999.
SAVIANI, D. Escola e democracia. 41. Ed. Campinas: Autores Associados, 2009.
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento de ensino-aprendizagem e o projeto
político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005.
MORAES, M. C. O Paradigma Educacional Emergente. São Paulo: Papirus. 1997.
MORIN, E. Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo:
Cortez. 2000.
Disciplina: LIBRAS
Pré requisito – Não há.
Período:
CH Total
5º
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
33
21
curricular
Ementa: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical,
de expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Bibliografia específica:
ALMEIDA, Elizabeth C. de; DUARTE, Patrícia M. Atividades ilustradas em Sinais da
Libras. Rio de Janeiro. Editora Revinter, 2016.
HONORA, Márcia; FRIZANO, Mary L. E. Livro ilustrado da língua brasileira de
sinais, volumes I, II e III. São Paulo: Ciranda Cultural. 2010.
SILVA, Ângela C. da; NEMBRI, Armando G. Ouvindo o silêncio: surdez, linguagem
e educação. Editora Mediação: Porto Alegre. 2012.
SANTANA, Ana Paula. Surdez e linguagem: aspectos e implicações
neurolinguísticas. São Paulo. Plexus Editora, 4° edição. 2007.
110
SOUZA, Tanya Amara F. de; MONTEIRO, Myrna S. Libras em contexto: livro
básico. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 6° edição. Rio de
Janeiro, 2006.
Bibliografia complementar:
BARROS, Mariângela Estelita. ELiS: sistema brasileiro de escrita das línguas de
sinais. Porto Alegre: Penso Editora. 2015.
BRITO, Lucinda F. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro. 1995.
GÓES, Maria Cecília. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas: Autores
Associados. 1996.
QUADROS, Ronice M. de. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais.
BRASÍLIA, SEESP/MEC, 2004.
SACKS, Oliver. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de
Janeiro, Imago, 1990.
SABERES ESPECÍFICOS EM DANÇA LICENCIATURA
Disciplina: ESTUDOS DO CORPO 1
Pré requisito – Não há.
Período:
CH Total
1º
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
09
45
curricular
Ementa: A perspectiva da Educação somática na educação do movimento e da
dança. Histórico e princípios da Educação somática abordados do ponto de vista
teórico-prático.
Bibliografia específica:
AZEVEDO, M. Sonia. O papel do corpo no corpo do ator. São Paulo: Perspectiva,
2012.
DOMENICI, Eloísa. O encontro entre Dança, Cultura e Educação somática como
uma interface de questionamento epistemológico sobre as teorias do corpo.
Disponível em http://www.scielo.br/pdf/pp/v21n2/v21n2a06.pdf
FORTIN, Sylvie. Educação somática: Novo ingrediente da formação em dança.
Cadernos do GIP-CIT, Salvador, n. 2,p.40-55 fev.1999.
111
Bibliografia complementar:
BERTAZZO. Ivaldo. Cidadão Corpo: Identidade e Autonomia do Movimento. São
Paulo: SESC/Ópera Prima.1996.
BEVILAQUA, Ana [et al.]. Angel Vianna: sistema, método ou técnica? Organização,
Suzana Saldanha. Rio de Janeiro: Funarte, 2009.
CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento V.1: introdução a
análise das técnicas corporais. São Paulo: Manole, 2010.
CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento V.2: bases de
exercícios. São Paulo:Manole, 2010.
VIANNA, Klauss. A Dança. São Paulo: Summus. 2005.
Disciplina: ESTUDOS DO CORPO 2
Pré
requisito
–
ESTUDOS
DO
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
09
45
CORPO 1
Período:
2º
CH Total
54
curricular
Ementa: Aprofundamento dos temas abordados na disciplina Estudos do Corpo 1
visando uma maior interligação entre Educação Somática e dança na perspectiva da
vivência do movimento dançado.
Bibliografia específica:
DOMENICI, Eloísa. Educação somática e dança: experiências com a Reorganização
Postural Dinâmica. Anais do Congresso da ABRACE. Disponível em
<http://www.portalabrace.org/vicongresso/pesquisadanca>. Acesso em: 01 mar. 2019.
MILLER, Jussara. A escuta do corpo: sistematização da técnica Klauss Vianna. São
Paulo: Summus, 2007.
SOTER, Silvia. A educação somática e o ensino da dança. In Lições de Dança 1. Rio
de Janeiro: UniverCidade, (sem indicação de data de publicação).
Bibliografia complementar:
BERGER, Yvone. Viver seu corpo: por uma pedagogia do movimento. São Paulo:
Martins Fontes. 1986.
BERTAZZO. Ivaldo. Cidadão Corpo: Identidade e Autonomia do Movimento. São
Paulo: SESC/Ópera Prima.1996.
BERTAZZO, Ivaldo. Cérebro Ativo: Reeducação do Movimento. São Paulo: Editora
Manole. 2012.
112
CASTILHO, Jacyan. Análise do movimento e consciência corporal: o movimento como
educação para o ator-bailarino. In CALAZANS, J. (Org [et. Al.]). Dança, Cultura e
Educação do Movimento. São Paulo: Cortez, 2003.
MILLER, Jussara. Qual é o corpo que dança? São Paulo: Summus. 2012.
Disciplina:
ESTUDOS
DO Pré requisito – Não há.
MOVIMENTO 1
Período:
1º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
09
45
curricular
Ementa: O corpo como categoria para exploração criativa do movimento. Ações
corporais e movimento estruturado. Temas relacionados a consciência do corpo na
investigação de repertórios de movimento.
Bibliografia básica:
FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na
formação e pesquisa em artes cênicas. São Paulo: Annablume. 2006.
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
LABAN, Rudolf V. O Domínio do Movimento. São Paulo: Fonte, 1978
MILLER, Jussara. A escuta do corpo: sistematização da técnica Klauss Vianna.
São Paulo: Summus, 2007.
VIANNA, Klauss. A Dança. São Paulo: Siciliano, 1990.
Bibliografia complementar:
MILLER, Jussara; LASZLO, Cora. A Sala e a Cena: a importância pedagógica de
processos criativos em dança e educação somática. Revista GIPE-UFBA,
Salvador, 2016.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de Criação. Rio de Janeiro:
Ed.Vozes, 2011 (28ª ed.)
PRONSATO, Laura. Composição Coreográfica: uma intersecção dos estudos de
Rudolf Laban e da improvisação. Dissertação de Mestrado. UNICAMP: Campinas,
2003.
113
Disciplina:
ESTUDOS
MOVIMENTO 2
Período:
2º
DO Pré requisito
MOVIMENTO 1
CH Total
54
–
ESTUDOS
DO
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
09
45
curricular
Ementa: O espaço como categoria para a exploração criativa do movimento. Noções
de orientação espacial. Experiências em espaços alternativos.
Bibliografia específica:
FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na
formação e pesquisa em artes cênicas. São Paulo: Annablume. 2006.
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
MIRANDA, Regina. Corpo-espaço: aspectos de uma geofilosofia do corpo em
movimento. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008.
PRONSATO, Laura. Composição Coreográfica: uma intersecção dos estudos de
Rudolf Laban e da improvisação. Dissertação de Mestrado. UNICAMP: Campinas,
2003.
VIANNA, Klauss. A Dança. São Paulo: Siciliano, 1990.
Bibliografia complementar:
BRITO, Fabiana D. & JACQUES, Paola B. (org). Corpocidade: debates, acoes e
articulacoes. Salvador: EDUFBA. 2010.
DANTAS, Monica. Dança o enigma do movimento. Porto Alegre: Ed.
Universidade/UFRGS, 1999.
SCHULMANN, Nathalie. Da pratica do jogo ao dominio do gesto. In Lições de
Dança 1. Rio de Janeiro: UniverCidade. (Sem referência ao ano de publicação).
Disciplina:
ESTUDOS
DO Pré
requisito
MOVIMENTO 3
MOVIMENTO 1
Período:
CH Total
3º
54
–
ESTUDOS
DO
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
09
45
curricular
114
Ementa: A expressividade como categoria para exploração criativa do movimento.
Experiências com variações de peso, tempo, espaço e fluxo. Vivências com diferentes
ritmos e dinâmicas de movimento.
Bibliografia específica:
BONFITTO, Matteo. O ator compositor: as acoes fisicas como eixo: de
Stanislavski a Barba. São Paulo: Perspectiva, 2013 (3ª ed.).
FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na
formação e pesquisa em artes cênicas. São Paulo: Annablume. 2006.
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
LABAN, Rudolf V. O Domínio do Movimento. São Paulo: Fonte, 1978
RENGEL, Lenira. Os Temas de Movimento de Rudolf Laban: modos de aplicação
e referências. São Paulo: Anablume, 2008.
Bibliografia complementar:
FERNANDES, Ciane. Pina Bausch e o Wuppertal Danca – Teatro: repeticao e
transformacao. São Paulo: Annablume. 2007.
HERCÓLES, Rosa. Corpo e dramaturgia. In In Humus 1. Caxias do Sul: Sigrid Nora,
2004.
LEAL, Patrícia. Respiracao e Expressividade: praticas corporais fundamentadas
em Graham e Laban. São Paulo: Fapesp; Annablume. 2006.
MACHADO, Mª. A. A. Pinheiro. Corpo do ator e comunicacao. In Humus 1. Caxias
do Sul: Sigrid Nora, 2004.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de Criacao. Rio de Janeiro:
Ed.Vozes, 2011 (28ª ed.).
Disciplina:
ESTUDOS
DO Pré
requisito
MOVIMENTO 4
MOVIMENTO 1
Período:
CH Total
4º
54
–
ESTUDOS
DO
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
09
45
curricular
Ementa: O relacionamento como categoria para exploração criativa do movimento.
Experiências de relações com objetos e com parceiros para o desenvolvimento da
criatividade e da ampliação do repertório de movimento.
115
Bibliografia específica:
FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na
formação e pesquisa em artes cênicas. São Paulo: Annablume. 2006.
LABAN, Rudolf V. O Domínio do Movimento. São Paulo: Fonte, 1978
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
MACHADO, Mª. A. A. Pinheiro. Corpo do ator e comunicação. In Humus 1. Caxias
do Sul: Sigrid Nora, 2004.
RENGEL, Lenira. Os Temas de Movimento de Rudolf Laban: modos de aplicação
e referências. São Paulo: Anablume, 2008.
Bibliografia complementar:
BOURRIAUD, Nicolas. Estética Relacional. São Paulo: Martins Fontes. 2009.
GIL, José. A comunicação dos corpos: Steve Paxton in Movimento Total – o corpo
e a dança. Lisboa: Relógio D’água Editores. 2001.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de Criação. Rio de Janeiro: Ed.
Vozes, 2011 (28ª ed.).
VENÂNCIO, Silvana; COSTA, Elaine M. de B. Pensar e sentir o corpo na dança
consigo e com o outro in DANTAS, Estélio H. M. Pensando o corpo e o movimento.
Rio de Janeiro: Shape ed. 2005.
Disciplina: ANTROPOLOGIA DA Pré requisito – Não há.
DANÇA
Período:
1º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
54
curricular
Ementa: contexto histórico-filosófico de sua formação. Desenvolvimento de teorias e
métodos no estudo das culturas. A cultura e os processos socioculturais básicos. O
corpo humano e suas diferentes dimensões culturais e sociais. A Antropologia da
Dança e os estudos antropológicos de rituais e performances.
Bibliografia específica:
GUEERTZ, Cliford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara
Koogan, 1989.
LAYTON, Robert. Antropologia da Arte. São Paulo: Ed. 70, 2001.
LARRAIA, Roque. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Ed. Zahar,
1992.
MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. SP: EPU/EDUSP, 1974. vol. 2.
116
PERSOTO e MARCONI. Introdução à Antropologia. São Paulo: Atlas, 1989.
Bibliografia complementar:
PEREIRA, João Baptista Borges. “A linguagem do corpo na sociedade brasileira: do
ético ao estético”. In Renato da Silva Queiroz (org.). O Corpo Brasileiro – estudos de
estética e beleza. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2000, PP. 67-93.
SANTOS, Rafael José dos. Antropologia para quem não vai ser antropólogo.
Porto Alegre: Tomo editorial, 2005.
VILLAÇA, Nízia. O corpo comunicativo da dança. In A Edição do Corpo –
tecnociência, artes e moda. Barueri: Estação das Letras, 2007, PP.117-131.
__________ Em Pauta: corpo, globalização e novas tecnologias. Rio de Janeiro:
Mauad/CNPq, 1999.
TERRIN, Aldo Natale. O Rito – antropologia e fenomenologia da ritualidade. Trad.
José Maria de Almeida. São Paulo: Paulus, 2004.
Disciplina:
HISTÓRIA
E Pré requisito – Não há.
ESTÉTICA DA DANÇA 1
Período:
1º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
36
18
curricular
Ementa: Aborda as características históricas e estéticas da dança cênica articuladas
as vivencias práticas e a apreciação de imagens videográficas. Estudo histórico das
diversas obras coreográficas produzidas em diferentes períodos, permitindo o acesso
a diferentes dinâmicas sócio-culturais e suas reflexões estéticas e investindo na
atualização da questão corpo cênico. Principais tópicos abordados noções de corpo,
condutas espaço-temporais, representações estéticas do movimento, relações com
demais linguagens com referência especial a partir do século XVIII até as primeiras
décadas do século XX.
Bibliografia específica:
BOURCIER, Paul. Historia da Dança no Ocidente. Ed. Martins Fontes. 2001.
ELLMERICH, Luis. História da Dança. ed. Companhia Nacional. São Paulo. 1988.
FARO, Antônio José. Pequena Historia da Dança. Ed. Jorge Zahar. 2001.
KATZ, Helena. O Brasil Descobre a Dança A Dança Descobre o Brasil. Ed. DBA.
1994.
MONTEIRO, Mariana. Noverre: Cartas sobre a dança. São Paulo. USP, 1998.
117
Bibliografia complementar:
CAMINADA, Eliana. História da Dança – evolução cultural. Rio de Janeiro: Sprint.
1999.
FARO, Antônio José. Dicionário de Balé e Dança. Ed. Zahar. Rio de Janeiro. 1989.
MENDES, Mirian Garcia. A dança. São Paulo, Ática, 1991.
PORTINARI, Maribel. História da Dança. ed. Nova Fronteira. Rio de Janeiro. 1989.
Revista Dialogo. Volume X. n. 4 1977. Rio de Janeiro. Ed. Lidador. 95p.
SUASSUNA, Ariano. Iniciação a Estética. 4. Ed. Recife. Ed. Universitária da UFPE,
1996.
Disciplina:
HISTÓRIA
E Pré requisito – HISTÓRIA E ESTÉTICA
ESTÉTICA DA DANÇA 2
DA DANÇA 1
Período:
CH Total
2º
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
36
18
curricular
Ementa: Primórdios da dança moderna: a relação dos movimentos modernistas com
a dança. A influência européia e a dança expressionista na dança moderna do século
XX. A Dança moderna americana até a década de 50. Os anos 60 e os Hapennings.
Novos Rumos: A Performance. A Dança Pós-Moderna. A Dança no Brasil no século
XX.
Bibliografia específica:
BOURCIER, Paul. Historia da Dança no Ocidente. Ed. Martins Fontes. 2001.
LANGENDONCK,Rosana Van. Merce Cunningham Dança Cósmica acaso, tempo,
espaço. Ed. RVL. 2004.
MARTINS, Giancarlos. A descentralização da cultura da dança no Brasil pós anos
80. In Húmus 2. Caxias do Sul – RS: Lorigraf, 2007.
NAVAS, C. & DIAS, L. Dança Moderna. São Paulo: Secretaria Municipal de Cultura,
1992.
PEREIRA, Roberto. A Formação do Bale Brasileiro. Ed.. FGV. 2003.
Bibliografia complementar:
LANGENDONCK,Rosana Van. A Sagração da Primavera Dança e Gênese. Ed.
RVL. 2004.
NIJINSKY, Vaslav. Cadernos de Nijinsky. Ed. Francisco Alves. 2000.
118
PEREIRA, Roberto. PAVLOVA, Adriana. Coreografia de uma década o Panorama
Rio Arte de Dança. Ed. Casa da Palavra. 2001.
PEREIRA, Roberto. Eros Volusia A Criadora do Bailado Nacional. Ed Relume
Dumara. 2004.
OTERO, Décio. Marika Gidali, Singular e Plural. Ed. SENAC/SP 2001.
PORTINARI, Maribel. História da Dança. ed. Nova Fronteira. Rio de Janeiro. 1989.
VICENZIA, Ida. Dança no Brasil Historia Visual. Ed. Atração. 1997.
Disciplina:
FILOSOFIA
E Pré requisito – Não há
ESTÉTICA DA DANÇA
Período:
3º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
39
15
curricular
Ementa: Discussão das principais questões da estética a partir da história da filosofia
da Arte, bem como dos paradigmas teóricos, críticos e práticos da Dança ao longo do
século XX.
Bibliografia específica:
ARISTÓTELES. Poética. (Trad. Endoro de Souza). São Paulo: Ed. Abril Cultural.
1973.
BACHELARD, Gaston. A Poética do espaço. São Paulo: Ed. Martins Fontes. 1989.
LANGER, Susanne. Sentimento e Forma. São Paulo: Perspectiva. 1980.
NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006.
Bibliografia complementar:
BARDET, Marie. A Filosofia da Dança: um encontro entre dança e filosofia. Trad.
Regina Schopke, Mauro Baladi. São Paulo: Martins Fontes, 2015.
DUARTE, Rodrigo (Org.). O Belo Autônomo: textos clássicos de estética. 3. ed. Belo
Horizonte: Autêntica, Crisálida, 2015.
GREINER, Christine; KATZ, Helena. Por uma teoria do corpomídia. In: _____. O
Corpo: pistas para estudos indisciplinares. São Paulo: Annablume, 2005.
SUQUET, Annie. O corpo dançante: um laboratório de percepção. In: CORBIN, Alain
et al. História do corpo: as mutações do olhar. Vol. 3. Petrópolis: Vozes, 2008.
VALERY, Paul. A filosofia da dança (1936). Trad. de Charles Feitosa. O percevejo
online. Vol. 3, No. 2: Dossiê: O Corpo na Dança e na Filosofia. Rio de Janeiro:
Unirio, 2011.
119
Disciplina:
ANATOMIA Pré requisito – Não há
APLICADA À DANÇA
Período:
1º
CH Total
72
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
36
36
curricular
Ementa: Aborda o estudo da anatomia geral do corpo humano com ênfase absoluta
nas estruturas do movimento. Focaliza estudos em anatomia funcional e embriologia
geral osteo-articular, músculo-tendineia, neuro-motora, contração muscular. A
disciplina é desenvolvida através de aulas teóricas e práticas com ênfase na relação
forma-função em todos os aspectos abordados. A abordagem esta voltada para a
dança e as ações do movimento cênico.
Bibliografia específica:
CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento - Vol.1: Introdução à
análise das técnicas corporais. 4ª Edição. Barueri-SP: Ed. Manole, 2010.
DANGELO J. G., FATINNI C. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. São
Paulo: Ed. Atheneu. 2011.
HAAS, Jacqui Greene. Anatomia da Dança: Guia Ilustrado para o
Desenvolvimento Do Tônus e da Resistência Muscular. São Paulo: Manole.2011.
Bibliografia complementar:
GUYTON, A. C. Neurociencia Basica Anatomia e Fisiologia. Ed. Guanabara.
Koogan, 1993.
GARDNER e OSBURN. Anatomia do Corpo Humano. Ed. Atheneu. 1988.
MARQUES, Elaine Cristina Mendes. Anatomia e Fisiologia Humana. São Paulo:
Martinari. 2014.
RASCH, Philip J.; GRABINER, Mark D.; GREGOR, Robert J.; GARHAMMER, John.
Cinesiologia e Anatomia Aplicada. 7ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
1991.
STAUGAARD-JONES,Jo Ann. Exercício e Movimento - abordagem anatômica:
Guia para o estudo de dança,pilates, esporte e yoga. São Paulo: Manole. 2004.
120
Pré requisito – ANATOMIA APLICADA
Disciplina:
CINESIOLOGIA À DANÇA
APLICADA A DANÇA
Período:
2º
CH Total
CH
Teórica
CH
Prática
Prática
36
18
curricular
54
componente
EMENTA: Apresenta uma visão geral dos aspectos cinesiológicos fundamentais
envolvidos no aprendizado motor: o movimento humano com um acontecimento
histórico, aprendizagem motora e suas qualidades do movimento, a aprendizagem do
movimento propriamente dito. A abordagem está voltada à dança e às ações do
movimento cênico.
Bibliografia específica:
CALAIS-GERMAN, Blandine; LAMOTTE, Andrée. Anatomia para o movimento Vol.2: bases de exercícios. 2ª Edição. Barueri-SP: Ed. Manole, 2010.
FERNANDES, André. Cinesiologia do Alongamento. Ed. Sprint. 2002.
FLOYD, R. T. Manual de Cinesiologia Estrutural. Barueri-SP: Editora Manoli. 2011.
FORNASARI, Carlos Alberto. Manual para Estudo da Cinesiologia. Baruerí-SP: Ed
Manole. 2011.
Bibliografia complementar:
BEZIERS, Marie-Madeleine. A coordenação motora: aspecto mecânico da
organização psicomotora do homem. São paulo: Summus, 1992.
GATTIKER, Katharina. Cinesiologia. Ed. Cultrix. 2005.
JUNIOR, A. Achour. Exercícios de alongamento: anatomia e fisiologia. São Paulo:
Manole, 2002.
RASCH, Philip J., ROGER, K. Burke. Cinesiologia e Anatomia aplicada. Ed.
Guanabara, 1997.
THOMPSON, A J. Manual de Cinesiologia Estrutural. Ed. Manole. 1996.
Disciplina:
FISIOLOGIA Pré requisito – ANATOMIA APLICADA
APLICADA A DANÇA
Período:
3º
À DANÇA
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
54
curricular
54
121
Ementa: Conceito de fisiologia e fisiologia do exercício. Os aspectos relacionados ao
aparelho locomotor e sistema nervoso serão enfatizados devido à especificidade
desta disciplina aos alunos do curso de dança.
Bibliografia específica:
AIRES, M. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara: Koogam. 2000.
FRANKLIN, Eric. Condicionamento Físico para a Dança. São Paulo: Manole. 2013.
GUYTON, A.C. Fisiologia Humana. Rio de Janeiro: InterAMERICANA. 1992.
Bibliografia complementar:
ANDRADE, Marília dos Santos; LIRA, Claudio Andre Barbosa de. Fisiologia do
Exercício. São Paulo: Manole. 2016.
GUYTON, A. C. Neurociencia Basica Anatomia e Fisiologia. Ed. Guanabara.
Koogan, 1993.
KRAEMER. William J. Fisiologia do Exercício: Teoria e Prática. Editora Guanabara
Koogan.2001.
MARQUES, Elaine Cristina Mendes. Anatomia e Fisiologia Humana. São Paulo:
Martinari. 2014.
SCHAUF, C. L. et all. Fisiologia Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1993.
Disciplina:
CRESCIMENTO
E Pré requisito – Não há
DESENVOLVIMENTO MOTOR
Período:
4º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
36
18
curricular
Ementa: Estudo dos processos que envolvem o crescimento físico, o
desenvolvimento motor e maturacional, relacionando-os ao desenvolvimento humano.
Bibliografia específica:
GALLAHUE, D. L.; OZMUN, J. C.; GOODWAY, J. D. Compreendendo o
desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. 7 Ed. São
Paulo: Phorte Editora, 2013.
GUEDES, D. P.; GUEDES, J. E. Crescimento, composição corporal e
desempenho motor de crianças e adolescentes. 2ª Edição, São Paulo: CLR
Balieiro, 2002.
122
GUEDES, D. P.; GUEDES, J. E. Manual prático para avaliação em Educação
Física. Barueri - SP: Manole, 2006.
HAYWOOD, K. M.; GETCHELL, N. Desenvolvimento motor ao longo da vida. 5ª
Edição, Porto Alegre: Artmed, 2010.
LA TAILLE, YVES DE. PIAGET, VYGOTSKY, WALLON. Teorias psicogenéticas em
discussão. São Paulo: Summus, 1992.
Bibliografia complementar:
COONOLLYU, K. Desenvolvimento motor: passado, presente e futuro. Revista
Paulista de Educação Física, supl. 3:6.15. 2000.
BEE, H. L.; BOYD, D. A criança em desenvolvimento. 12ª Ed. Porto Alegre: Artmed,
2011.
GALLAHUE, D.; DONNELLY, F. C. Educação Física desenvolvimentista para
todas as crianças. 4ª Ed. São Paulo: Phorte Editora, 2008.
MALINA, R. M.; BOUCHARD, C.; BAR-OR, O. Crescimento, maturação e atividade
física. 2ª Ed. São Paulo: Phorte Editora, 2009.
PAPALIA, D. E.; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento Humano. 12ª Ed. Porto Alegre:
AMGC, 2013.
SHAFFER, D. R.; KIPP, K. Psicologia do desenvolvimento: infância e
adolescência. 2ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Disciplina:
DANÇA
COM Pré requisito – Não há
CORPOS DIFERENCIADOS
Período:
6º
CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
30
06
curricular
Ementa: Contexto histórico das transformações no pensamento e nas relações da
sociedade com pessoas com corpos diferenciados. A Declaração Universal dos
Direitos Humanos e os Marcos normativos da educação especial. Educação inclusiva
e a relação do professor com alunos com corpos diferenciados. Metodologias
aplicadas ao ensino da dança para pessoas com corpos diferenciados. A produção,
em dança, de artistas com corpos diferenciados.
Bibliografia específica:
ANTUNES, Celso. Inclusão: o nascer de uma nova pedagogia. Ciranda Cultural.
São Paulo.2008.
123
BRASIL, Comitê Nacional de educação em Direitos Humanos. 2003. Plano Nacional
de Educação em Direitos Humanos. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos
Humanos, Ministério da Educação.
FÁVERO, Osmar; FERREIRA, Windyz at all (org.). Tornar a educação inclusiva.
Brasília:
UNESCO.
2009.
Disponível
em:
http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001846/184683por.pdf
GALINDO, Lavínia Suely Dorta. O direito fundamental à educação: inclusão do
aluno com necessidades especiais. EDUFAL. Maceió. 2009.
ROCHA, Isabelle P. R. A Dança como meio de inclusão para pessoas com
necessidades especiais – Relato de experiência com aluna cadeirante.
Monografia de conclusão do Curso de Especialização no Ensino da Arte – Dança.
UFAL. Maceió – AL. 2008.
SOARES, Maria Aparecida L.; CARVALHO, Maria de Fátima. O Professor e o aluno
com deficiência. São Paulo: Cortez, 2012.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA, Antônio Carlos. Surdez, paixão e dança. Ed. Olho d’Água. São Paulo.
2000.
CAZÉ, Clotildes Maria de Jesus Oliveira e OLIVEIRA, Adriana da Silva. Artigo –
Dança além da visão: Possibilidades do corpo cego. Pensar a prática, Vol.11. N°
03. 2008.
FERREIRA, Eliana Lúcia in: FERREIRA, Maria Beatriz Rocha. GUTIERREZ, Gustavo
Luiz (editores). Proposta metodológica para o desenvolvimento da Dança em
cadeira de rodas. Conexões: Educação Física, Esporte e Lazer. Faculdade de
Educação Física. Campinas. 1998.
MATOS, Lucia. Dança e Diferença – cartografia de múltiplos corpos. Salvador –
BA: EDUFBA - 2ᵃ edição, 2014.
OLIVEIRA, Felipe Henrique M. Corpos diferenciados: Criação da performance
‘Kahlo em mim eu e(m) Kahlo’. Maceió – AL: EDUFAL, 2013.
Disciplina:
DANÇAS Pré requisito – Não há
POPULARES DE ALAGOAS
Período:
2º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
21
33
curricular
Ementa: Contextualização das danças tradicionais e populares de Alagoas.
Discussão dos conceitos de folclore, cultura popular, tradição e identidades. Vivencias
124
em campo e aprendizado dos princípios corporais e simbólicos de algumas dessas
danças. Investigação de manifestações culturais que envolvem a história pessoal do
aluno.
Bibliografia específica:
BRANDÃO, Théo. O reisado alagoano. Maceió: EDUFAL, 2007.
BRANDÃO, Théo. Folguedos natalinos. 3. ed. Maceió: Museu Théo Brandão, 2003.
CAVALCANTI, Telma César. Tradição e Juventudes em Alagoas: o grupo de coco
de roda Xique-xique. 2018. 189 f. Tese (Doutorado em Educação) – Centro de
Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de
Alagoas, Maceió, 2018. Disponível em: <http://www.repositorio.ufal.br/handle/riufal/2468>.
Acesso em: 01/05/2019.
DANTAS, Cármem Lúcia. Aspectos da cultura popular de Alagoas. Maceió: Museu
Theo Brandão, 1986.
DUARTE, Abelardo. Folclore Negro das Alagoas. Áreas da cana-de-açúcar:
pesquisa e interpretação. 2ª ed. Maceió: EdUFAL, 2010.
ROCHA, J. M. Tenório. Folguedos e Danças de Alagoas (sistematização e
classificação). Maceió: Sergasa, 1994.
Bibliografia complementar:
ARAÚJO, Alceu Maynard. Cultura popular brasileira. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2007.
BAKHTIN, M. M. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto
de Françóis Rabelais. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 2010.
BORNHEIM, Gerd. Cultura Brasileira: Tradição/Contradição. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar/Funarte, 1987.
BRANDÃO, Théo. Trovas populares de Alagoas. 2. ed. Maceió: EDUFAL, 2014.
HALL, STUART. Identidade Cultural na Pós-Modernidade. 11. ed. Rio de Janeiro:
DP&A, 2011.
OLIVEIRA, Marcus Vinicius de Faria et al (orgs). Brinquedos e Brincadeiras
populares: identidade e memória. Natal: IFRN, 2010.
Disciplina:
DANÇAS Pré requisito – Não há
POPULARES DO BRASIL
Período:
3º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
21
33
curricular
125
Ementa: Contextualização das danças tradicionais e populares brasileiras. Estudo e
experimentação dos princípios corporais e simbólicos de algumas danças tradicionais
e populares brasileiras. Estudo de obras de artistas que desenvolvem pesquisas
estéticas a partir dessas danças.
Bibliografia específica:
ANDRADE, Mario de. Danças Dramáticas do Brasil. São Paulo, Martins Fontes,
1959. 3 v.
CSERMAK, Caio. Pro povo é festa, pra gente é outra coisa: cultura popular, raça
e políticas públicas na Comunidade Negra dos Arturos. 2013. 193 f. Dissertação
(Mestrado em Antropologia Social) – Universidade de Brasília, Brasília, 2013.
Disponível em: <http://repositorio.unb.br/handle/10482/14967?mode=full>. Acesso em:
01/05/2019.
GUARALDO, Lineu Gabriel. Na Mata tem esperança = encontros com o corpo
sambador no Cavalo Marinho. 2010. 112 p. Dissertação (mestrado) - Universidade
Estadual de Campinas, Instituto de Artes, Campinas, SP. Disponível em:
<http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/284917>. Acesso em: 17 ago.
2018.
LOPES NETO, Antonio. Construção da Dança Cênica Nordestina: aproveitamento
da cultura popular-1950/1990. Tese de Doutorado. ECA/USP. 2001.
RODRIGUES, Graziela. Bailarino-Pesquisador-Intérprete: Processo de Formação.
Rio de Janeiro: Funarte, 1997.
Bibliografia complementar:
ARAÚJO, Alceu Maynard. Cultura popular brasileira. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2007.
BAKHTIN, M. M. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto
de Françóis Rabelais. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 2010.
CASCUDO, Luis da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. 11. ed. rev. e atual.
Rio de Janeiro: Global, 2002.
CORTES, Gustavo. Dança Brasil! Festas e Danças Populares. Belo Horizonte:
Leitura, 2000.
HALL, STUART. Identidade Cultural na Pós-Modernidade. 11. ed. Rio de Janeiro:
DP&A, 2011.
MACEDO, Robson. Congada de Catalão. Catalão: PETROBRAS, 2007.
MARTINS, L. M. Afrografias da Memória. São Paulo: Perspectiva, Belo Horizonte:
Mazza, 1997.
MONTEIRO, Marianna F.M. Dança Popular: Espetáculo e Devoção. São Paulo:
Terceiro Nome, 2011.
OLIVEIRA, Marcus Vinicius de Faria et al (orgs). Brinquedos e Brincadeiras
populares: identidade e memória. Natal: IFRN, 2010.
126
SABINO, Jorge; LODY, Raul. Danças de Matriz Africana: Antropologia do
Movimento. Rio de Janeiro: Pallas, 2011.
SILVA JUNIOR, Paulo Melgaço da. Mercedes Baptista: a criação da identidade
negra na dança. Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2007.
Disciplina:
DANÇAS Pré requisito – Não há
TRADICIONAIS DOS POVOS 1
Período:
4º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
21
33
curricular
Ementa: Apreciação, vivência e contextualização das danças tradições dos povos,
com as diferentes concepções de ser humano e como patrimônio cultural da
humanidade, com enfoque na tradição, nos elementos simbólicos, na oralidade e na
gestualidade que caracterizam os modos de produção dessas manifestações em
contextos culturais e momentos históricos diversos.
Bibliografia específica:
CASCUDO, Luís da Câmara. Civilização e Cultura. São Paulo: Global Editora 2004.
_____. Dicionário do folclore brasileiro. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d.
ELIADE, Mircea. História das Crenças e das Ideias Religiosas 1 - Da Idade da
Pedra aos Mistérios de Elêusis. Rio de Janeiro Zahar 2014.
_____. Imagens e Símbolos: Ensaio sobre o simbolismo mágico-religioso. São
Paulo: Martins Fontes. 2002.
KELEMAN, Stanley. Mito e Corpo; Uma conversa com Joseph Campbell. São
Paulo. Summus Editorial. 2001.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Ed. 2008.
MONTES, Maria Lucia. As Figuras do Sagrado – Entre o Público e o Privado na
Religiosidade Brasileira. São Paulo Claroenigma. 2012.
Bibliografia complementar:
BURKE, Peter. O Que é História Cultural. Rio de Janeiro Zahar 2008.
CORTEZ, G. Dança Brasil! Belo Horizonte; Ed. Leitura, 2000.
JUNG, Carl G.. O Homem e Seus Símbolos, Nova Fronteira 2008.
GENNEP, Arnold Van. Os Ritos de Passagem. Petrópolis –RJ: Editora Vozes. 2011.
127
MALON, Brenda. Os Símbolos Místicos- Um Guia Completo dos Símbolos e
Sinais Mágicos e Sagrados - Volume I Símbolos de Antigas Civilizações e
Religiosos. São Paulo: Larousse. 2009.
NASSER, Maria Celina Cabrera. O Uso de Símbolos - Sugestões para a Sala de
Aula Paulinas. 2006.
PEREIRA, Antonia; ISAACSSON, Marta; TORRES, Walter Lima. (Org.) Cena, Corpo
e Dramaturgia entre Tradição e Contemporaneidade. Rio de Janeiro Pão e Rosas.
2012.
ROBATTO, L. e MASCARENHAS, L. Os passos da dança – Bahia. Salvador; FCJA,
2002.
SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e Ancestralidade; uma proposta pluricultural
de dança-arte-educação .São Paulo Terceira Margem. 2006.
SANTAELLA, Lucia. Corpo e Comunicação:Sintoma da Cultura. São Paulo Paullos.
2004.
SCHMITT, Jean-Claude. O Corpo, os Ritos, os Sonhos, O tempo. Petrópolis-RJ:
Editora Vozes. 2012.
WALTE, Plilippe. Mitologia Cristã - Festas, Ritos e Mitos da Idade Média. Maceió
Edufal; CESMAC 2012.
Disciplina:
DANÇAS Pré
requisito
–
DANÇAS
TRADICIONAIS DOS POVOS 2 – TRADICIONAIS DOS POVOS 1
PRAC 4
Período:
5º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
curricular
54
Ementa: Desenvolvimento de processos de construção prática com base na pesquisa
e na análise das matrizes culturais que caracterizam as danças dos povos, bem como
a discussão desses processos no contexto do ensino da dança na escola e em
espaços educacionais/artísticos.
Bibliografia específica:
ALVES, Teodora Araújo. Heranças de corpos brincantes: saberes da
corporeidade em danças afro-brasileiras. Natal: Editora da UFRN. 2006.
CHELOTTI, Vera Lúcia; MORAES, Zilca Rossetto de. Cirandas: uma nova proposta
na aprendizagem. Rio de Janeiro: Revinter. 2003.
128
MARQUES, Isabel A. Interações: Crianças, Dança e Escola. São Paulo: Blucher.
2012.
Bibliografia complementar:
ANDRADE, Mário. Danças Dramáticas do Brasil. 2. Ed. Belo Horizonte; Ed. Itatiaia,
1982.
ASSMANN, H. Metáforas novas para reencantar a educação, epistemologia e
didática. Piracicaba: Unimep. 1996.
CAMINADA, Eliana. História da dança: evolução cultural. Rio de Janeiro: Sprint.
1999.
CHAUÍ, M. Conformismo e resistência: aspectos da cultura popular no Brasil. São
Paulo: Brasiliense, 1996.
CHEVALIER, Jean e GHEERBRANT, Alain “Dança”. In Dicionário dos Simbolos. 2ª
Ed. Trad. Vera da Costa e Silva, Raul de Sá Barbosa, Angela Melin e Lúcia Melin. Rio
de Janeiro: José Olympio Editora1990, PP. 319-320.
MORAES, M. Cândida. O Paradigma Educacional Emergente. Campinas – SP:
Papirus. 1997.
NÓBREGA, Terezinha Petrúcia; VIANA, Raimundo Nonato. Espaço e tempo das
danças populares: uma abordagem coreológica. Revista Brasileira de Ensino de Arte
e Educação Física – PAIDÉIA, v.1, n.1.dezembro de 2005.
PEIRANO, Mariza. Rituais ontem e hoje. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor. 2003.
SANTOS, Inaicyra Falcão dos.; CORTÊS, Gustavo; ANDRAUS, Mariana Baruco
Machado. Rituais e Linguagens da Cena: Trajetórias e Pesquisas Sobre Corpo e
Ancestralidade. Curitiba: 2012.
SEGALEN, Martine Ritos e rituais contemporâneos. Trad. Maria de Lourdes
Menezes. Rio de Janeiro: FGV Editora. 2002.
SUASSUNA, Ariano. Iniciação à Estética. Recife: Editora Universitária da UFPE.
2012.
Disciplina: IMPROVISAÇÃO EM Pré requisito – Não há
DANÇA
Período:
4º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
09
45
curricular
129
Ementa: Exploração do espaço, peso e tempo através de técnicas e métodos de
improvisação. Exercícios individuais e em grupos de percepção. Uso da improvisação
como meio de criação de partituras corporais.
Bibliografia específica:
GUERRERO, Mara Francischini. Sobre as restrições compositivas implicadas na
improvisação em dança. Dissertação de mestrado. Universidade Federal da Bahia,
Salvador, 2008.
KATZ, Helena. O Coreografo como DJ. In, Lições de Dança 1. Rio de Janeiro:
UniverCidade. 2000.
MUNDIN, Ana Carolina. Abordagens sobre Improvisação em Dança
Contemporânea. Uberlândia: Composer, 2017.
MUNIZ, Zilá. Improvisação como processo de composição na dança
contemporânea. Dissertação de mestrado. Programa de Pós-graduação em teatro.
Universidade do Estado de Santa Catarina. Florianópolis, 2004.
SANTINHO, G.; OLIVEIRA, K. Improvisação em Dança. Guarapuava: Unicentro,
2016.
Bibliografia complementar:
FARIA, Ítalo Rodrigues. O Contato Improvisação: bases históricas para um
processo de criação. Arterevista, v. 1., n.1, p 89-106, jan/jun 2013.
GIL, José. Movimento total: o corpo e a dança. Iluminuras, São Paulo, 2004.
NACHMANOVITCH, S. Ser criativo – O poder da improvisação na vida e na arte.
Summer Editorial. 1993.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Ed. Vozes. 1994.
SANTANA, Ivani. Corpo aberto: Cunningham, dança e novas tecnologias. Ed.
Fapesp. 2002.
Disciplina:
COMPOSIÇÃO Pré requisito – ESTUDOS DO CORPO
COREOGRÁFICA
1 E 2; ESTUDOS DO MOVIMENTO 1 A
4.
Período:
6º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
09
45
curricular
Ementa: Estudo dos elementos básicos para a construção coreográfica. Estruturas
auxiliares no processo de composição coreográfica. Estudo concernente ao espaço,
ao peso, a forma, ao uso do tempo.
130
Bibliografia específica:
CALDAS, P.; GADELHA, E. Dança e Dramaturgias. São Paulo: Nexus, 2016.
KLACEWICZ, Ana Carolina. Cora decide dançar... Processo de elaboração de
material (didático) para composição coreográfica. Trabalho de Conclusão de
Curso -Licenciatura em Dança da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança.
Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2016.
LOBO, Lenora e NAVAS, Cássia. Teatro do Movimento: Um Método para o
Intérprete Criador. Brasília: LGE Editora. 2003.
OSTROWER, Fayga. Acasos e Criação Artística. Ed. Campus, 1990.
__________. Criatividade e processos de criacao. Rio de Janeiro: Ed.Vozes. 1987.
Bibliografia complementar:
FERNANDES, Ciane. O Corpo em movimento: o sistema Laban/ Bartenieff na
formação e pesquisa em artes cênicas. São Paulo: Ed. Annablume. 2002.
GOMES, Letícia Nascimento. Processo Poéticopedagógico: sobre o acolhimento
de estímulos no processo criativo em dança. Uberlândia: Anais do IX Congresso
da ABRACE,2016LABAN, NACHMANOVITCH, Stephen. O poder da improvisação
na vida e na arte. São Paulo: Summus Editorial. 1993
SQZMOZI, Géza. Tempo e Espaço – as dimensões gêmeas. Rio de Janeiro: Zahar
Ed., 1994.
Disciplina: METODOLOGIAS DO Pré requisito – Não há
ENSINO DA DANÇA 1
Período:
4º
CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
18
18
curricular
Ementa: A Dança no contexto do ensino de Arte na escola, no Brasil, a partir da
perspectiva histórica e epistemológica. As metodologias de ensino propostas pela
pedagogia ao longo da história (tradicional, escola nova, construtivismo) e sua
correlação com as metodologias de ensino da Dança.
Bibliografia específica:
BARBOSA, Ana Mae; CUNHA, Fernanda P. da (org). Abordagem Triangular no
ensino das artes e culturas visuais. São Paulo: Cortez. 2010.
__________. John Dewey e o Ensino da Arte no Brasil. São Paulo: Cortez. 2002.
131
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais – Artes. Brasília: A Secretaria. 2001.
MARQUES, Isabel. Dançando na Escola. São Paulo: Ed. Cortez, 2003.
__________. Ensino de Dança hoje – textos e contextos. São Paulo: Ed. Cortez,
2008.
__________. Linguagem da Dança: Arte e Ensino. São Paulo: Digitexto, 2010.
__________. Metodologia para ensino de dança: luxo ou necessidade? In:
PEREIRA, Roberto e SOTER, Silvia. (organizadores). Lições de Dança 4. Rio de
Janeiro: UniverCidade. 2003.
Bibliografia complementar:
ALBANO, Ana Angélica; STRAZZACAPPA, Marcia (org). Entrelugares do corpo e da
arte. Campinas-SP: FAEPEX/UNICAMP. 2011.
BARBOSA, Ana Mae (org). Inquietações e mudanças no ensino da arte. São
Paulo: Cortez. 2011.
FERRAZ, Maria Heloísa C. de T.; FUSARI, Maria F. de R. Metodologia do ensino da
arte: fundamentos e proposições. 2 ed. São Paulo: Cortez. 2009.
FERREIRA, Sueli (org). O Ensino das Artes: construindo caminhos. Campinas-SP:
Papirus. 2012.
STRAZZACAPPA, Marcia; MORANDI, Carla. Entre a arte e a docência: a formação
do artista da dança. Campinas-SP: Papirus. 2006.
Disciplina: METODOLOGIAS DO Pré requisito – METODOLOGIAS DO
ENSINO DA DANÇA 2
ENSINO DA DANÇA 1
Período:
CH Total
5º
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
18
18
curricular
Ementa: Estudo teórico-prático sobre a elaboração e planejamento de programas de
ensino de Dança em espaços formais e informais de educação e cultura.
Bibliografia específica:
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação. Base Nacional
Comum Curricular. Brasília: Brasília: MEC/SE, 2017, 470 p.
_________. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.
CAILLOIS, R. Os jogos e os homens: a máscara e a vertigem. Tradução de Maria
Ferreira. Petrópolis: Vozes, 2017.
132
GANDIN, D.; CRUZ, C. H. C. Planejamento na sala de aula. 13. Ed. Petrópolis:
Vozes, 2006.
LIBÂNEO, J. C. Didática. 2. Ed. São Paulo: Cortez, 1999.
MARQUES, I. A. Linguagem da dança: arte e ensino. São Paulo: Digitexto, 2010.
RENGEL, L. P.; OLIVEIRA, E.; GONÇALVES, C. C. S.; LUCENA, A.; SANTOS, J. F.
Elementos do movimento na dança. Salvador: UFBA, 2017.
RENGEL, L. Os temas de movimento de Rudolf Laban. São Paulo: Annablume,
2008.
_________. Dicionário Laban. 2. Ed. São Paulo: Anna blume, 2005.
Bibliografia complementar:
BARBOSA, A. M. John Dewey e o ensino de arte no Brasil. 7. Ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
FEREIRA, S. (org.). O ensino das Artes: construindo caminhos. 5. Ed. Campinas:
Papirus, 2007.
LABAN, R. Dança educativa moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
_________. Domínio do movimento. 3. Ed. São Paulo: Summus, 1978.
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento de ensino-aprendizagem e o projeto
político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005.
Disciplina:
ANÁLISE
E Pré requisito – Não há
PERCEPÇÃO MUSICAL
Período:
3º
CH Total
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
18
36
curricular
Ementa: Desenvolvimento da percepção rítmica através de exercícios de escuta,
apreciação musical, exercícios corporais e movimento. Apresentação teórica do
universo musical, seguido de prática corporal: ritmo, melodia, harmonia, textura.
Montagem de coreografias com base na criação e improvisação.
Bibliografia específica:
BENNETT, Roy. Elementos básicos da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 1990.
BOHUMIL, M. Teoria da música. 5. Ed. Brasília: Musimed, 2017.
_________. Ritmo. 4. Ed. Brasília: Musimed, 1986.
BRASIL. Ministério de Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
curriculares nacionais: Artes. Brasília, 1997.
133
SCHAFER, M. O Ouvido Pensante. (tradução de Marisa Trench de Fonterrada,
Magda Gomes e Maria Lúcia Paschoal). São Paulo: Editora da UNESP, 1992.
WISNICK. J. M. O som e o sentido: uma outra história das músicas. São Paulo: Cia.
das Letras, 1989.
Bibliografia complementar:
ANDRADE, Mário de. Oração de Paraninfo (1935). Pro-Posições, Campinas, v. 16,
n. 1 (46), jan./abr. 2005, p. 261-270.
FONTERRADA, M. T. de O. De tramas e Fios: um ensaio sobre música e educação.
São Paulo: Unesp/Funarte, 2008.
GRAMANI. J. E. Rítmica Viva. Campinas: Unicamp, 1996.
JAQUES-DALCROZE, Émile. Os Estudos Musicais e a Educação do Ouvido.
Campinas, Pro-Posições, v.21, n.1 (61), p.219-224, jan./abr. 2010.
MADUREIRA, J. R.; LEITE, L. B. Jaques-Dalcroze: música e educação. Campinas,
Pro-Posições, v.21, n.1 (61), p.215-218, jan./abr. 2010.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. (tradução de Alda Oliveira). São
Paulo: Moderna, 2003.
Disciplina: FUNDAMENTOS DA Pré requisito – Não há
CENOGRAFIA
Período:
7º
CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
12
24
curricular
Ementa: Estudo dos espaços cênicos e da arquitetura teatral. Cenografia e formas da
natureza. Funções e relações da cenografia no espetáculo cênico. Exercícios entre o
ator e/ou bailarino e o espaço cenográfico. Objetos cênicos e adereços. Exploração de
espaços alternativos e improvisação cenográfica. A rua como espaço cênico.
Bibliografia específica:
NERO, Cyro del. Cenografia - uma breve visita. São Paulo: Ed. Claridade. 2008.
RATTO, Gianni. Antitratado de cenografia: variações sobre o mesmo tema. São
Paulo: Ed. SENAC. 2001.
SERRONI, José Carlos. Oficina de Arquitetura cênica. Rio de Janeiro: Funarte.
2003.
134
Bibliografia complementar:
COSTA, José de Anchieta. Auleum – a quarta parede. São Paulo: A Books Editora.
2002.
MACHADO, Raul José de Belém. Oficina de Cenotécnica. Rio de Janeiro: Funarte.
2004.
RATTO, Gianni. A mochila do mascate. São Paulo: Hucitec. 1996.
CARVALHO, Jorginho. Oficina iluminação cênica. Rio de Janeiro: Funarte. 2003.
MANTOVANI, Anna.. São Paulo: Ática. 1989.
Disciplina:
PROJETO
MONTAGEM CÊNICA
DE Pré-requisito – ESTUDOS DO CORPO
1 E 2; ESTUDOS DO MOVIMENTO 1 A
4; COMPOSIÇÃO COREOGRÁFICA
Período:
7º
CH Total
54
CH
CH
Teórica
Prática
09
45
Prática
componente
curricular
Ementa: Montagem de um espetáculo interpretado pelos alunos, sob direção do
professor/a, evidenciando o processo de criação cênica. Histórico do diretor. Noções
de direção. Plano de direção. Estruturação do espetáculo visando a aplicação no
ensino.
Bibliografia específica:
CALDAS, P.; GADELHA, E. Dança e Dramaturgias. São Paulo: Nexus, 2016.
FERRACINI, Renato. A Arte de Nao Interpretar como Poesia Corporea do Ator. Ed
Unicamp. 2001.
HÉRCOLES, Rosa. Corpo e Dramaturgia. In Húmus 1. Caxias do Sul – RS: S. Nora/
Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, 2004.
LOBO, Lenora e NAVAS, Cássia. Teatro do Movimento: Um Método para o
Intérprete Criador. Brasília: LGE Editora, 2003.
SETENTA, Jussara. O Fazer-Dizer do Corpo: Dança e Performatividade. Salvador:
EDUFBA, 2008.
Bibliografia complementar:
BRITTO, Fabiana et. al. Cartografia da Danca: Criadores-Interpretes Brasileiros.
São Paulo: Itaú Cultural, 2000.
BURNIER, Luis Otavio. A Arte de Ator da Tecnica a Representacao. Ed Unicamp.
2001.
135
NUCLEO DE ARTES CÊNICAS. CARTOGRAFIA: Rumos Itau Cultural Dança
2006/2007. São Paulo: Itaú Cultural, 2007.
Disciplina:
PESQUISA
EM Pré-requisito – Não há
DANÇA
Período:
6º
CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
22
14
curricular
Ementa: Aportes para procedimentos metodológicos teórico-práticos das várias
etapas da pesquisa e criação em dança. Aborda parâmetros de investigação, técnicas
de observação, levantamento de dados, experimentação do movimento;
sistematização e interpretação teórica e criativa. Dá suporte a disciplina Projeto de
Montagem Cênica.
Bibliografia específica:
CAVALCANTI, Telma Cesar. Pé, umbigo e coração: pesquisa de criação em
dança contemporânea. 1996. 125 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual
de
Campinas,
Instituto
de
Artes,
Campinas,
SP.
Disponível
em:
<http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/284224>. Acesso em: 22 jul.
2018.
FERNANDES, Ciane. Em busca da escrita com dança: algumas abordagens
metodológicas de pesquisa com prática artística. Dança, Salvador, v. 2, n. 2, p. 18-36,
jul./dez. 2013. Disponível em:
<https://portalseer.ufba.br/index.php/revistadanca/article/viewFile/9752/7475>. Acesso
em: 25 jan. 2019.
FORTIN, Sylvie; GOSSELIN, Pierre. Considerações metodológicas para a pesquisa
em arte no meio acadêmico. ARJ - Art Research Journal, [S.l.], v. 1, n. 1, p. 1-17,
maio 2014. ISSN 2357-9978. Disponível em:
<https://periodicos.ufrn.br/artresearchjournal/article/view/5256>. Acesso em: 25 jan.
2019.
LOBO, Lenora e NAVAS, Cássia. Teatro do Movimento: Um Método para o
Intérprete Criador. Brasília: LGE Editora, 2003.
Bibliografia complementar:
BASTOS, Helena. Cada dança tem seu jeito ou cada inventor descobre um jeito.
In Húmus 3. Caxias do Sul –RS: Lorigraf, 2007.
136
BRITTO, Fabiana et. al. Cartografia da Dança: Criadores-Intérpretes Brasileiros.
São Paulo: Itaú Cultural, 2000.
OLIVEIRA, Urânia Auxiliadora Santos Maia de; FIGUEIREDO, Valéria Maria Chaves
de (Orgs.). Processos de criação em teatro e dança: construindo uma rede de
saberes e múltiplos olhares. Goiânia: FUNAPE, 2013.
FORTIN, Sylvie. Contribuições possíveis da Etnografia e da Auto-etnografia para a
pesquisa na prática artística. Trad. Helena Mello. Revista Cena. Porto Alegre:
Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas – Instituto de Artes da UFRGS, n.7,
2009. Disponível em: <https://seer.ufrgs.br/cena/article/view/1196>. Acesso em: 01
jan. 2019.
LOBO, Lenora; NAVAS, Cássia. Arte da composição: teatro do movimento. Brasília:
L.G.E, 2008.
Disciplina: DANÇA NA ESCOLA
Pré-requisito – Não há
Período:
CH Total
8º
54
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
45
09
curricular
Ementa: Estudo sobre os fundamentos teóricos e estético-pedagógicos do ensino de
Dança em todos os níveis da educação básica e sobre as possibilidades de
articulação da Dança com as outras linguagens artísticas previstas pelos PCNs e pela
Base Nacional Comum Curricular, quais sejam o Teatro, a Música e as Artes Visuais,
levando-se em consideração o princípio da transdisciplinaridade.
Bibliografia específica:
BARBOSA, A. M. T. B. e CUNHA, F. P. da (orgs.). Abordagem triangular no ensino
das artes e culturas visuais. São Paulo: Cortez, 2010.
BARRETO, Débora. Dança... ensino, sentidos e possibilidades na escola. 3. Ed.
Campinas: Autores Associados, 2008.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação. Base Nacional
Comum Curricular. Brasília: Brasília: MEC/SE, 2017.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais. Brasília:
MEC/SEF, 1998.
Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte.
Brasília: MEC/SEF, 1997.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. 16. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000.
KOUDELA, I. D.; ALMEIDA, J. S. (org.). Léxico de pedagogia do teatro. São Paulo:
Perspectiva, 2015.
137
MARQUES, I. A. Dançando na escola. 5. Ed. São Paulo: Cortez, 2010.
NICOLESCU, B. O manifesto da transdisciplinaridade. São Paulo: Trion, 1999.
RENGEL, L. P.; OLIVEIRA, E.; GONÇALVES, C. C. S.; LUCENA, A.; SANTOS, J. F.
Elementos do movimento na dança. Salvador: UFBA, 2017.
SCHAFER, M. O Ouvido Pensante. São Paulo: Editora da UNESP, 1991.
VIEIRA, M. S. Dança e a proposta de transdisciplinaridade na Educação. EccoS –
Rev. Cient., São Paulo, n. 27, p. 55-65, jan./abr. 2012.
WISNICK. José Miguel. O som e o sentido: uma outra história das músicas. São
Paulo: Cia. Das Letras, 1989.
Bibliografia complementar:
ARAÚJO, J. R. S. A dimensão pedagógica do teatro: reflexões sobre uma
proposta metodológica. Maceió, 2006, 198 f. Dissertação (Mestrado em Educação
Brasileira) - Universidade Federal de Alagoas, Centro de Educação.
BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet.
8. Ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 2016.
CAILLOIS, R. Os jogos e os homens: a máscara e a vertigem. Petrópolis: Vozes,
2017.
FOUCAULT, M. Vigiar e Punir: nascimento da prisão. 32. Ed. Petrópolis: Vozes,
1987.
LANZ, R. A pedagogia Waldorf: caminho para um ensino mais humano. 9. Ed.
São Paulo: Antroposófica, 2005.
SAVIANI, D. Escola e democracia. 41. Ed. Campinas: Autores Associados, 2009.
Disciplina: DANÇA, CULTURA E
EDUCAÇÃO
Pré-requisito – Não há
Período:
CH Total
8º
CH
Teórica
CH
Prática
33
21
54
Prática
componente
curricular
Ementa: A dança no contexto da produção cultural, da tradição, da linguagem poética
e da formação humana. A dança na contemporaneidade e sua relação com as
discussões sobre ecologia, educação, educação ambiental e bioética.
Bibliografia específica:
CAILLOIS, R. Os jogos e os homens: a máscara e a vertigem. Tradução de Maria
Ferreira. Petrópolis: Vozes, 2017.
138
DELORS, J. Educação: um tesouro a descobrir. (tradução de José Carlos Eufrazio).
9. Ed. São Paulo: Cortez, 2004.
DUARTE JÚNIOR, J. F. Fundamentos estéticos da educação. 8. Ed. Campinas:
Papirus, 1988 2005.
MARQUES, I. A. Linguagem da dança: arte e ensino. São Paulo: Digitexto, 2010.
OSSONA, P. A educação pela dança. São Paulo: Summus, 1988.
SANT'ANNA, D. B. de. Corpos de passagem: ensaios sobre a subjetividade
contemporânea. 2. Ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2005.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA, M. J. O triunfo da escolástica, a glória da educação. Educação e
Sociedade, Campinas, vol. 26, n. 90, p.17-39, Jan./Abr. 2005.
ANDRADE. M. Oração de paraninfo (1935). Pro-Posições, Campinas, v. 16, n. 1
(46), p.261-270, Jan./Abr. 2005.
BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política. 8. Ed. São Paulo: Editora
Brasiliense, 2016.
FOUCAULT, M. Vigiar e Punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel
Ramalhete. 32. Ed. Petrópolis: Vozes, 1987.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000.
HUIZINGA, J. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. Tradução de João
Paulo Monteiro. 6. Ed. São Paulo: Perspectiva, 2010.
JAEGER, W. Paidéia: a formação do homem grego. 6. Ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2013.
LANGER, S. K. K. Sentimento e forma: uma teoria da arte desenvolvida a partir
de filosofia em nova chave. São Paulo: Perspectiva, 2003.
LOPES, J. A tradição ou a mestra invisível. Salvador: Repertório Teatro & Dança, v.
19, n. 26, p. 231-236, jun. 2016.
DANÇA E NOVAS
TECNOLOGIAS – PRAC 5
Pré-requisito – Não há
Período:
CH Total
6º
72
CH
Teórica
CH
Prática
Prática
componente
curricular
72
Ementa: Componente de caráter prático que propõe o conhecimento, a pesquisa, a
análise e a elaboração de novas tecnologias em suas relações com a dança, visando
139
a produção de materiais didáticos e sua aplicação em contextos e situações
simuladas de ensino-aprendizagem.
Bibliografia específica:
BACICH, L.; MORAN. J. (Org.). Metodologias ativas para uma educação
inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
SANTAELLA, Lucia. A ecologia pluralista da comunicação: conectividade,
mobilidade, ubiquidade. Sao Paulo: Paulus, 2010.
SANTANA, I. L. Corpo Aberto. Cunningham, dança e novas tecnologias. São Paulo:
EDUC/Fapesp, 2002.
SPANGHERO, Maira. A dança dos encéfalos acesos. São Paulo: Itaú Cultural,
2003.
Bibliografia complementar:
CALDAS, P.; BRUM, L. Dança em foco: ensaios contemporâneos de videodança.
Rio de Janeiro: Aeroplano, 2012.
CALDAS, P.; BRUM, L. Dança em foco: dança e tecnologia. v.1. Rio de Janeiro:
Inst.Telemar. 2006.
MORAN, Jose Manoel. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar
lá . 5. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.
NUNES, A. P. Cinema, Dança, Vídeodança (entre-linguagens). 2009. 135 f.
Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Instituto de Artes e Comunicação Social,
Universidade Federal Fluminense Niterói, 2009.
SOUZA, I. C. Especificidades da Videodança: o hibridismo, experiência tecnestésica e
individualidade no trabalho de jovens criadores brasileiros. e-Com, Belo Horizonte, v.
2, n. 1, 2008. Disponível em: <http://revistas.unibh.br/index.php/ecom/article/view/504>.
Acesso em: 15 fev. 2019.
WILDHAGEN, Joana; ANDRAUS, Mariana B. M. Videodança e a produção/difusão de
conhecimento em arte. Ipotesi – Revista de Estudos Literários. Juiz de Fora, v. 19, n.
1, 2015. Disponível em:
<https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi/article/view/19501>. Acesso em: 15 fev.
2019.
140
PRÁTICA DA DANÇA NA
EDUCAÇÃO ESPECIAL – PRAC 6
Pré-requisito – Não há
Período:
CH Total
7º
72
CH
Teórica
CH
Prática
Prática
componente
curricular
72
Ementa: Componente de caráter prático que propõe a atuação do discente na escola
ou em outros ambientes educacionais, que atendam pessoas com necessidades
especiais para desenvolver o estudo, a pesquisa e a aplicação de estratégias
metodológicas para o ensino da dança.
Bibliografia específica:
BARBOSA, A. M. T. B. e CUNHA, F. P. da (orgs.). Abordagem triangular no ensino
das artes e culturas visuais. São Paulo: Cortez, 2010.
MARQUES, Isabel. Linguagem da Dança: Arte e Ensino. São Paulo: Digitexto,
2010.
________. Metodologia para ensino de dança: luxo ou necessidade? In:
PEREIRA, Roberto e SOTER, Silvia. (organizadores). Lições de Dança 4. Rio de
Janeiro: UniverCidade. 2003.
SOARES, Maria Aparecida L.; CARVALHO, Maria de Fátima. O Professor e o aluno
com deficiência. São Paulo: Cortez, 2012.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA, Antônio Carlos. Surdez, paixão e dança. Ed. Olho d’Água. São Paulo.
2000.
CAZÉ, Clotildes Maria de Jesus Oliveira e OLIVEIRA, Adriana da Silva. Artigo –
Dança além da visão: Possibilidades do corpo cego. Pensar a prática, Vol.11. N°
03. 2008.
FERREIRA, Eliana Lúcia in: FERREIRA, Maria Beatriz Rocha. GUTIERREZ, Gustavo
Luiz (editores). Proposta metodológica para o desenvolvimento da Dança em
cadeira de rodas. Conexões: Educação Física, Esporte e Lazer. Faculdade de
Educação Física. Campinas. 1998.
MATOS, Lucia. Dança e Diferença – cartografia de múltiplos corpos. Salvador –
BA: EDUFBA - 2ᵃ edição, 2014.
OLIVEIRA, Felipe Henrique M. Corpos diferenciados: Criação da performance
‘Kahlo em mim eu e(m) Kahlo’. Maceió – AL: EDUFAL, 2013.
141
ROCHA, Isabelle P. R. A Dança como meio de inclusão para pessoas com
necessidades especiais – Relato de experiência com aluna cadeirante.
Monografia de conclusão do Curso de Especialização no Ensino da Arte – Dança.
UFAL. Maceió – AL. 2008.
COMPARTILHANDO
EXPERIÊNCIAS
DIDÁTICO- Pré-requisito – Não há
CRIATIVAS – PRAC 7
Período:
8º
CH Total
54
CH
Teórica
CH
Prática
Prática
componente
curricular
54
Ementa: componente curricular de caráter prático que está diretamente relacionada à
disciplina Projeto de Montagem Cênica e a ACE Construção e Manutenção de
Trabalhos Artísticos tendo estas como pré-requisitos. O objetivo desta PRAC é o
compartilhamento junto à estudantes do ensino formal de algumas das estratégias de
criação vivenciadas pelos discentes ao longo do processo de criação de suas
montagens cênicas realizadas no período anterior, exercitando assim a elaboração de
atividades didáticas a partir da vivência artístico-criativa – a ideia de um artistadocente que estabelece uma real relação entre criação artística e docência. Estas
vivências didático-criativas podem ou não resultar em produtos cênicos junto aos
estudantes de escolas formais, sendo os objetivos principais a vivência didática e o
compartilhamento dos processos vivenciados.
Bibliografia específica:
LOBO, Lenora e NAVAS, Cássia. Teatro do Movimento: Um Método para o
Intérprete Criador. Brasília: LGE Editora. 2003.
NACHMANOVITCH, Stephen. O poder da improvisação na vida e na arte. São Paulo:
Summus Editorial. 1993.
OSTROWER, Fayga. Acasos e Criação Artística. Ed. Campus, 1990.
___________. Criatividade e processos de criação. Rio de Janeiro: Vozes. 1987.
Bibliografia complementar:
GOMES, Letícia Nascimento. Processo Poéticopedagógico: sobre o acolhimento
de estímulos no processo criativo em dança. Uberlândia: Anais do IX Congresso
da ABRACE, 2016.
142
MILLER, J.; LASLO, C. A Sala e a Cena: importância pedagógicade processos
criativos em dança e educação somática. Revista GIPE- UFBA – Salvador, v.20;
n.36, p.150-167, 2016.
SALLES, Cecília. Gesto Inacabado: Processo de Criação Artística. São Paulo:
Intermeios, 2013.
DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS Pré-requisito – Não há
EM DANÇA 1
Período:
DO
5º
PERÍODO
AO
7º CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
Ementa: Workshops e/ou seminários avançados que abordem tópicos de interesse
geral para o professor de dança, podendo abordar técnicas específicas, metodologias
de criação, novas linguagens, diálogos culturais.
Bibliografia específica:
GERALDI, Silvia. Representações sobre técnicas para dançar. In Húmus 2. Caxias
do Sul: Lorigraf, 2007.
GREINER, Christine C. O corpo: pistas para estudos indisciplinares. São Paulo:
MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. SP: EPU/EDUSP, 1974. vol. 2.
Bibliografia complementar:
KATZ. Helena. O coreógrafo como DJ. In Lições de Dança 1. Rio de Janeiro:
UniverCidade. (edição sem referência a data de publicação).
KATZ, Helena. e GREINER, Christine. O Meio é a Mensagem: porque o corpo é
objeto da comunicação. H929 Húmus. Caxias do Sul: Prefeitura Municipal. 2004.
LANGER, Susanne. Sentimento e Forma. Perspectiva. 1980.
PAVIANI, Jayme. O corpo humano:objeto e sujeito. In Húmus 3 Caxias do Sul-RS:
Lorigraf. 2007.
RENGEL, Lenira. Metáfora é carne. In Húmus 2. Caxias do Sul-RS: Lorigraf. 2007.
143
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS Pré-requisito: Não há
EM DANÇA 2
Período:
DO
5º
PERÍODO
AO
7º CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
Ementa: Workshops e/ou seminários voltados para o conhecimento de alternativas e
recursos tecnológicos para a concepção e registro de processos de criação e de
ensino/aprendizagem da dança assim como para à cena. Interfaces com outras áreas
como vídeo e fotografia.
Bibliografia específica:
LACEY, Hugh M. A linguagem do espaço e do tempo. São Paulo, Perspectiva.
LISSOVSKY, M. e VAZ, P. A vida na tecnologia. In Lições de Dança 1. Rio de
Janeiro: UniverCidade. (edição sem referência a data de publicação).
NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. Trad. Sérgio Tellaroli. São Paulo,
Companhia das Letras. 1995.
Bibliografia complementar:
CALDAS,P. & BRUM, L. Dança em Foco, v.1.: dança e tecnologia. Rio de Janeiro:
Instituto Telemar, 2006.
PARENTE, André (org.) Imagem-máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de
Janeiro, Editoria 34.
SANTANA, Ivani. Corpo aberto: Cunningham, dança e novas tecnologias. São
Paulo: Educ/Fapesp, 2002.
VILLAÇA, Nízia .“ O corpo comunicativo da dança”. In A Edição do Corpo –
tecnociência, artes e moda. Barueri: Estação das Letras, 2007, PP.117-131.
__________ Em Pauta: corpo, globalização e novas tecnologias. Rio de Janeiro:
Mauad/CNPq, 1999.
144
Disciplina: ILUMINAÇÃO CÊNICA
Período:
DO
5º
AO
Pré-requisito: Não há
7º CH Total
PERÍODO
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
Ementa: Teoria e prática da iluminação cênica. Os princípios básicos de eletricidade.
Observação e estudo dos efeitos luminosos e sua elaboração e aplicação cênica.
Projeto de iluminação e sua aplicação no espetáculo de dança, que represente o
aprofundamento do Espaço Cênico em relação ao domínio tecnológico. Iluminação e
meio ambiente.
Bibliografia específica:
CAMARGO, Roberto Abdelnur. O que se tem dito sobre iluminação. In Húmus 2.
Caxias do Sul – RS: Lorigraf, 2007.
----------------------------------------- Luz e cena: Processos de comunicação coevolutivos. Tese de Doutorado. São Paulo: PUC-SP. 2006.
CAMARGO, Roberto Gill. Função estética da luz. São Paulo: Perspectiva. 2012.
SIMÕES, Cibele Forjaz. A luz da linguagem: a iluminação cênica-de instrumento
da visibilidade à scriptura do visível (1º recorte: do fogo à revolução teatral).
Dissertação de Mestrado. São Paulo: ECA/USP. 2008.
Bibliografia complementar:
CHAVES, Robert .O Eletricista é Você . Ed. de Ouro, l987.
MOREIRA, Vinicius. Iluminação Elétrica. Ed. Blucher. 1999.
PEDROSA, Israel. Da Cor à Cor Inexistente.Ed. Fename- MEC,1982.
SARAIVA, Hamilton F. Eletricidade Básica Para Teatro.Ed. MEC/Inacen, 1973.
SARAIVA, Hamilton F..Iluminação Teatral: História, Estética e Técnica. Dissertação
de Mestrado, ECA/USP, 1989.
Disciplina:
DANÇA
E
OS Pré-requisito: Não há
QUATRO
ELEMENTOS
DA
DO
7º CH Total
NATUREZA
Período:
5º
PERÍODO
AO
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
145
Ementa: Os Elementos da Natureza na cultura mundial. Características simbólicas,
psicológicas e expressivas dos Elementos da Natureza para criação em dança. A
teoria sistêmica e sua contribuição para a construção de uma ecologia profunda. O ser
humano e sua relação com o meio ambiente.
Bibliografia específica:
ARROYO, Stephen. Astrologia, Psicologia e os Quatro Elementos. 16ª edição. São
Paulo: Pensamento. 2008.
BRASIL, Ministério da Educação. Resolução CNE/CP nº 2, de 15 de junho de 2012 Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Ambiental. Brasília. 2012.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/publicacao13.pdf
CAPRA, Fritjof. A Teia da Vida – uma nova compreensão científica dos sistemas
vivos. São Paulo: Cultrix. 1996.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação ambiental: a formação do sujeito
ecológico. São Paulo: Cortez. 2004.
Bibliografia complementar:
ECKERT, Achim. O Tao da Cura - A Teoria dos 5 Elementos e o fundamento do Qi
Gong,Tai Chi,Shiatsu,Feng shui e Acumputura. Rio de Janeiro: Ground. 2011.
FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na
formação e pesquisa em artes cênicas. São Paulo: Annablume. 2006.
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
LARRAIA, Roque. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Ed. Zahar,
1992.
RIPONCHE, Tenzin W. A Cura através da Forma, da Energia e da Luz. Ed.
Pensamento-Cultrix. São Paulo. 2005.
Disciplina: DANÇA, GÊNERO E Pré-requisito: Não há
IDENTIDADE RACIAL
Período:
DO
5º
PERÍODO
AO
7º CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
Ementa: Análise e compreensão das cenas e vozes da realidade encontrada nas
escolas, grupos e famílias. Possibilidades de intersecção de gênero e raça nas
146
vivências das artes, como também, as possibilidades da dança como conteúdo
formativo para os gêneros e raça.
Bibliografia específica:
BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) –
Orientação
Sexual.
Brasília.
1997.
Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/orientacao.pdf
HANNA, Judith Lynne. Dança, Sexo e Gênero: signos de identidade, dominação,
desafio e desejo. Rio de Janeiro: Rocco. 1999.
JÚNIOR, Jorge Leite. Nossos corpos também mudam: sexo, gênero, e a invenção
das categorias Travesti e Transexual no discuso científico. Tese de Doutorado.
PUC/São
Paulo.
2008.
Disponível
em:
http://www.sapientia.pucsp.br/tde_arquivos/8/TDE-2008-11-19T12:12:47Z6792/Publico/Jorge%20Leite%20Junior.pdf
MARTINS, Jacqueline Cristina Jesus & EMEF, Serpa. Brincadeiras de meninos e de
meninas: Podemos brincar juntos? Disponível em: www.gpef.fe.usp.br/SEMEF
2012.
Bibliografia complementar:
BARROS, Mariana Leal de. Os Deuses não ficarão escandalizados: ascendências
e reminiscências de femininos subversivos no sagrado. Revista Estudos Feministas.
Vol.21. Nº 02/2013.
MISKOLCI, Richard. Machos e Brothers: uma etnografia sobre o armário em
relações homoeróticas masculinas criadas on line. Revista Estudos Feministas.
Vol.21. Nº 02/2013.
RIBEIRO, Jucélia Santos Bispo. Brincadeiras de meninos e de meninas:
socialização, sexualidade e gênero entre crianças e a construção social das
diferenças. cadernos pagu (26), janeiro-junho de 2006: pp.145-168. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/cpa/n26/30389.pdf
SIMÕES, José Alberto. Entre percursos e discursos identitários: etnicidade, classe
e gênero na cultura Hip Hop. Revista Estudos Feministas. Vol.21. Nº 02/2013.
NÓBREGA, Nadir Oliveira. Sou negona, sim senhora! Um olhar sobre as práticas
espetaculares dos Blocos Afros Ilê Aiyê, Olodum, Malê Debalê e Bankoma. 4º
Capítulo da Tese de Doutorado. PPGAC/UFBA. 2013.
Disciplina: TÉCNICA CLÁSSICA Pré-requisito: Não há
1
Período:
5º
CH Total
CH
CH
Prática
36
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
147
Ementa: A estruturação postural do bailarino a partir dos princípios da
perpendicularidade e da estabilidade. Trabalhar com os elementos básicos da técnica
de dança clássica, considerando as condições físicas apresentadas por cada aluno/a.
A estrutura da técnica e a estética clássica deverão ser trabalhadas de maneira
consciente, possibilitando um desenvolvimento técnico do corpo que possa dialogar e
contribuir com outros estilos/estéticas de dança.
Bibliografia específica:
CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento – Vol. 1: Introdução à
análise das técnicas corporais. Ed. Manole. 1992.
SAMPAIO, Flávio. Ballet Essencial. Ed. Sprint. Rio de Janeiro. 2000.
__________, Flávio. Balé Passo a Passo – história, técnica e terminologia.
Fortaleza: Expressão gráfica e Editora. 2013.
Bibliografia complementar:
BALDI, Neila Cristina. O que há do lado de lá: cartas de um dueto da educação
somática com o balé clássico. 2014. 156 f. Dissertação de mestrado na
Universidade Federal da Bahia, Escola de Teatro. Bahia. 2014.
DOMENICI, Eloisa. O encontro entre Dança, Cultura e Educação somática como
uma interface de questionamento epistemológico sobre as teorias do corpo.
Pro-Posições, Campinas, v. 21, n. 2 (62), p. 69-85, maio/ago. 2010. Disponível em:
www.scielo.br/pdf/pp/v21n2/v21n2a06.pdf Acesso em: 13/12/2016.
MILLER, Jussara. A Escuta do Corpo – Sistematização da Técnica Klauss Vianna.
Ed. Summus. São Paulo. 2007.
PAVLOVA, Anna. Dicionário de Ballet. Ed. Nórdica. 2000.
ROCHA, Isabelle P. R. Balé de Flávio Sampaio na academia: diálogos com o
projeto político pedagógico do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL.
Maceió-AL: EDUFAL. 2015.
Disciplina: TÉCNICA CLÁSSICA Pré-requisito: TÉCNICA CLÁSSICA 1
2
Período:
6º
CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
148
Ementa: Estruturação de uma aula de balé: exercícios da barra e exercícios do
centro. Abordagem de questões relativas às formas de ensino, a função e as
dinâmicas dos exercícios que compõem uma aula de balé, de nível iniciante.
Trabalhar a técnica clássica de forma consciente e respeitando as características
individuais dos alunos.
Bibliografia específica:
CAMINADA, Eliana. ARAGÃO, Vera. Programa de Ensino de Ballet: Uma
Proposição. Ed. UniverCidade. Rio de Janeiro. 2006.
SAMPAIO, Flávio. Ballet Essencial. Ed. Sprint. Rio de Janeiro. 2000.
__________, Flávio. Balé Passo a Passo – história, técnica e terminologia.
Fortaleza: Expressão gráfica e Editora. 2013.
VAGANOVA, Agripina Y. Fundamentos da Dança Clássica. 2.ed. Curitiba: Editora
Prismas. 2015.
Bibliografia complementar:
CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento – Vol. 1: Introdução à
análise das técnicas corporais. Ed. Manole. 1992.
MILLER, Jussara. A Escuta do Corpo – Sistematização da Técnica Klauss Vianna.
Ed. Summus. São Paulo. 2007.
PAVLOVA, Anna. Dicionário de Ballet. Ed. Nórdica. 2000.
ROCHA, Isabelle P. R. Balé de Flávio Sampaio na academia: diálogos com o
projeto político pedagógico do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL.
Maceió-AL: EDUFAL. 2015.
SAMPAIO, Flávio in SOTER, Silvia. PEREIRA, Roberto (organizadores). Balé:
Compreensão e Técnica. Lições de Dança 2. Ed. UniverCidade. Rio de Janeiro.
2000.
Disciplina: TÉCNICA CLÁSSICA Pré-requisito: TÉCNICA CLÁSSICA 1
3
Período:
e2
7º
CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
Ementa: Aprofundamento dos conteúdos estudados nas disciplinas Técnica clássica
1 e 2. Ampliação do repertório de passos de uma aula de balé, de nível iniciante.
Trabalho de musicalidade a partir de vivências de movimento que explorem os ritmos
149
binário, ternário e os contratempos. Exploração do espaço e dos direcionamentos do
corpo a partir dos oito pontos da sala.
Bibliografia específica:
CAMINADA, Eliana. ARAGÃO, Vera. Programa de Ensino de Ballet: Uma
Proposição. Ed. UniverCidade. Rio de Janeiro. 2006.
SAMPAIO, Flávio. Ballet Essencial. Ed. Sprint. Rio de Janeiro. 2000.
__________, Flávio. Balé Passo a Passo – história, técnica e terminologia.
Fortaleza: Expressão gráfica e Editora. 2013.
VAGANOVA, Agripina Y. Fundamentos da Dança Clássica. 2.ed. Curitiba: Editora
Prismas. 2015.
Bibliografia complementar:
CALAIS-GERMAN, Blandine. Anatomia para o movimento – Vol. 1: Introdução à
análise das técnicas corporais. Ed. Manole. 1992.
MILLER, Jussara. A Escuta do Corpo – Sistematização da Técnica Klauss Vianna.
Ed. Summus. São Paulo. 2007.
PAVLOVA, Anna. Dicionário de Ballet. Ed. Nórdica. 2000.
ROCHA, Isabelle P. R. Balé de Flávio Sampaio na academia: diálogos com o projeto
político pedagógico do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL. Maceió-AL:
EDUFAL. 2015.
SAMPAIO, Flávio in SOTER, Silvia. PEREIRA, Roberto (organizadores). Balé:
Compreensão e Técnica. Lições de Dança. 2. Ed. UniverCidade. Rio de Janeiro.
2000.
Disciplina:
DANÇAS
E Pré-requisito: Não há
CANTIGAS DA INFÂNCIA
Período:
DO
5º
PERÍODO
AO
7º CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
Ementa: As danças e cantigas da infância no processo de formação do indivíduo e
sua relação de pertencimento. Ensino e prática de cantigas e danças considerando os
princípios sócio educativos. Aspectos metodológicos do jogo e da brincadeira nas
diferentes culturas como procedimento de ensino e de como conhecimento do
indivíduo e da cultura.
150
Bibliografia específica:
BROUGÈ. G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez. 1997.
CALLOIS, R. Os jogos e os homens. Lisboa: Cotovia. 1990.
SANTOS, Santa Marli Pires dos. (org.) O Lúdico na Formação do Educador.
Petrópolis – RJ:1997.
Bibliografia complementar:
ALVES, Fátima. Psicomotricidade: Corpo, ação e emoção. Rio de Janeiro: Wak Ed.
2008.
DOWBOR, Fátima Freire. Quem educa marca o corpo do outro. São Paulo: Cortez.
2008.
CHELOTTI, Vera Lúcia; ROSSETTO, Zilca de Moraes. Cirandas: uma nova
proposta na aprendizagem psicomotora. Rio de Janeiro: Revinter. 2003.
NÓBREGA, Terezinha Petrucia; VIANA, Raimundo Nonato. Espaço e tempo das
danças populares: uma abordagem coreológica. Revista Brasileira de ensino de
arte e educação física. Rio de Janeiro: Paidea. 2005.
ALVES, Teodora Araújo. Heranças de corpos brincantes: saberes da
corporeidade em danças afro-brasileiras. Natal – RN: Editora da UFRN. 2006.
Disciplina:
DANÇAS Pré-requisito: Não há
CIRCULARES
Período:
DO
5º
PERÍODO
AO
7º CH Total
36
CH
CH
Prática
Teórica
Prática
componente
16
20
curricular
Ementa: As Danças Circulares como um campo pedagógico de investigação e
criação que dialoga com as culturas e danças do mundo, estudando e vivenciando
sua história, fazendo releituras e buscando conexões e novas significações com o
sagrado, em músicas e movimentos.
Bibliografia específica:
WOSIEN, Bernhard. Dança um caminho para a totalidade. São Paulo: Triom, 2000.
WOSIEN, Maria. Gabrielle. Danças Sagradas: deuses, mitos e ciclo. São Paulo:
Triom, 2002.
_________. Dança: símbolos em movimento. São Paulo: Anhembi Morumbi. 2004.
151
Bibliografia complementar:
BARTON, Anna. Espírito da Dança. São Paulo: Triom. 2004.
RAMOS, Renata. C. L.(Org.). Danças circulares sagradas: uma proposta de
educação e cura . São Paulo: Triom, 1998.
MALLON, Brenda. Os símbolos místicos: um guia completo dos símbolos e
sinais mágicos e sagrados. São Paulo: La Rousse. 2009.
OSTETO, Luciana Esmeralda. Danças Circulares na Formação de Professores: A
inteireza do Ser na Roda. Florianópolis – SC: Letras Contemporâneas. 2014.
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Martins Fontes. 2002.
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8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que
especifica, e a Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas
gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas
portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Brasília. 2004.
BRASIL. Governo Federal. Lei nº 10.639 - Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a
obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira". Brasília. 2003.
BRASIL. Governo Federal. Lei nº 11.645 - Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a
obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.
Brasília. 2008.
BRASIL. Governo Federal. Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de 2002 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
Brasília. 2002.
BRASIL. Governo Federal. Resolução CNE/CES n.02/2007 - Dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos
de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Brasília. 2007.
BRASIL. Governo Federal. Decreto n.5.626 de 22 de dezembro de 2005 Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de
2000. Brasília. 2005.
152
BRASIL. Governo Federal. Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, protege os
Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Brasília. 2012.
BRASIL. Governo Federal. Lei Nº 12.319, de 1º de setembro de 2010 Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais
– LIBRAS. Brasília. 2002.
BRASIL. Governo Federal. Lei 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a
educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Brasília.
1999.
BRASIL. Governo Federal. Decreto n. 4.281 de 25 de junho de 2002, Regulamenta
a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de
Educação Ambiental. Brasília. 2002.
BRASIL. Governo Federal. Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília. 1996.
BRASIL. Governo Federal. Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 - Dispõe sobre a
Língua Brasileira de Sinais – Libras. Brasília. 2002.
BRASIL, Governo Federal. Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008 – Dispõe
sobre o Estágio de estudantes. Brasília. 2008.
BRASIL, Governo Federal. Resolução nº 12.764 de 27 de dezembro de 2012 Institui a Política Nacional de proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno
do Espectro Autista; e altera o Parágrafo 3º do Artigo 98 da Lei nº 8.112 de 11 de
dezembro de 1990. Brasília. 2012.
BRASIL. Ministério da Educação. Cadastro de denominações consolidadas para
Cursos de Graduação (bacharelado e licenciatura) do Ministério da Educação.
Brasília. 2008.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte.
Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre
carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos
cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Brasília. 2007.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP n. 02 de 19 de fevereiro 2002
– Institui a duração e a carga horária dos Cursos de Licenciatura, de graduação
Plena, de Formação de Professores da Educação Básica em Nível Superior.
Brasília. 2002.
153
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP n. 02 de 1 de julho 2015 –
Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível
superior e para a formação continuada. Brasília. 2015.
BRASIL. Ministério da Educação. Portaria Normativa n. 40 de 12/12/2007 - Institui o
e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações
relativas aos processos de regulação, avaliação e supervisão da educação
superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC de Instituições e
Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade,
banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE) e outras disposições. Brasília. 2007.
BRASIL. Ministério da Educação. Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005,
regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB) – Dispõe
sobre o credenciamento de instituições para ofertas de cursos ou programas,
na modalidade a distância. Brasília. 2005.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de
Bacharelado e Licenciatura. Brasília. 2010.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução nº 03 de 08 de março de 2004.
Diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Dança. Brasília.
2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 10.098 de 10 de dezembro de 2000 –
Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade
das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida e dá outras
providências. Brasília. 2000.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 10.172/2001 - Plano Nacional de Educação.
Brasília. 2001.
BRASIL. Ministério da Educação. Portaria nº 2.678/02 – Política Nacional de
Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília. 2002.
BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CONAES N° 4, de 17 de junho de 2010 Dispõe sobre o Núcleo Docente Estruturante – NDE. Brasília. 2010.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004 Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais
e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília. 2004.
BRASIL, Ministério da Educação. Resolução CNE/CP Nº 1 de 30 de maio de 2012 –
Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Brasília.
2012.
154
BRASIL. Ministério da Educação. PARECER CNE/CP N.º03 de 10 de março de 2004
– Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações ÉtnicoRaciais e para o Ensino de História e Cultura Afro Brasileira e Africana. Brasília.
2004.
BRASIL. Ministério da Educação. PARECER CNE/CP N.º09/2001, Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica,
em nível superior, curso de licenciatura, de graduação. Brasília. 2001.
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autorização para o funcionamento de campus fora de sede da Universidade
Federal de Alagoas. Brasil. 2007.
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Superior e a Avaliação in Loco do Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior (Sinaes). Brasília. 2013.
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01
PROGRAD/Fórum dos Colegiados - Disciplina a redução da carga horária de
estágio curricular supervisionado para os alunos dos cursos de Licenciatura da
UFAL que exercem atividade docente regular na Educação Básica. Pró-Reitoria
de Graduação da UFAL. Maceió-AL. 2013.
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas. RESOLUÇÃO Nº 52/2012CONSUNI/UFAL – Dispõe sobre o Núcleo Docente Estruturante – NDE no âmbito
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os estágios curriculares supervisionados na UFAL. GEST/PROGRAD. 2018.
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PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de setembro de 2013 - Dispõe sobre
os procedimentos para reformulação dos projetos pedagógicos dos cursos de
graduação da UFAL. Pró-Reitoria de Graduação da UFAL. Maceió-AL. 2013.
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PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro de 2013 - Disciplina a
construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) nos cursos de graduação
da UFAL. Pró-Reitoria de Graduação da UFAL. Maceió-AL. 2013.
155
BRASIL, Universidade Federal de Alagoas. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2019
- Estabelece as Normas de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, no Curso de
Licenciatura em Dança, da UFAL. Núcleo Docente Estruturante/Colegiado Curso
Licenciatura em Dança. UFAL. Maceió-AL. 2019.
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº 25/2005 – CEP, de 26 de
outubro de 2005 – Institui e regulamenta o funcionamento do regime acadêmico
semestral, nos cursos de graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006.
Maceió. 2005.
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
da Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de
novembro de 1995, estabelece normas para o funcionamento da parte flexível do
sistema seriado dos cursos de graduação. Plano de Desenvolvimento
Institucional da UFAL 2013-2017. Maceió, 1995.
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas. Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão da Universidade Federal de Alagoas. Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26
de outubro de 2005, institui e regulamenta o funcionamento do Regime
Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a partir do ano letivo
de 2006. Maceió-AL. 2005.
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dança contemporânea. Dissertação de mestrado em Artes Cênicas. UNICAMP.
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cotidiano escolar. Dissertação de mestrado em Educação. Universidade Federal de
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SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo:
Cortez. 2000.
157
ANEXOS
158
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CONSELHO PLENO
RESOLUÇÃO Nº 2, DE 1º DE JULHO DE 2015(*)
Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para
a formação inicial em nível superior (cursos de
licenciatura, cursos de formação pedagógica
para graduados e cursos de segunda
licenciatura) e para a formação continuada.
O Presidente do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas
atribuições legais e tendo em vista o disposto na Lei nº 9.131, de 24 de novembro de
1995, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Lei nº 11.494, de 20 de junho de
2007, Lei nº 11.502, de 11 de julho de 2007, Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, Lei
nº 12.796, de 4 de abril de 2013, Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, observados
os preceitos dos artigos 61 até 67 e do artigo 87 da Lei nº 9.394, de 1996, que
dispõem sobre a formação de profissionais do magistério, e considerando o Decreto
nº 6.755, de 29 de janeiro de 2009, as Resoluções CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro
de 2002, CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002, CNE/CP nº 1, de 15 de maio de
2006, CNE/CP nº 1, de 11 de fevereiro de 2009, CNE/CP nº 3, de 15 de junho de
2012, e as Resoluções CNE/CEB nº 2, de 19 de abril de 1999, e CNE/CEB nº 2, de 25
de fevereiro de 2009, as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, bem
como o Parecer CNE/CP nº 2, de 9 de junho de 2015, homologado por Despacho do
Ministro de Estado da Educação publicado no Diário Oficial do União de 25 de junho
de 2015, e
CONSIDERANDO que a consolidação das normas nacionais para a formação
de profissionais do magistério para a educação básica é indispensável para o projeto
nacional da educação brasileira, em seus níveis e suas modalidades da educação,
tendo em vista a abrangência e a complexidade da educação de modo geral e, em
especial, a educação escolar inscrita na sociedade;
CONSIDERANDO que a concepção sobre conhecimento, educação e ensino é
basilar para garantir o projeto da educação nacional, superar a fragmentação das
políticas públicas e a desarticulação institucional por meio da instituição do Sistema
Nacional de Educação, sob relações de cooperação e colaboração entre entes
federados e sistemas educacionais;
CONSIDERANDO que a igualdade de condições para o acesso e a
permanência na escola; a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a
cultura, o pensamento, a arte e o saber; o pluralismo de ideias e de concepções
pedagógicas; o respeito à liberdade e o apreço à tolerância; a valorização do
159
profissional da educação; a gestão democrática do ensino público; a garantia de um
padrão de qualidade; a valorização da experiência extraescolar; a vinculação entre a
educação escolar, o trabalho e as práticas sociais; o respeito e a valorização da
diversidade étnico-racial, entre outros, constituem princípios vitais para a melhoria e
democratização da gestão e do ensino;
CONSIDERANDO que as instituições de educação básica, seus processos de
organização e gestão e projetos pedagógicos cumprem, sob a legislação vigente, um
papel estratégico na formação requerida nas diferentes etapas (educação infantil,
ensino fundamental e ensino médio) e modalidades da educação básica;
CONSIDERANDO a necessidade de articular as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação Inicial e Continuada, em Nível Superior, e as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Básica;
CONSIDERANDO os princípios que norteiam a base comum nacional para a
formação inicial e continuada, tais como: a) sólida formação teórica e interdisciplinar;
b) unidade teoria-prática; c) trabalho coletivo e interdisciplinar; d) compromisso social
e valorização do profissional da educação; e) gestão democrática; f) avaliação e
regulação dos cursos de formação;
CONSIDERANDO a articulação entre graduação e pós-graduação e entre
pesquisa e extensão como princípio pedagógico essencial ao exercício e
aprimoramento do profissional do magistério e da prática educativa;
CONSIDERANDO a docência como ação educativa e como processo
pedagógico intencional e metódico, envolvendo conhecimentos específicos,
interdisciplinares e pedagógicos, conceitos, princípios e objetivos da formação que se
desenvolvem entre conhecimentos científicos e culturais, nos valores éticos, políticos
e estéticos inerentes ao ensinar e aprender, na socialização e construção de
conhecimentos, no diálogo constante entre diferentes visões de mundo;
CONSIDERANDO o currículo como o conjunto de valores propício à produção
e à socialização de significados no espaço social e que contribui para a construção da
identidade sociocultural do educando, dos direitos e deveres do cidadão, do respeito
ao bem comum e à democracia, às práticas educativas formais e não formais e à
orientação para o trabalho;
CONSIDERANDO a realidade concreta dos sujeitos que dão vida ao currículo
e às instituições de educação básica, sua organização e gestão, os projetos de
formação, devem ser contextualizados no espaço e no tempo e atentos às
características das crianças, adolescentes, jovens e adultos que justificam e instituem
a vida da/e na escola, bem como possibilitar a reflexão sobre as relações entre a vida,
o conhecimento, a cultura, o profissional do magistério, o estudante e a instituição;
CONSIDERANDO que a educação em e para os direitos humanos é um direito
fundamental constituindo uma parte do direito à educação e, também, uma mediação
para efetivar o conjunto dos direitos humanos reconhecidos pelo Estado brasileiro em
seu ordenamento jurídico e pelos países que lutam pelo fortalecimento da
democracia, e que a educação em direitos humanos é uma necessidade estratégica
na formação dos profissionais do magistério e na ação educativa em consonância
com as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
160
CONSIDERANDO a importância do profissional do magistério e de sua
valorização profissional, assegurada pela garantia de formação inicial e continuada,
plano de carreira, salário e condições dignas de trabalho;
CONSIDERANDO o trabalho coletivo como dinâmica político-pedagógica que
requer planejamento sistemático e integrado,
Resolve:
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º Ficam instituídas, por meio da presente Resolução, as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e Continuada em Nível Superior de
Profissionais do Magistério para a Educação Básica, definindo princípios,
fundamentos, dinâmica formativa e procedimentos a serem observados nas políticas,
na gestão e nos programas e cursos de formação, bem como no planejamento, nos
processos de avaliação e de regulação das instituições de educação que as ofertam.
§ 1º Nos termos do § 1º do artigo 62 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB), as instituições formadoras em articulação com os sistemas de ensino,
em regime de colaboração, deverão promover, de maneira articulada, a formação
inicial e continuada dos profissionais do magistério para viabilizar o atendimento às
suas especificidades nas diferentes etapas e modalidades de educação básica,
observando as normas específicas definidas pelo Conselho Nacional de Educação
(CNE).
§ 2º As instituições de ensino superior devem conceber a formação inicial e
continuada dos profissionais do magistério da educação básica na perspectiva do
atendimento às políticas públicas de educação, às Diretrizes Curriculares Nacionais,
ao padrão de qualidade e ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
(Sinaes), manifestando organicidade entre o seu Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI), seu Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e seu Projeto
Pedagógico de Curso (PPC) como expressão de uma política articulada à educação
básica, suas políticas e diretrizes.
§ 3º Os centros de formação de estados e municípios, bem como as instituições
educativas de educação básica que desenvolverem atividades de formação
continuada dos profissionais do magistério, devem concebê-la atendendo às políticas
públicas de educação, às Diretrizes Curriculares Nacionais, ao padrão de qualidade e
ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), expressando uma
organicidade entre o seu Plano Institucional, o Projeto Político Pedagógico (PPP) e o
Projeto Pedagógico de Formação Continuada (PPFC) através de uma política
institucional articulada à educação básica, suas políticas e diretrizes.
Art. 2º As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e
Continuada em Nível Superior de Profissionais do Magistério para a Educação Básica
aplicam-se à formação de professores para o exercício da docência na educação
infantil, no ensino fundamental, no ensino médio e nas respectivas modalidades de
161
educação (Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial, Educação Profissional
e Tecnológica, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, Educação a
Distância e Educação Escolar Quilombola), nas diferentes áreas do conhecimento e
com integração entre elas, podendo abranger um campo específico e/ou
interdisciplinar.
§ 1º Compreende-se a docência como ação educativa e como processo
pedagógico intencional e metódico, envolvendo conhecimentos específicos,
interdisciplinares e pedagógicos, conceitos, princípios e objetivos da formação que se
desenvolvem na construção e apropriação dos valores éticos, linguísticos, estéticos e
políticos do conhecimento inerentes à sólida formação científica e cultural do
ensinar/aprender, à socialização e construção de conhecimentos e sua inovação, em
diálogo constante entre diferentes visões de mundo.
§ 2º No exercício da docência, a ação do profissional do magistério da
educação básica é permeada por dimensões técnicas, políticas, éticas e estéticas por
meio de sólida formação, envolvendo o domínio e manejo de conteúdos e
metodologias, diversas linguagens, tecnologias e inovações, contribuindo para ampliar
a visão e a atuação desse profissional.
Art. 3º A formação inicial e a formação continuada destinam-se,
respectivamente, à preparação e ao desenvolvimento de profissionais para funções de
magistério na educação básica em suas etapas – educação infantil, ensino
fundamental, ensino médio – e modalidades – educação de jovens e adultos,
educação especial, educação profissional e técnica de nível médio, educação escolar
indígena, educação do campo, educação escolar quilombola e educação a distância –
a partir de compreensão ampla e contextualizada de educação e educação escolar,
visando assegurar a produção e difusão de conhecimentos de determinada área e a
participação na elaboração e implementação do projeto político-pedagógico da
instituição, na perspectiva de garantir, com qualidade, os direitos e objetivos de
aprendizagem e o seu desenvolvimento, a gestão democrática e a avaliação
institucional.
§ 1º Por educação entendem-se os processos formativos que se desenvolvem
na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino,
pesquisa e extensão, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas
relações criativas entre natureza e cultura.
§ 2º Para fins desta Resolução, a educação contextualizada se efetiva, de
modo sistemático e sustentável, nas instituições educativas, por meio de processos
pedagógicos entre os profissionais e estudantes articulados nas áreas de
conhecimento específico e/ou interdisciplinar e pedagógico, nas políticas, na gestão,
nos fundamentos e nas teorias sociais e pedagógicas para a formação ampla e cidadã
e para o aprendizado nos diferentes níveis, etapas e modalidades de educação
básica.
§ 3º A formação docente inicial e continuada para a educação básica constitui
processo dinâmico e complexo, direcionado à melhoria permanente da qualidade
social da educação e à valorização profissional, devendo ser assumida em regime de
162
colaboração pelos entes federados nos respectivos sistemas de ensino e
desenvolvida pelas instituições de educação credenciadas.
§ 4º Os profissionais do magistério da educação básica compreendem aqueles
que exercem atividades de docência e demais atividades pedagógicas, incluindo a
gestão educacional dos sistemas de ensino e das unidades escolares de educação
básica, nas diversas etapas e modalidades de educação (educação infantil, ensino
fundamental, ensino médio, educação de jovens e adultos, educação especial,
educação profissional e técnica de nível médio, educação escolar indígena, educação
do campo, educação escolar quilombola e educação a distância), e possuem a
formação mínima exigida pela legislação federal das Diretrizes e Bases da Educação
Nacional.
§ 5º São princípios da Formação de Profissionais do Magistério da Educação
Básica:
I - a formação docente para todas as etapas e modalidades da educação
básica como compromisso público de Estado, buscando assegurar o direito das
crianças, jovens e adultos à educação de qualidade, construída em bases científicas e
técnicas sólidas em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Básica;
II - a formação dos profissionais do magistério (formadores e estudantes) como
compromisso com projeto social, político e ético que contribua para a consolidação de
uma nação soberana, democrática, justa, inclusiva e que promova a emancipação dos
indivíduos e grupos sociais, atenta ao reconhecimento e à valorização da diversidade
e, portanto, contrária a toda forma de discriminação;
III - a colaboração constante entre os entes federados na consecução dos
objetivos da Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da
Educação Básica, articulada entre o Ministério da Educação (MEC), as instituições
formadoras e os sistemas e redes de ensino e suas instituições;
IV - a garantia de padrão de qualidade dos cursos de formação de docentes
ofertados pelas instituições formadoras;
V - a articulação entre a teoria e a prática no processo de formação docente,
fundada no domínio dos conhecimentos científicos e didáticos, contemplando a
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão;
VI - o reconhecimento das instituições de educação básica como espaços
necessários à formação dos profissionais do magistério;
VII - um projeto formativo nas instituições de educação sob uma sólida base
teórica e interdisciplinar que reflita a especificidade da formação docente,
assegurando organicidade ao trabalho das diferentes unidades que concorrem para
essa formação;
VIII - a equidade no acesso à formação inicial e continuada,
contribuindo para a redução das desigualdades sociais, regionais e locais;
IX - a articulação entre formação inicial e formação continuada, bem como entre
os diferentes níveis e modalidades de educação;
X - a compreensão da formação continuada como componente essencial da
profissionalização inspirado nos diferentes saberes e na experiência docente,
163
integrando-a ao cotidiano da instituição educativa, bem como ao projeto pedagógico
da instituição de educação básica;
XI - a compreensão dos profissionais do magistério como agentes formativos
de cultura e da necessidade de seu acesso permanente às informações, vivência e
atualização culturais.
§ 6º O projeto de formação deve ser elaborado e desenvolvido por meio da
articulação entre a instituição de educação superior e o sistema de educação básica,
envolvendo a consolidação de fóruns estaduais e distrital permanentes de apoio à
formação docente, em regime de colaboração, e deve contemplar:
I - sólida formação teórica e interdisciplinar dos profissionais;
II - a inserção dos estudantes de licenciatura nas instituições de educação
básica da rede pública de ensino, espaço privilegiado da práxis docente;
III - o contexto educacional da região onde será desenvolvido;
IV - as atividades de socialização e a avaliação de seus impactos nesses
contextos;
V - a ampliação e o aperfeiçoamento do uso da Língua Portuguesa e da
capacidade comunicativa, oral e escrita, como elementos fundamentais da formação
dos professores, e da aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (Libras);
VI - as questões socioambientais, éticas, estéticas e relativas à diversidade
étnico-racial, de gênero, sexual, religiosa, de faixa geracional e sociocultural como
princípios de equidade.
§ 7º Os cursos de formação inicial e continuada de profissionais do magistério
da educação básica para a educação escolar indígena, a educação escolar do campo
e a educação escolar quilombola devem reconhecer que:
I - a formação inicial e continuada de profissionais do magistério para a
educação básica da educação escolar indígena, nos termos desta Resolução, deverá
considerar as normas e o ordenamento jurídico próprios, com ensino intercultural e
bilíngue, visando à valorização plena das culturas dos povos indígenas e à afirmação
e manutenção de sua diversidade étnica;
II - a formação inicial e continuada de profissionais do magistério para a
educação básica da educação escolar do campo e da educação escolar quilombola,
nos termos desta Resolução, deverá considerar a diversidade étnico-cultural de cada
comunidade.
Art. 4º A instituição de educação superior que ministra programas e cursos de
formação inicial e continuada ao magistério, respeitada sua organização acadêmica,
deverá contemplar, em sua dinâmica e estrutura, a articulação entre ensino, pesquisa
e extensão para garantir efetivo padrão de qualidade acadêmica na formação
oferecida, em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), o
Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o Projeto Pedagógico de Curso (PPC).
Parágrafo único. Os centros de formação de estados e municípios, bem como
as instituições educativas de educação básica que desenvolverem atividades de
formação continuada dos profissionais do magistério, deverão contemplar, em sua
dinâmica e estrutura, a articulação entre ensino e pesquisa, para garantir efetivo
padrão de qualidade acadêmica na formação oferecida, em consonância com o plano
164
institucional, o projeto político-pedagógico e o projeto pedagógico de formação
continuada.
CAPÍTULO II
FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO
PARA EDUCAÇÃO BÁSICA: BASE COMUM NACIONAL
Art. 5º A formação de profissionais do magistério deve assegurar a base
comum nacional, pautada pela concepção de educação como processo emancipatório
e permanente, bem como pelo reconhecimento da especificidade do trabalho docente,
que conduz à práxis como expressão da articulação entre teoria e prática e à
exigência de que se leve em conta a realidade dos ambientes das instituições
educativas da educação básica e da profissão, para que se possa conduzir o(a)
egresso(a):
I - à integração e interdisciplinaridade curricular, dando significado e relevância
aos conhecimentos e vivência da realidade social e cultural, consoantes às exigências
da educação básica e da educação superior para o exercício da cidadania e
qualificação para o trabalho;
II - à construção do conhecimento, valorizando a pesquisa e a extensão como
princípios pedagógicos essenciais ao exercício e aprimoramento do profissional do
magistério e ao aperfeiçoamento da prática educativa;
III - ao acesso às fontes nacionais e internacionais de pesquisa, ao material de
apoio pedagógico de qualidade, ao tempo de estudo e produção acadêmicaprofissional, viabilizando os programas de fomento à pesquisa sobre a educação
básica;
IV - às dinâmicas pedagógicas que contribuam para o exercício profissional e o
desenvolvimento do profissional do magistério por meio de visão ampla do processo
formativo, seus diferentes ritmos, tempos e espaços, em face das dimensões
psicossociais, histórico-culturais, afetivas, relacionais e interativas que permeiam a
ação pedagógica, possibilitando as condições para o exercício do pensamento crítico,
a resolução de problemas, o trabalho coletivo e interdisciplinar, a criatividade, a
inovação, a liderança e a autonomia;
V - à elaboração de processos de formação do docente em consonância com
as mudanças educacionais e sociais, acompanhando as transformações
gnosiológicas e epistemológicas do conhecimento;
VI - ao uso competente das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)
para o aprimoramento da prática pedagógica e a ampliação da formação cultural
dos(das) professores(as) e estudantes;
VII - à promoção de espaços para a reflexão crítica sobre as diferentes
linguagens e seus processos de construção, disseminação e uso, incorporando-os ao
processo pedagógico, com a intenção de possibilitar o desenvolvimento da criticidade
e da criatividade;
VIII - à consolidação da educação inclusiva através do respeito às diferenças,
reconhecendo e valorizando a diversidade étnico-racial, de gênero, sexual, religiosa,
de faixa geracional, entre outras;
165
IX - à aprendizagem e ao desenvolvimento de todos(as) os(as) estudantes
durante o percurso educacional por meio de currículo e atualização da prática docente
que favoreçam a formação e estimulem o aprimoramento pedagógico das instituições.
Art. 6º A oferta, o desenvolvimento e a avaliação de atividades, cursos e
programas de formação inicial e continuada, bem como os conhecimentos
específicos, interdisciplinares, os fundamentos da educação e os conhecimentos
pedagógicos, bem como didáticas e práticas de ensino e as vivências pedagógicas de
profissionais do magistério nas modalidades presencial e a distância, devem observar
o estabelecido na legislação e nas regulamentações em vigor para os respectivos
níveis, etapas e modalidades da educação nacional, assegurando a mesma carga
horária e instituindo efetivo processo de organização, de gestão e de relação
estudante/professor, bem como sistemática de acompanhamento e avaliação do
curso, dos docentes e dos estudantes.
CAPÍTULO III
DO (A) EGRESSO (A) DA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA
Art. 7º O(A) egresso(a) da formação inicial e continuada deverá possuir um
repertório de informações e habilidades composto pela pluralidade de conhecimentos
teóricos e práticos, resultado do projeto pedagógico e do percurso formativo
vivenciado cuja consolidação virá do seu exercício profissional, fundamentado em
princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e
relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética, de modo a lhe permitir:
I - o conhecimento da instituição educativa como organização complexa na
função de promover a educação para e na cidadania;
II - a pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de
interesse da área educacional e específica;
III - a atuação profissional no ensino, na gestão de processos educativos e na
organização e gestão de instituições de educação básica.
Parágrafo único. O PPC, em articulação com o PPI e o PDI, deve abranger
diferentes características e dimensões da iniciação à docência, entre as quais:
I - estudo do contexto educacional, envolvendo ações nos diferentes espaços
escolares, como salas de aula, laboratórios, bibliotecas, espaços recreativos e
desportivos, ateliês, secretarias;
II - desenvolvimento de ações que valorizem o trabalho coletivo, interdisciplinar
e com intencionalidade pedagógica clara para o ensino e o processo de ensinoaprendizagem;
III - planejamento e execução de atividades nos espaços formativos
(instituições de educação básica e de educação superior, agregando outros ambientes
culturais, científicos e tecnológicos, físicos e virtuais que ampliem as oportunidades de
construção de conhecimento), desenvolvidas em níveis crescentes de complexidade
em direção à autonomia do estudante em formação;
IV - participação nas atividades de planejamento e no projeto pedagógico da
escola, bem como participação nas reuniões pedagógicas e órgãos colegiados;
166
V - análise do processo pedagógico e de ensino-aprendizagem dos conteúdos
específicos e pedagógicos, além das diretrizes e currículos educacionais da educação
básica;
VI - leitura e discussão de referenciais teóricos contemporâneos educacionais e
de formação para a compreensão e a apresentação de propostas e dinâmicas
didático-pedagógicas;
VII - cotejamento e análise de conteúdos que balizam e fundamentam as
diretrizes curriculares para a educação básica, bem como de conhecimentos
específicos e pedagógicos, concepções e dinâmicas didático-pedagógicas, articuladas
à prática e à experiência dos professores das escolas de educação básica, seus
saberes sobre a escola e sobre a mediação didática dos conteúdos;
VIII - desenvolvimento, execução, acompanhamento e avaliação de projetos
educacionais, incluindo o uso de tecnologias educacionais e diferentes recursos e
estratégias didático-pedagógicas;
IX - sistematização e registro das atividades em portfólio ou recurso
equivalente de acompanhamento.
Art. 8º O (A) egresso (a) dos cursos de formação inicial em nível superior
deverá, portanto, estar apto a:
I - atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade
justa, equânime, igualitária;
II - compreender o seu papel na formação dos estudantes da educação básica
a partir de concepção ampla e contextualizada de ensino e processos de
aprendizagem e desenvolvimento destes, incluindo aqueles que não tiveram
oportunidade de escolarização na idade própria;
III - trabalhar na promoção da aprendizagem e do desenvolvimento de sujeitos
em diferentes fases do desenvolvimento humano nas etapas e modalidades de
educação básica;
IV - dominar os conteúdos específicos e pedagógicos e as abordagens teóricometodológicas do seu ensino, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases
do desenvolvimento humano;
V - relacionar a linguagem dos meios de comunicação à educação, nos
processos didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de
informação e comunicação para o desenvolvimento da aprendizagem;
VI - promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a
família e a comunidade;
VII - identificar questões e problemas socioculturais e educacionais, com
postura investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, a fim
de contribuir para a superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas,
culturais, religiosas, políticas, de gênero, sexuais e outras;
VIII - demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de
natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, de faixas geracionais, de
classes sociais, religiosas, de necessidades especiais, de diversidade sexual, entre
outras;
167
IX - atuar na gestão e organização das instituições de educação básica,
planejando, executando, acompanhando e avaliando políticas, projetos e programas
educacionais;
X - participar da gestão das instituições de educação básica, contribuindo para
a elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto
pedagógico;
XI - realizar pesquisas que proporcionem conhecimento sobre os estudantes e
sua realidade sociocultural, sobre processos de ensinar e de aprender, em diferentes
meios ambiental-ecológicos, sobre propostas curriculares e sobre organização do
trabalho educativo e práticas pedagógicas, entre outros;
XII - utilizar instrumentos de pesquisa adequados para a construção de
conhecimentos pedagógicos e científicos, objetivando a reflexão sobre a própria
prática e a discussão e disseminação desses conhecimentos; XIII - estudar e
compreender criticamente as Diretrizes Curriculares Nacionais, além de outras
determinações legais, como componentes de formação fundamentais para o exercício
do magistério.
Parágrafo único. Os professores indígenas e aqueles que venham a atuar em
escolas indígenas, professores da educação escolar do campo e da educação escolar
quilombola, dada a particularidade das populações com que trabalham e da situação
em que atuam, sem excluir o acima explicitado, deverão:
I - promover diálogo entre a comunidade junto a quem atuam e os outros
grupos sociais sobre conhecimentos, valores, modos de vida, orientações filosóficas,
políticas e religiosas próprios da cultura local;
II - atuar como agentes interculturais para a valorização e o estudo de temas
específicos relevantes.
CAPÍTULO IV
DA FORMAÇÃO INICIAL DO MAGISTÉRIO DA
EDUCAÇÃO BÁSICA EM NÍVEL SUPERIOR
Art. 9º Os cursos de formação inicial para os profissionais do magistério para a
educação básica, em nível superior, compreendem:
I - cursos de graduação de licenciatura;
II - cursos de formação pedagógica para graduados não licenciados;
III - cursos de segunda licenciatura.
§ 1º A instituição formadora definirá no seu projeto institucional as formas de
desenvolvimento da formação inicial dos profissionais do magistério da educação
básica articuladas às políticas de valorização desses profissionais e à base comum
nacional explicitada no capítulo II desta Resolução.
§ 2º A formação inicial para o exercício da docência e da gestão na educação
básica implica a formação em nível superior adequada à área de conhecimento e às
etapas de atuação.
§ 3º A formação inicial de profissionais do magistério será ofertada,
preferencialmente, de forma presencial, com elevado padrão acadêmico, científico e
tecnológico e cultural.
168
Art. 10. A formação inicial destina-se àqueles que pretendem exercer o
magistério da educação básica em suas etapas e modalidades de educação e em
outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos, compreendendo
a articulação entre estudos teórico-práticos, investigação e reflexão crítica,
aproveitamento da formação e experiências anteriores em instituições de ensino.
Parágrafo único. As atividades do magistério também compreendem a atuação
e participação na organização e gestão de sistemas de educação básica e suas
instituições de ensino, englobando:
I - planejamento, desenvolvimento, coordenação, acompanhamento e avaliação
de projetos, do ensino, das dinâmicas pedagógicas e experiências educativas;
II - produção e difusão do conhecimento científico-tecnológico das áreas
específicas e do campo educacional.
Art. 11. A formação inicial requer projeto com identidade própria de curso de
licenciatura articulado ao bacharelado ou tecnológico, a outra(s) licenciatura(s) ou a
cursos de formação pedagógica de docentes, garantindo:
I - articulação com o contexto educacional, em suas dimensões sociais,
culturais, econômicas e tecnológicas;
II - efetiva articulação entre faculdades e centros de educação, institutos,
departamentos e cursos de áreas específicas, além de fóruns de licenciatura;
III - coordenação e colegiado próprios que formulem projeto pedagógico e se
articulem com as unidades acadêmicas envolvidas e, no escopo do PDI e PPI, tomem
decisões sobre a organização institucional e sobre as questões administrativas no
âmbito de suas competências;
IV - interação sistemática entre os sistemas, as instituições de educação
superior e as instituições de educação básica, desenvolvendo projetos
compartilhados;
V - projeto formativo que assegure aos estudantes o domínio dos
conteúdos específicos da área de atuação, fundamentos e metodologias, bem como
das tecnologias;
VI - organização institucional para a formação dos formadores, incluindo tempo
e espaço na jornada de trabalho para as atividades coletivas e para o estudo e a
investigação sobre o aprendizado dos professores em formação;
VII - recursos pedagógicos como biblioteca, laboratórios, videoteca, entre
outros, além de recursos de tecnologias da informação e da comunicação, com
qualidade e quantidade, nas instituições de formação;
VIII - atividades de criação e apropriação culturais junto aos formadores e
futuros professores.
Art. 12. Os cursos de formação inicial, respeitadas a diversidade nacional e a
autonomia pedagógica das instituições, constituir-se-ão dos seguintes núcleos:
I - núcleo de estudos de formação geral, das áreas específicas e
interdisciplinares, e do campo educacional, seus fundamentos e metodologias, e das
diversas realidades educacionais, articulando:
a) princípios, concepções, conteúdos e critérios oriundos de diferentes áreas do
conhecimento, incluindo os conhecimentos pedagógicos, específicos e
169
interdisciplinares, os fundamentos da educação, para o desenvolvimento das pessoas,
das organizações e da sociedade;
b) princípios de justiça social, respeito à diversidade, promoção da participação
e gestão democrática;
c) conhecimento, avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos,
procedimentos e processos de ensino e aprendizagem que contemplem a diversidade
social e cultural da sociedade brasileira;
d) observação, análise, planejamento, desenvolvimento e avaliação de
processos educativos e de experiências educacionais em instituições educativas;
e) conhecimento multidimensional e interdisciplinar sobre o ser humano e
práticas educativas, incluindo conhecimento de processos de desenvolvimento de
crianças, adolescentes, jovens e adultos, nas dimensões física, cognitiva, afetiva,
estética, cultural, lúdica, artística, ética e biopsicossocial;
f) diagnóstico sobre as necessidades e aspirações dos diferentes segmentos
da sociedade relativamente à educação, sendo capaz de identificar diferentes forças e
interesses, de captar contradições e de considerá-los nos planos pedagógicos, no
ensino e seus processos articulados à aprendizagem, no planejamento e na
realização de atividades educativas;
g) pesquisa e estudo dos conteúdos específicos e pedagógicos, seus
fundamentos e metodologias, legislação educacional, processos de organização e
gestão, trabalho docente, políticas de financiamento, avaliação e currículo;
h) decodificação e utilização de diferentes linguagens e códigos linguísticosociais utilizadas pelos estudantes, além do trabalho didático sobre conteúdos
pertinentes às etapas e modalidades de educação básica;
i) pesquisa e estudo das relações entre educação e trabalho, educação e
diversidade, direitos humanos, cidadania, educação ambiental, entre outras
problemáticas centrais da sociedade contemporânea;
j) questões atinentes à ética, estética e ludicidade no contexto do exercício
profissional, articulando o saber acadêmico, a pesquisa, a extensão e a prática
educativa;
l) pesquisa, estudo, aplicação e avaliação da legislação e produção específica
sobre organização e gestão da educação nacional.
II - núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos das áreas de
atuação profissional, incluindo os conteúdos específicos e pedagógicos, priorizadas
pelo projeto pedagógico das instituições, em sintonia com os sistemas de ensino, que,
atendendo às demandas sociais, oportunizará, entre outras possibilidades:
a) investigações sobre processos educativos, organizacionais e de gestão na
área educacional;
b) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e
processos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da
sociedade brasileira;
c) pesquisa e estudo dos conhecimentos pedagógicos e fundamentos da
educação, didáticas e práticas de ensino, teorias da educação, legislação
educacional, políticas de financiamento, avaliação e currículo.
170
d) Aplicação ao campo da educação de contribuições e conhecimentos, como o
pedagógico, o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental-ecológico, o
psicológico, o linguístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural;
III - núcleo de estudos integradores para enriquecimento curricular,
compreendendo a participação em:
a) seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciação científica,
iniciação à docência, residência docente, monitoria e extensão, entre outros, definidos
no projeto institucional da instituição de educação superior e diretamente orientados
pelo corpo docente da mesma instituição;
b) atividades práticas articuladas entre os sistemas de ensino e instituições
educativas de modo a propiciar vivências nas diferentes áreas do campo educacional,
assegurando aprofundamento e diversificação de estudos, experiências e utilização
de recursos pedagógicos;
c) mobilidade estudantil, intercâmbio e outras atividades previstas no PPC;
d) atividades de comunicação e expressão visando à aquisição e à apropriação de
recursos de linguagem capazes de comunicar, interpretar a realidade estudada e criar
conexões com a vida social.
CAPÍTULO V
DA FORMAÇÃO INICIAL DO MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
EM NÍVEL SUPERIOR: ESTRUTURA E CURRÍCULO
Art. 13. Os cursos de formação inicial de professores para a educação básica
em nível superior, em cursos de licenciatura, organizados em áreas especializadas,
por componente curricular ou por campo de conhecimento e/ou interdisciplinar,
considerando-se a complexidade e multirreferencialidade dos estudos que os
englobam, bem como a formação para o exercício integrado e indissociável da
docência na educação básica, incluindo o ensino e a gestão educacional, e dos
processos educativos escolares e não escolares, da produção e difusão do
conhecimento científico, tecnológico e educacional, estruturam-se por meio da
garantia de base comum nacional das orientações curriculares.
§ 1º Os cursos de que trata o caput terão, no mínimo, 3.200 (três mil e
duzentas) horas de efetivo trabalho acadêmico, em cursos com duração de, no
mínimo, 8 (oito) semestres ou 4 (quatro) anos, compreendendo:
I - 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular,
distribuídas ao longo do processo formativo;
II - 400 (quatrocentas) horas dedicadas ao estágio supervisionado, na área de
formação e atuação na educação básica, contemplando também outras áreas
específicas, se for o caso, conforme o projeto de curso da instituição;
III - pelo menos 2.200 (duas mil e duzentas) horas dedicadas às atividades
formativas estruturadas pelos núcleos definidos nos incisos I e II do artigo 12 desta
Resolução, conforme o projeto de curso da instituição;
IV - 200 (duzentas) horas de atividades teórico-práticas de aprofundamento em
áreas específicas de interesse dos estudantes, conforme núcleo definido no inciso III
171
do artigo 12 desta Resolução, por meio da iniciação científica, da iniciação à docência,
da extensão e da monitoria, entre outras, consoante o projeto de curso da instituição.
§ 2º Os cursos de formação deverão garantir nos currículos conteúdos
específicos da respectiva área de conhecimento ou interdisciplinares, seus
fundamentos e metodologias, bem como conteúdos relacionados aos fundamentos da
educação, formação na área de políticas públicas e gestão da educação, seus
fundamentos e metodologias, direitos humanos, diversidades étnico-racial, de gênero,
sexual, religiosa, de faixa geracional, Língua Brasileira de Sinais (Libras), educação
especial e direitos educacionais de adolescentes e jovens em cumprimento de
medidas socioeducativas.
§ 3º Deverá ser garantida, ao longo do processo, efetiva e concomitante
relação entre teoria e prática, ambas fornecendo elementos básicos para o
desenvolvimento dos conhecimentos e habilidades necessários à docência.
§ 4º Os critérios de organização da matriz curricular, bem como a alocação de
tempos e espaços curriculares, se expressam em eixos em torno dos quais se
articulam dimensões a serem contempladas, como previsto no artigo 12 desta
Resolução.
§ 5º Nas licenciaturas, curso de Pedagogia, em educação infantil e anos iniciais
do ensino fundamental a serem desenvolvidas em projetos de cursos articulados,
deverão preponderar os tempos dedicados à constituição de conhecimento sobre os
objetos de ensino, e nas demais licenciaturas o tempo dedicado às dimensões
pedagógicas não será inferior à quinta parte da carga horária total.
§ 6º O estágio curricular supervisionado é componente obrigatório da
organização curricular das licenciaturas, sendo uma atividade específica
intrinsecamente articulada com a prática e com as demais atividades de trabalho
acadêmico.
Art. 14. Os cursos de formação pedagógica para graduados não licenciados, de
caráter emergencial e provisório, ofertados a portadores de diplomas de curso
superior formados em cursos relacionados à habilitação pretendida com sólida base
de conhecimentos na área estudada, devem ter carga horária mínima variável de
1.000 (mil) a 1.400 (mil e quatrocentas) horas de efetivo trabalho acadêmico,
dependendo da equivalência entre o curso de origem e a formação pedagógica
pretendida.
§ 1º A definição da carga horária deve respeitar os seguintes princípios:
I - quando o curso de formação pedagógica pertencer à mesma área do curso
de origem, a carga horária deverá ter, no mínimo, 1.000 (mil) horas;
II - quando o curso de formação pedagógica pertencer a uma área diferente da
do curso de origem, a carga horária deverá ter, no mínimo, 1.400 (mil e quatrocentas)
horas;
III - a carga horária do estágio curricular supervisionado é de 300 (trezentas)
horas;
IV - deverá haver 500 (quinhentas) horas dedicadas às atividades formativas
referentes ao inciso I deste parágrafo, estruturadas pelos núcleos definidos nos
incisos I e II do artigo 12 desta Resolução, conforme o projeto de curso da instituição;
172
V - deverá haver 900 (novecentas) horas dedicadas às atividades formativas
referentes ao inciso II deste parágrafo, estruturadas pelos núcleos definidos nos
incisos I e II do artigo 12 desta Resolução, conforme o projeto de curso da instituição;
VI - deverá haver 200 (duzentas) horas de atividades teórico-práticas de
aprofundamento em áreas específicas de interesse dos alunos, conforme núcleo
definido no inciso III do artigo 12, consoante o projeto de curso da instituição;
§ 2º Os cursos de formação deverão garantir nos currículos conteúdos
específicos da respectiva área de conhecimento ou interdisciplinares, seus
fundamentos e metodologias, bem como conteúdos relacionados aos fundamentos da
educação, formação na área de políticas públicas e gestão da educação, seus
fundamentos e metodologias, direitos humanos, diversidades étnico-racial, de gênero,
sexual, religiosa, de faixa geracional, Língua Brasileira de Sinais (Libras), educação
especial e direitos educacionais de adolescentes e jovens em cumprimento de
medidas socioeducativas.
§ 3º Cabe à instituição de educação superior ofertante do curso verificar a
compatibilidade entre a formação do candidato e a habilitação pretendida.
§ 4º O estágio curricular supervisionado é componente obrigatório da
organização curricular das licenciaturas, sendo uma atividade específica
intrinsecamente articulada com a prática e com as demais atividades de trabalho
acadêmico.
§ 5º A oferta dos cursos de formação pedagógica para graduados poderá ser
realizada por instituições de educação superior, preferencialmente universidades, que
ofertem curso de licenciatura reconhecido e com avaliação satisfatória realizada pelo
Ministério da Educação e seus órgãos na habilitação pretendida, sendo dispensada a
emissão de novos atos autorizativos.
§ 6º A oferta de cursos de formação pedagógica para graduados deverá ser
considerada quando dos processos de avaliação do curso de licenciatura mencionado
no parágrafo anterior.
§ 7º No prazo máximo de 5 (cinco) anos, o Ministério da Educação, em
articulação com os sistemas de ensino e com os fóruns estaduais permanentes de
apoio à formação docente, procederá à avaliação do desenvolvimento dos cursos de
formação pedagógica para graduados, definindo prazo para sua extinção em cada
estado da federação.
Art. 15. Os cursos de segunda licenciatura terão carga horária mínima variável
de 800 (oitocentas) a 1.200 (mil e duzentas) horas, dependendo da equivalência entre
a formação original e a nova licenciatura.
§ 1º A definição da carga horária deve respeitar os seguintes princípios:
I - quando o curso de segunda licenciatura pertencer à mesma área do curso
de origem, a carga horária deverá ter, no mínimo, 800 (oitocentas) horas;
II - quando o curso de segunda licenciatura pertencer a uma área diferente da
do curso de origem, a carga horária deverá ter, no mínimo, 1.200 (mil e duzentas)
horas;
III - a carga horária do estágio curricular supervisionado é de 300 (trezentas)
horas;
173
§ 2º Durante o processo formativo, deverá ser garantida efetiva e concomitante
relação entre teoria e prática, ambas fornecendo elementos básicos para o
desenvolvimento dos conhecimentos e habilidades necessários à docência.
§ 3º Os cursos de formação deverão garantir nos currículos conteúdos
específicos da respectiva área de conhecimento e/ou interdisciplinar, seus
fundamentos e metodologias, bem como conteúdos relacionados aos fundamentos da
educação, formação na área de políticas públicas e gestão da educação, seus
fundamentos e metodologias, direitos humanos, diversidades étnico-racial, de gênero,
sexual, religiosa, de faixa geracional, Língua Brasileira de Sinais (Libras), educação
especial e direitos educacionais de adolescentes e jovens em cumprimento de
medidas socioeducativas.
§ 4º Os cursos descritos no caput poderão ser ofertados a portadores de
diplomas de cursos de graduação em licenciatura, independentemente da área de
formação.
§ 5º Cabe à instituição de educação superior ofertante do curso verificar a
compatibilidade entre a formação do candidato e a habilitação pretendida.
§ 6º O estágio curricular supervisionado é componente obrigatório da
organização curricular das licenciaturas, sendo uma atividade específica
intrinsecamente articulada com a prática e com as demais atividades de trabalho
acadêmico.
§ 7º Os portadores de diploma de licenciatura com exercício comprovado no
magistério e exercendo atividade docente regular na educação básica poderão ter
redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 100
(cem) horas.
§ 8º A oferta dos cursos de segunda licenciatura poderá ser realizada por
instituição de educação superior que oferte curso de licenciatura reconhecido e com
avaliação satisfatória pelo MEC na habilitação pretendida, sendo dispensada a
emissão de novos atos autorizativos.
§ 9º A oferta de cursos de segunda licenciatura deverá ser considerada
quando dos processos de avaliação do curso de licenciatura mencionado no parágrafo
anterior.
§ 10. Os cursos de segunda licenciatura para professores em exercício na
educação básica pública, coordenados pelo MEC em regime de colaboração com os
sistemas de ensino e realizados por instituições públicas e comunitárias de educação
superior, obedecerão às diretrizes operacionais estabelecidas na presente Resolução.
CAPÍTULO VI
DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO
Art. 16. A formação continuada compreende dimensões coletivas,
organizacionais e profissionais, bem como o repensar do processo pedagógico, dos
saberes e valores, e envolve atividades de extensão, grupos de estudos, reuniões
pedagógicas, cursos, programas e ações para além da formação mínima exigida ao
exercício do magistério na educação básica, tendo como principal finalidade a reflexão
174
sobre a prática educacional e a busca de aperfeiçoamento técnico, pedagógico, ético
e político do profissional docente.
Parágrafo único. A formação continuada decorre de uma concepção de
desenvolvimento profissional dos profissionais do magistério que leva em conta:
I - os sistemas e as redes de ensino, o projeto pedagógico das instituições de
educação básica, bem como os problemas e os desafios da escola e do contexto
onde ela está inserida;
II - a necessidade de acompanhar a inovação e o desenvolvimento associados
ao conhecimento, à ciência e à tecnologia;
III - o respeito ao protagonismo do professor e a um espaço-tempo que lhe
permita refletir criticamente e aperfeiçoar sua prática;
IV - o diálogo e a parceria com atores e instituições competentes, capazes de
contribuir para alavancar novos patamares de qualidade ao complexo trabalho de
gestão da sala de aula e da instituição educativa.
Art. 17. A formação continuada, na forma do artigo 16, deve se dar pela oferta
de atividades formativas e cursos de atualização, extensão, aperfeiçoamento,
especialização, mestrado e doutorado que agreguem novos saberes e práticas,
articulados às políticas e gestão da educação, à área de atuação do profissional e às
instituições de educação básica, em suas diferentes etapas e modalidades da
educação.
§ 1º Em consonância com a legislação, a formação continuada envolve:
I - atividades formativas organizadas pelos sistemas, redes e instituições de
educação básica incluindo desenvolvimento de projetos, inovações pedagógicas,
entre outros;
II - atividades ou cursos de atualização, com carga horária mínima de 20 (vinte)
horas e máxima de 80 (oitenta) horas, por atividades formativas diversas,
direcionadas à melhoria do exercício do docente;
III - atividades ou cursos de extensão, oferecida por atividades formativas
diversas, em consonância com o projeto de extensão aprovado pela instituição de
educação superior formadora;
IV - cursos de aperfeiçoamento, com carga horária mínima de 180 (cento e
oitenta) horas, por atividades formativas diversas, em consonância com o projeto
pedagógico da instituição de educação superior;
V - cursos de especialização lato sensu por atividades formativas diversas, em
consonância com o projeto pedagógico da instituição de educação superior e de
acordo com as normas e resoluções do CNE;
VI - cursos de mestrado acadêmico ou profissional, por atividades formativas
diversas, de acordo com o projeto pedagógico do curso/programa da instituição de
educação superior, respeitadas as normas e resoluções do CNE e da Coordenação
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes;
VII - curso de doutorado, por atividades formativas diversas, de acordo com o
projeto pedagógico do curso/programa da instituição de educação superior,
respeitadas as normas e resoluções do CNE e da Capes.
175
§ 2º A instituição formadora, em efetiva articulação com o planejamento
estratégico do Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente e com os
sistemas e redes de ensino e com as instituições de educação básica, definirá no seu
projeto institucional as formas de desenvolvimento da formação continuada dos
profissionais do magistério da educação básica, articulando-as às políticas de
valorização a serem efetivadas pelos sistemas de ensino.
CAPÍTULO VII
DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO E SUA VALORIZAÇÃO
Art. 18. Compete aos sistemas de ensino, às redes e às instituições educativas
a responsabilidade pela garantia de políticas de valorização dos profissionais do
magistério da educação básica, que devem ter assegurada sua formação, além de
plano de carreira, de acordo com a legislação vigente, e preparação para atuar nas
etapas e modalidades da educação básica e seus projetos de gestão, conforme
definido na base comum nacional e nas diretrizes de formação, segundo o PDI, PPI e
PPC da instituição de educação superior, em articulação com os sistemas e redes de
ensino de educação básica.
§ 1º Os profissionais do magistério da educação básica compreendem aqueles
que exercem atividades de docência e demais atividades pedagógicas, como definido
no artigo 3º, § 4º, desta Resolução;
§ 2º No quadro dos profissionais do magistério da instituição de educação
básica deve constar quem são esses profissionais, bem como a clara explicitação de
sua titulação, atividades e regime de trabalho.
§ 3º A valorização do magistério e dos demais profissionais da educação deve
ser entendida como uma dimensão constitutiva e constituinte de sua formação inicial e
continuada, incluindo, entre outros, a garantia de construção, definição coletiva e
aprovação de planos de carreira e salário, com condições que assegurem jornada de
trabalho com dedicação exclusiva ou tempo integral a ser cumprida em um único
estabelecimento de ensino e destinação de 1/3 (um terço) da carga horária de
trabalho a outras atividades pedagógicas inerentes ao exercício do magistério, tais
como:
I - preparação de aula, estudos, pesquisa e demais atividades formativas;
II - participação na elaboração e efetivação do projeto político-pedagógico da
instituição educativa;
III - orientação e acompanhamento de estudantes;
IV - avaliação de estudantes, de trabalhos e atividades pedagógicas;
V - reuniões com pais, conselhos ou colegiados escolares;
VI - participação em reuniões e grupos de estudo e/ou de trabalho, de
coordenação pedagógica e gestão da escola;
VII - atividades de desenvolvimento profissional;
VIII - outras atividades de natureza semelhante e relacionadas à comunidade
escolar na qual se insere a atividade profissional.
176
Art. 19. Como meio de valorização dos profissionais do magistério público nos
planos de carreira e remuneração dos respectivos sistemas de ensino, deverá ser
garantida a convergência entre formas de acesso e provimento ao cargo, formação
inicial, formação continuada, jornada de trabalho, incluindo horas para as atividades
que considerem a carga horária de trabalho, progressão na carreira e avaliação de
desempenho com a participação dos pares, asseverando-se:
I - acesso à carreira por concurso de provas e títulos orientado para assegurar
a qualidade da ação educativa;
II - fixação do vencimento ou salário inicial para as carreiras profissionais da
educação de acordo com a jornada de trabalho definida nos respectivos planos de
carreira no caso dos profissionais do magistério, com valores nunca inferiores ao do
Piso Salarial Profissional Nacional, vedada qualquer diferenciação em virtude da
etapa ou modalidade de educação e de ensino de atuação;
III - diferenciação por titulação dos profissionais da educação escolar básica
entre os habilitados em nível médio e os habilitados em nível superior e pósgraduação lato sensu, com percentual compatível entre estes últimos e os detentores
de cursos de mestrado e doutorado;
IV - revisão salarial anual dos vencimentos ou salários conforme a Lei do Piso;
V - manutenção de comissão paritária entre gestores e profissionais da
educação e os demais setores da comunidade escolar para estudar as condições de
trabalho e propor políticas, práticas e ações para o bom desempenho e a qualidade
dos serviços prestados à sociedade;
VI - elaboração e implementação de processos avaliativos para o estágio
probatório dos profissionais do magistério, com a sua participação;
VII - oferta de programas permanentes e regulares de formação e
aperfeiçoamento profissional do magistério e a instituição de licenças remuneradas e
formação em serviço, inclusive em nível de pós-graduação, de modo a atender às
especificidades do exercício de suas atividades, bem como os objetivos das diferentes
etapas e modalidades da educação básica.
Art. 20. Os critérios para a remuneração dos profissionais do magistério público
devem se pautar nos preceitos da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que
estabelece o Piso Salarial Profissional Nacional, e no artigo 22 da Lei nº 11.494, de 20
de junho de 2007, que dispõe sobre a parcela da verba do Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização do Magistério (Fundeb),
destinada ao pagamento dos profissionais do magistério, bem como no artigo 69 da
Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que define os percentuais mínimos de
investimento dos entes federados na educação, em consonância com a Lei nº 13.005,
de 25 de junho de 2014, que aprovou o Plano Nacional de Educação (PNE).
Parágrafo único. As fontes de recursos para o pagamento da remuneração dos
profissionais do magistério público são aquelas descritas no artigo 212 da
Constituição Federal e no artigo 60 do seu Ato das Disposições Constitucionais
Transitórias, além de recursos provenientes de outras fontes vinculadas à
manutenção e ao desenvolvimento do ensino.
177
Art. 21. Sobre as formas de organização e gestão da educação básica,
incluindo as orientações curriculares, os entes federados e respectivos sistemas de
ensino, redes e instituições educativas deverão garantir adequada relação numérica
professor/educando, levando em consideração as características dos educandos, do
espaço físico, das etapas e modalidades da educação e do projeto pedagógico e
curricular.
CAPÍTULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Art. 22. Os cursos de formação de professores que se encontram em
funcionamento deverão se adaptar a esta Resolução no prazo de 2 (dois) anos, a
contar da data de sua publicação.
Parágrafo único. Os pedidos de autorização para funcionamento de curso em
andamento serão restituídos aos proponentes para que sejam feitas as adequações
necessárias.
Art. 23. Os processos de avaliação dos cursos de licenciatura serão realizados
pelo órgão próprio do sistema e acompanhados por comissões próprias de cada área.
Art. 24. Os cursos de formação inicial de professores para a educação básica
em nível superior, em cursos de licenciatura, organizados em áreas interdisciplinares,
serão objeto de regulamentação suplementar.
Art. 25. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas
as disposições em contrário, em especial a Resolução CNE/CP nº 2, de 26 de junho
de 1997, a Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de setembro de 1999, a Resolução
CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de 2002 e suas alterações, a Resolução CNE/CP nº
2, de 19 de fevereiro de 2002 e suas alterações, a Resolução nº 1, de 11 de fevereiro
de 2009, e a Resolução nº 3, de 7 de dezembro de 2012.
GILBERTO GONÇALVES GARCIA
178
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
RESOLUÇÃO Nº 3 DE 08 DE MARÇO DE 2004.
Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Dança e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO CONSELHO
NACIONAL DE EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, com fundamento no
art. 9º, § 2º, alínea “c”, da Lei 4.024, de 20 de dezembro de 1961, com a redação dada
pela Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, tendo em vista as diretrizes e os
princípios fixados pelos Pareceres CNE/CES 776/97, de 3/12/97 e 583/2001, de
4/4/2001, e as Diretrizes Curriculares Nacionais elaboradas pela Comissão de
Especialistas de Ensino de Dança, propostas ao CNE pela SeSU/MEC, considerando
o que consta dos Pareceres CNE/CES 67/2003 de 11/3/2003, e 195/2003, de
5/8/2003, homologados pelo Senhor Ministro de Estado da Educação,
respectivamente, em 2 de junho de 2003 e 12 de fevereiro de 2004, resolve:
Art. 1º O curso de graduação em Dança observará as Diretrizes Curriculares
Nacionais aprovadas nos termos desta Resolução.
Art. 2º A organização do curso de que trata esta Resolução se expressa
através do seu projeto pedagógico, abrangendo o perfil do formando, as competências
e habilidades, os componentes curriculares, o estágio curricular supervisionado, as
atividades complementares, o sistema de avaliação, a monografia, o projeto de
iniciação científica ou o projeto de atividade, como trabalho de conclusão de curso –
TCC, componente opcional da Instituição, além do regime acadêmico de oferta e de
outros aspectos que tornem consistente o referido projeto pedagógico.
§ 1º O Projeto Pedagógico do curso, além da clara concepção do curso de
graduação em Dança, com suas peculiaridades, seu currículo pleno e sua
operacionalização, abrangerá, sem prejuízo de outros, os seguintes elementos
estruturais:
I - objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções
institucional, política, geográfica e social;
II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso;
III - cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso;
IV - formas de realização da interdisciplinaridade;
V - modos de integração entre teoria e prática;
VI - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem;
VII - modos da integração entre graduação e pós-graduação, quando houver;
VIII - cursos de pós-graduação lato sensu, nas modalidades especialização
integrada e/ou subsequente à graduação, de acordo com o surgimento das diferentes
manifestações teórico- práticas e tecnológicas aplicadas à área da graduação, e de
179
aperfeiçoamento, de acordo com as efetivas demandas do desempenho profissional;
IX - incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de
ensino e como instrumento para a iniciação científica;
X - concepção e composição das atividades de estágio curricular
supervisionado, suas diferentes formas e condições de realização, observado o
respectivo regulamento;
XI - concepção e composição das atividades complementares;
XII - inclusão opcional de trabalho de conclusão de curso sob as modalidades
monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades centrados em área
teórico- prática ou de formação profissional, na forma como estabelecer o
regulamento próprio.
§ 2º Os Projetos Pedagógicos do curso de graduação em Dança poderão
admitir modalidades e linhas de formação específica.
Art. 3º O curso de graduação em Dança deve ensejar, como perfil desejado do
formando, capacitação para a apropriação do pensamento reflexivo e da sensibilidade
artística, comprometida com a produção coreográfica, com espetáculo da dança, com
a reprodução do conhecimento e das habilidades, revelando sensibilidade estética e
cinesiologia, inclusive como elemento de valorização humana, da auto-estima e da
expressão corporal, visando a integrar o indivíduo na sociedade e tornando-o
participativo de suas múltiplas manifestações culturais.
Art. 4º O curso de graduação em Dança deve possibilitar a formação
profissional que revele competências e habilidades para:
I - domínio dos princípios cinesiológicos relativos à performance corporal;
II - domínio da linguagem corporal relativo à interpretação coreográfica nos
aspectos técnicos e criativos;
III - desempenhos indispensáveis à identificação, descrição, compreensão,
análise e articulação dos elementos da composição coreográfica, sendo também
capaz de exercer essas funções em conjunto com outros profissionais;
IV - reconhecimento e análise de estruturas metodológicas e domínios didáticos
relativos ao ensino da Dança, adaptando-as à realidade de cada processo de
reprodução do conhecimento, manifesto nos movimentos ordenados e expressivos;
V - domínio das habilidades indispensáveis ao trabalho da Dança do portador
de necessidades especiais, proporcionando a todos a prática e o exercício desta
forma de arte como expressão da vida;
Art. 5º O curso de graduação em Dança deve contemplar em seu projeto
pedagógico e em sua organização curricular, os seguintes conteúdos interligados:
I - conteúdos Básicos: estudos relacionados com as Artes Cênicas, a Música,
as Ciências da Saúde e as Ciências Humanas e Sociais, com ênfase em Psicologia e
Serviço Social, bem assim com as diferentes manifestações da vida e de seus
valores;
II - conteúdos Específicos: estudos relacionados com a Estética e com a
História da Dança, a Cinesiologia, as Técnicas de Criação Artística e de Expressão
Corporal e a Coreografia;
III - conteúdos Teórico-Práticos: domínios de técnicas e princípios informadores
da expressão musical, envolvendo aspectos Coreográficos e de Expressão Corporal,
180
bem como o desenvolvimento de atividades relacionadas com os Espaços Cênicos,
com as Artes Plásticas, com a Sonoplastia e com as demais práticas inerentes à
produção em Dança como expressão da arte e da vida.
Art. 6º A organização curricular do curso de graduação em Dança estabelecerá
expressamente as condições para a sua efetiva conclusão e integralização curricular,
de acordo com os seguintes regimes acadêmicos que as instituições de ensino
superior adotarem: regime seriado anual; regime seriado semestral; sistema de
créditos com matrícula por disciplina ou por módulos acadêmicos, com a adoção e
pré-requisito, atendido o disposto nesta Resolução.
Art. 7º O Estágio Supervisionado é um componente curricular direcionado à
consolidação dos desempenhos profissionais desejados, inerentes ao perfil do
formando, devendo cada Instituição, por seus colegiados superiores acadêmicos,
aprovar o correspondente regulamento de estágio, com suas diferentes modalidades
de operacionalização.
§ 1º O estágio de que trata este artigo poderá ser realizado na própria
Instituição de ensino superior, mediante laboratórios que congreguem as diversas
ordens correspondentes às diferentes técnicas de produção coreográficas, do domínio
dos princípios cinesiológicos, da performance, expressão e linguagem corporal, de
atuação em espaços cênicos e de outras atividades inerentes à área da dança, nas
múltiplas manifestações da arte e da vida.
§ 2º As atividades de estágio poderão ser reprogramadas e reorientadas de
acordo com os resultados teórico-práticos gradualmente revelados pelo aluno, até que
os responsáveis pelo acompanhamento, supervisão e avaliação do estágio curricular
possam considerá-lo concluído, resguardando, como padrão de qualidade, os
domínios indispensáveis ao exercício da profissão.
§ 3º Optando a Instituição por incluir, no currículo do curso de graduação em
Dança, o estágio supervisionado de que trata este artigo, deverá emitir
regulamentação própria, aprovada pelo seu Conselho Superior Acadêmico, contento,
obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação, observado o
disposto no parágrafo precedente.
Art. 8º As Atividades Complementares são componentes curriculares que
possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e
competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a
prática de estudos e atividades independentes, opcionais, de interdisciplinaridade,
especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as diferentes
manifestações e expressões culturais e artísticas, com as inovações tecnológicas,
incluindo ações de extensão junto à comunidade. Parágrafo único. As Atividades
Complementares se constituem componentes curriculares enriquecedores e
implementadores do próprio perfil do formando, sem que se confundam com estágio
curricular supervisionado.
Art. 9º O Trabalho de Conclusão de Curso-TCC é um componente curricular
opcional da Instituição de ensino superior que, se o adotar, poderá ser desenvolvido
nas modalidades de monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de
atividades centradas em áreas teórico- práticas e de formação profissional
181
relacionadas com o curso, na forma disposta em regulamentação específica.
Parágrafo único. Optando a Instituição por incluir, no currículo do curso de Graduação
em Dança, Trabalho de Conclusão de Curso-TCC, nas modalidades referidas no
caput deste artigo, deverá emitir regulamentação própria, aprovado pelo seu Conselho
Superior Acadêmico, contendo obrigatoriamente, critérios, procedimentos e
mecanismos de avaliação, além das diretrizes técnicas relacionadas com a sua
elaboração.
Art. 10. As instituições de ensino superior deverão adotar formas específicas e
alternativas de avaliação, internas e externas, sistemáticas, envolvendo todos quantos
se contenham no processo do curso, observados em aspectos considerados
fundamentais para a identificação do perfil do formando.
Parágrafo único. Os planos de ensino, a serem fornecidos aos alunos antes do
início do período letivo, deverão conter, além dos conteúdos e das atividades, a
metodologia do processo ensino-aprendizagem, os critérios de avaliação a que serão
submetidos e bibliografia básica.
Art. 11. A duração do curso de graduação em Dança será estabelecida em
Resolução específica da Câmara de Educação Superior.
Art. 12. Os cursos de graduação em Dança para a formação de docentes,
licenciatura plena, deverão observar as normas específicas relacionadas com essa
modalidade de oferta. Art. 13. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua
publicação, revogadas as disposições em contrário.
ÉFREM DE AGUIAR MARANHÃO
Presidente da Câmara de Educação Superior
182
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
INSTRUÇÃO
NORMATIVA
N°.01/2019
NÚCLEO
DOCENTE
ESTRUTURANTE DO CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA, DE 16 DE
MAIO DE 2019.
Estabelece as Normas de Trabalho de
Conclusão de Curso – TCC, no Curso de
Licenciatura em Dança, da UFAL.
O Colegiado do Curso de Licenciatura em Dança, da UFAL, no uso de
suas atribuições e de acordo com decisão tomada em Reunião do
Colegiado do Curso de Dança, datada de 25 de junho de 2019, aprova a
Instrução Normativa nº 01/2019 e Revoga a INSTRUÇÃO NORMATIVA
N°.02/2016 - Colegiado do Curso de Licenciatura em Dança, de 08 de abril
2016.
CONSIDERANDO O PROJETO
LICENCIATURA EM DANÇA
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
RESOLVE:
1. O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC é de caráter obrigatório e deverá
contemplar os conteúdos e/ou temas relacionados a formação acadêmica, na
Licenciatura em Dança;
2. O TCC é de caráter acadêmico científico e será apresentado sob forma
deMonografia e/ou Artigo desenvolvido individualmente, Orientado por
Professores Efetivos ou Substitutos que estejam atuando no Curso de
Licenciatura em Dança, com titulação mínima de Especialização;
3. O aluno deverá solicitar o cadastro do TCC, no sistema acadêmico, no 5°
semestre do Curso;
4. O aluno que não entregar a Monografia e/ou Artigo ou que não se apresentar
para a sua defesa oral, sem motivo justificado, será automaticamente
reprovado no TCC, podendo apresentá-lo no semestre subsequente de acordo
com o calendário acadêmico e dentro do seu prazo para integralização do
curso.
5. A nota deverá ser aposta no sistema acadêmico após o aluno ter entregue
as cópias da Monografia e/ou Artigo ao Professor Orientador, devidamente
corrigidas após a apresentação, sendo 1 (uma) cópia para a Biblioteca Central,
183
1 (uma) cópia para a Biblioteca Setorial, ambas no formato digital, salvas em
CD ou DVD e entregues ao Professor Orientador.
6. AO PROFESSOR COORDENADOR DO TCC COMPETE:
6.1 - Divulgar junto aos discentes no 5º semestre a relação dos Professores
que ministram disciplinas no Curso de Dança, suas titulações e linhas de
pesquisa;
6.2 - Entregar ao Discente a Carta de Aceite e a Normativa nº 01/2019 –
Núcleo Docente Estruturante do Curso de Licenciatura em Dança;
6.3 - Encaminhar ao Colegiado de Curso as possíveis proposta de mudança de
Professor Orientador, solicitado pelo discente e/ou docente, no decorrer do 6º e
7º semestres;
6.4 - Informar ao discente acerca do prazo de 30 (trinta) dias antes da defesa
da Monografia e/ou Artigo para a constituição da Banca Examinadora
composta pelo Professor Orientador e por 2 (dois) Professores com titulação
mínima de Especialização, sendo pelo menos um Professor membro interno do
Curso de Dança Licenciatura, convidados de comum acordo Orientador/Aluno;
6.5 - É de competência do coordenador preparar a agenda interna das defesas
que serão realizadas a partir do preenchimento de formulário de agendamento
encaminhado pelo orientador.
6.6 - Divulgar em Mural na Coordenação do Curso de Dança as datas e locais
das defesas de TCC agendadas. Ressaltamos ainda, que em comum acordo
entre orientandos e orientadores, poderá ser organizado pelo coordenador de
TCC um evento de realização condensada de defesas, afim de incentivar a
participação de demais discentes do Curso na audiência dos trabalhos em fase
de conclusão.
6.7 - Comunicar ao Orientando que o TCC deverá ter no mínimo 30 páginas
(no caso de Monografia), a partir da Introdução até a Conclusão, ou seja, 30
paginas compostas pelo elementos textuais e as demais pré-textuais, já no
caso de Artigo o total mínimo de 25.000 caracteres e máximo de 35.000
carácteres (contagem sem espaços).
6.8 - Comunicar que o Prazo para entrega final do TCC é de 45 (quarenta e
cinco) dias de Reformulação da Monografia e/ou Artigo, para que a nota seja
inserida no sistema.
7. AO PROFESSOR ORIENTADOR COMPETE:
7.1 - Atender seus Orientandos, em horário previamente fixado;
7.2 - Avaliar o Anteprojeto de pretensos Orientandos, sugerindo ou não ajustes;
7.3 - Assinar e Carimbar a Carta de Aceite do orientando;
7.4 - Verificar as 30 páginas mínimas (Monografias) e 25.000 caracteres
mínimos (Artigo) escritos segundo as Normas da ABNT e correções
linguísticas;
7.5 - Contactar a Banca que será composta por 2 (dois) Professores
Examinadores, dos quais um deles deverá ser do quadro Docente do Curso de
Licenciatura em Dança. O outro membro poderá ser de fora do Setor de Artes
ou mesmo da Instituição, sem ônus para a UFAL, com titulação mínima de
Especialista;
7.6 - Presidir a banca de defesa do aluno orientando;
184
7.7 - Receber 2 (dois) CDS ou DVDs com a versão final do TCC, contendo na
primeira folha (logo após a folha de rosto) a ATA de Defesa do TCC.
7.8 - Os dois membros docentes, escolhidos e convidados que aceitem
participar da Banca Examinadora devem ser informados do dia, hora e local da
defesa do TCC, pelo Professor Orientador, 30 dias antes.
7.9 - Encaminhar ao Coordenador do TCC os 2 (dois) CDS ou DVDs com a
versão final do TCC;
7.10 - Comunicar ao coordenador de TCC a desistência da orientação do
aluno, justificando os motivos para tal decisão.
8. AO ALUNO ORIENTANDO COMPETE:
8.1 - Escolher o Professor Orientador e formalizar o convite com a Carta de
Aceite entregue pelo Coordenador do TCC, no 5º semestre;
8.2 - A Carta de Aceite sendo assinada e carimbada pelo Professor Orientador
deverá ser encaminhada pelo Discente ao Coordenador do TCC;
8.3 - Apresentar, ao Professor Orientador pretendido o Anteprojeto de
Pesquisa;
8.4 - Após analise do Orientador, entregar ao Coordenador do TCC cópia do
Ante-Projeto de Pesquisa, juntamente com a Carta de Aceite do Orientador em
anexo;
8.5 - Caso o aluno opte em realizar uma Monografia deverá seguir a orientação
do Coordenador do TCC, baseado nas Instruções Normativas para Trabalho
Científico;
8.6 - Com relação ao Artigo o aluno deverá seguir as mesmas Instruções
observando as especificidades Normativas do Trabalho escolhido;
8.7 - Entregar ao Professor/Orientador, 2 CDs ou DVDs com a versão final do
TCC anexada a Ata de Apresentação do mesmo, obedecendo as Normas da
ABNT e correções linguísticas;
8.8 - Freqüentar as Reuniões convocadas pelo Professor Orientador;
8.9 - Comparecer em dia, horário e local determinado pelo Professor/a
Orientador/a, para apresentar e defender a versão final de seu TCC perante a
Banca Examinadora.
9. A BANCA EXAMINADORA COMPETE:
9.1 – Receber do Professor Orientador as cópias do TCC espiralada, com 30
dias antes da defesa do trabalho. Ler e analisar o trabalho para tecer
considerações, argüir o aluno/orientando e conceder as seguintes notas:
I – 7,0 a 10,0 (sete inteiros a dez inteiros) para aprovação do TCC;
II – Nota abaixo de 7,0 (sete inteiros) para a reprovação do TCC.
9.2 – Avaliar os Trabalhos de Conclusão de Curso –TCC considerando os
seguintes aspectos:
I – Escolha do Tema (Significado e Relevância);
II – Desenvolvimento do Tema (Fundamentação teórica, relação teoria/prática,
utilização adequada de conhecimento e metodologia);
III – Redação (Exposição clara e objetiva, correção gramatical, utilização de
linguagem cientifica, logicidade na expressão do raciocínio);
185
IV – Estrutura e Apresentação do Trabalho (equilíbrio e inter-relação na divisão
das partes do trabalho, atendimento as normas técnicas de produção de
trabalho cientifico);
V – Referência Bibliografia.
9.3 – Estar presente no local da apresentação pública da monografia e/ou
artigo uma hora antes do que foi estipulado pelo Professor Orientador;
9.4 – Levar em consideração no seu julgamento, o texto escrito, a exposição
oral e a defesa do aluno durante a arguição e os esclarecimentos finais;
9.5 – Sugerir, por maioria dos membros, a reformulação integral ou parcial do
TCC, adiando o julgamento para a análise do texto reformulado;
9.7 – A Avaliação final da Banca Examinadora deve ser registrada na Ata de
Defesa do TCC e anexada logo após a folha de rosto do TCC. O referido
trabalho ficará disponível em acervo digital – RIUFAL (Repositório Institucional
da UFAL) – disponível em: http://www.repositorio.ufal.br
10. AO COLEGIADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
COMPETE:
10.1 – Interpretar os dispositivos desse regulamento;
10.2 – Aprovar ou reprovar as alterações nesse regulamento;
10.3 – Atender as convocações de reunião proposta pelo Coordenador de
TCC;
10.4 – Convocar e dirigir reuniões com Professores Orientadores, com vistas à
melhoria da Normativa de TCC.
10.5 – Os casos omissos deverão ser analisados pelo Colegiado que tomará
decisões pertinentes para resolvê-los.
11. DOS PROCEDIMENTOS DA BANCA EXAMINADORA, DO
ORIENTADOR E DO ORIENTANDO NA DEFESA PÚBLICA:
11.1 – A sessão será presidida pelo Professor Orientador;
11.2 – A sessão será registrada em ATA pelo Professor Orientador;
11.3 – Na defesa do seu TCC o aluno disporá de até 20’(vinte minutos) para
apresentação;
11.4 – Cada membro da Banca Examinadora disporá de 10’(dez minutos) para
fazer suas arguições e comentários;
11.5 – O aluno usará 10’(dez minutos), após a arguição de cada membro da
Banca Examinadora para responder questões não esclarecidas;
11.6 – O resultado será proclamado pela Banca Examinadora em até 10’(dez
minutos) após as respostas e esclarecimentos do aluno;
11.7 – Em caso de reprovação fica estabelecido o critério do aluno continuar ou
não com o mesmo Tema do TCC e com o mesmo Professor Orientador;
11.7.1 – Decidindo continuar o TCC sobre o mesmo Tema, basta que o aluno
solicite à coordenação do curso a sua matrícula vínculo no TCC, no semestre
seguinte, para proceder às reformulações.
Maceió, 25 de junho de 2019.
186
Membros do Núcleo Docente Estruturante e Representante Discente no
Colegiado do Curso de Licenciatura em Dança
Profª Ms Isabelle Pitta Ramos Rocha
Profª Dra. Joana Pinto Wildhagen
Profº Dr. Antonio Lopes Neto
Profº Dr. José Rafael Madureira
Profª Dra. Kamilla Mesquita Oliveira
Profª Ms Noemi Mello Loureiro Lima
Thaymarlynson Cortez Renovato
(representante discente no Colegiado)
187
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
NORMAS PARA ESCRITA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO,
NA MODALIDADE ARTIGO:
1 - Todo o artigo deverá conter o total mínimo de 25.000 caracteres e máximo
de 35.000 carácteres (contagem sem espaços)
2 - O artigo deverá conter: Capa, Folha de Rosto, Título do artigo, Resumo,
Palavras-chave, Resumo e Palavras-chave em idioma estrangeiro (abstract,
resume ou resumen; Keyword, mots clés ou palabras clave), Texto principal,
Referências e Notas de rodapé.
3 - O RESUMO, separado do título do artigo por uma linha, deverá ser
encabeçado pela palavra RESUMO centralizada, escrita em letras maiúsculas
e negritadas. De acordo com as orientações da ABNT, o resumo constitui uma
“Apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto” (2003, p.1),
apresentando a natureza do trabalho, metodologia, resultados e conclusões.
Redigido na terceira pessoa do singular, com o verbo na voz ativa, em frases
correntes, sem a enumeração de tópicos, frases negativas, parágrafos,
símbolos e citações.
4 - Logo abaixo do RESUMO, em linha separada, deverá constar em negrito o
termo “PALAVRAS-CHAVE” seguido de dois pontos. Na mesma linha, o autor
deverá indicar de três a cinco palavras-chave, separadas por dois pontos. Após
as palavras-chave em português, separado por uma linha, deverá vir o
RESUMO e AS PALAVRAS-CHAVE EM LÍNGUA ESTRANGEIRA.
5 - O texto principal deverá estar assim organizado:
I - Separado por uma linha, dos itens que o antecedem, o texto principal deverá
ser apresentado em formato justificado, espaço simples, fonte ARIAL ou TIMES
NEW ROMAN, corpo 12, com parágrafos internos separados por uma linha.
II - O texto deve se concluir com suas devidas referências (obrigatórias).
III - As notas de rodapé devem ser, exclusivamente, de caráter explicativo (as
de referências devendo ser substídas pelo sistema autor-data), com texto
alinhado à esquerda, fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN, corpo 10.
IV - As citações do texto deverão seguir as normas da ABNT.
V - As referências bibliográficas deverão seguir as normas da ABNT.
VI - Elementos não textuais devem seguir as normas da ABNT.
188
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM DANÇA
Elaborado pelo Prof. José Rafael Madureira (ICHCA/UFAL)
sob a supervisão técnica de Thiago Prudente (Prograd/UFAL)
Maceió/AL
2019
189
MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM DANÇA
Apresentação
O Manual de Estágio Supervisionado em Dança foi elaborado com a
finalidade de orientar os alunos em relação às especificidades do curso de
Dança. Este documento complementa a Cartilha de Estágio elaborada pela
Gerência de Estágio da UFAL, que deve ser lida com muita atenção e, se
necessário, discutida com o Orientador de Estágio.
A Cartilha de Estágio, o Termo de Compromisso de Estágio (TEC) e
toda a legislação sobre o estágio (Lei de Estágio, Normativas, Resoluções)
encontram-se
disponíveis
no
Portal
da
UFAL
no
seguinte
link:
https://ufal.br/estudante/graduacao/estagios
Ressaltamos que o Estágio Supervisionado é uma oportunidade singular
de crescimento profissional, devendo ser realizado com compromisso e
responsabilidade, observando-se ele envolve instituições, pessoas e memórias.
1. Organização do Estágio Supervisionado em Dança
O Estágio Supervisionado I (100 horas) será ofertado no 5º Período do
Curso e compreenderá aspectos de Consultoria Técnica relacionados à área
da formação artística e produção cultural. O campo de Estágio I deverá abarcar
instituições públicas ou privadas (escolas, centros culturais, academias,
conservatórios, ONGs, pontos de cultura) que desenvolvam atividades técnicas
de formação ou produção cultural em qualquer área artística como, por
exemplo, dança, teatro, música, artes visuais, fotografia, cinema, rádio. A carga
horária do Estágio I será distribuída da seguinte forma: 60 horas de
Observação, 25 horas de Planejamento e 15 horas de Orientação/Seminário.
190
O Estágio Supervisionado II (100 horas) será ofertado no 6º Período do
Curso e compreenderá aspectos de gestão e práxis pedagógica no Ensino
Infantil. O campo de Estágio II abarcará instituições públicas ou privadas que
ofereçam a modalidade Ensino Infantil (pré-escolar). A carga horária do Estágio
II será distribuída da seguinte forma: 40 horas de Observação, 20 horas de
Planejamento, 25 horas de Regência e 15 horas de Orientação/Seminário.
O Estágio Supervisionado III (100 horas) será ofertado no 7º Período do
Curso e compreenderá aspectos de gestão e práxis pedagógica no Ensino
Fundamental I (1º ao 5º ano). O campo de Estágio III abarcará instituições
públicas ou privadas que ofereçam a modalidade Ensino Fundamental I
(regular ou EJAI). A carga horária do Estágio III será distribuída da seguinte
forma: 40 horas de Observação, 20 horas de Planejamento, 25 horas de
Regência e 15 horas de Orientação/Seminário.
O Estágio Supervisionado IV (100 horas) será ofertado no 8º Período do
Curso e compreenderá aspectos de gestão e práxis pedagógica no Ensino
Fundamental II (6º ao 9º ano) e/ou Ensino Médio ou EJAI. O campo de Estágio
III abarcará instituições públicas ou privadas que ofereçam as modalidades
Ensino Fundamental II e/ou Ensino Médio ou EJAI. A carga horária do Estágio
IV será distribuída da seguinte forma: 40 horas de Observação, 20 horas de
Planejamento, 25 horas de Regência e 15 horas de Orientação/Seminário.
Apresentamos em seguida um quadro com a distribuição da carga
horária de Estágio Supervisionado (400 horas) nos quatro níveis de estágio e,
na
sequência,
uma
sugestão
de
roteirização
de
horas
de
Estágio
Supervisionado, que poderá ser alterada conforme a demanda, desde que
sejam previamente analisadas e autorizadas pelo Orientador de Estágio.
191
DISTRIBUIÇÃO DE HORAS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM DANÇA/LICENCIATURA 400 HORAS
ATIVIDADE
ESTÁGIO I
CONSULTORIA
TÉCNICA
ESTÁGIO II
ESTÁGIO III
ESTÁGIO IV
ENSINO
ENSINO FUNDAMENTAL FUNDAMENTAL 2 E/OU
INFANTIL
1
MÉDIO
Observação
60 horas
40 horas
40 horas
40 horas
Planejamento
25 horas
20 horas
20 horas
20 horas
Regência
-
25 horas
25 horas
25 horas
Orientação/
Seminário
TOTAL
15 horas
15 horas
15 horas
15 horas
100 HORAS
100 HORAS
100 HORAS
100 HORAS
Observações gerais:
As horas de OBSERVAÇÃO compreendem o acompanhamento das
atividades administrativas da instituição concedente, bem como o
acompanhamento e a participação ativa nas atividades desenvolvidas
pelo supervisor/regente.
As horas de PLANEJAMENTO devem ser realizadas preferencialmente
na instituição concedente sob a tutela do supervisor de estágio, que
indicará as necessidades e possibilidades a serem contempladas pelo
Plano de Intervenção.
As horas de REGÊNCIA, eventualmente, podem ser realizadas no contra
turno ou nos sábados letivos previstos no calendário da instituição escolar
desde que o supervisor de estágio e a direção da escola estejam de
acordo.
As horas de ORIENTAÇÃO/SEMINÁRIO correspondem às atividades
realizadas em sala de aula na UFAL (encontros presenciais), bem como à
organização e apresentação dos resultados finais do estágio realizado.
192
SUGESTÃO DE ROTEIRIZAÇÃO DE HORAS/ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
ATIVIDADE
DURAÇÃO
DESCRIÇÃO
FASE
Projeto Político Pedagógico
Regimento da Escola
O
B
S
E
R
V
A
Ç
Ã
O
02 horas Leitura do PPP da escola e análise das estratégias pedagógicas adotadas
pela escola para a articulação com dos PCNs com Temas Transversais e
com a BNCC.
02 horas Leitura do Regimento da escola e discussão com o supervisor pedagógico
sobre as atualizações do referido documento.
Secretaria
02 horas Acompanhar
o
funcionamento
da
secretaria,
verificar
seus
setores/funções, o horário de funcionamento da escola, o atendimento ao
público.
Corpo docente/funcionários
02 horas Levantamento do quantitativo de professores e demais funcionários da
escola como também a formação dos mesmos, sua carga horária de
trabalho, o tempo carreira e o tempo de serviço prestando junto à escola.
Entrevista com diretor
03 horas Elaborar um roteiro de questões sobre as atribuições da direção da escola
e realizar uma entrevista com o seu representante.
Entrevista com o supervisor
03 horas Elaborar um roteiro de questões sobre as atribuições do supervisor de
estágio e realizar com ele uma entrevista.
Entrevista com os alunos
03 horas Elaborar um roteiro de questões sobre as demandas dos estudantes e
realizar uma entrevista com um grupo alunos designado pelo supervisor de
estágio.
Estrutura física da escola
02 horas Fazer a caracterização da escola em relação à sua estrutura física (salas
de aula, salas administrativas, auditório, quadras, biblioteca, laboratórios,
sala de informática, refeitório, cantina, banheiros).
Reunião de pais/responsáveis
04 horas Participar de uma reunião com os pais/responsáveis pelos alunos da
escola.
03 horas Participar de uma reunião do Colegiado da escola.
Reunião do Colegiado escolar
Reunião pedagógica
Acompanhamento das aulas*
P
L
A
N
E
J
A
M
E
N
T
O
Discussão sobre o plano
20 horas Acompanhar as atividades do supervisor de estágio e auxiliá-lo na
preparação do material didático, na elaboração de provas, na organização
da sala de aula e no auxílio durante a correção de trabalhos e avaliações.
02 horas Discussão com o supervisor de estágio sobre as possibilidades de
intervenção pedagógica.
Elaboração do plano
16 horas Elaboração de um plano de intervenção sob a tutoria do supervisor de
estágio e com o suporte do orientador de estágio.
Apresentação do plano
02 horas Apresentação do plano de intervenção pedagógica ao supervisor de
estágio e realização dos devidos ajustes.
Aplicação do plano*
R
E
G
Ê
N
C
I
A
04 horas Participar de uma reunião pedagógica juntamente com os professores da
escola.
20 horas Aplicação do plano de intervenção com as turmas e nos horários definidos
pelo supervisor de estágio.
03 horas Elaboração de um relatório avaliativo sobre a intervenção pedagógica.
Relatório avaliativo
Discussão sobre o relato
02 horas Apresentação do relatório ao supervisor/regente, discussão sobre o
mesmo e preenchimento da Ficha de Avaliação do Estagiário.
193
O
R
I
E
N
T
A
Ç
Ã
O
Orientações gerais*
05 horas Orientações gerais sobre o estágio supervisionado (manual de estágio,
documentos, formulários, TCE).
Orientação de planejamento*
05 horas Auxílio na elaboração do plano de intervenção pedagógica, dos relatórios
finais e dos seminários de encerramento do estágio.
Seminários*
05 horas Apresentação dos resultados finais do estágio e discussão sobre os
mesmos.
* Este item, quando houver, é de caráter obrigatório, sendo que sua respectiva carga
horária não poderá ser alterada salvo exceções definidas pelo Colegiado.
2. Do Supervisor de Estágio
O Supervisor de Estágio é o profissional que, na instituição concedente
(campo de estágio), deverá acompanhar todas as atividades de observação,
planejamento e regência. Esse profissional, para que possa assumir a função
de Supervisor de Estágio, deverá ter concluído uma graduação/licenciatura em
áreas que sejam compatíveis com o campo de estágio escolhido ou ter
experiência profissional comprovada na área/campo de estágio.
3. Do Coordenador de Estágio
Todos os professores lotados no Curso de Licenciatura em Dança
poderão assumir a função de Coordenador de Estágio conforme deliberação do
Colegiado de Curso. O Coordenador de Estágio deverá assumir as seguintes
atribuições: 1) Assinar a Carta de Encaminhamento de Estágio; 2) Receber e
assinar o Termo de Compromisso de Estágio; 3) Intervir junto à instituição
concedente sobre questões administrativas sempre que necessário.
4. Do Orientador de Estágio
Todos os professores lotados no Curso de Licenciatura em Dança
deverão assumir a função de Orientador de Estágio conforme demanda
194
apresentada pelo Coordenador de Curso. O Orientador de Estágio deverá
assumir as seguintes atribuições: 1) Apresentar aos estagiários toda legislação
referente ao Estágio Supervisionado e a proposta do Curso (manual de
estágio); 2) Discutir a dinâmica dos encontros presenciais realizados na UFAL
e elaborar, para esse fim, um cronograma; 3) Contribuir com as dúvidas
técnicas e pedagógicas trazidas pelos alunos e orientar a elaboração do Plano
de Intervenção; 4) Coordenar os Seminários de estágio da disciplina e fomentar
uma reflexão crítica sobre os resultados apresentados; 5) Receber os
documentos de estágio e verificar se foram preenchidos e assinados
corretamente; 6) Lançar as notas AB1 e AB2 no sistema acadêmico juntamente
com a frequência.
5. Da Orientação/Seminário
As orientações e o seminário de encerramento serão realizados em
datas e horários definidos pelo Orientador de Estágio e serão contabilizados
como horas de estágio. Os alunos que, por alguma razão, não comparecerem
aos encontros previstos deverão repor as horas, caso contrário, não serão
aprovados.
6. Da Avaliação do Estágio Supervisionado
As disciplinas Estágio Supervisionado I, II, III e IV serão avaliadas
através de duas notas: AB1, a ser atribuída em função da apresentação dos
seminários e AB2, a ser aferida pelo Supervisor de Estágio na instituição
concedente através do Questionário de Avaliação de Desempenho do
Estagiário. Será considerado aprovado o aluno que conquistar uma média final
igual ou superior a 7,0 (sete) e cumprir 100% da frequência estabelecida em
cada nível de Estágio. Será lançado 100% de frequência aos alunos que
195
cumprirem todas as atividades previstas até a data de aplicação da AB2
prevista no Calendário Acadêmico e entregarem todos os documentos
comprobatórios de estágio, a saber: 1) Termo de Compromisso assinado por
todas as partes com os devidos carimbos; 2) Relatório de Atividades de Estágio
contabilizando as atividades realizadas e suas respectivas cargas horárias
assinado pelo supervisor e pelo diretor da instituição com os devidos carimbos;
3) Plano da Intervenção assinado pelo supervisor e pelo diretor da instituição
com os devidos carimbos; 4) Ficha de Avaliação de Desempenho do Estagiário
preenchido pelo Supervisor e Estágio e assinado pelo supervisor e pelo diretor
da instituição com os devidos carimbos (uma a cada 2 meses de estágio); 5)
Relatório final do Estágio.
Devido
à
especificidade
do
componente
curricular
de
Estágio
Supervisionado, os alunos não terão direito à reavaliação, tampouco ao exame
final. O aluno que não cumprir a carga horária prevista em cada nível de
Estágio Supervisionado será reprovado por infrequência. Em caso de
reprovação no estágio anterior, os alunos poderão realizar a matrícula no
Estágio subsequente sem qualquer impedimento.
7. Da Dispensa de Carga Horária de Estágio
A carga horária total de Estágio Supervisionado será reduzida
automaticamente para 300 horas se o discente comprovar, através de
documentação encaminhada ao Colegiado de Curso, que já possui
Graduação/Licenciatura em qualquer área do conhecimento (2ª. formação).
O discente também poderá obter uma dispensa de até 100 horas de
estágio (carga horária máxima) se atuar como professor regular (educação
básica) durante o período em que se encontra matriculado em Estágio
Supervisionado, conforme análise e deliberação do Colegiado de Curso.
196
Também cabe ao Colegiado de Curso definir de que modo e em qual
atividade (observação/planejamento) essa redução de carga horária será
efetivada.
Anexos
Apresentamos em seguida alguns modelos de documento que serão
utilizados na organização da pasta de estágio: 1) Carta de Encaminhamento do
estagiário; 2) Relatório de Atividades de Estágio; 3) Plano de Intervenção; 4)
Relatório Final de Estágio; 5) Ficha de Avaliação de Desempenho do
Estagiário.
Esses modelos, ao serem abertos para preenchimento, devem ser
utilizados com cuidado para que a formatação original não seja alterada, o que
irá invalidar o documento.
--Este manual substitui a Instrução Normativa nº 001/2009 de 12 de
Dezembro de 2011 instituída pelo Colegiado do Curso de Licenciatura em
Dança da UFAL e poderá ser modificado a qualquer momento conforme
demanda.
Referências: Lei 11.788/2008, Resolução 71/2006/CONSUNI/UFAL, DCN
2/2015/CNE/CP
197
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
CARTA DE ENCAMINHAMENTO DO (A) ESTAGIÁRIO (A)
A Coordenação de Estágio do Curso de Licenciatura em Dança
encaminha
o
(a)
acadêmico
(a)
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX,
matrícula nº XXXXXXXXXXXXXXX, para realização do Estágio Supervisionado
Obrigatório.
Cumpre-nos lembrar que o Estágio Supervisionado Obrigatório somente
poderá ter início após o preenchimento do Termo de Compromisso de Estágio
(TEC), que deverá ser assinado por todas as partes.
Agradecemos pela atenção e nos colocamos à disposição para maiores
esclarecimentos.
Cidade/Estado, data.
Coordenador (a) de Estágio Supervisionado
Curso de Licenciatura em Dança/ICHCA/UFAL
Universidade Federal de Alagoas - Campus A. C. Simões
Av. Lourival Melo Mota, S/N - Tabuleiro do Martins - Maceió/AL - CEP 57.072-900
Central telefônica: 00 55 (82) 3214-1100
https://ufal.br/
198
RELATÓRIO DE ATIVIDADES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
ALUNO:
GRADUAÇÃO
Licenciatura em Dança
PERÍODO
ESTÁGIO
CAMPO
DATA
01/02/2019
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
Leitura e análise do PPP da escola (exemplo)
INÍCIO E FIM
DURAÇÃ
O
07:00-09:00
02 horas
CARGA HORÁRIA TOTAL
199
Registros da instituição concedente (assinaturas e carimbos):
Cidade/Estado, data da avaliação.
___________________________________
Supervisor (a) de estágio
___________________________________
Instituição Concedente
(Carimbo da instituição com CNPJ)
200
PLANO DE INTERVENÇÃO
ALUNO (A)
GRADUAÇÃO
Licenciatura em Dança
PERÍODO
ESTÁGIO
CAMPO
I. IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO
2. PERÍODO DE APLICAÇÃO/CARGA HORÁRIA
3. OBJETIVOS
4. PROGRAMA
5. METODOLOGIA E PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS
6. MATERIAIS E RECURSOS DIDÁTICOS
7. PROPOSTA DE AVALIAÇÃO
8. REFERÊNCIAS
DECLARAÇÃO DE EXECUÇÃO DE PLANO DE INTERVENÇÃO
Declaro
para
os
devidos
fins
que
o
estagiário
XXXXXXXXXXXXXXXXXXX elaborou e executou o Plano de Intervenção
descrito neste documento.
Cidade/Estado, data.
__________________
__________________
Supervisor (a) de estágio
____________________________________
Instituição Concedente (assinatura e carimbo)
201
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO
Neste documento, o aluno deve apresentar uma síntese sobre o processo de
estágio (máximo uma lauda), descrevendo os pontos positivos e negativos da
experiência em relação aos aspectos de formação profissional.
Cidade/Estado, data.
______________________________
Estagiário
202
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO ESTAGIÁRIO
Instituição/campo
Telefone:
Nome do Supervisor de Estágio:
Cargo:
Setor:
Nome do Estagiário (a)
Curso:
Período:
Início e término do Estágio:
ASPECTOS TÉCNICO-PROFISSIONAIS
1. RENDIMENTO NO TRABALHO: qualidade e precisão com que se
executa as tarefas do estágio.
2. FACILIDADE DE COMPREENSÃO: rapidez e facilidade em entender
o que foi solicitado e por em prática.
3. CONHECIMENTOS TEÓRICOS: conhecimentos demonstrados,
levando em conta sua escolaridade.
4. ORGANIZAÇÃO E MÉTODO NO TRABALHO: uso de meios
racionais.
5. INICIATIVA: capacidade de procurar novas soluções, sem prévia
orientação, dentro dos padrões adequados.
ATITUDES
1. ASSIDUIDADE: pontualidade e constância no cumprimento dos dias e
horários de trabalho.
2. DISCIPLINA E DISCRIÇÃO: capacidade de observância das normas
da instituição concedente, mantendo o sigilo das informações que lhe
forem confiadas, ou das quais venha a ter conhecimento, no
desenvolvimento do estágio.
3. COOPERAÇÃO: atuação junto às pessoas no sentido de contribuir
para o alcance dos objetivos comuns; influência positiva no grupo.
4. RESPONSABILIDADE: capacidade de cuidar e responder pelas
atribuições, equipamentos, materiais e bens que lhe são confiados.
5. PRESTABILIDADE: demonstra facilidade com o trabalho em equipe, é
prestativo e se propõe a ajudar sem a necessidade de ser solicitado.
Ótimo
Bom
Regular
Ruim
Ótimo
Bom
Regular
Ruim
Outras observações:
Cidade/Estado, data da avaliação.
_____________________________________
Supervisor (a) de estágio
_____________________________________
Instituição Concedente (assinatura e carimbo)
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