2023

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS BACHARELADO

PROJETO PEDAGÓGICO

MACEIÓ – ALAGOAS
2023

3

EQUIPE RESPONSÁVEL

COORDENADORA DO CURSO
MANUELA RAU DE ALMEIDA CALLOU

VICE-COORDENADORA DO CURSO
VANUZA SOUZA SILVA

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
MANOELLA MARIA PINTO MOREIRA DAS NEVES
MANUELA RAU DE ALMEIDA CALLOU
MIRTES VITORIANO TORRES
VANUZA SOUZA SILVA
ROSA LÚCIA LIMA DA SILVA CORREIA
LENEIDE AUSTRILINO PETA
JEAN CHARLES JACQUES ZOZZOLI
AMILTON GLÁUCIO DE OLIVEIRA
MAC DAWISON BUARQUE LINS COSTA
MARIA APARECIDA BATISTA DE OLIVEIRA

Colegiado do Curso

MEMBRO DOCENTE

MANUELA RAU DE ALMEIDA CALLOU
VANUZA SOUZA SILVA
AMILTON GLÁUCIO DE OLIVEIRA
MIRTES VITORIANO TORRES
MAC DAWISON BUARQUE LINS COSTA
MANOELLA MARIA PINTO MOREIRA DAS NEVES
SANDRA NUNES LEITE
MARIA APARECIDA BATISTA DE OLIVEIRA
ROSA LÚCIA LIMA DA SILVA CORREIA

MEMBRO DISCENTE

ISAAC FERNANDES MARQUES
SÉRVIO TÚLIO PEIXOTO CAVALCANTE

MEMBRO TÉCNICOADMINISTRATIVO

KAROLINA NASCIMENTO DE SOUZA LIMA
JOSENILDA ALMEIDA CAVALCANTE

APOIO EXECUTIVO
DERIKY PEREIRA DA SILVA

4

DADOS DA INSTITUIÇÃO
MANTENEDORA:

Ministério da Educação (Mec)

MUNICÍPIO-SEDE:

Brasília - Distrito Federal (DF)

CNPJ:

00.394.445/0188-17

DEPENDÊNCIA:

Administrativa Federal

MANTIDA:

Universidade Federal de Alagoas (Ufal)

REITOR(A):

Josealdo Tonholo

VICE-REITOR(A)

Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti

CÓDIGO:

577

MUNICÍPIO-SEDE:

Maceió

ESTADO:

Alagoas

REGIÃO:

NORDESTE

ENDEREÇO DO CAMPUS

Av. Lourival de Melo Mota, rodovia BR-104, km 14,
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária,
Maceió, Alagoas. CEP: 57.072-970.

SEDE

TELEFONE

(82) 3214 1100

PORTAL ELETRÔNICO:

www.ufal.edu.br

5

DADOS DO CURSO
NOME DO CURSO:
TÍTULO CONFERIDO
CAMPUS
UNIDADE ACADÊMICA

ENDEREÇO

Relações Públicas
Bacharel em Relações Públicas
Aristóteles Calazans Simões – Cidade Universitária
Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes ICHCA
Av. Lourival de Melo Mota, rodovia BR-104, km 14 Cidade Universitária – Maceió, Alagoas - CEP:
57.072 - 970.
Bloco A (Cos Novo) e Bloco B (Cos Antigo)

TELEFONE

(82) 3214 1531

PORTAL ELETRÔNICO

www.ufal.edu.br

FORMA DE INGRESSO

Exame Nacional do Ensino Médio – Enem

PORTARIA DE
AUTORIZAÇÃO
RENOVAÇÃO DE
RECONHECIMENTO

Portaria Ministerial n.º 327, de 07/05/1986, publicada
no DOU em 08/05/1986

TURNO DE
FUNCIONAMENTO

Portaria nº 521 de 15/10/2013, publicada no DOU
17/10/2013
Vespertino
Noturno

CARGA HORÁRIA TOTAL
EM TEMPO DE RELÓGIO

3.322 horas
Vespertino

TEMPO DE
INTEGRALIZAÇÃO
Noturno
VAGAS AUTORIZADAS

Duração mínima: 08 (oito) períodos
Duração
máxima:
12
(doze)
períodos
Duração mínima: 08 (oito) períodos
Duração
máxima:
12
(doze)
períodos

Vespertino: 20 vagas (Entrada 1º semestre)
20 vagas (Entrada 2º semestre)
Noturno: 20 vagas (Entrada 1º semestre)

COORDENADOR

20 vagas (Entrada 2º semestre)
Nome: Manuela Rau de Almeida Callou
Formação acadêmica: Bacharel em Relações Públicas
Titulação: Doutora em Comunicação e Jornalismo pela
Universitat Autònoma de Barcelona - Uab
Regime de trabalho: Dedicação exclusiva

6

CORPO DOCENTE DO CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS
DOCENTE

Amilton Glaúcio de Oliveira
André Lage Freitas
Emanuelle Gonçalves Brandão
Rodrigues
José Guibson Delgado Dantas
Laura Nayara Pimenta
Leneide Austrilino Petta
Mac Dawison Buarque Lins
Costa
Manoella Maria Pinto Moreira
das Neves
Manuela Rau de Almeida
Callou
Mirtes Vitoriano Torres
Sandra Nunes Leite
Vanuza Souza Silva
Rosa Lucia Lima da Silva
Correia

REGIME DE
TRABALHO

MAT.
SIAPE

DATA DE
INGRESSO

TITULAÇÃO

40DE
40DE
40DE

1120370
1976443
3346579

15/09/1981
29/10/2012
29/05/2023

Doutor
Doutor
Doutora

40DE
40DE
40DE
40DE

1702657
1342102
1121036
1790306

01/06/2010
23/06/2023
28/11/1990
17/05/2010

Doutor
Doutora
Doutora
Doutor

40DE

2518315

25/08/2008

Doutora

40DE

2089003

10/02/2014

Doutora

40DE
40DE
40DE
40DE

2573412
2121171
1453416
2412259

29/07/2013
23/11/1992
25/02/2013
04/08/2017

Doutora
Doutora
Doutora
Doutora

CORPO TÉCNICO
TÉCNICO-ADMINISTRATIV
O
Izaías Barbosa de Oliveira
Josenilda
Almeida
Cavalcante
Marcos Aurélio Correia
Paulo Gustavo de Amorim
Celerino
Ricardo José Oliveira Ferro
Karolina
Nascimento
de
Souza Lima
Thiago Marinho
Rodrigo
Severiano
dos
Santos

CARGO
Operador de Câmera/Laboratório de telejornalismo
Técnica em Assuntos Educacionais
Técnico Artes Gráficas
Editor de Imagem/Laboratório de telejornalismo
Técnico em Audiovisual
Assistente em Administração
Auxiliar em Administração
Assistente em Administração

7

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
AVA – Ambientes Virtuais de Aprendizagens
CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CES – Câmara de Ensino Superior CNE – Conselho Nacional de Educação
CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
CONSUNI – Conselho Universitário CPA – Comissão Própria de Avaliação
DCN – Diretrizes Curriculares Nacionais
DPEE – Diretoria de Políticas de Educação Especial
ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
ICHCA – Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
LDB – Leis de Diretrizes e Bases MEC – Ministério da Educação
NAE – Núcleo de Assistência ao Estudante ONG – Organização Não-Governamental
PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional PDU – Plano de Desenvolvimento da
Unidade PNE - Plano Nacional da Educação
PPC – Projeto Pedagógico de Curso PPI – Pretos, Pardos e Indígenas PROEX –
Pró-Reitoria de Extensão PROGRAD – Pró-Reitoria de Graduação
SECADI – Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso
UFAL – Universidade Federal de Alagoas

8

SUMÁRIO

1 CONTEXTUALIZAÇÃO...................................................................................... 10
Contexto Institucional....................................................................................... 10
Contexto Regional.............................................................................................11
Contexto do Curso............................................................................................ 13
2 HISTÓRICO DO CURSO.................................................................................... 16
3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO................................. 19
4 OBJETIVOS DO CURSO................................................................................... 27
4.1 Objetivo Geral............................................................................................. 27
4.2 Objetivos Específicos................................................................................. 27
5 PERFIL DO EGRESSO...................................................................................... 28
6 CAMPO DE ATUAÇÃO...................................................................................... 29
7 ACESSIBILIDADE......................................................................................... 30
7.1. Núcleo de acessibilidade......................................................................30
7.2. Reservas de vagas para pretos, pardos, indígenas e quilombolas......31
8 ATIVIDADES DE EXTENSÃO............................................................................ 33
8.1 a política de extensão: diretrizes nacionais e locais.................................. 34
8.2 O programa integralizado de extensão do curso de relações públicas PIEX..................................................................................................................35
9 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES.................................................................. 40
10.1 estrutura curricular.................................................................................... 43
10.1.1 A EDUCAÇÃO AMBIENTAL.............................................................45
10.1.2. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS........................................ 46
10.1.3.

LÍNGUA

BRASILEIRA

DE

SINAIS

–

LIBRAS

E

INTERNACIONALIZAÇÃO.......................................................................... 46
10.1.4. EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O ENSINO E
CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA........................ 46
11 CONTEÚDOS CURRICULARES......................................................................48

9

12 ARTICULAÇÃO TEORIA E PRÁTICA....................................................50
13 METODOLOGIA............................................................................................... 50
14 ESTÁGIO SUPERVISIONADO.........................................................................52
15 ATIVIDADES COMPLEMENTARES................................................................ 55
16 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO.................................................... 59
17 COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS................................... 61
18 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS................. 61
19 ORDENAMENTO CURRICULAR.....................................................................61
20 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR.........................64
21 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO................................87
22 AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL............................................. 89
24 AVALIAÇÃO DO CURSO................................................................................. 91
25 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO................................................... 92
26 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO (CPA)...............................................93
27 COLEGIADO DO CURSO................................................................................ 94
28 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE.......................................................... 96
29 POLÍTICA DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS.................................. 98
30 POLÍTICA DE APOIO AOS DISCENTES...................................................... 101
REFERÊNCIAS................................................................................................... 103

10

1 CONTEXTUALIZAÇÃO

Contexto Institucional
A Universidade Federal de Alagoas – Ufal foi criada a partir da Lei nº 3.867
de 25 de janeiro de 1961, inscrita no Cnpj 24.464.109/0001-48, sediada na
avenida Lourival de Melo Mota, s/n, Campus A. C. Simões, no município de
Maceió, estado de Alagoas, CEP 57.072-970.
A Ufal apresenta uma estrutura multi Campi. Além da sede localizada em
Maceió, a Ufal também dispõe do Centro de Ciências Agrárias – Ceca, em Rio
Largo, os Campi Arapiraca e Sertão, respectivamente sediados nas cidades de
Arapiraca e Delmiro Gouveia. O Campus Arapiraca envolve as unidades
descentralizadas de Viçosa, Penedo e Palmeira dos Índios enquanto que o
Campus do Sertão tem sede em Delmiro Gouveia e engloba também a Unidade
de Santana do Ipanema.
Em Alagoas, a Ufal representa importante vetor de desenvolvimento,
sobretudo por se tratar de um dos Estados que apresenta elevadíssimos
indicadores de desigualdades do Brasil. Mas, ao mesmo tempo, significa enfrentar
enorme desafio para exercer plenamente sua missão social neste contexto
periférico, de grandes limitações, mas, ao mesmo tempo, de grandes
oportunidades

de

intervenção

acadêmica

que

provoque

transformações

necessárias.
A Ufal tem por missão produzir, multiplicar e recriar o saber coletivo em
todas as áreas do conhecimento de forma comprometida com a ética, a justiça
social, o desenvolvimento humano e o bem comum. Seu objetivo é tornar-se
referência nacional nas atividades de ensino, pesquisa e extensão, firmando-se
como suporte de excelência para as demandas da sociedade, em particular a
alagoana.
A Ufal oferece 84 cursos de graduação, distribuídos em 23 Unidades
Acadêmicas, sendo 53 (cinquenta e três) cursos pertencentes ao Campus A. C.
Simões, 19 (vinte e dois) ao Campus Arapiraca e 8 (oito) ao Campus Sertão.

11

Referente à Pós-Graduação, são oferecidas vagas nas modalidades Latu Senso e
Strictu Senso. Atualmente existem 30 (trinta e sete) cursos de mestrado e 9
(nove) cursos de doutorado, que contam com 2.312 alunos, além de 13
especializações. A Ufal também dispõe de Educação a Distância, com quatro mil
graduandos, através do sistema Universidade Aberta do Brasil – UAB (Ufal,
2023).
O ingresso na Ufal se efetiva por meio de processo seletivo, este realizado
através do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e da plataforma Sistema de
Seleção Unificada (Sisu) do Mec.
A presença da Ufal no território alagoano, por meio de suas atividades de
ensino, pesquisa, extensão e assistência, representa importante vetor de
desenvolvimento de Alagoas, sobretudo por se tratar de um dos estados que
possui elevados indicadores de desigualdades sociais.
O novo estatuto da Ufal foi aprovado pela Portaria MEC Nº 4.067, em 29 de
dezembro de 2003, com homologação do Regimento Geral através da Resolução
Consuni/Cepe Nº 01/2006. Assim, desde então, a estrutura administrativa e
acadêmica da Ufal conta com a presença de 2 (dois) conselhos superiores: o
Conselho Universitário (Consuni) e o Conselho de Curadores (Cura).
Atualmente a Ufal conta com 258 Grupos de pesquisa, que reúnem 1.125
linhas de pesquisa compostas por 3.646 pesquisadores, formados por
professores, alunos e técnicos (Ufal, 2023).

Contexto Regional
O estado de Alagoas possui extensão territorial de 27.767.661 km2 onde
estão distribuídas 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano) e 13
microrregiões. Nelas se encontram 102 municípios que juntos totalizam, de
acordo com o IBGE (Censo de 2010), uma população residente de 3.120.922
habitantes, sendo 73,64% em meio urbano.
O PIB per capta estadual era de R$ 22.307,05, em 2020, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com

12

participação de 72 %. Os restantes 28% eram distribuídos em atividades agrárias
– tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na
Zona da Mata -, industriais - petróleo, gás natural, açúcar, álcool e cimento
Portland, além do turismo, fundado nas belezas naturais locais que atraíram
538.773 visitantes, em 2010 (SEPLANDE-AL, 2011).
O Estado de Alagoas está dividido em 15 Coordenações Regionais de
Ensino (CRE). Cada CRE, por sua vez, representa um conjunto de municípios e
possui uma demanda em potencial para a oferta de educação superior. Essa
demanda é representada pelos alunos totais matriculados no ensino médio e no
supletivo, incluindo educação de jovens e adultos e escolas técnicas.
A Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico
do Estado de Alagoas já apresentava em seu Anuário Estatístico do Estado de
Alagoas-2011, publicado em 2012, um total de 150.244 alunos matriculados no
ensino médio. Desse total, 30,8% das matrículas estão na capital e 69,2% no
interior. São dados que justificam a forte a diversificada e distribuída oferta e
manutenção de cursos da Ufal.
De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional da Ufal, para o
quinquênio 2019- 2023, a inserção espacial da Ufal leva em consideração as
demandas apresentadas pela formação em nível superior e a divisão do Estado
de Alagoas em suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é
complementada com uma oferta acadêmica que respeita as características
econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas
em cidades Polo, as quais são consideradas fomentadoras do desenvolvimento
local.
Compreende-se o Curso de Relações Públicas não simplesmente como
uma demanda de mercado, mas especialmente como uma resposta à expansão
do conhecimento, às mutações sociais e à emergência de novas áreas para as
quais se faz necessário um agir técnico e um pensamento crítico. De tal modo, a
universidade não pode e não deve condicionar sua ação como mera provedora de
mão-de-obra especializada para o mercado, pois mesmo estando comprometida
com a formação de recursos humanos para esse ambiente – ao desenvolver os

13

potenciais teórico-técnicos dos sujeitos – cabe a ela também atender às
demandas ético políticas resultantes das transformações geradas no seio social
mais amplo.

Contexto do Curso
A contemporaneidade tem sido marcada por transformações e inovações
estruturais nos modos de produção e circulação de informação, nos processos de
comunicação nos diversos âmbitos (jornalístico, organizacional, social, cultural,
econômico). O campo acadêmico, nesse cenário, necessita acompanhar as
inovações da sociedade e formar bacharéis que se posicionem estrategicamente
no

atendimento

das

demandas

relacionadas

às

novas

especialidades

profissionais, aos novos desafios metodológicos e teóricos, com o surgimento de
novas especialidades profissionais no campo das novas tecnologias, são alguns
dos elementos deste cenário na atualidade.
Essas transformações se tornam uma necessidade do século XXI e
convergem com as mudanças que o mundo vem experimentando nas últimas
décadas, demandando atualizações dos campos de atuação profissionais, na
área das relações públicas.
A reforma curricular dos cursos de Relações Públicas se tornou uma
necessidade e, portanto, o Projeto Pedagógico do Curso de Relações Públicas da
Universidade Federal de Alagoas leva em consideração este contexto ao mesmo
tempo em que assimila o debate sobre qualidade de ensino, melhoria dos cursos
nos últimos anos e especialmente a atualização recente dos parâmetros básicos
de organização pedagógica.
Sendo assim, o principal documento que guiou a elaboração desse
Projeto Pedagógico é o Parecer CES/CNE n.º 85/2013, assim como a Resolução
da CES/CNE n.º 2, de 27/09/2013, que tratam das Diretrizes Curriculares
Nacionais (DCNs), para o curso de Graduação em Relações Públicas.
As DCNs apontam que “[...] os desafios que se apresentam aos

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profissionais de relações públicas envolvem o entendimento da atividade como
forma de ação política e institucional, por seu engajamento profissional no campo
dos debates que se travam atualmente em torno das representações e
articulações dos interesses em jogo nas esferas públicas e privadas. É
fundamental

compreendê-la

também

como

um

fenômeno

inerente

à

comunicação, tendo em vista que “aquele que se comunica, seja indivíduo ou
grupo, envolve-se em relações públicas, pois a comunicação, enquanto
compartilhamento de sentidos e de experiências, é o ato de tornar público algo
que até então era privado” (p.4 e 5).
Nas bases teóricas e metodológicas deste Projeto Pedagógico coloca-se
uma linha contínua e sinérgica entre teoria, o trabalho nas oficinas de estudo (de
cunho crítico-experimental) e laboratorial (de ênfase produtivo-coletiva), como
parte do processo de formação. Espera-se que os estudantes apresentem uma
postura de produtores de conhecimento – com habilidades para a reflexão e para
a integração teoria-prática de uma comunicação libertadora -, uma vez que a eles
tenha sido ofertada uma base conceitual, humanística, ética e crítica, aliada a
uma habilidade técnica construída durante todo o processo de formação
acadêmica.
Para essa formação, considera-se também que os avanços tecnológicos
– mais especificamente, em comunicação e informação – marcantes na
contemporaneidade

induzem

novos

modos

de

interação,

novas

ações

comunicacionais, novos espaços de interação, o que impulsiona importantes
transformações nas relações entre indivíduos, grupos sociais e nas organizações.
Essas novas configurações – permeadas de complexidade, contradições e
conflitos – exigem, portanto, mediações e vinculações as quais vão se
constituindo em possibilidades de atuação para o profissional de Relações
Públicas em suas ações de articular políticas de comunicação organizacional (de
empresas e instituições), mediante análises, projetos, programas, diálogo,
controle, coordenação e aconselhamento que caracterizam a gestão da
comunicação e da relação da organização com os diversos agrupamentos sociais
que afeta ou são por eles afetadas.
Ressalta-se ainda que o atual curso de Relações Públicas compreende

15

essas práticas de acordo com suas especificidades, ainda que estejam
epistemologicamente inseridos no campo da comunicação. Por isso, tanto o curso
de Relações Públicas quanto o de Jornalismo compartilham, nos primeiros
períodos do curso, disciplinas consideradas basilares em Comunicação Social,
que atendem aos dois cursos, além de disciplinas que tratam de abordagens
específicas de cada curso.
Foram criadas disciplinas e outras foram extintas, tendo seus conteúdos
readaptados em um novo formato. Buscou-se alinhar de modo sinérgico a relação
entre teoria e prática com o intuito de formar profissionais com bagagem
humanística, percepção social e visão crítica e, ao mesmo tempo, sustentando
habilidades técnicas que possibilitam a atuação qualificada como gestores e
agentes dos processos de comunicação devidamente sintonizados com o atual
cenário. Somando-se a isso, buscou-se estimular a capacidade criativa e
inovadora dos estudantes durante o seu processo de formação.
Nesse sentido, apresenta-se como principal elemento motivador para uma
nova configuração do Projeto Pedagógico do Curso de Relações Públicas da Ufal
a percepção, por parte da comunidade envolvida com o Curso, da necessidade de
aprimorar o planejamento do processo ensino-aprendizagem, objetivando a
qualidade do profissional e do cidadão que se pretende formar. Acredita-se que a
elaboração e construção do Projeto Pedagógico - enquanto proposta de trabalho
coletivamente assumida - pode contribuir para que o Curso atinja seus objetivos,
sintetizados na formação de profissionais de Relações Públicas competentes,
criativos, com visão crítica, bem como de cidadãos cônscios de suas
responsabilidades para com a sociedade.

16

2 HISTÓRICO DO CURSO

O ensino superior do curso de Relações Públicas em Alagoas está,
historicamente, relacionado à criação do Curso de Comunicação Social (Cos) em
1978, na Ufal. O Curso era reivindicação do Sindicato dos Jornalistas, presidido
pelo Jornalista Aldo Ivo e da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP),
Secção de Alagoas, liderada por Luiz Tojal e José Otavio Rocha.
No início de 1978, convidado pelo Prof. Manoel Ramalho de Azevedo
(Reitor), o Prof. Carlos Alberto Sarmento Cavalcanti de Gusmão realiza um
projeto de criação do Curso. Este incluiu uma justificativa que teve base numa
ampla pesquisa de mercado de trabalho em Alagoas e um Projeto Curricular.
A primeira coordenadora - temporário - foi a Prof.ª Vera Romariz e,
depois, a Prof.ª Marilú Gusmão. Essa condução se dava no início do processo
de implantação do curso. Logo após, assumiu o Prof. Salomão de Barros Lima,
que foi sucedido pelo prof. Carlos de Gusmão que também esteve coordenador
nos momentos de reconhecimento pelo MEC.
O Cos começou com as habilitações de Jornalismo e Relações Públicas.
Como a maioria das novas atividades acadêmicas, sustentava grandes problemas
de infraestrutura e no corpo docente, visto que boa parte daqueles que
fomentaram a fundação não poderiam assumir como professores por não terem
formação na área. Como paliativo, eles foram apenas provisionados.
No momento de sua fundação, o curso contava com apenas um professor
concursado, Aluízio Ferreira da Silva. Na sequência, Luiz Plácido Tojal, por ter se
formado em Direito, concorreu à cadeira de professor de direito da comunicação.
O primeiro vestibular foi realizado em 1979. No segundo semestre do
mesmo ano, houve o ingresso da primeira turma. Em 1983, também foi realizada
a primeira eleição para a chefia de departamento e coordenação uma vez que,
embora já existissem os cargos anteriormente, este era o primeiro pleito com
consulta à comunidade acadêmica (um dos primeiros do país em uma instituição
de ensino superior federal). Os eleitos foram o professor Almir Guilhermino, para

17

chefia de departamento, e o professor Carlos de Gusmão, para a coordenação do
curso.
Comunicação Social, com as habilitações em Jornalismo e Relações
Públicas, surge como primeiro curso, nessa especificidade, implantado no estado
de Alagoas, sob forma de bacharelado, no final da década de 1970. Deste então,
tem alinhado suas ações no âmbito dos objetivos gerais da Universidade Pública,
contribuindo para a formação de profissionais na área, hoje atuantes em
diferentes organizações.
Em 2014, o ensino de Relações Públicas na UFAL entra em uma fase de
especificidade, a partir da exigência das novas Diretrizes Curriculares do Curso
(DCNs), que passa a se configurar como curso específico, formando, a partir de
então, bacharéis em Relações Públicas, desde o último Projeto Político
Pedagógico (2014).
O Projeto Pedagógico do Curso – PPC de 2014 foi elaborado, sob a
coordenação da Professora Dra. Sandra Nunes1 e desde este PPC nos apoiamos
para redigir a atual proposta. Nesse cenário mais contemporâneo, de 2023, o
Curso de Relações Públicas fortalece ainda mais a pesquisa, teoria, ética, técnica
e boa prática profissional contribuindo para a qualificação dessa área fundamental para o desenvolvimento humano, para a justiça social e para a
garantia das liberdades políticas no mundo contemporâneo.

2.1 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PROJETOS POLÍTICOS PEDAGÓGICOS
DO CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS DA UFAL
Este Projeto Pedagógico do Curso – PPC trata-se de uma atualização
acadêmica contando com os Parâmetros Curriculares Nacionais, entre outros
dispositivos legais. A presente versão deste PPC foi consolidada a partir das
Reuniões do Colegiado e do Núcleo Docente Estruturante (NDE), a partir da
reformulação do currículo, para o atendimento das demandas atuais acadêmicas
1

Outras informações sobre versões anteriores que antecederam o PPC de 2014 poderão ser encontradas nos
acervos que fundamentaram a confecção do mesmo e que perfazem a história do Curso de Graduação em
Relações Públicas, no âmbito dos Cursos de Comunicação do ICHCA/UFAL (ICHCA, 2014).

18

e de mercado na área.
O curso de Relações Públcias, conforme o Parecer CES/CNE n.º
85/2013, que rege a "carga horária mínima dos cursos de graduação, na
modalidade presencial, exige o mínimo de 3.200 (três mil e duzentas horas.)
candidatos aprovados por meio de concurso público a comprovação do respectivo
registro de classe.
Para obtenção do título de Bacharel em Relações Públicas pela Ufal, o
estudante deve integralizar carga horária obrigatória, eletiva, extensão, TCC.

19

3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

As políticas institucionais da UFAL no âmbito dos cursos estão baseadas
em princípios filosóficos e técnico-metodológicos gerais que norteiam as práticas
acadêmicas da Universidade Federal de Alagoas – UFAL. Esssas políticas estão
previstas pelo Projeto Pedagógico Institucional – PPI da própria universidade, tais
como: articulação entre teoria e prática; interdisciplinaridade; flexibilidade
curricular e articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
Essas políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa estão
alinhadas com o Plano Nacional da Educação (PNE) e com as Diretrizes
Curriculares Nacionais (DCN). Dessa forma, os docentes do curso de Relações
Públicas desenvolvem atividades de ensino, de pesquisa e de extensão, visando
à produção de conhecimento como base do desenvolvimento científico e
tecnológico, buscando a solução para os problemas atuais da sociedade nos
diferentes campos. As políticas estão divididas nos seguintes princípios:
Princípio I – Articulação entre ensino, pesquisa e extensão
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão pressupõe um projeto de
formação cujas atividades curriculares transcendem a tradição das disciplinas.
A defesa da prática como parte inerente, integrante e constituinte do
questionamento sistemático, crítico e criativo e, da pesquisa como atitude
cotidiana, como princípio científico e educativo, deve estar presente na própria
concepção de prática educativa. A capacidade de contemplar o processo de
produção do conhecimento, por meio da dimensão investigativa (pesquisa) e da
abertura ao meio externo à Universidade (extensão), oferece uma nova referência
para a dinâmica da relação professor-aluno e possibilita o desenho de um novo
contexto para o processo de ensino/aprendizagem.
Essa articulação está respaldada pelo Plano de Desenvolvimento
Institucional da Ufal (PDI), de 2019-2013, que orienta as ações da instituição,
fornecendo os principais elementos da gestão administrativa tanto dos campi fora
da sede quanto das Unidades Acadêmicas, dos cursos de graduação,

20

pós-graduação, técnicos e tecnológicos.
No âmbito do curso de Relações Públicas, as políticas de ensino estão
relacionadas ao PDI da Ufal, por contemplar: 1) o entendimento do currículo
relacionado às experiências formativas, no qual o educando é sujeito de seu
processo de conhecimento, além de ser motivado ao desenvolvimento de
autonomia intelectual, política, cultural e estética; 2) oferta de formação
teórico-prática das disciplinas, referenciada na qualidade acadêmica e no
compromisso social de construção de valores da ética e da cidadania; 3)
flexibilidade na organização

do currículo, para promovere perfis profissionais

flexíveis, para o desenvolvimento de novas competências e habilidades, além de
posicionamento crítico frente posicionarem-se criticamente frente à práxis social
(PDI, 2019).
A atuação acadêmica da pesquisa no curso atende ao PDI da Ufal, ao
assegurar medidas de incentivo à pesquisa, com base no Art. 64 do Regimento
Geral da Universidade, a partir de 7 eixos:
I. concessão de bolsas de pesquisa de categorias diversas, inclusive de
iniciação científica para discentes regulares da Universidade; II.
formação de pessoal em cursos de pós-graduação próprios ou de outras
instituições nacionais, estrangeiras ou internacionais; III. concessão de
auxílio para execução de projetos de pesquisa específicos; IV.
formalização de convênios com agências de fomento à pesquisa
nacionais, estrangeiras ou internacionais, visando a programas de
investigação específica; V. intercâmbio com outras instituições
científicas, estimulando os contatos entre pesquisadores e o
desenvolvimento de projetos comuns; VI. divulgação de resultados de
pesquisas realizadas; VII. promoção de congressos, simpósios e
seminários para estudo e debate de temas científicos, bem como a
participação em iniciativas semelhantes, levadas a efeito em outras
instituições (PDI, 2019, p. 56).

O curso de Relações Públicas tem um grupo de pesquisa registrado no
CNPQ, Grupo de Estudos em Relações Públicas - GERP, apresentando duas
linhas: Comunicação, Gênero e Relações Étnico-Raciais e Midiatização, Discurso
e Cidadania. O curso de Relações Públicas proporciona aos discentes a
experiência da pesquisa científica, inclusive com bolsas da própria universidade,
da Fapeal e do CNPQ, além de intercâmbios com outras instituições, aprimorando
a troca de saberes. As pesquisas do grupo são divulgadas em congressos
acadêmicos da área, regionais, nacionais e internacionais, proporcionando ao

21

discente publicação acadêmica e formação do currículo.
Sobre a política de extensão, o curso de Relações Públicas se destaca
pelo PDI, a partir do entendimento do próprio conceito de extensão, no artigo 67
do Regimento da Ufal, que define a Extensão Universitária como “processo
educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma
indissociável e viabiliza a relação transformadora entre Universidade e Sociedade
[...]”.
E atuação da extensão está contemplada pelos incisos do referido artigo ,
que apontam que a extensão deve favorecer: I) a promoção do conhecimento e a
democratização

do

saber,

com

intervenção

para

transformação

social,

respeitando as expressões artísticas e culturais, populares e eruditas, além do
conhecimento popular e o conhecimento científico e filosófico; II) respeito à
liberdade científica, artística e cultural da comunidade universitária e aos direitos
de cidadania e autonomia da comunidade externa; III) . compromissos sociais,
éticos e políticos com os interesses coletivos da Sociedade e com os valores da
cidadania, particularmente com os da região Nordeste e do Estado de
Alagoas(PDI, 2019).
O curso de Relações Públicas se apresenta, na sua história, com
docentes que revelam projetos de extensão em diversos âmbitos, contemplando
os incisos acima citados, através de editais da Proex da própria Ufal. Entre esses
projetos, destacamos:
1) “Além das ruas tradicionais: memória, tempo e lugar nas narrativas dos
invisíveis do centro de Maceió”, da professora Rosa Lúcia (com dois bolsistas e
três voluntários), voltado para a luta do movimento nacional de pessoas em
situação de rua, enfatizando as histórias e vivências de algumas pessoas em
situação de rua abrigadas pela Prefeitura de Maceió, durante a pandemia da
Covid-19 (2022)
2) “Bureau de Comunicação Comunitária on-line no combate à Covid-19", da
professora Manuela Callou (com dois bolsistas e três voluntários). O objetivo do
Bureau de Comunicação foi atender as demandas comunicativas dos movimentos
sociais sobre a Covid-19, fortalecendo o diálogo entre a Ufal e os movimentos

22

sociais e culturais do estado. Inclusive o Bureau ganhou premiação regional como
o melhor projeto de comunicação do Expocom, no ano de 2021 uma das
premiações mais reconhecidas no campo acadêmico do campo da comunicação
e das relações públicas, além de fornecer cartas de recomendação a artistas
locais e fazedores da cultura alagoana, para concorrer a editais (2021 até
atualidade). O projeto de extensão passou a atuar como um programa e
continuou atendendo aos eixos de trabalho baseados nos próprios GTs de
comunicação já existentes: eixo 1 ( Movimento dos Povos das Lagoas), eixo 2
(Quilombo Lunga e Mata da Cafurna), eixo 3 (Fórum de Teatro de
Maceió-Eta-Ufal) e eixo 4 (Moradia Parte Salta – Abassa de Angola), realizando
cadeia produtiva e fortalecendo a Ufal com os movimentos sociais e culturais do
estado de Alagoas.
3) “A Construção das Memórias Indígenas na Arte da Escrita”, da professora
Vanuza Souza Silva. A extensão teve o objetivo de através da análise das
memórias relatadas, pensar a construção das identidades da comunidade Wassu
Cocal. Dentre os muitos desafios e problemas estruturais percebidos, vimos que
além dos problemas tradicionais existentes, como luta por terra, falta de
atendimento nos postos de saúde, escassez das escolas, desemprego,
alcoolismo, violência, há um problema específico que inspirou a construção dessa
nova etapa: o descaso dos mais jovens com as memórias que conduzem à
preservação das raízes e tradição. Nas escolas os poucos professores indígenas
que existem, lutam para uma preservação da tradição dos Wassu, os demais
professores que em sua maioria não são indígenas, não têm essa preocupação
de preservação, inclusive porque não existe material didático que viabilize tal
discussão. Dessa forma, estaremos pesquisando juntamente com os/as
professores/as da aldeia para que juntos possamos construir memórias que terão
autorias indígenas para educar os jovens Wassus (2020).
Princípio II - Articulação entre teoria e prática
A articulação entre teoria e prática é compreendida como um princípio de
aprendizagem que se afasta da lógica positivista de produção do conhecimento e
possibilita o envolvimento dos alunos em problemas reais, tomando contato com

23

seus diferentes aspectos e influenciando soluções. Dessa forma, possibilita ao
aluno sair da simples condição de mero receptor de informações para tornar-se
sujeito da produção desse conhecimento, cuja prática implica em ação reflexiva,
atuação consciente e delimitação de planos de ação visando a determinados
resultados. Desse modo, a prática constitui uma das dimensões para a produção
de conhecimentos, um exercício através da qual este aluno poderá teorizar e
analisar sob a orientação de princípios teóricos e metodológicos o seu objeto de
estudo.
Princípio III – Interdisciplinaridade
A interdisciplinaridade não significa a negação das disciplinas, mas
estratégia conciliadora e cooperativa dos domínios próprios de cada uma delas e
de suas áreas, cujas alianças, complementaridades e sinergias visam a
solucionar problemas, encontrando a melhor forma de responder às novas
demandas, dinâmicas e desafios da complexidade da sociedade contemporânea.
Princípio IV – Flexibilização
Adoção de flexibilidade na organização curricular, para a promoção de
perfis profissionais adaptáveis às novas situações e aptos a desenvolver novas
competências e habilidades e, posicionar-se criticamente frente à realidade
complexa e mutante.
Princípio V – Autonomia
Compreensão do currículo como a totalidade de experiências formativas,
no qual o educando é sujeito de seu processo de conhecimento, sendo
estimulado a desenvolver elevado grau de autonomia intelectual, política, cultural
e estética.
Princípio VI – Responsabilidade Social
O curso de Relações Públicas, em sintonia com o princípio de
responsabilidade histórico-social da UFAL, é sensível aos seus saberes da
sociedade, seus problemas e apelos, quer através dos grupos sociais com os
quais interage, quer através das questões que surgem de suas próprias

24

atividades de ensino, de pesquisa e de extensão.
Atento aos movimentos sociais, o curso de Relações Públicas prioriza
ações que visem à superação das atuais condições de desigualdade e exclusão
existentes em Alagoas, no Nordeste e no Brasil. Por isso, sua ação cidadã não
pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento nele produzido e as
populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa acadêmica, são
também consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura pleno
direito de acesso às informações e produtos então resultantes.
Nesse sentido, a prestação de serviços é considerada produto de
interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da
pesquisa e extensão, devendo ser encarada como um trabalho social, ou seja,
como ação deliberada que se constitui a partir da realidade e sobre a realidade
objetiva, produzindo conhecimentos que visem à transformação social e
colaboram na mobilização para o exercício da cidadania.

Assim temos a

Empresa Júnior, que presta serviços à sociedade e a AGERP que presta serviço
ao curso de Relações Públicas, cada um nas suas especificidades e que, no item
15 - Atividade complementares, serão explicados de forma mais pontual.
Princípio VII – Desenvolvimento científico, político, cultural, artístico e
socioeconômico do Estado de Alagoas
A ciência, a arte e a tecnologia devem alicerçar-se nas prioridades do
local, da região e do país. Com os projetos de extensão já elencados nas Políticas
de Ensino, e os projetos Pibic, o curso de Relações Públicas também atende a
este princípio.
Princípio VIII – Ética
A ética é norteadora de toda a prática institucional, em todas as suas
relações internas e com a sociedade. E, em especial, aquelas relativas ao
ensino-aprendizagem, à condução de pesquisas e à aplicação e transferência do
conhecimento.
O Curso de Relações Públicas da UFAL se fundamenta em tais princípios
que se combinam e com os princípios definidos pelas Diretrizes Curriculares

25

Nacionais para organização geral e estrutura do curso.
O

Parecer

CNE/CES

n.º

85/2013

e

a

Resolução

02,

de

27/09/2013-MEC/CNE/CES assim estabelecem os princípios gerais, segundo os
quais se alicerça o curso de Relações Públicas da UFAL:
Projeto pedagógico e matriz curricular: contemplam o caráter estratégico das
relações públicas na gestão dos processos de comunicação das organizações.
Os aspectos sociais, culturais e relacionais são considerados na interação com os
públicos e na política, no planejamento e nas ações da comunicação
organizacional. A reflexão e a crítica acompanharão os processos comunicativos,
produzindo conhecimentos e práticas adequadas às mudanças e demandas, sem
perder a ênfase nos interesses da sociedade. É imprescindível a preocupação
com a formação humanística, crítica e ética e com a formação multidisciplinar.
Dever-se-á garantir oferta de disciplinas e atividades didáticas optativas (eletivas),
de livre escolha do aluno.
Linhas de formação e regionalização: a formação específica apresentada no
projeto pedagógico define identidade mais precisa e marcada para o profissional
de relações públicas e volta-se para as demandas sociais e sua inserção regional
e local.
Articulação teórico-prática: A pesquisa é considerada elemento constitutivo e
fundamental do currículo, uma vez que possibilita ao curso buscar o equilíbrio
entre a teoria e a prática e estabelecer conexão com as disciplinas que tratam da
operacionalidade das funções de relações públicas, voltadas ao conhecimento e
análise da prática profissional e do mercado de trabalho. Em seu desempenho, a
pesquisa lança mão de mecanismos ativos no processo ensino-aprendizagem
(trabalhos de campo, formação de equipes, atividades de extensão, maior
exposição a situações reais) e de resoluções de situações-problema, aliando o
conhecimento adquirido à capacidade do egresso de propor alternativas, isto é,
de ser proativo na busca de formas inovadoras de atuação no mercado de
trabalho.
Atualização: O curso deve oferecer condições para que os alunos desenvolvam
conhecimentos e práticas em mídias digitais, utilizando recursos tecnológicos

26

sempre atualizados. Também é fundamental a constante renovação de
conhecimentos teórico-práticos na área, através da capacitação permanente dos
docentes e da participação destes e dos discentes em fóruns acadêmicos e
profissionais. A atualização dos recursos deve estimular ainda as atividades de
iniciação científica e de extensão no âmbito da graduação.
Autonomia e integração: Garantir a autonomia do aluno, em face de seu próprio
processo de aprendizagem, produção de conhecimento e integração entre as
diversas áreas profissionais da comunicação e outros campos do saber. Deverá
encorajar a integração entre egressos e estudantes para a troca de experiências,
assim como formas de acompanhamento e avaliação da inserção no mercado de
trabalho.

27

4 OBJETIVOS DO CURSO

Em consonância com o PDI da Universidade Federal de Alagoas (2019) e
com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs, 2013), o curso de Relações
Públicas está em sintonia entre a teoria e a prática acadêmica, articulada com o
ensino, a pesquisa e a extensão.
Assim, a formação acadêmica do discente Relações Públicas procura ir
além do tradicional espaço da sala de aula, a partir da participação dos discentes
nas experiências da extensão, da pesquisa e da própria práxis acadêmica. Esse
incentivo proporciona a conexão entre a teoria e a prática, sendo sujeitos de ação
nas atividades desenvolvidas.
4.1 Objetivo Geral

● Formar o profissional bacharel em Relações Públicas com qualidades éticas,
humanísticas e reflexivas, de modo a atender às demandas comunicativas da
sociedade

4.2 Objetivos Específicos

● Provocar no discente a prática em atividades de extensão, de pesquisa,
vivenciando os estudos e a realidade de mercado.
● Formar profissionais capazes de propor soluções aos problemas organizacionais
e sociais, utilizando as técnicas da área e as interfaces com as responsabilidades
histórico-social e sustentável.
● Propiciar aos discentes condições de se tornar profissional qualificado e cidadão
com pleno conhecimento da realidade de seu país e das medidas a serem
adotadas na promoção do bem-estar de nossa sociedade.

28

5 PERFIL DO EGRESSO
O egresso do curso de Relações Públicas da UFAL, como estabelece o
Parecer CNE/CES n.º 85/2013 em seu Relatório, deve ser um profissional ético,
humanista, crítico e reflexivo, com as seguintes características pessoais:
I – percepção das dinâmicas socioculturais, tendo em vista interpretar as
demandas dos diversos tipos de organizações e dos públicos
II - compreensão das problemáticas contemporâneas, decorrentes da
globalização, das tecnologias de informação e da comunicação e do
desenvolvimento sustentável necessária ao planejamento de relações
públicas;
III - entendimento do campo técnico-científico da comunicação, capaz de
estabelecer visão sistêmica das políticas e estratégias de
relacionamentos públicos;
IV – competência, performance e capacidade acurada de análise
conjuntural, de forma que se lide qualitativa e quantitativamente com
dados sociais, econômicos e estatísticos, transformando-os em
indicadores para a elaboração de políticas de comunicação;
V – capacidade de liderança, negociação, tomada de decisão e visão
empreendedora. (BRASIL, 2013)

O curso deve ser capaz de formar profissionais para atuação no novo
contexto digital, tecnológico-informatizado e “multimidiático”, capazes de articular
novas formas de discursos por meio do hipertexto, da hipermídia, interagir na rede
mundial da Internet e operar com diversas ferramentas em várias plataformas
digitais de redação, edição e de tratamento de áudio e vídeo.
Sendo assim, salienta-se a necessidade de dominar ainda, com
competência efetiva, as linguagens, a morfologia, a sintaxe e a semântica da
sociedade midiático-digital. Mas sem deixar de levar em consideração os os
valores éticos, étinico-raciais e indígenas, políticos, e estéticos. A organização
didática, as formas de convivência acadêmica, a organização do currículo e das
situações de aprendizagem e os procedimentos de avaliação devem estar
coerentes com esses valores que agregam a sensibilidade, a igualdade e a
identidade.

29

6 CAMPO DE ATUAÇÃO

O bacharel em Relações Públicas atuará como articulador de políticas de
comunicação em organizações públicas, privadas e do terceiro setor. Entre estas
também podemos citar aquelas ditas organizações de mídia (emissoras de rádio,
TV, mídia impressa, mídias digitais), consultorias, assessorias, ouvidorias.
Em sua atividade, planeja e desenvolve programas e instrumentos para a
comunicação

organizacional

interna

e

externa,

atuando

na

gestão do

relacionamento das organizações com seus públicos. Planeja e organiza eventos
de diferentes naturezas, promovendo ações para a construção da imagem e de
identidade das organizações. Elabora políticas, projetos e programas específicos
de comunicação para as diversas organizações, grupos e movimentos da
sociedade civil. Em sua atuação, deve respeitar os fundamentos éticos prescritos
para a sua atividade profissional, a partir do reconhecimento das expectativas e
demandas da sociedade em relação ao seu papel social e ao produto de sua
atividade.
Desta forma, o bacharel em Relações Públicas pode atuar como
pesquisador em Instituições de Ensino Superior; em empresas prestadoras de
serviços; nas assessorias de comunicação de órgãos públicos e empresas
privadas; em assessorias parlamentares; em organizações não-governamentais e
civis de interesse público; em organizações sociais. Também pode atuar de forma
autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria.

30

7 ACESSIBILIDADE
7.1. Núcleo de acessibilidade
A Ufal atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o
entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de
promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado as pessoas com
necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo
MEC e à legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto declaração.
Por outro lado, a Ufal tem investido na capacitação técnica de seus servidores
para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e
execução de ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, se
junta, agora, o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela
Política

de

Acessibilidade,

qual

sejam

a

acessibilidade:

pedagógica,

metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da
Lei 9394/96, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos, para atender às suas necessidades”.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21
de março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação.
Em especial, recomenda que os “PPC contemplem orientações adotando
parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os
pequenos progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em
que está inserido”.
O curso de Relações Públicas, neste ano de 2023, possui quatro alunos
PCDs: dois de baixa visão, um deficiente visual e uma com nanismo. A

31

coordenação de curso e os professores são orientados quanto à prática dos
procedimentos adequados para cada realidade assistida, inclusive fazendo
atendimento individualizado com os PCDs e reuniões com os professores e Nac
para garantir uma acessibilidade mais adequada. Assim, procura-se estar
sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a permitir
sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
Há um projeto de extensão, inclusive, que está sendo produzido pela
professora Callou para atender a esta demanda de forma ainda mais assertiva, no
intuito da criação de um projeto de acolhimento pedagógico destes estudantes e
do acompanhamento de reforços de aulas por alunos que já estudaram a
disciplina e que possam ajudá-los nas dificuldades apresentadas. Além disso, no
próximo edital de monitoria, estaremos disponibilizando a tutoria para o
atendimento também desses casos, conforme solicitado pela professora Sandra
Nunes.
Nesse sentido o Núcleo de Atendimento Educacional (Nae) oferece o
necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da Ufal em suas
demandas específicas de forma a promover a integração de todos ao ambiente
acadêmico.
Com relação aos discentes com Transtorno do Espectro Autista, há a Lei
N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, conforme disposto incluso no instrumento
de avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a Ufal
desenvolve estudos e discussões para constituir uma política institucional que
atenda aos que explicite ações neste âmbito e que fundamente os cursos de
graduação desta instituição em metodologias e ações que visem à inclusão de
pessoas com este transtorno. Referente ao curso de Relações Públicas, há um
incentivo para que os docentes e técnicos possam atender, sempre que houver
necessidade, de forma especializada, àqueles que necessitam.

7.2. Reservas de vagas para pretos, pardos, indígenas e quilombolas
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo
aprovado em 2003 a Resolução 33 – COSUNI que implanta o Programa de
Políticas de Ações Afirmativas na UFAL, posteriormente modificada pelo Decreto

32

7.824, de 11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso nas
IFES. Ainda, a Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de
vagas/cotas no processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Este foi um trabalho do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros da UFAL (NEABI).
Em 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada
curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas
de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas
aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5
salários-mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por
cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou
superior a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita.
Nos

dois

grupos

que

surgem

depois

de

aplicada

a

divisão

socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual às
dos Pretos, Pardos, Indígenas e Quilombolas do Estado de Alagoas. Segundo o
último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que
corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). A UFAL
destina 50% de suas vagas a alunos egressos de escolas da rede pública.
Ao longo deste processo, foram constatadas algumas dificuldades
operacionais e outras relacionadas à compreensão dos reais beneficiários das
reservas estabelecidas. Neste contexto, se destacaram obstáculos relativos à
comprovação de renda e especialmente possíveis fraudes relacionadas a
candidatos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas. Tais situações ocorreram
em várias instituições públicas e apenas uma na Ufal, relacionada a um servidor.
O NEABI, nesta perspectiva, inovou apresentando ao CONSUNI no fim de
2018 um procedimento já utilizado em outras universidades para combater as
fraudes: as chamadas bancas de heteroidentificação étnico-racial, conduzidas por
comissões especiais constituídas para verificar o pertencimento do candidato ao
grupo que se identifica. As bancas foram instauradas em 2019 e estão sendo
aperfeiçoadas até os dias atuais, a fim de garantir que os sujeitos de direitos
assumam as vagas que lhes foram reservadas. Já para indígenas e quilombolas,

33

o procedimento é a validação dos documentos da autodeclaração indígena ou
quilombola por banca específica.

8 ATIVIDADES DE EXTENSÃO

As atividades de extensão estão regulamentadas pela Pró-reitoria de
Extensão, através de Editais de Fluxo Contínuo e de Editais estabelecidos. O
curso de Relações Públicas apresenta um histórico de projetos de extensão,
contribuindo com os pilares da Universidade Pública, através do ensino, da
pesquisa e da extensão.
O estudante do curso de Relações Públicas terá, portanto, a oportunidade
de se engajar em atividades de extensão que seguem os parâmetros
estabelecidos pelo curso e pela Pró-Reitoria de Extensão, desenvolvendo suas
habilidades em um processo interdisciplinar, educativo e científico que promove a
interação entre a Universidade e a Sociedade, através dos projetos, cursos,
eventos, e demais produtos relacionados ao Programa de Extensão, com ementa
e objetivos estabelecidos neste PPC.
As dimensões da extensão são compromissos prioritários ou elementos
estruturantes que devem funcionar como diretrizes gerais da extensão orientando
o planejamento, a execução e a avaliação das ações extensionistas. Sendo
assim, o curso de Relações Públicas, em suas ações de extensão, deverá
oferecer formação generalista, humanística, crítica e reflexiva, de modo que o
aluno, além da formação científica e filosófica, desenvolva habilidades
empreendedoras, vivências que considerem a realidade local, regional e do
mundo, comprometimento com a preservação ambiental e respeito aos direitos
humanos.
Em observância a essas dimensões e às vivências locais e regionais,
incluindo a pandemia, é que, nos últimos anos, antes mesmo da curricularização
da extensão, as ações de extensão no curso de Relações Públicas têm
contemplado projetos e cursos, de longa e pequena duração, que tratam de
questões étnico-raciais, privação de liberdade, vulnerabilidade social, arte,

34

turismo, mobilizações sociais entre outras, como pode-se ver no quadro a seguir:

1

TÍTULO DOS PROJETOS
Mercado Vivo 2018-2019

2

Wassu Cocal: Memórias, identidades, comunicação e escritas de si 2018-2019

3

Agência Experimental de Relações Públicas 2018 até a atualidade

4

Laboratório de Relações Públicas Comunitárias: a comunicação estratégica a
serviço da cidadania e do desenvolvimento social 2018-2019
Fábrica da Esperança: educação e trabalho para uma vida lícita após o cárcere
2018-2019
Comunicação estratégica no Fórum Popular da Ufal 2019-2020
Wassu Cocal: Memórias, identidades, comunicação e escritas de si 2019-2020
Universidade Cidadã: eventos utilizados como ferramenta estratégica e
pedagógica pelas relações públicas na comunicação estratégica 2019-2020
Negras Conexões 2020 – Ufal Conectada
Além das ruas tradicionais: memória, tempo e lugar nas narrativas dos invisíveis
do Centro de Maceió 2020-2021
A cidade invisível: vida e trabalho nas comunidades do residencial agreste,
Nossa Senhora Aparecida, comunidades da Vila dos Pescadores do Lago
Perucaba e Frei Damião em Arapiraca 2020-2021
Bureau de Comunicação Comunitária on-line no Combate à Covid-19 (a partir de
2020)
Comunicação comunitária no Movimento dos Povos das Lagoas (2020-2021)
Negras Conexões 2021 - Diálogos sobre as questões afrodiaspóricas, indígenas,
lgbtqia+ e feministas
A construção das memórias indígenas na arte da escrita 2020-2021
Independência do Brasil: 200 anos – 2022
Laboratório Colaborativo de Comunicação: comunicação estratégica para grupos
em situações de desastre socioambiental – 2023 até a atualidade
Relações Públicas em programa de enfrentamento à insegurança alimentar (2023
até a atualidade)

5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18

8.1 a política de extensão: diretrizes nacionais e locais
A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos,
permitindo às instituições de ensino superior adequarem seus projetos
pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às realidades regionais e às
finalidades inerentes aos cursos. E é nessa perspectiva que o Fórum Nacional de

35

Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas (FORPROEX) apresenta a
extensão como o processo educativo, cultural e científico que articula
indissociavelmente o ensino e a pesquisa para que haja a relação transformadora
entre Universidade e Sociedade.
É nesta perspectiva que a Universidade Federal de Alagoas assume a
extensão como uma das dimensões da vida acadêmica, como uma forma de
vivenciar o processo ensino-aprendizagem além dos limites da sala de aula,
aproximando a universidade das diferentes organizações da sociedade. Por fazer
parte de vida acadêmica de alunos, técnicos e professores, a extensão se
materializa através de programas e projetos apresentados e assumidos pelas
diversas Unidades Acadêmicas, que atuam em todas as áreas temáticas de
extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura,
Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e
Produção e Trabalho.
A curricularização da extensão, de acordo com a resolução do
CONSUNI-UFAL n. 4/2018 e a instrução normativa PROEX Nº01/2021, indica os
procedimentos para os projetos e as ações de extensão como componente
curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação. Ela se
dá em concordância com a meta 12.7 do Plano Nacional de Educação 2014-2024,
que assegura, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação se dê
em programas e projetos de extensão universitária.
O curso de Relações Públicas, demonstra, assim, sua pretensão de
contribuir com as questões locais e de sempre contemplar saberes e práticas
contemporâneas de caráter estratégico que buscam a intervenção e aplicação
empírica de temas ligados à política, cultura, sociedade e economia.
A seguir, o programa de curricularização da extensão do curso apresentará
novos interesses e futuras atuações

8.2

O programa integralizado de extensão do curso de relações públicas PIEX
O Programa Integralizado de Extensão da graduação é uma ferramenta

36

indispensável na formação do estudante e no trabalho dos professores, pois
promove o intercâmbio de conhecimentos acadêmicos-científicos com a
sociedade e vice-versa. Assim, assegurando que estas diretrizes são objeto de
atenção deste PPC apresenta-se o programa de extensão do curso.
Título
Programa Integralizado de Extensão do Curso de Relações Públicas – PIEX RP
Unidade Acadêmica/curso envolvido
Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes/Relações Públicas
Ementa
1. Ações de extensão no campo das Relações Públicas, área da Comunicação
Social que pertence à esfera de ação das Ciências Sociais Aplicadas, visando: 1.
a capacitação de pessoas, elaboração de diagnósticos, análise de problemas,
planejamento

e

intervenção;

2.

o

desenvolvimento

de

competências,

conhecimentos, habilidades e atitudes, através de ações de consultorias
temáticas, acompanhamento, apoio e/ou orientação comunicacional; 3. o
desenvolvimento de soluções práticas relacionadas à comunicação no âmbito
municipal, estadual e regional, contemplando iniciativas que fortaleçam as áreas
temáticas de extensão classificadas no Plano Nacional de Extensão.

Áreas de abrangência
1. Interdisciplinaridade, que é caracterizada pelo envolvimento de docentes,
discentes e técnicos de áreas distintas no desenvolvimento da atividade de
extensão;
2. Interinstitucionalidade, que promove o envolvimento de organizações
públicas, privadas e da sociedade civil no desenvolvimento das ações de
extensão, seja na forma de coparticipação ou envolvimento direto;
3. Intersetorialidade, que diz respeito ao envolvimento de setores, unidades
acadêmicas e demais campus da UFAL.

37

Áreas Temáticas do PIEX RP
Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação.
Linhas de Extensão
Artes Visuais, Comunicação Estratégica, Direitos Individuais e Coletivos,
Empreendedorismo, Gestão Pública, Grupos Sociais Vulneráveis, Mídias,
Organizações da Sociedade Civil e Movimentos Sociais e Populares, Tecnologia
da informação, Turismo e Desenvolvimento Humano.
Objetivos
Geral: Consolidar a extensão universitária no curso de Relações Públicas como
processo acadêmico definido, atendendo as exigências da realidade política,
cultural, social e econômica do estado de Alagoas.
Específicos: a. Utilizar a comunicação como mediadora dos objetivos sociais,
estimular o exercício da participação social na construção da agenda pública, da
sua implementação e avaliação. b. Mediar o atendimento das demandas sociais e
melhorar (divulgando e potencializando) o acesso a informações de projetos,
programas e políticas públicas. c. Contribuir para o desenvolvimento econômico
local, para a emancipação de segmentos vulneráveis do mercado alagoano,
estimulando a autonomia e as práticas comunicativas para o aumento do
desenvolvimento social. d. Apresentar os resultados e desdobramentos dos
projetos desenvolvidos ou apresentar produtos de assuntos relacionados.

Justificativa
Os processos, tecnologias, recursos e serviços a serem gerados pelo PIEX
Relações Públicas junto aos grupos sociais, às organizações e às comunidades
assistidas, em diferentes contextos institucionais, são respostas às demandas
sociais, do contexto econômico e sócio-histórico do município de Maceió e do
estado de Alagoas;
Para tanto, o PIEX

do Curso de Relações Públicas contribuirá com o

38

desenvolvimento

social

de

territórios,

compreendidos

estes

como

uma

organização, uma comunidade, um bairro, um município ou um conjunto de
municípios. A extensão universitária a partir de uma relação dialógica e de
interação profunda entre atores da universidade (professores, técnicos e
estudantes dos diversos cursos) e sujeitos sociais (moradores, profissionais,
lideranças sociais/comunitárias, representantes dos poderes públicos e outras
instituições públicas e privadas) dos territórios com os quais cada atividade irá
interagir. O estudante deve ser estimulado a tornar-se protagonista de sua
formação técnica e cidadã, estendendo-se tal movimento aos diversos sujeitos
sociais.
De um ponto de vista mais conceitual, o intuito do PIEX enquanto proposta
de intervenção é aumentar o grau de conhecimento, participação e implicação das
pessoas em torno dos problemas comuns afetando a vida de todos em seu local
(organização ou território). Além disso, o programa visa ao fomento de um amplo
processo de capacitação, seja de membros de organizações ou ainda população
local para que estes assumam o protagonismo do processo de desenvolvimento e
fortalecimento territorial ou organizacional.
Os planos das atividades do Programa de Extensão do Curso de Relações
Públicas, devem almejar, obrigatoriamente, metodologias que sejam capazes de
proporcionar práticas extensionistas com base no princípio dialógico entre a
Universidade e a Sociedade. Para tanto, devem estar embasados nas diretrizes
da Política Nacional de Extensão Universitária, que são:
a) Interação Dialógica: o diálogo e troca de saberes substitui a relação
desigual de superioridade dos saberes e fazeres acadêmicos, substituindo-os
pela parceria com a sociedade, seus movimentos e suas organizações; b)
Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade: provocar a interação de modelos,
conceitos e metodologias originários das diversas disciplinas, interdisciplinas e
áreas do conhecimento, levando em consideração para tanto a construção
paulatina de alianças intersetoriais, interorganizacionais e interprofissionais; c)
Indissociabilidade Ensino-Pesquisa-Extensão: as ACE (Dimensão Extensão)
tornam-se mais efetivas quando se inter-relacionam com processos de formação
(Dimensão Ensino) e com a produção de conhecimento (Dimensão Pesquisa); d)

39

Impacto na Formação do Estudante: se dá pela ampliação das referências de
ensino-aprendizagem por conta da relação direta com questões e realidades
territoriais e organizacionais; e e) Impacto e Transformação Social: colocar a ACE
à disposição dos interesses e necessidades prementes das organizações e dos
territórios ou mesmo contribuir para o aprimoramento das políticas públicas.
Metodologia
Os procedimentos metodológicos a serem utilizados no PIEX Relações
Públicas

compreendem:

Pesquisa-ação,

Pesquisa-participante,

Etnografia,

História Oral, Cartografia, Modelos interpretativos dentre outras metodologias em
Comunicação; organização de eventos, cerimonial e protocolo, publicização de
conhecimento, produção científica e artística.
Execução e Carga Horária
O PIEX Relações Públicas se divide em três modalidades distintas de
atividades, em consonância com as diretrizes regulamentadas pela resolução
04/2018 do CONSUNI/UFAL: dois projetos de extensão, com duração de quatro
semestres (3º, 4º, 6º e 7º), e um produto, com duração de um semestre (8º),
resultante dos projetos anteriores ou de temáticas corolárias ou pertinentes.
Quadro 1 – Da distribuição da carga horária do Programa Integralizado de
Extensão (PIEX) na matriz curricular

Período
CH Total
(360H)

Projeto 1
PIEX/MOD
PIEX/MO
I
D II
3º
4º
72H

72H

Projeto 2
PIEX/MO
PIEX/MOD
D III
IV
6º
7º
72H

72H

Produto
PIEX/MOD
V
8º
72H

As atividades curriculares de extensão (ACE) a serem desenvolvidas a
partir do PIEX poderão ter temáticas centrais relacionadas às áreas do
conhecimento Comunicação e Políticas Públicas e Comunicação, Economia Local
e Ativismo Social. Durante o planejamento dos projetos de extensão vinculados
às ACEs poderão ser desenvolvidas atividades que envolvam consultoria, cursos,
assessoramento, soluções/projetos em comunicação ou outras correlatas.

40

O PIEX Relações Públicas reservará 288h para a acreditação de ações
extensionistas na modalidade de projetos e 72h para a acreditação de outras
modalidades extensionistas, num total de 360h. Todas as atividades de extensão
deverão ser desenvolvidas com temáticas relacionadas tanto às áreas de
conhecimento veiculadas na graduação como atreladas, também, às áreas
temáticas da Extensão.
Além das ACEs relacionadas com as temáticas Comunicação e Políticas
Públicas e Comunicação, Economia Local e Ativismo Social, a modalidade
produto também será desenvolvida com conteúdos voltados para estas
discussões, gerando a promoção e difusão de temas de gestão pública
governamental e não governamental, políticas públicas, economia local,
movimentos populares e sociais, direitos humanos, relações étnico-raciais, dentre
outros temas pertinentes.
Desse modo, a metodologia implicada nas ACEs do Curso de Relações
Públicas consiste em atividades práticas em que os(as) estudantes, após um
processo de nivelamento conceitual e metodológico e exerce o conjunto das
atividades acadêmicas em ambiente comunitário, fora do ambiente universitário.
Ademais, os(as) alunos(as) são envolvidos em atividades de extensão realizadas
em espaços de associações comunitárias, órgãos de governo, organizações da
sociedade civil, empresas locais, eventos, ambientes digitais, entre outros que
proporcionem experiências empíricas de aprendizagem relacionadas aos temas
objetivos e transversais da sua área de formação.
Acompanhamento, Avaliação e Indicadores
Para acompanhar e verificar o andamento das atividades de extensão, bem
como avaliá-las, foram pensados os seguintes indicadores: quantidade de ações
desenvolvidas, representantes sociais e profissionais externos envolvidos;
quantidade e diversidade de meios de comunicação utilizados; público-alvo
alcançado; parcerias desenvolvidas; artigos publicados; produções audiovisuais,
artística e midiáticas, participação em eventos.

9 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

41

De acordo com o Parecer CNE/CES n.º 85/2013 e Resolução 02, de
27/09/2013-MEC/CNE/CES, que define as Diretrizes Curriculares do Curso de
Relações Públicas, este deverá possibilitar formação profissional que revele, pelo
menos, as seguintes competências e habilidades:
I - Gerais:
a) domínio das linguagens e das técnicas utilizadas no processo de comunicação
e nas diversas mídias;
b) capacidade de articular, de forma interdisciplinar, as interfaces existentes nas
diferentes áreas da comunicação, bem como de outros campos do saber;
c) atuação profissional em consonância com os princípios éticos de comunicação
para a cidadania, voltadas para os direitos humanos e a sustentabilidade;
d) capacidade de produzir conhecimento científico no campo da comunicação e
na área das relações públicas e de exercer a docência.

II - Específicas:
a) interesse em desenvolver pesquisas, estratégias e políticas que favoreçam a
interpretação qualificada da conjuntura sócio-organizacional;
b) criatividade para gerar, executar e avaliar planos, programas, campanhas e
projetos

estratégicos

de

relações

públicas,

integrados

às

demandas

organizacionais e da opinião pública;
c) habilidade para sistematizar os repertórios necessários à prática profissional,
nos âmbitos da gestão de processos comunicacionais, da cultura organizacional e
das inovações tecnológicas;
d) conhecimento de técnicas e instrumentos adequados ao desenvolvimento de
atividades específicas: assessoria de imprensa, organização de eventos,
cerimonial e protocolo, ouvidoria, comunicação interna, pesquisa de opinião
pública e de mercado;
e) capacidade de realizar serviços de auditoria, consultoria e assessoria de

42

comunicação de empresas;
f) condições de atuar de forma qualificada em atividades de relações
governamentais e de comunicação pública;
g) habilidade para administrar crises e controvérsias, promovendo ações para a
construção e preservação da imagem e da reputação das organizações.

43

10 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
10.1 estrutura curricular

A estrutura curricular compõe o cumprimento de uma carga horária
mínima total de 3.322 horas, distribuídas conforme quadro abaixo:
Quadro 2 – Estrutura Curricular
DISCIPLINAS

CARGA HORÁRIA

Disciplinas Obrigatórias

2.142 horas

Disciplinas Eletivas

270 horas

Trabalho de Conclusão de Curso

150 horas

Estágio Curricular Obrigatório

200 horas

Atividades Complementares

200 horas

Atividades curriculares de extensão

360 horas

O curso de Relações Públicas atende as bases dispostas nas Diretrizes
Curriculares dos Cursos de Graduação em Relações Públicas (DCN, 2013), que
define quatro eixos de formação, a saber:
Quadro 3 – Eixos Formação em Relações Públicas
EIXOS

Eixo de formação geral

Eixo de Comunicação

DEFINIÇÃO
Contempla “conteúdos de cultura geral e de
formação ética e humanística e prever
disciplinas baseadas essencialmente em
conhecimentos das Humanidades e das
Ciências Sociais Aplicadas, em especial nas
questões ligadas aos temas dos direitos
humanos,
educação
ambiental
e
sustentabilidade”
Contempla os “conteúdos teóricos e aplicados
das ciências da comunicação, com foco
naqueles que contribuem para o entendimento

44

dos processos e práticas de relações
públicas”.
Contempla os “conteúdos teóricos aplicados
às práticas laboratoriais, que são específicos
para a compreensão de relações públicas
como processo e como atividade profissional”.

Eixo de Relações Púbicas

Eixo de formação suplementar

Contempla os conteúdos de domínios conexos
que são importantes para a construção do
perfil e das competências pretendidas,
prevendo-se estudos em gestão de negócios e
empreendedorismo,
comunicação
nos
processos
de
governança
corporativa,
psicologia
social,
estatística,
relações
governamentais, cerimonial e protocolo,
ouvidoria.

Seguindo a concepção dos eixos de formação definidos nas Diretrizes
Curriculares dos Cursos de Graduação em Relações Públicas (DCSn, 2013),
inscreve-se o seguinte quadro de disciplinas abaixo:
QUADRO 4 EQUIVALÊNCIAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
C
H

CÓDIGO

72

RELP084

72

RELP085

72

RELP086

PSICOLOGIA APLICADA À COMUNICAÇÃO

72

RELP087

TENDÊNCIAS E DEBATES DA FILOSOFIA

72

RELP088

2º PERÍODO

C
H

CÓDIGO

CULTURA, RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E
DIVERSIDADE

72

OFICINA DE TEXTO EM COMUNICAÇÃO
TEORIAS DA COMUNICAÇÃO

DISCIPLINA NOVO CURRÍCULO

DISCIPLINA CURRÍCULO ANTERIOR

CH

1º PERÍODO
SOCIOLOGIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO
FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS
RELAÇÕES PÚBLICAS
INTRODUÇÃO À MÉTODOS E TÉCNICAS DA
PESQUISA EM COMUNICAÇÃO

SOCIOLOGIA GERAL E DA
COMUNICAÇÃO
FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS
RELAÇÕES PÚBLICAS
INTRODUÇÃO À PRODUÇÃO E AO
REGISTRO DO CONHECIMENTO
PSICOLOGIA APLICADA À COMUNICAÇÃO
RPJOR

80
80
80
60

TENDÊNCIAS E DEBATES DA FILOSOFIA

60

RELP089

CULTURA, RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E
DIVERSIDADE

80

72

RELP090

ANÁLISE E PRODUÇÃO TEXTUAL EM RP I

80

72

RELP091

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO

80
60
60

TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES PARA RP

72

RELP092

TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES
APLICADAS ÀS R.P.

COMUNICAÇÃO E CULTURA DIGITAL

72

RELP093

COMUNICAÇÃO E CULTURA DIGITAL

3º PERÍODO

C
H

CÓDIGO

COMUNICAÇÃO E DISCURSO

72

RELP094

LEGISLAÇÃO E ÉTICA EM COMUNICAÇÃO

72

RELP095

TEORIA E MÉTODOS DA PESQ. EM COM.
PARA RP

72

RELP098

4º PERÍODO

C
H

CÓDIGO

COMUNICAÇÃO E CULTURA
ORGANIZACIONAIS

72

RELP102

ANÁLISE E PRODUÇÃO TEXTUAL EM
RELAÇÕES PÚBLICAS II
ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM COMUNICAÇÃO
SOCIAL E EM RELAÇÕES PÚBLICAS
TEORIA E MÉTODO DA PESQUISA EM
COMUNCAÇÃO PARA RP

COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL

80
80
60

80

45

MARKETING PARA RELAÇÕES PÚBLICAS

72

RELP103

MARKETING PARA RELAÇÕES PÚBLICAS

80

PLANEJAMENTO DE RELAÇÕES
PÚBLICAS

80

TEORIA DA OPINIÃO PÚBLICA

60

PLANEJAMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS

72

RELP104

5º PERÍODO

C
H

CÓDIGO

TEORIA DA OPINIÃO PÚBLICA

72

RELP015

PUBLICIDADE E PROPAGANDA PARA RP

72

RELP106

PUBLICIDADE E PROPAGANDA

80

72

RELP108

ESTATÍSÍTICA APLICADA À PESQUISA EM
RP

60

72

RELP114

RP COMUNITÁRIAS E TERCEIRO SETOR

80

6º PERÍODO

C
H

CÓDIGO

ESTATÍSTICA APLICADA À PESQUISA EM
RP
RELAÇÕES PÚBLICAS COMUNITÁRIAS E
SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA

COMUNICAÇÃO PÚBLICA

72

RELP107

COMUNICAÇÃO PÚBLICA

80

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA

72

RELP112

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA

80

MIX COMUNICACIONAL E MARCA

72

RELP113

MIX COMUNICACIONAL E MARCA

80

7º PERÍODO

C
H

CÓDIGO

EVENTOS, CERIMONIAL E PROTOCOLO

72

RELP115

54

RELP117

72

RELP118

8º PERÍODO

C
H

CÓDIGO

RELAÇÕES PÚBLICAS INTERNACIONAIS

72

RELP121

DESENVOLVIMENTO ORIENTADO DE
PROJETOS
IDENTIDADE, IMAGEM E MEMÓRIA
ORGANIZACIONAIS

GESTÃO DE PROJETOS PARA RP

72

RELP110

PRODUÇÃO EM MÍDIA DIGITAL

72

RELP116

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

72

RELP101

PRODUÇÃO CULTURAL, GESTÃO DE
EVENTOS E CERIMONIAL
DESENVOLVIMENTO ORIENTADO DE
PROJETOS
RELAÇÕES PÚBLICAS E MEMORIA
INSTITUCIONAL

RELAÇÕES PÚBLICAS INTERNACIONAIS
GESTÃO ESTRATÉGICA DE PROJETOS
PARA RP
PLANEJAMENTO GRÁFICO E
EDITORAÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

80
40
80

60
80
80
80

O quadro de equivalência acima relaciona as disciplinas do novo currículo
com as do currículo de 2014, ainda vigente das disciplinas do currículo atual que
não apresentam equivalência no que será implantado, será ofertada como eletiva
para os discentes do novo currículo.
Considera-se que a criação de novas eletivas pode se dar a qualquer
momento, de acordo com as especificidades e adequações com a academia e o
mercado, necessitando, no caso, de novas ementas, aprovação do colegiado e
NDE e implementação no sistema pela Prograd. O discente também pode solicitar
matrícula de eletivas em outros cursos da Ufal, desde que tenham equivalência
com as disciplinas eletivas do curso de relações, contemplando CH e ementas.
10.1.1 A EDUCAÇÃO AMBIENTAL
A educação ambiental, cuja política é instituída pelo Decreto n. 4.281 de
25 de junho de 2002, que regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999 –

46

assim como a educação em direitos humanos também (Resolução nº 1, de 30 de
maio de 2012) – é considerada na matriz curricular do curso. Está presente de
forma transdisciplinar e também no oferecimento de disciplina obrigatória:
Relações Públicas, Turismo e Meio Ambiente e na disciplina eletiva, Comunicação
Ambiental.

10.1.2. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

Conforme a Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, a Educação
em Direitos Humanos está presente no curso de Relações Públicas de maneira
transversal, nas diferentes áreas do conhecimento. Portanto, objetivando atender
a esta temática, os seus conteúdos são abordados de maneira interdisciplinar e
transversal em disciplinas do curso e na seguinte: Comunicação e Direitos
Humanos.

10.1.3. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS E INTERNACIONALIZAÇÃO
Considerando que a Educação é um dos mais importantes espaços para
garantir essa inclusão, a organização curricular do Curso de Graduação em
Relações Públicas, da Universidade Federal de Alagoas, contempla também às
exigências do Decreto Nº. 5.626, publicado no DOU de 23/12/2005, que
Regulamenta a Lei Nº. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a
disciplina de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e o art. 18 da Lei Nº. 10.098,
de 19 de dezembro de 2000, com carga horária de 54 horas, na condição de
Disciplina Eletiva. O cumprimento do referido Decreto visa garantir o direito à
educação das pessoas com deficiência auditiva, bem como instrumentalizar o
futuro profissional das Relações Públicas para atender clientes e/ou familiares,
que possam apresentar esta necessidade especial, como cidadãos.
10.1.4. EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O ENSINO E
CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA
O curso de Relações Públicas contempla também o oferecimento de

47

disciplinas obrigatórias relativas às relações étnico-raciais, bem como o
tratamento de questões e temáticas relacionadas a afro descendentes e
indígenas, considerando as as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, a Resolução
CNE/CP 01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004, que dispõe sobre
as diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das Relações Étnico-Raciais
e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena.
Apresenta disciplinas obrigatórias -

Cultura, Relações Étnico-raciais e

Diversidade por exemplo), além da disciplina Psicologia da Comunicação e da
eletiva Cultura Indígena e Meios de Comunicação, ministradas de
interdisciplinar e transdisciplinar.

forma

48

11 CONTEÚDOS CURRICULARES

De acordo com as DCNs de Relações Públicas, os conteúdos curriculares
estão organizados em disciplinas obrigatórias, complementares e eletivas,
conforme a organização dos eixos de formação geral, formação específica,
formação em comunicação, formação em relações públicas e formação
suplementar (ver item 9.1 – Estrutura Curricular).
Com esse novo currículo, enfatiza-se o Curso de Relações Públicas em
sua especificidade e o ordenamento curricular é transformado para adequar-se a
este novo cenário, com um aumento significativo de disciplinas com foco na
prática e aprofundamento em habilidades. Ao mesmo tempo, sem perder de vista
a especialidade necessária, compreende-se também que o Curso de Relações
Públicas está inserido no campo da Comunicação Social, como área geral de
conhecimento e na grande área das Ciências Sociais Aplicadas.
Há ainda aspectos que devem ser considerados na formação do aluno,
como a pesquisa e extensão - consideradas princípios pedagógicos, devem estar
obrigatoriamente presentes nas atividades curriculares. É proibida a modalidade à
distância, apenas em casos estritamente específicos a serem resolvidos pelo
Colegiado.

11.1 Aspectos sobre a identidade, diversidade e interdisciplinaridade e
transversatilidade

Na matriz curricular do curso de Relações Públicas ofertado pela UFAL
observam-se os fundamentos da estética da sensibilidade, política da igualdade e
a ética da identidade, como também os princípios específicos de flexibilidade,
autonomia, interdisciplinaridade e transversalidade, de acordo com as Diretrizes
Curriculares do curso (DCNs, 2013)
A identidade supõe uma inserção dos estudos nas problemáticas locais,
situando-as no contexto global da sociedade contemporânea. Deve considerar,
desta forma, a cultura, os valores, os interesses e necessidades dos grupos

49

sociais de forma que o aluno seja motivado a valorizar as identidades e as
demandas desses grupos.
A diversidade é necessária para contemplar as desigualdades nos pontos de
partida dos alunos, que requerem diferenças de tratamento como forma mais
eficaz de garantir um resultado comum nos pontos de chegada. Com a
flexibilidade procurar-se-á promover a adaptação às diferenças individuais,
respeitar os diversos ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças locais e os
contextos culturais.
O conteúdo de ensino deve provocar aprendizagens significativas que
mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma
relação de reciprocidade. A contextualização evoca, por isso, áreas, âmbitos ou
dimensões presentes na vida pessoal, social e cultural, e mobiliza competências
cognitivas já adquiridas.
Adicionalmente, as disciplinas do Curso estão inter-relacionadas e se
integram em função dos objetivos do Curso e do perfil do egresso. A
transversalidade busca a adequação do currículo às características dos alunos e
do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as atividades
curriculares com o cotidiano dos alunos e com o contexto social. Para atender a
esse princípio, buscou-se adequar o processo ensino-aprendizagem à realidade
local e regional, articulando as diferentes ações curriculares às características,
demandas e necessidades de cada contexto.
Desenvolveram-se estratégias para articular o processo de ensino à
realidade dos alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes
âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural dos discentes. Nessa
perspectiva, as práticas curriculares implementadas no curso estão pautadas no
conhecimento

das

características

dos

alunos,

buscando

respeitar

sua

personalidade e sua identidade.
O princípio da transversalidade permitiu ainda pensar um currículo de
forma abrangente, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um
lugar de transmissão e reprodução do saber. A transversalidade envolve o
estabelecimento de uma relação de reciprocidade entre o aluno e o objeto de

50

conhecimento, favorecendo uma aprendizagem significativa, uma vez que está
baseada nos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural
dos alunos.
12 ARTICULAÇÃO TEORIA E PRÁTICA

O curso de Relações Públicas da Ufal contempla contempla o caráter
teórico e prático das disciplinas do curso. As disciplinas teóricas demandam um
aprofundamento das teorias e as práticas estão relacionadas á utilização dos
laboratórios em sala de aula ou nas aulas de campo, com cronograma
pré-estabelecido, atendendo às disciplinas específicas e áreas afins. A articulação
entre teoria e prática é fundamental durante todo o curso, já que as atividades
desenvolvidas também em projetos de extensão e de pesquisa também
contribuem para o enriquecimento curricular dos discentes.
13 METODOLOGIA

O curso de Relações Públicas busca trabalhar a metodologia em suas
práticas pedagógicas e institucionais, através de atividades que desenvolvam as
competências e habilidades. Sendo assim, as seguintes metodologias são
empregadas: 1) como seminários - metodologia utilizada como uma forma de
avaliação, preparando o aluno para a prática expositiva, sistematização de ideias,
clareza ao discorrer sobre o assunto em pauta, além de auxiliar na Comunicação
e Expressão Oral; 2) paletras - metodologia utilizada após o professor aprofundar
determinado assunto, tendo o palestrante a finalidade de contribuir para a
integração dos aspectos teóricos com o mundo do trabalho; 3) dinâmicas de
Grupo - metodologia que visa ao preparo dos alunos para a vivência profissional,
com estimulação do desenvolvimento da contextualização crítica, tomada de
decisões e liderança; 4) práticas em Laboratórios - O curso utilizará laboratórios
básicos e laboratórios aplicados ao desenvolvimento das competências e
habilidades práticas de suas disciplinas); 5) estudos de casos - são fundamentais
nas atividades de aplicação dos conteúdos teóricos, a partir de situações práticas,
visando ao desenvolvimento da habilidade técnica, humana e conceitual.

51

Dessa forma, os laboratórios serão montados de forma a possibilitar um
ensino de alto nível e atualizado, colocando o aluno em contato com
equipamentos regularmente utilizados na realidade profissional. Dessa forma, o
aluno, ao se formar, poderá aplicar, em sua vida profissional, os conhecimentos
úteis e importantes adquiridos nas aulas práticas. Apresentamos também a
metodologia de visitas Técnicas, através da realização de visitas a empresas,
órgãos e instituições visando a integrar teoria e prática, além de contribuir para o
estreitamento das relações entre instituição de ensino e as esferas sociais
relacionadas à área do curso, estabelecendo, dessa forma, uma visão sistêmica,
estratégica e suas aplicações na área do curso.
Essas metodologias se apresentam com um ensino contextualizado que
faça sentido para os discentes e os docentes compreendendo as diferentes
percepções na forma de lidar com o que está sendo transmitido em sala de aula.
Para tanto, dispomos de vários métodos como jogos, simulações, aprendizado
baseado em projeto, aprendizado baseado em problemas, para citar alguns.
Estas práticas apoiam-se numa metodologia que busca uma interação
entre aluno – professor – conteúdo. Preza-se que o educando conheça os
primeiros passos do caminho para aprender a aprender. Os estudantes são
encorajados a definir seus próprios objetivos de aprendizagem e tomar a
responsabilidade por avaliar seus progressos pessoais. No entanto, o aluno é
acompanhado e avaliado, e essa avaliação inclui a habilidade de reconhecer
necessidades educacionais pessoais, desenvolver um método próprio de estudo,
utilizar adequadamente uma diversidade de recursos educacionais e avaliar
criticamente os progressos obtidos.
Assim, os docentes do curso são motivados ao desenvolvimento de
atividades que contemplem o ensino, a pesquisa e a extensão, em concordância
com as diretrizes curriculares nacionais; e o perfil do egresso.
A acessibilidade pedagógica, em atendimento aos alunos PCDs, devem
estar de acordo com as orientações do Núcleo de Acessibilidade da Ufal (NAC) e
também das DCNs. Além disso, buscar a conexão com a realidade
socioambiental (local, regional e global) e as discussões sobre a resolução de
problemas socioambientais tendo por base os projetos de extensão e de

52

pesquisa, aulas expositivas dialogadas, também com aproveitamento do suporte
das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e de Ambientes Virtuais de
Aprendizagens (AVA). Para que não haja evasão dos discentes PCDs, o curso
acolhe os alunos e analisa com cada um deles as suas dificuldades, havendo um
acompanhamento direto com os mesmos e com os professores, no sentido da
orientação e evolução dos mesmos nas disciplinas.
14 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado é definido pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro
de 2008, como “ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente
de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo do estudante” (LEI
no. 11.788). A Ufal, em consonância com a lei, dispõe de normas e resoluções que
disciplinam os estágios curriculares obrigatórios e não obrigatórios dos discentes.
Entre as normas, destacam-se as seguintes resoluções: Resolução 71/2006 e
com a Resolução nº 95/2019- CONSUNI/UFAL, de 10 de dezembro de 2019.
Além das orientações contidas na Cartilha de Estágio da Ufal, da Pró-Reitoria de
Graduação-Ufal.
O Estágio Curricular Obrigatório, atendendo à Lei de Diretrizes e Bases
da Educação - Lei 9. 394/96 - Art. 43, inciso II e a Lei do Estágio Nº 11.788/2008,
é requisito para aprovação e obtenção de diploma de graduação. Portanto, neste
PPP o estágio consta na matriz curricular do curso de Relações Públicas e a
carga horária de 200 horas é computada para a integralização da carga horária
total do curso.
O estágio no curso de Relações Públicas compreende a participação em
estágio profissional em empresa ou profissional liberal devidamente credenciados
pela Instituição e abrangerá duas modalidades distintas: estágio não-obrigatório e
estágio obrigatório. O Estágio não-obrigatório poderá ser cumprido a partir do
terceiro período do curso e poderá compor as Atividades Complementares. O
Estágio obrigatório deverá ser cumprido a partir do quinto período do curso e terá
a carga horária mínima de 200 horas. Ambas as modalidades de estágio serão
acompanhadas pela Coordenação de Estágio do Curso.
O estágio curricular em Relações Públicas tem como objetivo o desenvolvimento
de competências – conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes –

53

em

situações

de

aprendizagem,

conduzidas

no

ambiente

profissional,

observando-se as normas contidas na legislação específica. Deve atender aos
critérios de compatibilidade com os objetivos do Curso, considerando a natureza
dos estágios conforme Resolução 71/2006-CONSUNI/UFAL e Lei Federal
11.788/2008. Na UFAL, ele é considerado como ato educativo escolar
supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação
para o trabalho produtivo do estudante.
Os objetivos do estágio curricular são os seguintes: capacitar o estudante
de Relações Públicas para o exercício profissional; oferecer ao estudante
experiência de intervenção em Relações Públicas, vivenciando situações da
prática profissional que enriqueçam sua formação; provocar no estudante a
introjeção de determinação pertinentes à regulamentação da profissão e ao
Código

de

Ética

Profissional;

possibilitar

ao

estudante

experiência de

sistematização e planificação da ação profissional.
Dessa forma, integra o itinerário formativo do educando e faz parte do
projeto pedagógico do curso. Podem ser considerados campos de Estágio
Curricular do Curso de Relações Públicas: pessoas jurídicas de direito privado;
órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos
poderes da união, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios; profissionais
liberais, com formação superior na área, devidamente registrados em seus
respectivos Conselhos. Para constituir-se em campo de estágio é necessário que
estas pessoas e/ou órgãos possuam programas e/ou ações na área de
Comunicação Social.
Na falta de campos em conformidade com o exposto no parágrafo anterior
poderão se constituir como campo de estágio projetos/programas de extensão
universitária onde participem docentes do Curso de Relações Públicas, a partir da
aprovação do Colegiado do Curso.
As atividades a serem desenvolvidas pelos estudantes levarão em conta
as particularidades de cada campo de estágio e terão por base o planejamento da
ação do estudante no campo específico, respeitadas as exigências da formação
profissional. Essas atividades deverão constar num Plano de Estágio a ser

54

elaborado em conjunto pelo Supervisor e pelo Estudante, com a participação do
orientador de Campo. Os estudantes serão encaminhados pelo Coordenador de
Estágio aos campos disponíveis a cada semestre letivo.
Os

estágios

curriculares

classificam-se

como

obrigatório

e

não

obrigatório, oficializados por meio de parcerias com empresas vinculadas à UFAL
por formalização de convênios registrados. O estágio deve ser planejado,
executado, acompanhado e avaliado em conformidade com os currículos,
programas e calendários escolares.
As especificidades relativas ao estágio curricular supervisionado dos
alunos do curso de graduação em relações públicas estão definidas no
regulamento específico aprovado pelo Colegiado do Curso e referendado pela
Unidade Acadêmica.
A avaliação do Estágio Obrigatório será realizada pelo Coordenado de
Estágio do Curso mediante entrega de relatório final e das fichas de avaliação do
estagiário pela empresa. A nota se dá a partir destes suportes, observando-se a
conexão entre o que está registrado no relatório e no plano de atividade descrito
no Termo de Compromisso de Estágio (TCE), os possíveis ajustes do plano no
decorrer do estágio registados no relatório e como a/o aluna/o foi avaliada/o pela
empresa. A tabela a seguir, serve de base para registro de nota em estágio. Caso
o sistema (Sieweb ou Sigaa) permita a inserção de conceitos, estes podem ser
identificados como Aprovado ou Reprovado, sendo considerado aprovado o/a
discente que obtiver nota igual ou acima de 7,0 (sete). Os critérios para a
avaliação so estagiários são: plano de atividades, execução do plano e possíveis
ajustes, elaboração do relatório de atividades, avaliação do estagiários por parte
da Concedente.
Na Ufal, o setor específico que trata dos estágios é a Gerência de
Estágios Curriculares (Gest), da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) que
disponibiliza e também formaliza os convênios e apólices de seguros dos
discentes, junto à coordenação de estágio do curso.

55

15 ATIVIDADES COMPLEMENTARES

As atividades complementares são práticas acadêmicas de múltiplos
formatos, obrigatórias, que podem ser realizadas dentro ou fora da Universidade,
desde que reconhecidas e aprovadas pelo Curso, como úteis à formação do
aluno. Essas práticas se distinguem das disciplinas que compõem o currículo
pleno (atividades obrigatórias) de cada curso.
Estão regulamentadas pelo CNE/CES Nº 108, de 7 de maio de 2003 e
pela Resolução CNE/CES Nº 04, de 6 de abril de 2009, que definiram o total de
até 20% da carga horária dos cursos para estágio curricular e atividades
complementares e/ou práticas. Na Ufal, as Atividades Complementares são
regulamentadas pela Resolução Cepe Nº 113, de 13 de novembro de 1995,
devendo ser integralizadas, no mínimo, em 200 horas.
No Curso de Relações Públicas, as Atividades Complementares são
também denominadas de Carga Horária Flexível e podem ser desenvolvidas a
partir do primeiro ano do curso, compreendendo um total de 200 horas, o que
corresponde a aproximadamente 10% da carga horária total do curso. As
atividades de pesquisa, extensão e estágio podem ser computadas como
atividades complementares, caso ainda existam CH sobrando para utilização dos
discentes.
As atividades complementares têm como finalidade complementar a
formação do aluno, ampliar o seu conhecimento teórico-prático, fomentar a prática
de trabalhos interdisciplinares e entre grupos, estimular as atividades de caráter
solidário e incentivar a tomada de iniciativa e o espírito empreendedor dos alunos.
Essas atividades incluem:
Participação em palestras, seminários, congressos, conferências, ciclo
de debates, oficinas, mesas redondas, jornadas, fóruns, etc.
promovidos pela própria instituição ou outros órgãos e entidades
externas sobre temas específicos para o Curso de Relações Públicas,
desde que ligadas à prática de extensão, monitoria ou iniciação
científica.

56

Organização de eventos institucionais e acadêmicos.
Participação em Grupos de Iniciação Científica orientados por professor
do Curso de Relações Públicas.
Participação em Programas/Projetos de Pesquisa ou Extensão internos
ou externos.
Atividade de monitoria em disciplinas ofertadas pelo curso.
Matrícula – em caráter de enriquecimento curricular – em disciplinas de
outros cursos ofertados pela UFAL (disciplinas isoladas), com
comprovação efetiva de aproveitamento de frequência e notas.
Empresa Júnior de Comunicação – Jangadeiros
A computação da carga horária estará de acordo com o declarado no
comprovante apresentado pelo/a estudante. Este/a precisará realizar atividade
complementares que totalizem a soma relativa carga horária exigida para estas
atividades, que é de 200 horas.

15.1 Semana de Comunicação (Secom)
Os alunos recém-ingressos no curso de Relações Públicas da UFAL são
recebidos na primeira semana de aula através do evento Semana de
Comunicação (Secom) promovida pelo Centros Acadêmicos dos cursos de
Relação Públicas e Jornalismo com apoio das coordenações. Desse modo,
objetiva-se dar as boas-vindas ao aluno ingressante, apresentando: o curso, o
espaço físico, a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
informações sobre a matriz curricular, o Colegiado do Curso, o Centro Acadêmico,
os Programas de iniciação científica e de extensão.
Desde modo, busca-se promover a integração destes alunos entre si, com
os demais do corpo discente e com os docentes do curso, de forma a
incentivá-los a participar das várias atividades desenvolvidas pela Universidade.
15.2 Grupos de Pesquisa
O Curso de Relações Públicas dispõe de três grupos de pesquisa, nos
quais os discentes de Relações Públicas podem se inserir e colaborar com

57

atividades de pesquisa e de investigação em comunicação, em especial, às
relações públicas.
Quadro 5 - Grupo de Estudos em Relações Públicas – GERP
Líder do grupo: Manoella Maria Pinto Moreira das Neves

Linhas de Pesquisa
Midiatização, Discurso e Cidadania
Comunicação, Gênero e Relações
étnico-raciais
Manoella Ma. Pinto Moreira das Neves
Maria Aparecida Batista de Oliveira
Manuela Rau de Almeida Callou

Rosa Lucia Lima da Silva Correia

Mercia Sylvianne Rodrigues Pimentel

Vanuza Souza Silva

Sandra Nunes Leite

Quadro 6 - Laboratório de Estudos em Comunicação, Organizações e
Narrativas do Capitalismo
Líderes do grupo: Emanuelle Gonçalves Brandão Rodrigues e Laura Nayara Pimenta

Linhas de pesquisa
Comunicação pública,
opinião pública e públicos
em movimentos

Comunicação, religião e
narrativas do
capitalismo

Laura Nayara Pimenta

Emanuelle Gonçalves
Brandão Rodrigues

Sandra Nunes Leite

Comunicação, trabalho
e cultura
empreendedora nas
organizações
Emanuelle Gonçalves
Brandão Rodrigues
Laura Nayara Pimenta

Quadro 7 - Grupo de Pesquisa Comunicação e Cidadania
Líderes do grupo: Sandra Nunes Leite e Luiz Marcelo Robalinho Ferraz

Linhas de pesquisa
A comunicação,
saúde e discurso

Comunicação e
Comunidade

Luiz Marcelo
Robalinho Ferraz

Ruy Matos e
Ferreira
Sandra Nunes
Leite
Willian Lima Melo

Comunicação
Organizacional e
Relações
Públicas
Sandra Nunes
Leite

Universidade e
Sociedade

Sandra Nunes
Leite

58

15.3 AGERP
A Agência Experimental de Relações Públicas visa o desenvolvimento e a
consolidação da comunicação interna e externa no bloco de comunicação social
(COS), com a supervisão da coordenadora do projeto e dos professores
colaboradores, funcionando como um suporte à coordenação do curso. A agência
tem como objetivo fomentar a produção do conhecimento por meio de atividades
extracurriculares, fortalecendo as relações no âmbito acadêmico. Não obstante, o
projeto pretende instigar nos alunos a importância de vivenciar a universidade por
meio da pesquisa-ensino-extensão.
Os eixos fundamentais do trabalho da agência os seguintes: o eixo de
comunicação interna e divulgação científica e o eixo de cultura e desenvolvimento
social. No eixo de comunicação interna, são realizadas a atualização das redes
sociais, a organização dos murais do COS, desenvolvimento do planejamento
estratégico, além de manter um bom relacionamento com a mídia e divulgação
científica de publicações dos discentes e docentes. O eixo de cultura e
desenvolvimento social desenvolvemos atividades de responsabilidade social,
através de atividades voltadas aos projetos de extensão e sociais/culturais.

15.4 JANGADEIROS – Empresa Júnior de Comunicação
O

objetivo

das

empresas

juniores

é

desenvolver

pessoal

e

profissionalmente os seus membros por meio da vivência empresarial, realizando
projetos e serviços na área de atuação dos cursos de graduação, aos quais a
empresa júnior for vinculada, orientados sempre por um profissional graduado da
área. Por esse objetivo, entende-se fomentar o crescimento pessoal e profissional
do aluno membro, por meio do oferecimento de serviços de qualidade e a baixo
custo ao mercado. Dessa forma, além de atingir seu próprio objetivo, as EJ’s
contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo em sua região e no
país.
A Jangadeiros tem como sua meta fomentar e formar líderes que elevem
o nível da comunicação do nordeste, proporcionando as melhores experiências
com serviços de comunicação para os nossos clientes, acreditando sempre que

59

comunicar é o que muda nossa sociedade. Sua carta de serviço apresenta os
seguintes serviços: Marketing Digital, Gestão de Redes Sociais (e tudo que
envolve o processo), Clipping, Eventos, Consultoria e Assessoria, dentro outros
projetos de comunicação.

15.5 Monitoria
O programa institucional de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria de
Graduação - PROGRAD, cuja principal finalidade é possibilitar ao aluno o
desenvolvimento de atividades de ensino-aprendizagem em determinada
disciplina supervisionada por um professor orientador, tendo os seguintes
objetivos:

● Assessorar o professor nas atividades docentes;
● Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
● Proporcionar ao monitor uma visão globalizada da disciplina a partir do
aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;
● Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a
metodologia do ensino;
● Envolver o estudante em trabalho de pesquisa associado ao ensino.

Para submissão ao Programa o discente deverá estar de acordo com a
Resolução Nº 055/2008 – CONSUNI, de 10 de novembro de 2008. Inscrito para o
processo seletivo, o aluno candidato se submeterá à avaliação que poderá
constar de prova escrita, prova prática (em casos da disciplina assim o exigir),
exame do histórico escolar com ênfase no estudo da disciplina e análise dos
dados referentes às suas atividades discentes constantes no histórico escolar. No
final do período de monitoria o aluno apresentará relatório e receberá um
Certificado do exercício de monitoria assinado pelo Pró-Reitor Estudantil.

16 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

60

O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC está regulamentado na Ufal
pela Resolução Cepe nº 25/2005, de 26 de outubro de 2005, sendo
regulamentado pela Resolução do Colegiado do Curso de Relações Públicas nº
15, de 2017, como componente curricular obrigatório, não apresentando, então,
carga horária fixa semanal.
No curso de Relações Públicas, o TCC possui carga horária

total

equivalente a 200 horas, podendo ser elaborado individualmente ou em dupla,
caso

haja

necessidade,

devendo

ser

obrigatoriamente

protocolada

na

coordenação de Curso para apreciação e deferimento.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade, na qual o
aluno demonstra os conhecimentos adquiridos durante o curso, com a defesa no
último período. É um componente curricular obrigatório, com características de
uma disciplina e orientação de um professor.
Conforme Parecer CNS/CES nº 85/2013, o TCC em Relações Públicas
pode apresentar as seguintes modalidades: 1) Monografia; 2) Artigo Científico; 3)
Relatório de Pesquisa/Extensão; 4) Produto de Pesquisa/Extensão ou 5)
Trabalhos Audiovisuais.
O TCC compreende a carga horária de 200 (duzentas) horas que serão
contabilizadas no final do curso logo após a sua apresentação pública diante de
banca examinadora composta por docentes e/ou profissionais, de acordo com
regulamento aprovado pelo Colegiado do Curso. As atividades relacionadas ao
TCC terão início a partir do 7° período, no curso Diurno e no 8º período, no curso
Noturno, através da disciplina Desenvolvimento Orientado de Projetos. Ao final
desta disciplina, o discente contará com um orientador formalizado por meio de
um Termo de Aceite assinado por ambos.
A defesa do TCC é obrigatória, devendo ser realizada por meio de
apresentação oral pública a uma banca examinadora formada por três membros,
entre eles professores do curso e convidados externos, atuantes na área.
O curso de Relações Públicas possui uma coordenação de TCC formada
por um membro do Colegiado de Curso, tendo as atividades normatizadas pela
Resolução nº. 15, de 2017, do Colegiado do Curso de Relações Públicas.

61

17 COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS
A tabela abaixo mostram Componentes Curriculares Obrigatórios do
Curso de relações Públicas, segundo sua descrição, carga horária, horas aula em
números absolutos e percentuais.

Quadro 6 - Componentes Curriculares do Curso de Relações Públicas
COMPONENTES CURRICULARES
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas eletivas
Estágio Curricular Obrigatório
Atividades complementares
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades curriculares de extensão

HORAS-AULA (60min)
Absoluto

Percentual

2.142h
270h
200h
200h
150h
360h

64,47
8,12
6,02
6,02
4,51
10,80
3.322

Carga horária total

18 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS
19 ORDENAMENTO CURRICULAR
O Quadro 7 e o Quadro 8 abaixo mostram os ordenamentos curriculares
por período das disciplinas obrigatórias e eletivas dos Curso de

Relações

Públicas para os turnos vespertino e noturno, com cargas horárias prática e
teórica.
QUADRO 7 - DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS POR SEMESTRE – CURSO
DIURNO
PERÍODO

1º

2º

DISCIPLINA
SOCIOLOGIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO
FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS RELAÇÕES PÚBLICAS
INTRODUÇÃO À MÉTODOS E TÉCNICAS DA PESQUISA
EM COMUNICAÇÃO
PSICOLOGIA APLICADA À COMUNICAÇÃO
TENDÊNCIAS E DEBATES DA FILOSOFIA
TOTAL
CULTURA, RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DIVERSIDADE
OFICINA DE TEXTO EM COMUNICAÇÃO
TEORIAS DA COMUNICAÇÃO
TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES PARA RP
COMUNICAÇÃO E CULTURA DIGITAL
TOTAL

SEMANAL
4H
4H
4H

CARGA HORÁRIA
TEÓRICA
PRÁTICA
72H
72H
72H
-

4H
4H

72H
72H

4H
4H
4H
4H
4H

72H
22H
72H
72H
32H

50H
40H

TOTAL
72H
72H
72H
72H
72H
360H
72H
72H
72H
72H
72H
360H

62

COMUNICAÇÃO E DISCURSO
LEGISLAÇÃO E ÉTICA EM COMUNICAÇÃO
TEORIA E MÉTODOS DA PESQ. EM COM. PARA RP
ELETIVA 1
PIEX 1 – COMUNICAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS
TOTAL (SEM ELETIVA e SEM PIEX)
COMUNICAÇÃO E CULTURA ORGANIZACIONAIS
MARKETING PARA RELAÇÕES PÚBLICAS
PLANEJAMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS
ELETIVA 2
PIEX 2 – COMUNICAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS
TOTAL (SEM ELETIVA E SEM PIEX)
TEORIA DA OPINIÃO PÚBLICA
PUBLICIDADE E PROPAGANDA PARA RP
ESTATÍSTICA APLICADA À PESQUISA EM RP
RELAÇÕES PÚBLICAS COMUNITÁRIAS E SOCIEDADE
CIVIL ORGANIZADA
ELETIVA 3
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TOTAL (SEM ESTÁGIO e SEM ELETIVA)
COMUNICAÇÃO PÚBLICA
PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA
MIX COMUNICACIONAL E MARCA
ELETIVA 4
PIEX 3 - COMUNICAÇÃO, ECONOMIA
SOLIDÁRIO-CRIATIVA E ATIVISMO SOCIAL
TOTAL (SEM ELETIVA E SEM PIEX)
EVENTOS, CERIMONIAL E PROTOCOLO
DESENVOLVIMENTO ORIENTADO DE PROJETOS
IDENTIDADE, IMAGEM E MEMÓRIA ORGANIZACIONAIS
ELETIVA 5
PIEX 4 - COMUNICAÇÃO, ECONOMIA
SOLIDÁRIA-CRIATIVA E ATIVISMO SOCIAL
TOTAL (SEM ELETIVA E SEM PIEX)
RELAÇÕES PÚBLICAS INTERNACIONAIS
GESTÃO DE PROJETOS PARA RELAÇÕES PÚBLICAS
PRODUÇÃO EM MÍDIA DIGITAL
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
PRODUTO PIEX
TOTAL (SEM ELETIVA E SEM PIEX)

3º

4º

5º

6º

7º

8º

4H
4H
4H
3H
4H

40H
72H
40H
54H
72H

32H
32H
ELETIVA
PIEX

72H
72H
72H
ELETIVA
PIEX
216H
72H
72H
72H
ELETIVA
PIEX
216H
72H
72H
72H
72H

4H
4H
4H
3H
4H

40H
32H
32H
54H
72H

32H
40H
40H
ELETIVA
PIEX

4H
4H
4H
4H

72H
22H
32H
32H

50H
40H
40H

3H
200H

54H
-

ELETIVA
ESTÁGIO

4H
4H
4H
3H
4H

40H
22H
32H
54H
72H

32H
50H
40H
ELETIVA
PIEX

ELETIVA
ESTÁGIO
288H
72H
72H
72H
ELETIVA
PIEX

4H
3H
4H
3H
4H

22H
24H
40H
54H
72H

50H
30H
32H
ELETIVA
PIEX

216H
72H
54H
72H
ELETIVA
PIEX

4H
4H
4H
4H
4H

32H
22H
32H
32H
72H

40H
50H
40H
40H
PIEX

198H
72H
72H
72H
72H
PIEX
288H

Organização das disciplinas por semestre – Curso Noturno
QUADRO 8 - DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS POR SEMESTRE – CURSO
NOTURNO
PERÍODO

1º

2º

3º

DISCIPLINA
SOCIOLOGIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO
FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS RELAÇÕES PÚBLICAS
INTRODUÇÃO À MÉTODOS E TÉCNICAS DA PESQUISA
EM COMUNICAÇÃO
PSICOLOGIA APLICADA À COMUNICAÇÃO
TENDÊNCIAS E DEBATES DA FILOSOFIA
TOTAL
CULTURA, RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DIVERSIDADE
OFICINA DE TEXTO EM COMUNICAÇÃO
TEORIAS DA COMUNICAÇÃO
TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES PARA RP
COMUNICAÇÃO E CULTURA DIGITAL
TOTAL
COMUNICAÇÃO E DISCURSO
LEGISLAÇÃO E ÉTICA EM COMUNICAÇÃO
TEORIA E MÉTODOS DA PESQ. EM COM. PARA RP

SEMANAL
4H
4H
4H

CARGA HORÁRIA
TEÓRICA
PRÁTICA
72H
72H
72H
-

4H
4H

72H
72H

4H
4H
4H
4H
4H

72H
22H
72H
72H
32H

50H
40H

4H
4H
4H

40H
72H
40H

32H
32H

TOTAL
72H
72H
72H
72H
72H
360H
72H
72H
72H
72H
72H
360H
72H
72H
72H

63

ELETIVA 1
PIEX 1 – COMUNICAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS
TOTAL (SEM ELETIVA e SEM PIEX)
COMUNICAÇÃO E CULTURA ORGANIZACIONAIS
MARKETING PARA RELAÇÕES PÚBLICAS
PLANEJAMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS
ELETIVA 2
PIEX 2 – COMUNICAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS
TOTAL (SEM ELETIVA E SEM PIEX)
TEORIA DA OPINIÃO PÚBLICA
PUBLICIDADE E PROPAGANDA PARA RP
ESTATÍSTICA APLICADA À PESQUISA EM RP
RELAÇÕES PÚBLICAS COMUNITÁRIAS E SOCIEDADE
CIVIL ORGANIZADA
ELETIVA 3
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TOTAL (SEM ESTÁGIO e SEM ELETIVA)
COMUNICAÇÃO PÚBLICA
PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA
MIX COMUNICACIONAL E MARCA
ELETIVA 4
PIEX 3 - COMUNICAÇÃO, ECONOMIA
SOLIDÁRIO-CRIATIVA E ATIVISMO SOCIAL
TOTAL (SEM ELETIVA E SEM PIEX)
EVENTOS, CERIMONIAL E PROTOCOLO
DESENVOLVIMENTO ORIENTADO DE PROJETOS
IDENTIDADE, IMAGEM E MEMÓRIA ORGANIZACIONAIS
ELETIVA 5
PIEX 4 - COMUNICAÇÃO, ECONOMIA
SOLIDÁRIA-CRIATIVA E ATIVISMO SOCIAL
TOTAL (SEM ELETIVA E SEM PIEX)
RELAÇÕES PÚBLICAS INTERNACIONAIS
GESTÃO DE PROJETOS PARA RELAÇÕES PÚBLICAS
PRODUÇÃO EM MÍDIA DIGITAL
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
PRODUTO PIEX
TOTAL (SEM ELETIVA E SEM PIEX)

4º

5º

6º

7º

8º

3H
4H

54H
72H

ELETIVA
PIEX

ELETIVA
PIEX
216H
72H
72H
72H
ELETIVA
PIEX
216H
72H
72H
72H
72H

4H
4H
4H
3H
4H

40H
32H
32H
54H
72H

32H
40H
40H
ELETIVA
PIEX

4H
4H
4H
4H

72H
22H
32H
32H

50H
40H
40H

3H
200H

54H
-

ELETIVA
ESTÁGIO

4H
4H
4H
3H
4H

40H
22H
32H
54H
72H

32H
50H
40H
ELETIVA
PIEX

ELETIVA
ESTÁGIO
288H
72H
72H
72H
ELETIVA
PIEX

4H
3H
4H
3H
4H

22H
24H
40H
54H
72H

50H
30H
32H
ELETIVA
PIEX

216H
72H
54H
72H
ELETIVA
PIEX

4H
4H
4H
4H
4H

32H
22H
32H
32H
72H

40H
50H
40H
40H
PIEX

198H
72H
72H
72H
72H
PIEX
288H

QUADRO 9: DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS ELETIVAS POR SEMESTRE
REGIME SEMESTRAL – DIURNO E NOTURNO – DISCIPLINAS ELETIVAS
PERÍODO
3º
4º
5º
6º
7º
8º ou 9º

DISCIPLINA
OFICINA DE COMUNICAÇÃO E INTERAÇÃO
SOCIAL
ETNOGRAFIA DA COMUNICAÇÃO
MÍDIA E DIREITOS HUMANOS
RELAÇÕES PÚBLICAS, TURISMO E MEIO
AMBIENTE
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
GESTÃO DA COMUNICAÇÃO DE RISCO E
CRISE
TOTAL

SEMANAL

CARGA HORÁRIA
TEÓR
PRÁTICA
ICA

SEMESTRA
L TOTAL
54H
54H
54H
54H
54H
54H
270H

64

20 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR
20.1 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DE CONTEÚDO ESPECÍFICO
DISCIPLINAS 1º PERÍODO
DISCIPLINA:

SOCIOLOGIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO

Eixo

Formação Geral
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Ementa
Objetivos

Bibliografia
Básica
Bibliografia
Complementar

Estudo das principais teorias sociológicas com ênfase nos aspectos comunicacionais concernentes às
Relações Públicas, de modo que ofereça ao aluno introdução nos estudos acerca das grandes matrizes
teóricas que servem de referência ao pensamento em Comunicação.
Promover o contato do aluno com os mecanismos que orientam o funcionamento da sociedade. Refletir a
relação entre os meios de comunicação de massa e o modo de pensar e agir dos atores sociais. Discutir as
principais implicações da cultura midiática e suas influências no campo social, compreendendo a
complexidade das tecnologias de comunicação e seus impactos sobre as formas de sociabilidade.
COHN, G. Sociologia da comunicação. Teoria e Ideologia. SP: Livraria Pioneira Editora, 1973.
ECO, Umbero. Apocalípticos e Integrados. São Paulo: Perspectiva.
NOVA, S. V. Introdução à Sociologia. São Paulo: Atas, 2001
ADORNO. T.W.; HORKHEIMER, M.. Dialética do Esclarecimento. Tradução Guido de Almeida. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1985.
CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999
COHN, G. Comunicação e indústria cultural. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1977.
GUIDDENS. A. Sociologia. São Paulo: Artmed, 2005
MARTÍN-BARBERO, J. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997

DISCIPLINA:

FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS RELAÇÕES PÚBLICAS

Eixo:

Formação Específica

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

72h
72h

Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Compreensão das origens, surgimento, evolução e atual estrutura da área de Relações Públicas, assim
como reflexões acerca de seus conceitos básicos, compreendendo os princípios, teorias e função social das
Relações Públicas.
Compreender as Relações Públicas mediante a visão histórica sobre as origens, surgimento, evolução e
atual estrutura da área. Provocar reflexões acerca dos conceitos básico das Relações Públicas,
compreendendo seus princípios, teorias e função social.
ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza. Para entender Relações Públicas. 3a. edição, São Paulo,
Loyola, 1983.
GRUNIG, J. E.; FERRARI, M. A; FRANÇA, F. Relações Públicas: teoria, contexto e relacionamentos. São
Caetano do Sul, Difusão, 2009.
SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. 3a. ed. São Paulo, Summus, 1995.
ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza. Psicossociologia das Relações Públicas. Rio de Janeiro,
Vozes, 1975.

Bibliografia
Complementar

FRANÇA, Fábio. Públicos: Como identificá-los em uma nova visão estratégica. São Caetano do Sul, Ed.
Difusão, 2004.
GRUNIG, J. E.; FERRARI, M. A; FRANÇA, F (org.) Relações Públicas: história, teorias e estratégias nas
organizações contemporâneas. São Paulo, Ed. Saraiva, 2009.

65

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa
Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

Bibliografia Básica

INTRODUÇÃO À MÉTODOS E TÉCNICAS DA PESQUISA EM COMUNICAÇÃO
Formação Geral
Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Introdução à pesquisa de forma a apresentar as complexidades do planejamento, da organização, da
elaboração e do registro do conhecimento.
Aprimorar a capacidade do estudante em produzir comunicação escrita nos diversos formatos, melhorando
suas habilidades argumentativas e habilitando-o para adequações morfológicas dos diferentes tipos texto,
incluindo o texto acadêmico.
KOCH, Ingedore. Argumentação e linguagem. 2a edição. São Paulo: Cortez, 1977.
BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. M. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
GUEDES, Enildo Marinho et al. Padrão UFAL de Normalização. Maceió: EDUFAL, 2012.
ALCANTARA, Edson (Org.). Seminário de pesquisa: textos e exercícios como material de apoio a curso.
Maceió: Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Federal de Alagoas, 1998
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, F. Platão. Para entender o texto. São Paulo. Ática, 2002.
_________________________ Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Editora Ática, 2001.
KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria e prática. São Paulo: Pontes, 1993.
ORLANDI, Eni; OTONI, Paulo (Org.). O texto: leitura e escrita. São Paulo: Pontes, 1988.

PSICOLOGIA APLICADA À COMUNICAÇÃO
Formação Geral
Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Introdução à Psicologia. A relação homem, linguagem, comunicação sob o prisma dos processos
psicológicos. A comunicação que se estabelece entre afetos, saberes e informação. A captura da
linguagem socioafetiva pelos signos e símbolos. Processos psicológicos que se configuram: a empatia, o
encontro, a identificação patológica, o narcisismo. A força das imagens e a psicologia. A publicidade e a
percepção. A persuasão. Introdução à psicologia social. O papel do comunicador nos processos cognitivo.
Utilização do instrumental das teorias psicológicas para o campo da comunicação.
Compreender os vínculos fundamentais entre os processos psicológicos e o fenômeno da comunicação
social. Entender o papel das estruturas e instrumentos psicológicos no modus operandi dos meios de
comunicação e dos processos de recepção cognitiva da informação e da produção de conhecimento.
CABRAL, Claude. Psicologia da comunicação e persuasão. Lisboa: Instituto Piaget, 2008.
GUIMARÃES, Thelma de Carvalho. Comunicação e linguagem. São Paulo: Pearson Brasil, 2007.
STROCCHI, Maria Cristina. Psicologia da comunicação. São Paulo: Paulus, 2007.
DAVIDOFF, Linda L. Introdução à Psicologia. São Paulo: Makron, 2000.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: história da violência nas prisões. Rio de Janeiro: Vozes, 2007.
GOFFMAN, Erving. A Representação do Eu na Vida Cotidiana. Rio de Janeiro: Vozes, 2006.
LACAN, J. Obras completas. Rio de Janeiro: Martins fontes, 2003.
RODRIGUES, Aroldo et al. Psicologia social. Petrópolis: Vozes, 2005.
SIGMUND, Freud. Obras completas. Rio de Janeiro: Imago Editora, 2005.

TENDÊNCIAS E DEBATES DA FILOSOFIA
Formação Geral
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

72h
72h

Fundamentos da Filosofia moderna que influenciam a forma e a dinâmica das sociedades contemporâneas.
Principais correntes filosóficas, autores e os principais debates filosóficos contemporâneos.
Aprofundamento sobre questões polêmicas que envolvem aspectos éticos, tecnológicos, políticos, sociais,
econômicos, culturais sob o ponto de vista filosófico. Debates e análise de fatos e temas que caracterizam
a vida contemporânea e influencia a opinião pública.
Municiar estudantes das principais concepções filosóficas que configuram o mundo moderno, identificando
as principais correntes e autores. Estimular a análise aprofundada de temas e fatos, observando-os em
seus diversos ângulos e perspectivas. Fomentar a capacidade de crítica da realidade e do mundo
contemporâneo.
BERMAN, Marshall. Tudo que é solido desmancha no ar. São Paulo: Companhia Das Letras, 2007.
CHOMSKY, Noam. Novos horizontes no estudo da linguagem e da mente. São Paulo: Ed. UNESP,
2002

66

Bibliografia
Complementar

WITTGENSTEIN, Ludwig. Investigações filosóficas. Petrópolis: Vozes, 2005.
DELEUZE, Gilles. A lógica do sentido. São Paulo: Perspectiva, 2009.
GIDDENS, Anthony. As consequências da Modernidade. São Paulo: Editora UNESP, 1991.
MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011.
PRADO JUNIOR, Caio. O que é Filosofia. Coleção: Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 1997.
ROVIGHI, Sofia Vanni. História da Filosofia contemporânea: do século XIX a Neoescolástica. São Paulo:
Loyola, 1999.

DISCIPLINAS 2º PERÍODO
DISCIPLINA

CULTURA, RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DIVERSIDADE

Eixo:

Formação Geral
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa
Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
complementar

72h
72h

Cultura brasileira (negra, indígena, nacional, regional). Raça, etnia, classe, gênero. Diferença e identidade.
Pensamento decolonial. Relações étnico-raciais e de gênero no Brasil. Feminismo, feminismo negro e
indígena. Políticas públicas para igualdade racial. Diversidades sexuais e religiosas. Aporofobia, racismo e
homofobia. Machismo, misoginia, mídia e poder.
Apresentar aspectos da sociedade e da cultura brasileiras;
Discutir marcadores sociais, razões para a desigualdade social brasileira;
Refletir sobre o racismo, o machismo, a homofobia e outros preconceitos e seu enfrentamento;
Estimular a reflexão crítica a partir da produção e veiculação de conteúdos em redes sociais e outros meios
de comunicação.
RIBEIRO, Darcy. Os brasileiros: teoria do Brasil. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 1985.
KABENGELE MUNANGA. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias, línguas, culturas e
civilizações. São Paulo: Global, 2009.
LEITÃO, Heliane de Almeida Lins. Coisas do gênero: diversidade e desigualdade. Maceió: EDUFAL,
2011.
ALMEIDA,
Sílvio.
Racismo
Estrutural.
São
Paulo,
SP:
Pólen,
2019.
Ebook
http://blogs.uninassau.edu.br/sites/blogs.uninassau.edu.br/files/anexo/racismo_estrutural_feminismos_-_silvi
o_luiz_de_almeida.pdf
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Indignação. São Paulo: Editora UNESP, 2000. Ebook
https://cpers.com.br/wp-content/uploads/2019/09/11.-Pedagogia-da-Indigna%C3%A7%C3%A3o.pdf
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. 2. ed. São Paulo, SP: WMF
Martins
Fontes,
2017.
Ebook
https://www.academia.edu/28821531/ensinando_a_transgredir_a_educa%C3%A7%C3%A3o_como_pr%C3
%A1tica_da_liberdade_pdf
KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. Editora Companhia
das Letras, 2019. Ebook https://documentacao.socioambiental.org/documentos/A_QUEDA_DO_CEU.pdf.
MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. Lisboa: Antígona Editores Refractários, 2014. Ebook

OFICINA DE TEXTO EM COMUNICAÇÃO
Formação Específica
Carga horária teórica:
22h
Carga horária prática:
50h
Carga horária total:
72h
Linguagem e comunicação. Signo e significado. Elementos da comunicação e funções da linguagem.
Variação da língua e preconceito linguístico. Texto e textualidade. Tipos e gêneros textuais. Gêneros
informativos e opinativos. Linguagem jornalística e estrutura do texto informativo. Linha editorial e
direcionamento ideológico dos textos nos veículos de comunicação. Linguagens das mídias digitais.
Desenvolver a capacidade crítica e reflexiva dos alunos, bem como a competência comunicativa,
estimulando a expressão oral e escrita a partir de atividades de leitura, interpretação e produção de textos
nas suas várias modalidades.
BATISTA, Ronaldo de O. e GUIMARÃES, Alexandre H. T. Linguagem, comunicação, ação: introdução à
língua portuguesa. São Paulo: Avercamp, 2012.
NASCIMENTO, Patrícia Ceolin do. Técnicas de redação em jornalismo: o texto da notícia. São Paulo:
Saraiva, 2009.
PLATÃO e FIORIN. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Editora Ática, 2003.
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico. São Paulo: Parábola Editorial, 2015.
KOCH, Ingedore V. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2003.
FIORIN, José Luiz. Argumentação. São Paulo: Contexto, 2016.
MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. Trad. Cecília P. de Souza-e-Silva, Décio
Rocha. São Paulo: Cortez, 2002.
VANOYNE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São Paulo:
Martins Fontes, 2000.

67

DISCIPLINA:
Eixo:

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO
Formação Geral

Ementa

Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Introdução ao conhecimento das teorias da comunicação através da leitura e compreensão das concepções
históricas e representativas na área, considerando as teorizações sobre comunicação desde o início do
século XX até os dias de hoje para a compreensão do panorama histórico-conceitual deste campo e as
vinculações com os estudos e atividades das Relações Públicas.
Propiciar ao estudante uma visão histórica e conceitual sobre as teorizações do campo da Comunicação.
Compreender a definição do objeto de estudo da área e assim torná-la mais rigorosa e abrangente e ao
mesmo tempo mais simples e compreensível em seus aspectos ontológicos, epistemológicos e
gnosiológicos. Desenvolver habilidades e competências para a apreensão dos grandes temas, conceitos e
paradigmas da comunicação.

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

MARTIN-BARBERO, Jesús. Dos Meios às Mediações: Comunicação, cultura e hegemonia, Rio de
Janeiro: Editora da UFRJ, 2001.
MARTINO, Luís Mauro Sá. Teoria da comunicação: ideias, conceitos e métodos. 3.ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2012.
WOLF, Mauro. Teorias das Comunicações de Massa. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. São Paulo: Perspectiva, 1979.
MARTINO, Luís Mauro Sá. Teoria das mídias digitais: linguagens, ambientes, redes. 2. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.
MATTELART, Armand; MATTELART, Michèle. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola,
2007.
MORIN, Edgar. Cultura de Massa no Século XX: o espírito do tempo. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1977.
NUNES, Aloísio. Teorias da Comunicação um Panorama Crítico e Comparativo. Maceió: Edufal, 2012.
PEIRC E, C, S. Semiótica. São Paulo: Perspectiva, 1977.
THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social de mídia. Petrópolis: Vozes, 1998.

DISCIPLINA:

TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES PARA RELAÇÕES PÚBLICAS

Eixo:

Formação Específica

Objetivos

Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Compreensão acerca do processo e do pensamento administrativo. Seu surgimento e as abordagens
teóricas, oferecendo ao aluno uma visão transversal da Teoria Geral da Administração na sua relação com a
evolução dos conceitos relativos às organizações, ao ser humano, ao meio ambiente e à sustentabilidade.
Oferecer ao aluno compreensão acerca do processo e do pensamento administrativo de modo que lhe
possibilite aplicá-lo no exercício de suas funções no segmento de Relações Públicas

Bibliografia
Básica

CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. Edição Compacta. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
MORGAN, Gareth. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 2002.
MOTTA, F.C.P. & VASCONCELOS, I. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Pioneira Thomson, 2002.

Ementa

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

DRUCKER, P. Sociedade Pós Capitalista. São Paulo: Pioneira, 1994.
FERREIRA, Ademir Antonio. Gestão Empresarial: de Taylor aos nossos dias: evolução e tendências
da moderna administração de empresas. São Paulo: Pioneira, 1997.
KWASNICKA, E. L. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2002.
MAXIMIANO, A. C. A Teoria Geral da Administração. São Paulo: Atlas, 2002.
_______________ Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2000.

COMUNICAÇÃO E CULTURA DIGITAL
Formação Geral
Carga horária teórica:
32h
Carga horária prática:
40h
Carga horária total:
72h
Conhecimento teórico, histórico e filosófico da emergência da comunicação digital nas últimas décadas do
século XX e a implicação desta transformação mediática na cultura, na sociedade e nas empresas.
Treinamento prático das novas formas de comunicação digital através de atividades e grupais em
laboratórios computacionais.
Devolver a capacidade crítica e reflexiva acerca das formas emergentes da comunicação digital,
favorecendo a elaboração de textos, hipertextos, e projetos teóricos acerca de temas contemporâneos da

68

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

cibercultura; estimular a criação e aplicação da comunicação digital na comunicação empresarial e
institucional permeadas por um pensamento evolutivo, crítico, teórico e reflexivo.
ANTOUN, Henrique. (Org.). Web 2.0: participação e vigilância na era da comunicação distribuída. Rio de
Janeiro: M53auad X, 2008.
JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2009.
LEMOS, André. Cibercultura. Tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina,
2010.
ANDERSON, A. Cauda longa: do mercado de massa para o mercado de nicho. Rio de Janeiro: Elsevier,
2006.
BOLTER, J.D; GRUSIN, R. Remediation: understanding new media. Cambridge: MIT Press, 1999.
BURGESS, Jean; GREEN, Joshua. YouTube e a revolução digital: como o maior fenômeno da cultura
participativa transformou a mídia e a sociedade. São Paulo: Aleph, 2009.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura. São
Paulo: Paz e Terra, 1999 (vol. 1 e 2).
HABERMAS, J. Técnica e Ciência como "Ideologia". Lisboa: Edições 70, 1987.
HEIDEGGER, Martin. A questão da técnica. Petrópolis: Vozes, 2001.
LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
MANOVICH, Lev. The language of New Media. Cambridge. MIT Press, 2001.
MAYER-SCHONBERER, Viktor; CUKIER, Kenneth. Big Data - como extrair volume, variedade,
velocidade e valor da avalanche de informação cotidiana. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2013.
SHIRKY, Clay. A cultura da participação: criatividade e generosidade no mundo conectado. Rio de
Janeiro: Zahar, 2011.

DISCIPLINAS 3º PERÍODO
COMUNICAÇÃO E DISCURSO
DISCIPLINA:
Eixo:

Comunicação

Ementa

Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Língua, discurso e ideologia. Contexto histórico da Análise do Discurso franco-brasileira. O tripé Linguística,
Materialismo Histórico e Teoria do Discurso. Corpus, materialidades e sequências discursivas. Dispositivos
teóricos e analíticos. Paráfrase, polissemia, ambiguidade e efeito metafórico. Efeitos de objetividade,
neutralidade e imparcialidade no discurso midiático. A subjetividade no discurso jornalístico. Leitura
discursiva das imagens. Discursividades no espaço virtual.
Compreender o discurso na sua relação com os meios de comunicação, desvelando os sentidos
(re)produzidos socialmente e assim contribuindo para o desenvolvimento do senso crítico dos sujeitos.
Estudar o surgimento da Análise do Discurso francesa, bem como seus pilares no Brasil; Montar um corpora
a partir de peças de comunicação e recortar sequências discursivas para análise; Descrever o
funcionamento ideológico do discurso midiático e seus efeitos nas materialidades; Analisar a formação
discursiva jornalística, relacionando ditos, não-ditos e silenciamentos, bem como apontar os interdiscursos
circulantes no universo social.

Objetivos

Bibliografia
Complementar

BRANDÃO, Helena H. N. Introdução à análise do discurso. Campinas/SP: Editora da Unicamp, 2004.
CHAUÍ, Marilena. Simulacro e poder: uma análise da mídia. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo,
2006.
ORLANDI, Eni. Análise de discurso: princípios e procedimentos. Campinas/SP: Pontes, 2007.
FERREIRA, Maria C. L. (org.). Oficinas de Análise do Discurso: conceitos em movimento. Campinas/SP:
Pontes, 2015.
FIGARO, R.(org.). Comunicação e Análise do Discurso. São Paulo: Contexto, 2012.
FOUCAULT, Michael. Microfísica do Poder. 2006. Rio de Janeiro: Graal, 2006.
MITTMANN, Solange. Redes e significações no ciberespaço. In: ROMÃO, Lucília Maria Sousa e GASPAR,
Nádea Regina (Orgs.). Discurso midiático: sentidos de memória e arquivo. São Carlos: Pedro & João
Editores, 2008.
PÊCHEUX, Michel. O Discurso. Estrutura ou Acontecimento. 5. Ed., São Paulo: Pontes, 2002.
_______. Semântica e Discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. 5. Ed. Campinas-SP: Editora da
Unicamp. 2016.

DISCIPLINA:

LEGISLAÇÃO E ÉTICA EM COMUNICAÇÃO

Eixo:

Comunicação

Bibliografia
Básica

Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

72h
72h

69

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

Compreensão das estruturas jurídicas que regimentam as atividades da profissão de Relações Públicas, e a
conduta dos profissionais no exercício das suas atribuições. Reflexões acerca de: Estado democrático;
direito natural e direito positivo; Constituição da República; direitos de manifestação; fato, ato e negócio
jurídico; moral e sociedade; ética; ética profissional; normas jurídicas que dão sustentação às atividades de
comunicação no Brasil; leis que regulamentam as diferentes profissões; Código de Defesa do Consumidor;
Lei 5.377 e seus correspondentes decretos que regulamentam a profissão de Relações Públicas; Código de
Ética da Profissão de Relações Públicas; deveres fundamentais do Profissional de Relações Públicas
Oferecer aos alunos o conhecimento necessário das estruturas jurídicas que regimentam as atividades da
sua profissão, e a conduta dos profissionais no exercício das suas atribuições.
CÓDIGO DE ÉTICA DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS
CONRERP 1ª REGIÃO. Legislação e Resoluções de Relações Públicas. 5ª Edição. Rio de Janeiro.
Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas - CONRERP 1ª Região.
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA Brasil. Código de Defesa do Consumidorz
FISCHER, D. O. Direito de Comunicar. São Paulo, Brasiliense, 1989.
MARANHÃO FILHO, Luiz. Legislação e comunicação. São Paulo, Ltr, 1995.
PERUZZO, C. M. K. e KUNSCH, M. K. Transformação da comunicação: ética e técnicas. Victoria,
Ufes/Intercom, 1995.
SANTOS, R. Vadem-mecum da comunicação. São Paulo, Ed. Trabalhistas, 1991.

DISCIPLINA:

TEORIA E MÉTODOS DA PESQUISA EM COMUNICAÇÃO PARA RP

Eixo:

Formação Específica

Ementa
Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Análise do campo de pesquisa da comunicação, e mais especificamente das perspectivas teóricas das
relações públicas, no que concerne aos aspectos epistemológicos, teóricos, metodológicos e institucionais
que envolvem a construção dos seus objetos e problemas de investigação.
Desenvolver conhecimentos acerca das teorias e metodologias fundamentais à elaboração de estudos
científicos e pesquisas acadêmicas sobre comunicação, com ênfase nos estudos sobre Relações Públicas.
LATTIMORE, Dan [et al.] Relações Públicas: profissão e prática. Porto Alegre: AMGH, 2012. Tradução:
Roberto Cataldo Costa.
BARROS, Antonio; DUARTE, Jorge. Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo:
Atlas, 2006.
DENCKER, Ada de Freitas Maneti; DA VIÁ, Sarah Chucid. Pesquisa empírica em ciências humanas: com
ênfase em comunicação. 2. ed. São Paulo: Futura, 2001.
GRUNIG, James E; FERRARI, Maria Aparecida; FRANÇA, Fábio. Relações públicas: teoria, contexto e
relacionamentos. 2. ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2011.
MALHOTRA, N. K. et al. Introdução à Pesquisa de Marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
BRAGA, José Luiz; LOPES, Maria Immacolata Vassalo de; MARTINO, Luiz Claudio (organizadores).
Pesquisa empírica em comunicação. São Paulo: Paulus, 2010. (Coleção comunicação) “Livro Compós
2010”. Coedição Paulus/Compós.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1995.

DISCIPLINAS 4º PERÍODO
DISCIPLINA:

COMUNICAÇÃO E CULTURA ORGANIZACIONAIS

Eixo:

Formação Específica
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Ementa

72
72

Reflexão, a partir das várias teorias administrativas, acerca do processo de socialização organizacional, o
desempenho humano nas organizações, visando estratégias de projetos, programas e atividades de
Relações Públicas nas organizações. Estudo dos seguintes temas: o trabalho e as pessoas; socialização,
grupos e organizações; processo de socialização organizacional; a natureza e o escopo do comportamento
organizacional; liderança, poder e comportamento organizacional; avaliação do desempenho humano;
identidade do poder nas relações do trabalho; discussão metodológica sobre o desvendar da cultura de
uma organização; gestão de conflitos organizacionais; cultura organizacional; mudança e transformação
organizacional.

70

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

Proporcionar ao aluno uma visão clara do comportamento humano e profissional nas organizações,
enfatizando a comunicação interpessoal, o papel das pessoas nas organizações e sua inserção na cultura
organizacional, abordando o conceito de conflitos, as mudanças contingenciais e a transformação
organizacional.
DUBRIN, A.J. Fundamentos do Comportamento Organizacional. São Paulo: Thomson, 2003.
SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012.
MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: ATLAS, 2002.
CHANLAT, J.F. (Coord). O Indivíduo na Organização: Dimensões Esquecidas, V.III. São Paulo: Atlas,
1996.
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: O Novo Papel dos Recursos Humanos nas Organizações. Rio de
Janeiro: Campus, 1999.
DAVIS, K. & NEWSTROM, J.W. O Comportamento Humano no Trabalho; V.I. São Paulo: Thomson
Learning, 2002.
FREITAS, M.E. Cultura Organizacional: Formação, Tipologias e Impacto. São Paulo: Makron Books, 1991.
MAXIMIANO, A. C.A .Teoria Geral de Administração. São Paulo: Atlas, 2002.

MARKETING PARA RELAÇÕES PÚBLICAS
Comunicação
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Conceito, evolução histórica e paradigma. Importância e escopo. Mercados; públicos; produtos (bens,
serviços, ideias...) / marcas; trocas tangíveis e intangíveis; concorrência direta e indireta. Marketing mix 4Ps/4As/4Es-2Vs. Pesquisas e sistemas de informação. Plano de marketing. RR.PP e Marketing: integração
mútua. Aplicações da lógica mercadológica em setores relacionados diretamente com as RR.PP (Marketing
de produtos comunicacionais, Marketing social, cultural, esportivo, de eventos...). Tendências
contemporâneas, novas práticas e principais configurações atuais do marketing.
Dotar os alunos, através da aquisição de um embasamento a nível teórico e prático, de uma postura crítica
diante dos diversos conceitos teóricos, metodológicos e éticos do Marketing e das diversas Formas de
Comunicação para o Mercado, associado ao desempenho organizacional, em relação com as áreas afins e
a sociedade.
KOTLER, Philip. Administração de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2000.
OGDEN, James R.; CRESCITELLI, Edson. Comunicação integrada de marketing: conceitos, técnicas e
práticas. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2007. ISBN 9788576051404.
VAZ, Gil Nuno. Marketing institucional: o mercado de ideias e imagens. 2ª ed. São Paulo: Pioneira, 2003.
BRUM, Analisa de Medeiros. Marketing como estratégia de gestão. Porto Alegre: L&PM, 1998.
WRAGG, David. Relações públicas em marketing de venda: uma abordagem gerencial. São Paulo:
McGraw Hill, 1989SCOTT, David Meerman. As novas regras do marketing e de relações públicas. Rio
de Janeiro: Campus, 2007.
ROCHA, Ângela; CHRISTENSEN, Carl. Marketing: teoria e prática no Brasil. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 1999.
FIGUEIREDO, Rubens (org.) Marketing político e persuasão eleitoral. 3ª ed. Rio de Janeiro: Fundação
Konrard Adenauer, 2000.
WOERNER, Joachim. Marketing para todos. São Paulo: Summus, 2000.

DISCIPLINA:

PLANEJAMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS

Eixo:

Formação Específica
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Ementa

Objetivos

32h
40h
72h

32h
40h
72h

A disciplina se concentra na visão sistemática de planejamento, planejamento estratégico e planejamento
de Relações Públicas, oferecendo conhecimentos teóricos e práticos para o desenho e a execução de
planos, programas específicos de Relações Públicas e da Comunicação Organizacional.
Possibilitar ao aluno uma visão sistemática de planejamento, planejamento estratégico e planejamento de
Relações Públicas, proporcionando-lhes conhecimentos teóricos e práticos que lhes possibilitem traçar e
executar planos, programas específicos da área de Relações Públicas e da Comunicação
Organizacional/Corporativa.
Possibilitar o conhecimento acerca do universo das organizações, a percepção de como se processa a
comunicação com seus públicos e, sobretudo, demonstrar o caráter estratégico da atividade de
planejamento. Desenvolver a habilidade de diagnosticar e planejar ações de comunicação, mostrando que o

71

planejamento é um processo.

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

ALBUQUERQUE, Adão Eunes. Planejamento das relações públicas. Porto Alegre: Acadêmica, 1983.
KUNSCH, Margarida M. Krohling. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. 4. ed
(revista, ampliada e atualizada). São Paulo: Summus: 2003.
LUPPETI, Marcelia. Planejamento de comunicação: São Paulo: Futura, 2000.
EVANGELISTA, Marcos Fernando. Planejamento de relações públicas. Rio de Janeiro: EDIOURO, 1983.
CARVALHO, Horácio Martins. Introdução à teoria do planejamento. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1979.
KUNSCH, Margarida M. Krohling (org.). Obtendo resultados com relações públicas. 2. ed. revista e
atualizada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas.
17.ed. revista e ampliada. São Paulo: Atlas, 2002
TAVARES, Mauricio. Comunicação empresarial e planos de comunicação: integrando teoria e prática. 2.
ed. São Paulo: Atlas, 2009

DISCIPLINAS 5º PERÍODO
DISCIPLINA:
Eixo:

TEORIA DA OPINIÃO PÚBLICA
Formação Específica
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

Análise do surgimento do conceito de opinião pública de forma a desencadear reflexão sobre o seu
desenvolvimento e o seu significado social na época moderna, identificando novas interpretações e teorias
inéditas para compreender as suas novas tendências na sociedade contemporânea. Problematizar a função
da opinião pública na época contemporânea, marcada pela superação das formas comunicativas de massa
e pela difusão de formas digitais-interativas e simultâneas de trocas de informações, a partir das principiais
teorias da comunicação.
Despertar a compreensão do aluno quanto à origem, desenvolvimento, significado e novas interpretações e
teorias acerca do conceito de opinião pública, considerando também as novas tendências da sociedade
contemporânea; os processos de formação midiáticos e a função da opinião pública na época
contemporânea, marcada pela superação das formas comunicativas de massa e pela difusão de formas
digitais-interativas e simultâneas de trocas de informações.
HABERMAS, Jürgen. Mudança estrutural da esfera pública: investigações quanto a uma categoria da
sociedade burguesa Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003
DUARTE, Pedro Russi; AIRES NETO, Lauro Maranhão. Líderes de opinião no ambiente mediático: uma
abordagem no campo da Comunicação. Porto Alegre: Entremeios, 2010.
LIPPMAN, Walter. Opinião Pública. Rio de Janeiro: Vozes. 2008.VATTIMO, G. A sociedade transparente.
Lisboa: Edições 70, 1989.

CASTELLS, M. A sociedade em rede. (A era da informação: economia, sociedade e cultura, vol.I). São
Paulo: Paz e Terra, 1999.
BRIGGS, A. e BURKER, P. Uma história social da mídia: De Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2004.
BOURDIEU. A opinião pública não existe. In: THIOLLENT, Michel. Crítica metodológica, investigação
social e enquete operária. 4. Ed. São Paulo: Polis, 19876.
LIMA, A. Pesquisas de Opinião Pública: teoria, prática e estudo de caso. São Paulo: Novatec, 2017.
CHAMPANGNER, Patrick. Formar a opinião: o novo jogo político. Rio de Janeiro: Vozes, 1996.

DISCIPLINA:
Eixo:

PUBLICIDADE E PROPAGANDA
Comunicação
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Ementa

72h
72h

32h
40h
72h

Perspectiva histórica, conceituação e fundamentos teóricos da publicidade e propaganda. Estrutura e
funcionamento de uma agência de publicidade e propaganda. Funções e divisões de trabalho dentro de
uma agência de publicidade. O mídia e os departamentos de comercialização em jornais, rádio, TV etc.
Relações anunciantes-mídia-conteúdo jornalístico/entretenimento. Funções socioeconômicas da atividade
publicitária. Tipos de campanha: de varejo, institucional ou corporativa, ideológica e eleitoral. Marketing e o

72

composto de comunicação ou composto promocional (marketing direto, venda pessoal, força de venda,
merchandising, publicidade e propaganda e relações públicas). Marketing político e marketing eleitoral,
propaganda política e publicidade eleitoral. Publicidade off line e on-line. Propaganda institucional:
ferramenta e ação estratégicas de Relações Públicas. Planejamento da campanha. Criação de mensagens.
Técnicas de produção e difusão. Modos e instrumentos de avaliação de campanhas.
Dotar os alunos, através da aquisição de um embasamento teórico-prático, de uma postura crítica, como
comunicador/relações públicas, consumidor e cidadão, diante dos diversos conceitos teóricos,
metodológicos e éticos da Publicidade e da Propaganda e suas aplicações contemporâneas na sociedade.
Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

BARBOSA, Ivan; PEREZ, Clotilde. (Orgs.). PEREZ, Clotilde; BARBOSA, Ivan Santo (Org.).
Hiperpublicidade: atividades e tendências. São Paulo: Thomson Learning, 2007. 2 v. ISBN 8522106037
(broch.). São Paulo: Thomson Pioneira, 2007. vol. 1. Fundamentos e interfaces. vol. 2. Atividades e
tendências.
BONA, Nívea Canalli. Publicidade e propaganda: da agência à campanha. Curitiba: Intersaberes, 2012.
293p.
SANT'ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica e prática. 8ª ed. rev. e ampl. por Ismael Rocha Júnior e
Luiz Fernando Dabul Garcia. São Paulo: Thompson, 2016.
CORREA, Roberto. Planejamento de propaganda. 9a ed. São Paulo: Global, 2004.
COVALESKI, Rogério. Publicidade híbrida. Curitiba: Maxi, 2010.
SILVA, Iara; TOALDO, Mariângela. Publicitários + Anunciantes: a dinâmica de uma relação complexa.
Porto Alegre: Entremeios, 2010.
GRACIOSO, Francisco; NAJJAR Eduardo Rienzo. Propaganda institucional: nova arma estratégica da
empresa. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.
TAHARA, Mizuho. Mídia. 8a ed. São Paulo: Global, 2004.

ESTATÍSTICA APLICADA À PESQUISA EM RELAÇÕES PÚBLICAS
Formação Suplementar
Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Compreensão das ideias básicas da metodologia estatística, fornecendo explicações sobre amostras,
representação gráfica de dados amostrais, medidas descritivas, inferência, hipóteses, espaços amostrais,
distribuição temas relacionados espaços amostrais, necessários à pesquisa de opinião pública e demais
pesquisas na atividade de Relações Públicas.

Objetivos

Preparar o aluno para construção de pesquisas necessárias à atuação das Relações Públicas

Bibliografia
Básica

MOORE, David s. A estatística básica e sua prática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011
MALHOTRA, N. K. et al. Introdução à pesquisa de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
TRIVIÑOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em
educação. São Paulo: Atlas, 1987, 175p.

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

BOTTER, D.A., PAULA, G.A., LEITE, J.G., CORDANI, L.K. Noções de estatística – com apoio
computacional. versão preliminar - agosto de 1996. São Paulo, Imeusp, 201p.
NOETHER, G.E. Introdução à estatística: uma abordagem não-paramétrica. uma abordagem
não-paramétrica. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Dois, 1983. 258p
MAGALHÃES M.N.; LIMA, A.C.P. Noções de probabilidade e estatística. 4ed. Edusp, São Paulo, 2002.
392p. (Wiley Series), 1990.
WONNACOTT, T. H., WONNACOTT, R. J. Estatística Aplicada à Economia e à Administração. LTC, Rio
de Janeiro, 1981.

RELAÇÕES PÚBLICAS COMUNITÁRIAS E SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA
Formação Específica
Carga horária teórica:
32h
Carga horária prática:
40h
Carga horária total:
72h
Contexto histórico da Sociedade civil e das relações públicas comunitárias. Conceitos de Sociedade Civil e
processos internos para otimização da gestão da sociedade civil organizada. Movimentos sociais.
Prestação de contas aos doares e investidores. Formação de parcerias com a sociedade civil e o
empresariado. Responsabilidade social e balanço social. Redes de mobilização e engajamento entre ong’s
e os públicos.
Proporcionar o acesso ao conhecimento produzido na Universidade, tornando-se um elemento multiplicador
de ações sociais mediante exame de realidade, participação e gestão em programas dirigidos a pessoas,
organizações ou instituições do Terceiro Setor.

73

Bibliografia Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

KUNSCH, Margarida M. Krohling; KUNSCH, Waldemar Luiz (orgs.). Relações públicas comunitárias: a
comunicação em uma perspectiva dialógica e transformadora. São Paulo: Summus, 2007.
HENRIQUES, Márcio Simeone. Comunicação e estratégias de mobilização social. 2. ed. Belo Horizonte:
Autêntica, 2004.
MONTAÑO, Carlos; DURIGUETTO, Maria Lúcia. Estado, classe e movimento social. São Paulo: Cortez,
2011.
ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1991.
BOBBIO, N. O conceito de sociedade civil. Rio de Janeiro: Graal, 1982
GIEHL, Pedro Roque, et al. Elaboração de projetos sociais. Curitiba: Inter saberes, 2015.
PERUZZO, Cicilia M. Krohling. Comunicação nos movimentos populares. Petrópolis: Vozes, 1998.
ZEPPELINI, Marcio. Comunicação: visibilidade e captação de recursos para projetos sociais. São Paulo:
Zeppelini Editorial, 2011.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Formação Específica
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

200h
200h

Ementa
Objetivos
Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINAS 6º PERÍODO
DISCIPLINA:
Eixo:

COMUNICAÇÃO PÚBLICA
Geral
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

72h
72h

Ementa

Comunicação pública: conceitos, tendências e perspectivas. Relações de poder e comunicação entre
Estado, mídia e sociedade. Processos da comunicação pública. Papel da comunicação pública política e
governamental nas relações entre o Estado e a sociedade.

Objetivos

Permitir aos alunos uma visão abrangente do papel das Relações Públicas no âmbito da administração
pública no contexto da sociedade contemporânea. Aperfeiçoar a formação do discente para atuar em
instituições públicas, estimulando o exercício da cidadania.

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 8. ed.. São Paulo: Paz e Terra, 2005.
DUARTE, Jorge (Org.). Comunicação Pública: Estado, Mercado, Sociedade e Interesse Público. São
Paulo, Atlas, 2007.
GOMES, Wilson. Transformações da política na era da comunicação de massa. 2. ed. São Paulo:
Paulus, 2007.
CASTELLS, Manuel. Redes de indignação e esperança: movimentos sociais na era da internet. Rio de
Janeiro: Zahar, 2013.
MARTINO, Luis Maura Sá. Teoria das mídias digitais: linguagens, ambientes e redes. 2.ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.
WEBER, Maria Helena, COELHO, Marja Pfeifer, LOCATELLI, Carlos (org.). Comunicação pública e
política – pesquisa e práticas. Florianópolis: Insular, 2017.
ZÉMOR, Pierre. La communication publique. Paris: Presses Universitaires de France, 3ed. 2005.

74

DISCIPLINA:
Eixo:

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA
Formação Específica
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

Compreensão acerca de: Filosofia da Ciência; pensamento ingênuo e pensamento racional; lógica formal e
material; teoria do conhecimento; método científico; pesquisa científica. Pesquisa Social. Pesquisa
Científica na área de Relações Públicas. Tipos de Pesquisa: exploratórias, descritivas e explicativas.
Métodos quantitativos e métodos qualitativos. Conceitos, técnicas e parâmetros de sondagem de opinião.
Categorias de survey. Elaboração que questionários. Amostragem. Coordenação e planejamento de
sondagens de opinião. Pesquisa institucional. Pesquisas na área de RRPP. Planejamento e produção de
pesquisa. Mensuração e avaliação de dados ou respostas.
Tornar o estudante apto em analisar, gerenciar e executar pesquisas sobre preferências e tendências
opinião pública.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo, Ed. Atlas, 1994.
HEGENBERG, Leonidas. Introdução à Filosofia da Ciência. São Paulo, Ed. Herder, 1982.
RICHARDSON, Robert J..Pesquisa Social. Métodos e Técnicas. São Paulo, Ed. Atlas, 1989.

FERRARI, Trujillo Alfonso. Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo, McGraw Hill, 1982.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de Pesquisa. São Paulo, Ed. Atlas, 1994
HEGENBERG, Leonidas. Explicações Científicas. São Paulo, Ed. Herder: EDUSP, 1969.
LAKATOS, E. Maria e all. Metodologia Científica. São Paulo, Ed. Atlas, 1989.
LAMBERT e BRITTAN. Introdução à Filosofia da Ciência. São Paulo, Ed. Cultrix, 1972.

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

20h
52h
72h

MIX COMUNICACIONAL E MARCA
Formação Específica
Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Marca e o título de estabelecimento: componentes, tipos, valor, identidade e personalidade; legislação;
branding. O mix comunicacional ou composto de comunicação com especial atenção para a dimensão do
seu espectro e as inter-relações entre seus componentes (Comunicação Global ou Complexa x
Comunicação Globalizada ou Mundial. Atuais tendências das comunicações integradas de marketing e
branding. A comunicação de marca de produto (bens/ serviços/ideias...) e/ou institucional, e seu
gerenciamento: dimensões gerencial, social, semiótica e afetiva da marca (brand equity, marca como ser,
lovemarks, força da marca, marca multissensorial, brand content e branded content...).
Dotar os alunos, através da aquisição de um embasamento a nível teórico e prático, de uma postura crítica
diante dos diversos conceitos teóricos, metodológicos e jurídicos de concepção e utilização da marca e das
formas de sua comunicação na sociedade contemporânea.
AAKER, David. A. Marcas: Brand Equity gerenciando o valor da marca. São Paulo: Negócio, 1998.
HILLER, Marcos. Branding: a arte de construir marcas. São Paulo: Trevisan, 2012.
KAPFERER Jean-Noel. As Marcas: Capital da Empresa. 3a ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.

HETOCHINE, Georges. A derrota das marcas, como evitá-la? São Paulo: Makron Books, 1999.
LEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro: Record, 2002.
NDSTROM, Martin. Brandsense: a marca multissensorial. Porto Alegre: Bookman, 2007.
OBERTS, Kevin. Lovemarks: o futuro além das marcas. São Paulo: M. Books, 2004.
Bibliografia
Complementar

OZZOLI, Jean Charles Jacques. A marca comercial-institucional – retrospectiva e prospecção. In BARBOSA,
Ivan Santo, (Org.). Os sentidos da publicidade: estudos interdisciplinares. Thompson: São Paulo, 2005,
p. 111-145.
OZZOLI, Jean Charles Jacques. Marca: para além da concepção de branding. In: GOMES, Neusa Demartini,
(Orga.). Fronteiras da publicidade: faces e disfarces da linguagem persuasiva. Porto Alegre: Sulina,
2006. p. 84-108.
OZZOLI, Jean Charles Jacques. Da necessidade da integração marca-management na constituição e na
promoção coerente dos valores da marca: públicos internos e sinergia. In: MARCHIORI, Marlene, (Orga.).
Contexto Organizacional Midiatizado. Coleção Faces da cultura e da comunicação organizacional, v. 8.
São Caetano, SP: Difusão. 2014. p. 139-168.

75

DISCIPLINAS 7º PERÍODO
DISCIPLINA:

Ementa
Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

EVENTOS, CERIMONIAL E PROTOCOLO
Carga horária teórica:
20h
Carga horária prática:
52h
Carga horária total:
72h
Planejamento de cerimonial: principais etapas. Práticas contemporâneas. Cerimonial, protocolo e ordem de
procedência no poder público e privado. Eventos: meios de comunicação dirigida aproximativa. Relações
Públicas, cerimonial e protocolo: usos e abusos.
Capacitar alunos de relações públicas a planejar e realizar eventos públicos e privados. Capacitar alunos de
relações a organizar e realizar o cerimonial de eventos.
GIACAGLIA, Maria Cecília. Gestão estratégica de eventos: teoria, prática, casos e atividades.
São Paulo: CENGAGE Learning, 2011.
SILVA, Isabel Rodrigues da. Cerimonial e Protocolo. Porto Alegre. Comunicação Integrada Editores, 1995.
ZANELA, Luis Carlos. Manual de Organização de Eventos. Editora Atlas, 2003.
ALLEN, Johnny; KRAMER, Adriana; TOLEDO, Marise Philbois (Trad.). Organização e gestão de eventos.
Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2008.
BETTEGA, Maria Lúcia (org.) Eventos e Cerimonial: simplificando as ações, 3 ed. Ver. Ampl. Caxias do
Sul. Educs, 2004.
CAMPOS, Luis Cláudio de A . Menescal Campos. Eventos: Oportunidade de novos Negócios. Editora
Senac, 2002.
CESCA, Cleuza G Gimenes. Organização de Eventos. São Paulo. Summus Editorial Ltda, 1997.
CESCA, Cleuza G Gimenes. Organização de Eventos. São Paulo. Summus Editorial Ltda, 1997.
LINS, Augusto Estellita. Etiqueta Protocolo & Cerimonial. Brasília. Linha Gráfica Editora, 1991.
MARTIN, Vanessa. Manual Prático de Eventos. Editora Atlas, 2003.
MIRANDA, Luiza. Negócios e Festas: Cerimonial e Etiqueta em Eventos. Editora Autêntica, 2001.

DISCIPLINA:

DESENVOLVIMENTO ORIENTADO DE PROJETOS

Eixo:

Formação Específica

Ementa

Carga horária teórica:
54h
Carga horária prática:
Carga horária total:
54h
Concepção e elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) que poderá ocorrer na forma de uma
monografia ou na forma de um produto de Comunicação. Produção de projeto de TCC. Elaboração de
artigo científico ou produto de comunicação em estágio inicial.

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

Capacitar o estudante a desenvolver pesquisas acadêmicas ou elaborar produtos de Comunicação Social,
obtendo assim experiência em levantar uma questão, articular teorias, aplicar técnicas, planejar e executar
um projeto de pesquisa.

BARROS, Antônio; DUARTE, Jorge. Método e técnica de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas,
2006.
GUEDES, Enildo et al. Padrão Ufal de normalização. Maceió: Edufal, 2012.
OTANI, Nilo; FIALHO, Francisco Antônio Pereira. TCC: Métodos e Técnicas. Florianópolis: Visual Books,
2011.
MARTINO, Luiz Mauro Sá. Métodos de pesquisa em comunicação: projetos, ideias, práticas. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2018.
LOPES, Maria Immacolata Vassalo. Pesquisa em comunicação: formulação de um modelo metodológico.
São Paulo: Loyola, 2005.
MALDONADO, Alberto Efendy et al. Metodologias de pesquisa em comunicação: olhares, trilhas e
processos. Porto Alegre: 2011.
MELO, Jose Marques de. Teoria e metodologia da comunicação: tendências do século XXI. São Paulo:
Paulus, 2014.
UFAL. Regulamentação dos trabalhos de conclusão dos cursos de jornalismo e relações públicas da
universidade federal de alagoas. Maceió: Universidade Federal de Alagoas, 2013. Disponível em
<www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/RegulamentaodoTCC_v2013.pdf >

76

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa
Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

IDENTIDADE, IMAGEM E MEMÓRIA ORGANIZACIONAIS
Formação Específica
Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Compreensão dos processos, ações e meios relacionados à Memória institucional no âmbito das políticas,
planejamento e práticas de Comunicação Organizacional e Relações Públicas.
Analisar as relações entre Comunicação Organizacional, Relações Públicas, História e Memória
Institucional. Identificar e compreender os processos, as ações e os meios próprios dessas áreas e nas
interfaces que constituem entre si.
LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: Unicamp, 2003.
NASSAR, Paulo. Relações Públicas na construção da responsabilidade histórica e no resgate da
memória institucional das organizações. São Paulo: Difusão, 2007.
VEYNES, Paul. Como se escreve a história. Lisboa: Edições 70, 1983.
NASSAR, Paulo (org). Memória de empresa: história e comunicação de mãos dadas, a construir o futuro
das organizações. São Paulo: Aberje, 2004.
BURKE, Peter (org.). A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo: Unesp, 1992.
HOBSBAWN, Eric. Sobre história. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SARLO, Beatriz. Tempo passado: cultura da memória e guinada subjetiva. São Paulo: Companhia das
Letras; Belo Horizonte: UFMG, 2007.
THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

DISCIPLINAS 8º PERÍODO
DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

RELAÇÕES PÚBLICAS INTERNACIONAIS
Formação Específica
Carga horária teórica:
72h
Carga horária prática:
Carga horária total:
72h
Reflexão sobre o papel das Relações Públicas Internacionais no contexto da globalização e sua prática
aplicada a diferentes contextos geográficos e culturais. Compreensão da cultura nacional e da cultura
organizacional como variáveis essenciais para entender a gestão dos negócios em diferentes países e
nações.
ARGENTI, Paul A. Comunicação empresarial. 6. ed. Rio de Janeiro: Elservier, 2014.
GRANDE, Ildefonso. Marketing Cross-Cultural. São Paulo: Thomson, 2007.
PECEQUILO, Cristina Soreanu. Introdução às relações internacionais - tenas, atores e visões. 9. ed.
Petrópolis: Vozes, 2012.
FIGUEIRA, Ariane Roder; MELLO, Renato Cotta de. Negócios internacionais - perspectivas brasileiras.
Rio de Janeiro: Elservier, 2014.
CASTELLS, Manuel. O poder da comunicação. São Paulo: Paz e Terra, 2015.
BLACK, Sam. Casos de relaciones públicas internacionales. Barcelona: Ediciones Gestión, 1998.
BURNET, Andrew. 50 discursos que marcaram o mundo moderno. Porto Alegre: L&PM, 2017.
HERZ, Mõnica; HOFFMANN, Andrea Ribeiro; TABAK, Jana. Organizações Internacionais - história e
práticas. 2. ed. Rio de Janeiro: Elservier, 2015.
JACKSON, Robert; SORENSEN, Georg. Introdução às Relações Internacionais. 2. ed. Rio de Janeiro:
Zahar, 2013.
JANUÁRIO, Rui; GAMEIRO, António. A globalização e a geopolítica internacional. Lisboa: Escolar, 2016.
LATTIMORE, Dan et al. Relações públicas - profissão e prática. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012.
MAGNOLI, Demétrio. História da paz. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2016.
MATIAS, Eduardo Felipe P. A humanidade e suas fronteiras - do Estado soberano à sociedade global.
4. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2014. MINGST, Karen A.;
ARREGUÍN-TOFT, Ivan M. Princípios de relações internacionais. 6. ed. Rio de Janeiro: Elservier, 2014.
MORAES, Marcos Antonio de; FRANCO, Paulo Sérgio Silva. Geopolítica - uma visão atual. 4. ed.
Campinas: Átomo, 2014.
OLIVEIRA, Flávio Rocha de; MARQUES, Moisés da Silva. Introdução ao rito político - conceitos,
análises e problemas. Rio de Janeiro: Elservier, 2014.
ORDUÑA, Octavio Isaac Rojas. Relaciones públicas - la eficacia de la influencia. Madrid: Esic, 2012.
.
Teoria
das
relações
internacionais. Rio de Janeiro: Alta Books, 2016.
REYNOLDS, David. Cúpulas - encontros que moldaram o século XX. São Paulo: Record, 2013. SEITEL,
Fraser P. Teoría y práctica de las relaciones públicas. 8. ed. Madrid: Pearson, 2002.
SINGER, Paul. Curso de introdução à economia política. 17. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2015. SROUR,
Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações. 3. ed. Rio de Janeiro: Elservier, 2012. TORQUATO,
Guadêncio. Comunicação nas organizações. São Paulo: Summus, 2015.
WILCOX, Dennis L.; CAMERON, Glen T.; XIFRA, Jordi. Relaciones Públicas - estratégias y tácticas. 10.
ed. Madrid: Pearson, 2012. XIFRA, Jordi; LALUEZA, Ferran. Casos de relaciones públicas y comunicación

77

corporativa. Madrid: Pearson, 2009.

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

GESTÃO DE PROJETOS PARA RELAÇÕES PÚBLICAS
Formação Específica
Carga horária teórica:

20h

Carga horária prática:

52h

Carga horária total:

72h

Construção e gerenciamento de projetos sobre produtos ou serviços de Comunicação Social para
organizações civis, órgãos governamentais, agências de fomento, empresas, fundações, associações e
outras instituições ou programas.

Tornar o estudante capaz de produzir e gerenciar projetos de comunicação, concorrer a editais, desenvolver
planejamento estratégico.
HENRIQUES, Márcio S. et al. Comunicação e Estratégias de Mobilização Social. 2. ed. Belo Horizonte:
Autêntica, 2004.
KUNSCH, Margarida M.K. (org.) Comunicação Organizacional: linguagem, gestão e perspectivas. Volume
2. São Paulo: Saraiva, 2009.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

COSTA, Maria Cristina Castilho. Gestão da comunicação: projetos de intervenção. São Paulo: Paulinas,
2009.
MALAGODI, Maria Eugenia; CESNIK, Fábio de Sá. Projetos culturais - elaboração, aspectos legais,
administração, busca de patrocínio. São Paulo: Escrituras, 2004.
MARINO, Eduardo. Manual de avaliação de projetos sociais. São Paulo: Saraiva, 2003.
MOLENA, Airton. A comunicação na gestão de projetos. Rio de Janeiro. Ciência Moderna, 2011.
VALLERIANO, Dalton L. Gerenciamento estratégico e administração por projetos. São Paulo: Makron
Books, 2001.

PRODUÇÃO EM MÍDIA DIGITAL
Formação Suplementar
Carga horária teórica:

20h

Carga horária prática:

52h

Carga horária total:

72h

Ementa

Roteiro e produção de vídeos institucionais. Jornal institucional. Introdução à estética gráfica, princípios de
diagramação, sistemas de composição tipográfica, tipologia, processos de impressão, o papel, a cor na
mídia impressa, softwares de editoração.

Objetivos

Oferecer teoria e prática dos produtos midiáticos, como jornal institucional, spots, diagramação

Bibliografia
Básica

COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro: teoria e prática. São Paulo: Summus, 2009.
GRUSZYNSKI, Ana Cláudia. Design Gráfico: do invisível ao ilegível. Rio de Janeiro: 2AB, 2000.
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: noções de planejamento visual. São Paulo: Callis,
2005.

Bibliografia
Complementar

CAMPOS, Flavio de. Roteiro de cinema e televisão: a arte e a técnica de imaginar, perceber e narrar uma
estória. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.
CARDOSO, Rafael (org.). O design brasileiro. São Paulo: Cosac Naify, 2005.
GUIMARÃES, Luciano. A cor como informação. São Paulo: Annablume, 2000.
LUPTON, Ellen. Pensar com tipos. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
VILLAS-BOAS, André. Produção gráfica para designers. 3. ed. Teresópolis, RJ: 2AB, 2011.

DISCIPLINA:

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

Eixo:

Formação Específica
Carga horária teórica:
22h
Carga horária prática:
50h
Carga horária total:
72h
Assessoria de comunicação integrada. Histórico e Evolução. Culturas de assessoramento. Planejamento

78

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

(mercado de trabalho, áreas de assessoramento e especificidades, estrutura, produtos, serviços, principais
Atividades). Planos de Comunicação. Comunicação internet. Assessoria de Imprensa: cultura e rotinas do
ambiente jornalístico. Clipagem. Publicações; Redação de textos para os diversos veículos: release,
comunicado, nota, convocação, briefing de campanha, sinopses, análises, discursos. Procedimentos e ética
nos relacionamentos: assessor/ assessorado; assessor/imprensa. Gestão da reputação e gerenciamento
de crises e conflitos. Convocação e realização de entrevista coletiva. Treinamento para lidar com a mídia
(media training). Avaliação e monitoramento de resultados.
Capacitar para a atividade de assessoria de comunicação, em suas diversas faces: da comunicação interna
à comunicação externa.
DUARTE, Jorge (Org.). Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia: teoria e técnica. São
Paulo: Atlas, 2011.
FERRARETTO, Elisa Kopplin e Luiz Artur. Assessoria de Imprensa: teoria e prática. São Paulo: Summus,
2009.
KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de relações públicas e comunicação integrada. São
Paulo: Summus, 2003.
BARBEIRO, Heródoto. Midia training: como usar a imprensa a seu favor. São Paulo: Saraiva, 2008.
FORNI, João José. Gestão de crises e comunicação. São Paulo: Atlas, 2013.
LORENZON, Gilberto & MAWAKDIYE, Alberto. Manual de Assessoria de Imprensa. São Paulo: Editora
Mantiqueira, 2003.
TORQUATO, Gaudêncio. Tratado de Comunicação Empresarial. São Paulo: Thomson, 2004.
VASCONCELOS, Luciene Ricciotti. Planejamento de comunicação integrada: manual de sobrevivência
para as organizações do século XXI. São Paulo: Summus, 2009.

20.2 Ementas DISCIPLINAS ELETIVAS
DISCIPLINA:
Eixo:

OFICINA DE COMUNICAÇÃO E INTERAÇÃO SOCIAL
Formação Específica

Ementa

Carga horária teórica:
22h
Carga horária prática:
32h
Carga horária total:
54h
Teoria e prática da oratória. Como preparar um discurso ou intervenção. Como persuadir. Apresentar,
defender, atacar e debater ideias.

Objetivos

Ensinar aos alunos as técnicas da oratória aplicada às relações públicas.

Bibliografia
Básica

ABREU, Antônio Suárez. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. 13. ed. Cotia, SP:
Ateliê, 2009.
PERELMAN, Chaim. Tratado de argumentação: a nova retórica. São Paulo: Martins Fonte4s, 1999.
POLITO, Reinaldo. Como falar corretamente e sem inibições. São Paulo: Saraiva, 2006.

Bibliografia
Complementar

CHAIM. Retóricas. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
POLITO, Reinaldo. Como falar de improviso e outras técnicas de apresentação. São Paulo: Saraiva,
2006.
SANTOS, Mário Pereira. Curso de oratória e retórica. São Paulo: Logos, 1960
WARAT, Luis Alberto. O ofício do mediador. Florianópolis: Habitus, 2001.

DISCIPLINA:

ETNOGRAFIA DA COMUNICAÇÃO
Formação Suplementar

Eixo:
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:
Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia

32h
22h
54h

Teoria e pesquisa em Antropologia; dados, descrição e comparação; trabalho de campo e escrita
etnográfica; experiência de observação participante; netnografia; questões éticas e participação política.
Propiciar uma reflexão sobre aquilo que é considerado como característico do fazer antropológico: a
pesquisa de campo e a elaboração de textos etnográficos. Destaque à chamada observação participante
enquanto técnica de pesquisa privilegiada. Situar quanto ao método e aos primórdios da pesquisa de
campo em Antropologia. Fornecer uma discussão bibliográfica que apresente instrumentos a serem
utilizados em processos concretos de investigação na interface Antropologia e Comunicação.
CARDOSO, Ruth (org.). 1986. A aventura antropológica: teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1986.
EVANS-PRITCHARD, E. E. Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
BARROS, A. (org.) Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2005.
DAMATTA, R. O ofício do etnólogo, ou como ter anthropological blues. Boletim do Museu Nacional, n. 27,
maio, 1978, p.1-12.
GEERTZ, C. O saber local: novos ensaios em antropologia interpretativa. Petrópolis: Vozes, 1997.

79

Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

LAPLANTINE, François. A descrição etnográfica. São Paulo: Terceira Margem, 2002.
ROCHA, A. C. e ECKERT, C., Etnografia da Duração: antropologia das memorias coletivas em coleções
etnográficas. Porto Alegre: Marcavisual, 2013.

MÍDIA E DIREITOS HUMANOS
Formação Específica
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

Reflexão acerca da história, dos conceitos e fundamentos em direitos humanos e Políticas Públicas,
compreendendo os direitos individuais e coletivos, direitos civis e políticos, a comunicação como um direito
e seu papel na defesa e difusão dos direitos humanos, considerando as diversidades culturais e
étnico-sociais nas organizações e a identificação de preconceitos e discriminações nesses ambientes.
Desenvolver uma visão humanística e crítica sobre a importância do exercício da cidadania, da ação pública
e o papel das Relações Públicas na defesa e a responsabilidade nos casos de violações de direitos pelos
meios de comunicação e por organizações.
BOBBIO, Noberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004
FERREIRA, Lúcia; ZENAIDE, Maria de Nazaré; PEREIRA, Célia; SILVA, Itamar Nunes da (Org). Direitos
humanos na educação superior: subsídios para educação em direitos humanos nas ciências sociais. João
Pessoa: UFPB, 2010.
RAMOS, Murilo César. Comunicação, Direitos Sociais e Políticas Públicas. In. MARQUES DE MELO, José,
SATHLER, Luciano. Direitos à comunicação na Sociedade da Informação. São Paulo: UMESP, 2005.
.
BENEVIDES, Maria Victória. A cidadania ativa: referendo, plebiscito e iniciativa popular. São Leopoldo-RS:
Editora Unisinos, 2003
.BOLDT, Raphael; KROHLING, Aloísio. Direitos, fundamentais para quem? Mídia, direito penal e
criminalização da pobreza. Revista dos Tribunais, São Paulo , v.99, n.893, p. [385]-405., mar. 2010
BRAGA, José Luiz. A sociedade enfrenta sua mídia: dispositivos sociais de crítica midiática. São Paulo:
Paulus, 2006.
GUARESCHI, Pedrinho A.; BIZ, Osvaldo. Mídia, educação e cidadania: tudo o que você deve saber sobre
mídia. Petrópolis, RJ. Vozes, 2005.
SODRE, Muniz. Claros e escuros, identidade, povo e mídia no Brasil. Petropolis: Vozes, 2000.

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

54h
54h

RELAÇÕES PÚBLICAS, TURISMO E MEIO AMBIENTE
Formação Específica
Carga horária teórica:
54h
Carga horária prática:
Carga horária total:
54h
O mito do progresso e a crise ambiental; ciência, técnica e meio ambiente; desenvolvimento e
sustentabilidade; a sociedade de risco; comunicação ambiental e a esfera pública verde; a visão sistêmica e
as três funções básicas do jornalismo ambiental; jornalismo ambiental e relações empresariais; marketing
verde e greenwhashing; as conferências da ONU; a comunicação visual das problemáticas ambientais;
temas relevantes para a comunicação ambiental: mudanças climáticas, consumo e resíduos sólidos,
agricultura industrial e agroecológica, ameaças à biodiversidade, produção de energia, etc.
A disciplina pretende, por um lado, apresentar aos alunos as características e as finalidades da
comunicação ambiental, inserindo-a no contexto da sociedade contemporânea e, por outro, fazer com que
eles entendam o que está por trás da crise ambiental vigente. Ela também pretende aprofundar e debater
temas de interesse da comunicação ambiental.
DUPAS, Gilberto. O mito do progresso: ou progresso como ideologia. São Paulo: Editora UNESP, 2006.
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 6. ed. Petrópolis:
Vozes, 2008.
CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Cultrix,
2006.
CARVALHO, Anabela (org). As alterações climáticas, os média e os cidadãos. Coimbra: Grácio Editor,
2011.
MEDEIROS, Priscila Muniz; GOMES, Isaltina Mello. A ciência e a técnica frente à questão da crise
ambiental: apontamentos teóricos para o debate. Desenvolvimento e Meio Ambiente (UFPR), v. 38, p.
541-556, 2016.
BUENO, Wilson da Costa. Comunicação, jornalismo e meio ambiente: teoria e pesquisa. São Paulo:
Mojoara, 2007.
LEFF, Enrique. Ecologia, capital e cultura: a territorialização da racionalidade ambiental. Pettrópolis:
Vozes, 2009BECK, Ulrich. A Sociedade de Risco. São Paulo: Ed.34, 2010.

80

CORBETT, Julia. Communicating Nature: how we create and understand environmental messages.
Washington: Island Press, 2006.
COX, Robert. Environmental communication and the public sphere. Los Angeles: Sage, 2010.
GIRARDI, Ilza; SCHWAAB, Reges.Jornalismo ambiental: desafios e reflexões. Porto Alegre: Dom Quixote,
2008.
FROME, Michael.Green Ink: uma introdução ao jornalismo ambiental. Curitiba: UFPR, 2008.
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XIX. Rio de Janeiro: Garamond,
2005.
VIOLA, Eduardo. O movimento ecológico no Brasil (1974-1986): do ambientalismo à ecopolítica. In: Pádua
(Org.). Ecologia & política no Brasil. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo: IUPERJ, 1987. 211p.
DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa
Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Formação Geral
Carga horária teórica:
20h
Carga horária prática:
34h
Carga horária total:
54h
Situando os estudos das línguas de sinais no campo dos estudos linguísticos, compreendendo os
processos cognitivos e linguísticos e suas relações com o cérebro e a língua de sinais. Introdução a tópicos
de linguística aplicados à língua de sinais: fonologia e morfologia.
Compreender a língua de sinais no campo dos estudos linguísticos.
MOURA, M. C.; LODI, A. C.; PEREIRA, M. C. (Eds). Língua de sinais e educação do surdo. Sociedade
Brasileira de Neuropsicologia (SBNp). São Paulo, 1993.
QUADROS, R. M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997.
QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Artmed: Porto Alegre,
2004.
ICKOK, G.; BELLUGI, U.; KLIMA, E. How does the human brain process language? New studies of deaf
signers hint at an answer. Scientific American, INC, 2002.
KLIMA, E.; BELLUGI, U. The signs of language. Cambridge: Harvard University Press, 1979.
QUADROS, R. M. de; VASCONCELLOS, M. L. B. de (Org.). Sign Languages: spinning and unraveling the
past, present and future. Forty five papers and three posters from the 9 Theoretical Issues In Sign Language
Research
Conference,
Florianópolis,
Brasil,
Dez.
2006.
Disponível
em:
<http://editora-arara-azul.com.br/portal/index.php/e-books/pesquisas-em-estudos-surdos/item/109-sign-lang
uages>. Acesso em: 27 jan. 2014.
STOKOE, W. Sign and Culture: a reader for students of American Sign Language. Listok Press, Silver
Spring, MD, 1960.

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa
Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

GESTÃO DA COMUNICAÇÃO DE RISCO E CRISES
Formação Específica
Carga horária teórica:
24h
Carga horária prática:
30h
Carga horária total:
54h
Conceitos do que é crise e do que é problema. Crises com seus diversos públicos. Comportamento do
consumidor. Comitê Emergencial. Comunicação como ferramenta estratégica. Relacionamento com a mídia.
Porta-voz e sua responsabilidade. O ambiente da imprensa. Análise de áreas vulneráveis em uma
organização. Público Interno. Crise e mídias digitais. Estudo de casos.
Conhecer o que é crise e o que é problema. Identificar oportunidades e promover estratégias de
relacionamento com a mídia e de comunicação na construção da imagem e da identidade organizacional.
Conhecer o processo de montagem de comitê emergencial. Identificar quais as áreas e situações mais
vulneráveis em uma organização. Como treinar e porque designar porta-vozes. Prevenção e administração
de crises no ambiente empresarial. Conhecer estratégias do que fazer durante a crise e após sua solução
ou contenção. Execução de um plano emergencial.
BARBEIRO, Heródoto. Crise e Comunicação Corporativa. São Paulo, Editora Globo, 1ª Edição - 2010
DORNELLES, Souvenir Maria Graczyk. Relações Públicas: Quem sabe, faz e explica. EDIPUCRS, 1ª
edição, 2007, Porto Alegre, RS.
KUNSCH, Margarida M.K. (org.) Gestão estratégica em comunicação organizacional e relações
públicas. São Caetano do Sul, SP, Difusão, 2009.
KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada.
Summus Editorial, 2ª edição, 2002.
REGO, Francisco Gaudêncio Torquato do. Comunicação empresarial / comunicação institucional.
Conceitos, estratégias, sistema, estrutura, planejamento e técnicas. São Paulo: Ed. Summus, 1986.
ROSA, Mário. A era do escândalo: lições, relatos e bastidores de quem viveu as grandes crises de
imagem. São Paulo: Geração Editorial,2003
TAVARES, Maurício. Comunicação empresarial e planos de comunicação: integrando teoria e prática.
São Paulo: Ed. Atlas, 2007: Prefácio32.

81

DISCIPLINA:

ESTÉTICA DA COMUNICAÇÃO

Eixo:

Comunicação

Pré-requisito:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

Carga horária teórica:
54h
Carga horária prática:
Carga horária total
54h
O que é estética. As concepções de estética na Filosofia. A estética para além das artes. As artes no
contexto comunicacional. Fenômenos estéticos e cultura de massa. Interpretações Estéticas da Indústria
Cultural. A crítica dos produtos midiáticos. Análise das “linguagens” plásticas contemporâneas. Princípios
estéticos aplicáveis aos meios de comunicação de massa (mídias impressa, sonora, audiovisual, eletrônica,
digital). Reconfigurações no campo da arte e da experiência estética a partir do advento da cultura de
massas. A arte e a reprodutibilidade técnica; a obra de arte como mercadoria. Transformações no circuito
produção-circulação-consumo de objetos artísticos. Fronteiras entre arte de elite e cultura de massas.
Cultura urbana. Crítica da Cultura de Massa. Produtos midiáticos.
Introduzir o estudante no universo das artes da comunicação. Explicitar a mudança no conceito de arte e de
artista após o advento da reprodutibilidade técnica. Esclarecer e auxiliar o estudante na tarefa de
reconhecimento do processo evolutivo das formas estéticas comunicacionais. Municiar a crítica da indústria
cultural e relativizar a nocividade da cultura de massa.
GUIMARÃES, César. Comunicação e experiência estética. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003
PAREYSON, Luigi. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
SUASSUNA, Ariano. Iniciação à estética. 9. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008.
BAYER, Raymond. História da Estética. Lisboa: Editorial Estampa, 1995.
BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Em: Lima, Luiz Costa. (org.).
Teoria da Cultura de Massa. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1982. pp. 207 a 240.
EAGLETON, Terry. A ideologia da estética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.
HEIDEGGER, Martin. A Origem da Obra de Arte. Lisboa: Edições 70, 2000.
KELLNER, Douglas. A cultura da mídia – estudos culturais: identidade e política entre o moderno e o
pós-moderno. Bauru, SP, EDUSC, 2001.
MARCUSE, Herbert. A Dimensão Estética. Lisboa: Edições 70, 2000.
PARRET, Herman. A Estética da Comunicação – Além da Pragmática. Campinas: Unicamp, 1998.
SANTAELLA, Lúcia. Estética de Platão à Peirce. São Paulo: Experimento, 1999.
SANTAELLA, Lúcia. Matrizes da Linguagem e do Pensamento: sonora, visual e verbal. São Paulo:
Iluminuras, 2001.
TOLSTÓI, Leon. O Que é Arte? São Paulo: Experimento, 1994.
SHUSTERMAN, Richard. Vivendo a Arte. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.
VAZQUEZ, Adolfo Sanchez. Convite a Estética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.

DISCIPLINA:

COMPORTAMENTO E DEFESA DO CONSUMIDOR

Eixo:

Formação Suplementar

Ementa

Carga horária teórica:
54h
Carga horária prática:
Carga horária total:
54h
Introdução ao estudo da Psicologia do Consumidor, considerando o estudo dos estímulos que levam os
receptores a aderir mensagens propostas pela Publicidade e Propaganda. Inscrição da propaganda e da
publicidade no inconsciente coletivo e sua significação na cultura contemporânea.

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Possibilitar ao aluno uma visão geral sobre a Psicologia do Consumidor, habilitando-o a compreender
conceitos, teorias e pesquisas relacionadas ao comportamento de consumo, principalmente aquelas
relacionadas diretamente ao campo da Publicidade e Propaganda, assim como os aspectos éticos
envolvidos nas pesquisas e na defesa dos consumidores.
COBRA, Marcos. Marketing Básico. São Paulo: Atlas, 1997.
SANT’ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica e prática. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2002.
SOLOMON, Michael B. O comportamento do consumidor: comprando, possuindo e
sendo. Porto Alegre: Artemed, 2008.
ENGELS, James; BLACKWELL, Roger & MINIARD, Paul M. Comportamento do Consumidor. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2001.
GADE, Christiane. Psicologia do Consumidor e da Propaganda. São Paulo: EPU, 1998.
SAMARA, Beatriz Santos & MORSCH, Marco Aurélio. O comportamento do consumidor: conceitos e
casos. São Paulo: Prentice Hall, 2007.
KASAKLIAN, Eliane. Comportamento do Consumidor (2.ª ed.). São Paulo: Atlas, 2004.
LIMEIRA, Tânia M. Vidigal. O comportamento do consumidor brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2008.
COMUNICAÇÃO, GÊNERO E OS FEMINISMOS
Suplementar
Carga horária teórica:
Carga horária prática:

54h

82

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Carga horária total:
54h
Introdução ao debate de gênero; introdução ao debate sobre as diferentes práticas feministas;
contextualização histórica dos movimentos sociais da segunda metade do século XX e sua relação com os
debates de gênero e feminismos. Rupturas com o paradigma marxista e reconfiguração dos debates de
gênero e dos feminismos. Os discursos pós-modernos, a implosão do conceito de gênero e as múltiplas
leituras feministas.
Pensar o debate de gênero e dos feminismos na nossa sociedade, enfatizando a visi/dizibilidade desses
discursos nos diferentes meios de comunicação. Discutir as estratégias discursivas que naturalizam a
desigualdade de gênero; analisar os lugares sociais e de autoria da produção de um dado lugar para as
mulheres; problematizar as definições dos papéis de gêneros na mídia digital; discutir de que maneira a
mídia de um modo geral influencia na constituição e disciplinarização dos papéis de gênero; analisar a
influência da mídia feminista na formação das subjetividades femininas da atualidade.
BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. vol. 1 e vol. 2. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
BUTLER, Judith. Problemas de Gênero: Feminismo e subversão da identidade. Tradução: Renato Aguiar.
3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
SACRAMENTO, Sandra. Gênero, identidade e hibridismo cultural: enfoques possíveis. Ilhéus, BA: Edillus,
2009.
ALBUQUERQUE, Aucione Fabiana de. As Marias que se movimentam: o descaminho do movimento de
mulheres na luta pela igualdade de gênero, direitos e políticas públicas em Maceió-AL (monografia de
especialização em serviço social, Direito e Política Pública- UFAL e Faculdade de Serviço Social,
Programa de Pós-graduação em Serviço Social, 2009.
BLAY, A. Eva. Igualdade de Oportunidades para as mulheres. Um caminho em construção". 2002.São
Paulo. Editora Humanitas, 2002.
BRANDÃO, Izabel. Gênero e outros lugares: poética e espaços interdisciplinares: Maceió, EDUFAL, 2009
SCOTT, Joan. “Gender: A Useful Category of Historical Analysis”. Gender and the Politics of History. New
York: Columbia University Press. 1989. Tradução de Christine Rufino Dabat e Maria Betânia Ávila,
gentilmente autorizada por Joan W. Scott. SOS Corpo. Recife, 1995.

PESQUISA DE MERCADO
Formação Específica
Carga horária teórica:
24h
Carga horária prática:
30h
Carga horária total:
54h
Introdução à pesquisa de mercado. Métodos e modelos estatísticos. Métodos de pesquisas quantitativas e
qualitativas sobre tendências de mercados. Análise do Comportamento do Consumidor Pesquisa em
marketing e pesquisa de mercado. Natureza da pesquisa. Classificação e cruzamento de dados (primários e
secundários). Diretrizes para elaboração de planos de comunicação.
Tornar o estudante capaz de analisar ou gerenciar pesquisas orientadas de mercado visando o
planejamento de ações, solução de problemas e tomadas de decisão organizacional. Compreender e
produzir conhecimento estratégico a partir do cruzamento de informações de relatórios de pesquisa de
mercado.
MALHOTRA. Pesquisa de Marketing. Rio de Janeiro, 2006.
SCHIFMAN, Leon G. Comportamento do Consumidor. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
TRUJILLO, V. Pesquisa de mercado qualitativa e quantitativa. São Paulo: Scortecci Editora, 2003.

Bibliografia
Complementar
DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos
Bibliografia
Básica

COMUNICAÇÃO E POLÍTICA
Formação Geral
Carga horária teórica:
54h
Carga horária prática:
Carga horária total:
54h
Estudo dos referenciais acerca do funcionamento do sistema político nacional e reflexão crítica sobre o
campo político e seus agentes. Discussão acerca de espaço público e sua relação com agenda pública,
opinião pública e cultura política. Estudo acerca de partidos políticos e sistema partidário e sistemas
eleitorais. Elementos constitutivos do Estado. Poderes e relações entre poderes. Política e consumo,
concentrando-se no comportamento eleitoral. Marketing político.
Oferecer ao futuro profissional os elementos para sua interação eficaz com as instituições políticas, assim
como sua atuação nas instituições dos Poderes Executivo e Legislativo. Provocar no aluno visão crítica
sobre esse campo e apresentar possibilidades de reflexão e pesquisa acerca das instituições e seus
agentes.
GIDDENS, Anthony. A terceira via: reflexões sobre o impasse político atual e o futuro da social-democracia.
Rio de Janeiro: Record, 1998.
CHAMPAGNE, Patrick. Formar a opinião. Petrópolis: Vozes, 1990.
GOMES, Neusa Demartini . Formas persuasivas de comunicação política: propaganda política e publicidade
eleitoral. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000.

83

Bibliografia
Complementar

BARROS FILHO, C. Comunicação na Polis. Petrópolis: Vozes, 2002.
GUIMARÃES, César e JUNIOR, Chico. Informação e democracia. Rio de Janeiro: UERJ, 2000.
RUBIM, Antonio Albino Canelas. Comunicação e política. São Paulo: Hacker, 2000.
TOURAINE, A.. O que é democracia? Petrópolis, Vozes, 1996.
WEBER, Maria Helena. Comunicação e espetáculos da política. Porto Alegre: EDUFRGS, 2000.

DISCIPLINA:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa
Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

COMUNICAÇÃO E SAÚDE PÚBLICA
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

54h
54h

Comunicação e saúde pública. A mídia como agente social de saúde. A saúde como direito social.
Produção de sentidos da saúde.
A disciplina pretende, por um lado, apresentar aos alunos as características e as finalidades da
comunicação ambiental, inserindo-a no contexto da sociedade contemporânea e, por outro, fazer com que
eles entendam o que está por trás da crise ambiental vigente. Ela também pretende aprofundar e debater
temas de interesse da comunicação ambiental.
CAMPOS, Carla Andréa Costa Alves; SILVA, Luciano Bairros da (Co-autor); FERREIRA, Sônia Maria
Soares (Co-autora). Comunicação em saúde: desafios dos pássaros e das flores. Maceió, AL: EDUFAL,
2018.
SILVA, Maria Julia Paes da. Comunicação tem remédio: a comunicação nas relações interpessoais em
saúde. São Paulo: Loyola, 2002.
PAIM, Jaimilson Silva. O que é o SUS [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2009.
ALMEIDA FILHO, Naomar. O que é saúde [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2011.
ARAÚJO, Inesita Soares. O campo da comunicação em saúde: contornos, interfaces e tensões. Intercom.
Anais do Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Anais do XXXVI Congresso Brasileiro
de Ciências da Comunicação – Manaus, AM – 4 a 7/9/2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Oficinas de educação em saúde e comunicação: vamos fazer juntos. Brasília:
FUNASA, 2001
OLIVEIRA, Valdir C. A comunicação midiática e o Sistema Único de Saúde, Interface _ Comunicação,
Saúde, Educação, v.4 , n.7, p.71-80, 2000.
RIBEIRO, Ailton de lima. O Papel contributivo das organizações sociais para a excelência da gestão em
saúde. In: Novos rumos para gestão pública. 2011. Acessado em 12-03-14. Disponível em:
http://www.gespublica.gov.br/projetos-acoes/pasta.2009-0715.5584002076/pasta.2011-12-05.4922726565/tema%203%20finalizado.PDF
SCLIAR, Moacyr. História do conceito de saúde. In: Rev. Saúde Coletiva, RJ, 2007.
CULTURA INDÍGENA E MEIOS DE COMUNICAÇÃO
Suplementar
Carga horária teórica:
54h
Carga horária prática:
Carga horária total:
54h
Introdução ao conhecimento da cultura indígena através da pesquisa bibliográfica, fotografias e mídias
audiovisuais. Análise da produção bibliográfica e de outros meios de comunicação de autoria indígena.
Contextualização sobre a diversidade das aldeias para fins de questionamento ao discurso homogêneo que
circula na sociedade. Estudo de caso de uma aldeia local para compreensão da experiência etnográfica na
formação do profissional da comunicação e circulação de outros/novos discursos sobre o ser indígena.
Problematizar os discursos que tematizam as culturas indígenas; analisar os discursos sociais criados pelos
indígenas; fazer um levantamento de produções acadêmicas na biblioteca local sobre a cultura indígena e
discutir o impacto dessa produção no conhecimento sobre essas comunidades étnicas.
COSTA, Salmon Lucas Monteiro. Índio e agendamento: um olhar sobre as notícias veiculadas no Jornal
Gazeta de Alagoas, Maceió, 2015.
PEREIRA, Flávia Ruas Fernandes. No tempo que era tudo caboco: um estudo de caso sobre a construção
das identidades étnicas entre os Wassu da aldeia cocal. Maceió- AL, 2006.
SILVA JUNIOR, Aldemir Barros da. Aldeando sentidos: os Xucuru-cariri e o serviço de proteção aos índios
no Agreste alagoano, 2007.

FERREIRA, Gilberto Geraldo. A educação dos Jiripanco: uma reflexão sobre a escola diferenciada dos
povos indígenas de Alagoas, Maceió, 2009.
KRAUS, Michael. Amizades assimétricas: Curt Unckel Nimuendaju (1883-1945) e o estabelecimento de
contato com indígenas brasileiros. Revista Humboldt. Instituto Goethe, maio 2009.
MORAIS, Diogo Costa de. O ensino de história indígena: uma análise de estudo sobre o indígena alagoano
em uma escola de Maceió, 2014.

84

TACCA, Fernando de. O índio na fotografia brasileira: incursões sobre a imagem e o meio. História,
ciências, RJ, v.18, n. 1, jan-mar. P. 191-223, 2011.
DISCIPLINA:
Eixo:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

MIDIATIZAÇÃO E PROCESSO SOCIAL
Suplementar
Carga horária teórica:
54
Carga horária prática:
Carga horária total:
54
Transformação da “sociedade dos meios” em “sociedade midiatizada”; tecnologias, linguagem, cultura e
novas formas de interações; produção, circulação e recepção; midiatização, práticas e interações sociais;
midiatização e estratégias de produção de sentidos; efeitos da midiatização.
Pensar a midiatização como um fenômeno que constitui e atravessa a sociedade - suas instituições,
linguagens e atores - fazendo aparecer nova ambiência e novos regimes de funcionamento dos processos
sociais. Examinar os mecanismos que transformam a “sociedade dos meios” em “sociedade midiatizada”,
considerando a inscrição das tecnologias, na forma de meios e de operações que se configuram em
dispositivos interacionais. Estudar os modos de funcionamento discursivo dos campos sociais, nos âmbitos
da produção, circulação e recepção.
ASTRO, Paulo César; FAUSTO NETO, Antonio; HEBERLÊ, Antonio; VERÓN, Eliseo; CORRÊA, Laura
Guimarães; RUSSI, Pedro (Org.). A Rua no Século XXI: materialidade urbana e virtualidade cibernética.
Maceió: EDUFAL, 2014. 261 p.
BRAGA, José Luiz. A sociedade enfrenta sua mídia – dispositivos sociais de crítica midiática. São Paulo,
Editora Paulus, 2006.
MARTIN-BARBERO, Jesus. Os métodos: dos meios às mediações. In: Dos meios às mediações. Rio de
Janeiro: UFRJ, 1997. pp.9-17.
MARTINO, Luis Maura Sá. Teoria das mídias digitais: linguagens, ambientes e redes. 2.ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.
BRAGA, José Luiz et al. (organizadores). Dez perguntas para a produção de conhecimento em
comunicação / 2.ed. – São Leopoldo, RS: Ed. UNISINOS, 2019.
BRAGA, José Luiz. Mediatização como processo interacional de referência, in:
FERRARA, Lucrécia D’Alessio. Comunicação mediações interações. São Paulo: Paulus, 2015.
HJAVARD, Stig. A midiatização da cultura e da sociedade. São Leopoldo-RS: Editora Unisinos, 2014.

DISCIPLINA:
Eixo:

ESTRATÉGIAS DE RELACIONAMENTO COM A MÍDIA
Formação Específica
Carga horária teórica:
Carga horária prática:
Carga horária total:

Ementa

Objetivos

Bibliografia
Básica

Bibliografia
Complementar

54h
54h

Conhecimento teórico e prático acerca da criação e da manutenção de estratégias de relacionamento com a
mídia, por intermédio de ação planejada.
Desenvolveras teorias e as técnicas de criação e de manutenção das relações com a mídia e seus
componentes, instrumentalizando e dando aos alunos a possibilidade de atuar e gerenciar nos diversos
processos de veiculação de informações institucionais e na gestão de situações ligadas à mediação entre
organizações/instituições e mídia.
DUARTE, J. (org.) Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia. São Paulo: Atlas, 2003.
FARIAS, L. A. de. A literatura de relações públicas - produção, consumo e perspectivas. São Paulo:
Summus, 2004.
FARIAS, L. A. de. Relações estratégicas com a mídia. In KUNSCH, M. M. K. Gestão estratégica de
comunicação organizacional e de relações públicas. 2ª ed. S. C. do Sul: Difusão, 2009.
BARROS FILHO, C. Ética na comunicação. São Paulo: Summus, 2006.
KUNSCH, M. M. K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada - edição revista,
atualizada e ampliada. São Paulo: Summus, 2003.
NOGUEIRA, N. Media training - melhorando as relações da empresa com os jornalistas - de olho no fim da
comunicação social. São Paulo: Sultura, 1999.
WOLF, M. Teorias das comunicações de massa. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

20.3 EMENTAS PIEX – CURRICULARIZAÇÃO EXTENSÃO
PIEX 1 – COMUNICAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS
Eixo:

Formação Geral
Carga horária
teórica:
Carga horária

72h

85

Ementa

Objetivo

Bibliografia Básica

prática:
Carga horária total
72h
regional:
Capacitação, diagnóstico, planejamento, monitoramento e avaliação, sob a forma de elaboração de
projetos, consultorias temáticas, acompanhamento, apoio e/ou orientação organizacional. Construção e
fortalecimentos de políticas públicas e solução problemas locais, além da contribuição para o
fortalecimento dos espaços democráticos, participativos e sociais do Estado de Alagoas.
Utilizar a comunicação como mediadora dos objetivos sociais, estimular o exercício da participação social
na construção da agenda pública, da sua implementação e avaliação.
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e sua relação com o outro:
um conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79, 2001.
LIMA, Maria de Fátima Monte. No fio de esperança: políticas públicas de educação e tecnologias da
informação e da comunicação. Maceió: EDUFAL, 2007.
ZIMERMAN, Artur; DIETRICH, Ana Maria (org.). Café com PP: novas abordagens de políticas
públicas no Brasil. Santo Andre, SP: Universidade Federal do ABC, 2012.
AVRITZER, Leonardo. Experiência democrática, sistema político e participação popular. São Paulo:
Editora
Fundação
Perseu
Abramo,
2013.
https://fpabramo.org.br/publicacoes/wp-content/uploads/sites/5/2017/05/experiencia-democratica.pdf
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e comunidade. EccoS
Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
COMUNICAÇÃO, hegemonia e contra-hegemonia. Salvador: EDUFBA, 2005.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

Bibliografia
Complementar

RIBEIRO, Alexsandro Teixeira. Comunicação, política e atores coletivos. Ponta Grossa: Atena, 2020.
https://www.finersistemas.com/atenaeditora/index.php/admin/api/ebookPDF/3505

PIEX 2 – COMUNICAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS
Eixo:

Ementa

Objetivo

Formação Geral
Carga horária
teórica:
Carga horária
72h
prática:
Carga horária total
72h
regional:
Capacitação, diagnóstico, planejamento, monitoramento e avaliação, sob a forma de elaboração de
projetos, consultorias temáticas, acompanhamento, apoio e/ou orientação organizacional. Construção de
estratégias que permitam o melhoramento de processos ou relacionamentos e a solução de problemas de
comunicação nos produtos e serviços oferecidos pelo governo municipal, estadual ou federal que
garantem a satisfação das demandas da sociedade.
Mediar o atendimento das demandas sociais e melhorar (divulgando e potencializando) o acesso a
informações de projetos, programas e políticas públicas.
AZEVEDO, Sérgio de; NABUCO, Ana Luiza (org.). Democracia participativa: a experiência de Belo
Horizonte. Belo Horizonte: Leitura, 2008.

Bibliografia Básica

OSBORNE, D; GAEBLER, T. Reinventando o governo: como o espírito empreendedor está
transformando o setor público. 2ª ed. Brasília: M.H. Comunicação, 1994.
PALUDO, Augustinho. Administração Pública. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
ABREU, Júlio Cesar Andrade de. Gestão de políticas públicas, participação democrática e internet:
inovação
nos
modelos
de
gestão
no
setor
público.
Brasília:
Enap,
2017.
https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/2882/1/48.pdf

Bibliografia
Complementar

CASADEI, Eliza Bachega. A extensão universitária em comunicação para a formação da cidadania.
São
Paulo:
Cultura
Acadêmica,
2016.
https://static.scielo.org/scielobooks/zhy4d/pdf/casadei-9788579837463.pdf
CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de.
(org.). Extensão universitária: conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 46. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007.

86

PIEX 3 - COMUNICAÇÃO, ECONOMIA SOLIDÁRIO-CRIATIVA E ATIVISMO SOCIAL
Eixo:

Ementa

Objetivo

Bibliografia Básica

Formação Geral
Carga horária
teórica:
Carga horária
72h
prática:
Carga horária total
72h
regional:
Ações de extensão no campo da inovação em gestão social e economia solidária e criativa. Capacitação,
diagnóstico, análise de problemas, planejamento e intervenção em empreendimentos de economia
solidária e criativa, negócios sociais, associações, cooperativas. Construção de estratégias que permitam
a sustentabilidade de determinados segmentos sociais, fortalecendo suas organizações e solucionando
problemas de comunicação com base em princípios de governança participativa, emancipação social e
econômica e cooperação.
Contribuir para emancipação de determinados segmentos sociais, estimulando a autonomia e as práticas
comunicativas de grupos em desenvolvimento social.
CARVALHO, Cícero Péricles de Oliveira. Economia popular: uma via de modernização para Alagoas.
4ª ed. Maceió: EDUFAL, 2010.
PASTANA, Grace Irene Imbiriba. Economia solidária: educação & autonomia. Rio de janeiro:
Tecnoarte, 2011.
OLIVEIRA, Fátima Bayma de (org.). Tecnologia da informação e da comunicação: desafios e
propostas estratégicas para o desenvolvimento dos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2006.
CANDEIAS, Cezar Nonato Bezerra; MACDONALD, José Brendan; MELO NETO, José Francisco de
(orgs.). Economia solidária e autogestão: ponderações teóricas e achados empíricos. Maceió:
EDUFAL, 2005.

Bibliografia
Complementar

MENDONÇA, Rosângela Miriam L.O; FIGUEIREDO, Márcia Câmara B. de (orgs). Economia criativa:
práticas para inovação e desenvolvimento. Belo Horizonte: EdUEMG, 2019. (Ebook)
http://eduemg.uemg.br/images/livros-pdf/catalogo-2019/economia_criativa.pdf
SINGER, P. e SOUZA, A.R. (org.) A economia solidária no Brasil: a autogestão como resposta ao
desemprego. São Paulo: Contexto, 2000.
TIMÓTEO, Geraldo Márcio. Economia solidária e desenvolvimento social: perspectivas e desafios
no
contexto
da educação ambiental. Campos dos Goytacazes: EdUENF, 2019.
http://uenf.br/cch/lesce/files/2019/10/Livro-2-eBook.pdf
VEIGA, Sandra Mayrink; FONSECA, Isaque. Cooperativismo: uma revolução pacífica em ação. Rio de
Janeiro: DP&A, 2001.

PIEX 4 - COMUNICAÇÃO, ECONOMIA SOLIDÁRIO-CRIATIVA E ATIVISMO SOCIAL
Eixo:

Formação Geral

Ementa

Carga horária
teórica:
Carga horária
72h
prática:
Carga horária total
72h
regional:
A Comunicação faz parte do processo de mobilização dos movimentos sociais, populares, do ativismo do
trabalhador (operariado) através da história. Ela representa direitos humanos, representa a democracia
pois, incorpora a noção de direitos coletivos. Concebe a dimensão comunicacional da cidadania.
Capacitação, diagnóstico, análise de problemas, planejamento e intervenção de comunicação em
movimentos sociais, populares, ongs e sindicatos.
Situar a questão do direito à comunicação enquanto dimensão dos direitos humanos, da cidadania, da
luta do trabalhador, desenvolvendo a comunicação numa perspectiva política e educativa.

Objetivo
Bibliografia Básica

A JUSTIÇA do trabalho e suas histórias: os direitos dos trabalhadores no Brasil. Campinas, SP:
UNICAMP, 2013.
GOHN, Maria da Gloria Marcondes. Movimentos sociais e redes de mobilizações civis no Brasil
contemporâneo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
PERUZZO, Cecilia Maria Krohling. Comunicação nos movimentos populares: a participação na
construção da cidadania. Petrópolis: Vozes, 1998.

87

Assis, João Marcus Figueiredo de; Denise dos Santos (orgs). Cidadania, movimentos sociais e religião:
abordagens
contemporâneas.
Rio
de
Janeiro:
EdUERJ,
2013.
(Ebook)
https://eduerj.com/?product=cidadania-movimentos-sociais-e-religiao-abordagens-contemporanea
s-ebook
RAMOS, Murilo Cesar Oliveira; SANTOS, Suzy dos. Políticas de comunicação: buscas teóricas e
práticas. São Paulo, SP: Paulus, c2007.
Bibliografia
Complementar

PAULA, Cláudia Regina de. Educar para a diversidade: entrelaçando redes, saberes e identidades.
Curitiba: Intersaberes, 2013.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 46. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007.
_________. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: UNESP,
2000.

PIEX 5 - PRODUTO
Eixo:

Formação Geral

Ementa
Objetivo

Carga horária
teórica:
Carga horária
72h
prática:
Carga horária total
72h
regional:
Organização de eventos, produção de comunicações científicas, produção artística, audiovisual, midiática.
Protocolo e cerimonial público.
Apresentar os resultados e desdobramentos dos projetos desenvolvidos ou apresentar produtos de
assuntos relacionados.
BUENO, Wilson da Costa (Org). Estratégias de comunicação nas mídias sociais. Barueri, SP: Manole,
2015.

Bibliografia Básica

Bibliografia
Complementar

DUARTE, Jorge (Org). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica.
4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2011.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. Rio de Janeiro: Editora
Manole, 2007.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? 13ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
MANDUCA, Alexandre. Organização de eventos. REGIT, v. 1, n. 1, 2014.
MOREIRA, Elizabeth H.; PONS, Mônica (orgs). Relações Públicas, Tecnologias e Públicos. Santa Cruz do
Sul: EDUNISC, 2013.
https://repositorio.unisc.br/jspui/bitstream/11624/1821/1/Rela%C3%A7%C3%B5es%20p%C3%BAblicas%
2C%20tecnologia%20e%20p%C3%BAblicos.pdf
OLIVEIRA, Kadidja Valéria Reginaldo de. Planejamento e Organização de Eventos. Brasília: NT Editora,
2014.
https://avant.grupont.com.br/dirVirtualLMS/arquivos/arquivosPorRange/0000000447/texto/570b1f67b995c
d51da1e6f70911578bc.pdf
VIEIRA, Ronaldo. Gestão do Conhecimento - Introdução e Áreas Afins. Curitiba: Editora Interciência,
2018.

21 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

O curso de Relações Públicas da Ufal apresenta recursos audiovisuais
como datashows, possibilitando experiências mais completas em sala de aula.
Sua infraestrutura conta com laboratórios de informáticas equipados com
computadores para uso em disciplinas compartilhadas com o curso de
Jornalismo. Para tanto, os computadores possuem programas de edição de texto
e imagem, editoração de material impresso e digital, design gráfico, tabulação e

88

análise de dados. Através deles também é possível realizar pesquisas na internet,
desenvolver planejamento e criar soluções de comunicação para projetos
realizados no âmbito do curso.
Para o desenvolvimento da comunicação entre estudantes, docentes,
servidores técnicos e a instituição, a Ufal passou a utilizar um sistema interno de
ensino, o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Nele é possível compartilhar
material pedagógico com as turmas, além da criação de fóruns de debates que
complementam o processo de ensino-aprendizagem em sala de aula. O sistema é
mais um recurso adicional às atividades de ensino, ampliando as possibilidades já
oferecidas pela instituição, como e-mail institucional, o Sieweb – Módulo
Acadêmico e os Sistemas Integrados, que envolver Atividades Acadêmicas
(Sigaa), Patrimônio, Administração e Contratos (Sipac), Gestão e Recursos
Humanos (SIGRH), e Administração dos Sistemas (Sigadmin). O AVA é o que
possibilita maior interação e recursos de comunicação atualmente.
A Ufal também tem modernizado suas páginas oficiais na internet e as
estratégias de comunicação utilizadas para se relacionar com os diferentes
públicos. Além de uma página no portal institucional, o curso de Relações
Públicas, por sua vez, tem utilizado a página oficial da Agência Experimental de
Relações Públicas em uma plataforma de rede social para se comunicar com o
público interno, especialmente os estudantes.
Esse tem se mostrado um recurso tecnológico importante no processo de
ensino-aprendizagem na medida em que possibilita o acesso a informações para
além da sala de aula, algo fundamental para a expansão dos conhecimentos
compartilhados no âmbito do ensino. Por meio dessa página, os estudantes
conhecem eventos, projetos e produções vinculadas ao curso, ampliando seu
escopo de atividades.
Os usos das TICs no processo de ensino-aprendizagem variam conforme
as especialidades de cada docente, bem como as demandas de disciplinas e
estudantes. O que os servidores têm em comum, no entanto, é a busca pelo
aprimoramento no uso de tais recursos para a melhoria na qualidade de ensino,
que deve ser cada vez mais acessível e inclusivo. Assim, as TICs possibilitam não

89

apenas a execução do projeto pedagógico do curso como também garantem a
acessibilidade digital e comunicacional, promovendo uma interação cada vez mais
ampliada entre docentes e estudantes e assegurando o acesso a todos os
materiais a qualquer momento e de qualquer lugar, integrando-se às demandas
da sociedade contemporânea
22 AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL

A avaliação está regulamentada conforme resolução n. 25/2005 do
CEPE/UFAL. Se constitui como elemento fundamental para a reorientação de
práticas pedagógicas e reflexão

sobre o próprio PPP, tornando-os mais

adequados. No contexto do curso de Relações Públicas, essa avaliação é
realizada através do acompanhamento do Projeto Pedagógico e pela avaliação de
ensino/aprendizagem.
No Curso de Relações Públicas a avaliação é considerada um processo e
é percebida como uma condição que torna mais dinâmica a ação pedagógica pela
qual se procura identificar, aferir, investigar e analisar o desenvolvimento do
discente, do professor e do curso, confirmando se a construção do conhecimento
ocorreu de forma teórica e prática.
Sendo assim, se constitui como uma forma de poder verificar o alcance
dos objetivos das disciplinas na medida que tem fundamentos filosóficos,
psicológicos e pedagógicos apoiados no dinamismo, continuidade, integração,
progressividade,

abrangência,

cooperação

e

versatilidade,

procurando

desenvolver as seguintes funções atribuídas para a avaliação:
Função diagnóstica: visa determinar a presença ou ausência de conhecimento e
habilidades, providências para estabelecimentos de novos objetivos, retomada de
objetivos não atingidos, elaboração de diferentes estratégias de reforço,
sondagem, projeção e retrospecção de situação de desenvolvimento do discente,
dando-lhe elementos para verificar o que aprendeu e como aprendeu. Cada
professor realiza essa função, tomando por base um levantamento com os
alunos.

90

Função formativa: localiza deficiências na organização do ensino-aprendizagem,
de modo a possibilitar reformulações no mesmo e assegurar o alcance dos
objetivos. Para que a avaliação tenha o caráter formativo, trabalha-se a seleção
dos objetivos e dos conteúdos das disciplinas, desenvolvendo o caráter
multidisciplinar e interdisciplinar sempre buscando a participação dos discentes.
No curso, procura-se saber o que avaliar e como usar os resultados, e para tanto
estabelece critérios e objetivos dessa avaliação e os instrumentos que servirão
como meio para esse fim.
O objetivo geral do processo de avaliação das disciplinas é de contribuir
para o acompanhamento das atividades de ensino e gestão, oferecendo subsídios
para a tomada de decisão, o redirecionamento das ações, a otimização e a
excelência dos processos e resultados do Curso de Relações Públicas, além de
incentivar a formação de uma cultura avaliativa e para a consolidação da
formação do bacharel em Relações Públicas.

23 PROCEDIMENTOS
ENSINO-APRENDIZAGEM

DE

AVALIAÇÃO

NO

PROCESSO

DE

A avaliação de rendimento do aluno segue a resolução da UFAL, CEPE
25/2005, de 26 de outubro de 2005, como segue:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).;
(d) Estágio Curricular Obrigatório.
Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível,
aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de
01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas,
além de outras opções como provas orais, seminários, experiências clínicas,
estudos de caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de
aprendizagem.

91

Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais
dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB)
respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações programadas e
efetivadas pela disciplina.
Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma
das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a
maior nota. A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF)
das

Avaliações

Bimestrais,

igual

ou

superior

a

7,00

(sete).

Estará

automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco). O aluno que obtiver Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá
direito a prestar a Prova Final (PF). A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo
da disciplina ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época
posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL. Será
considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada disciplina,
o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).
O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota
Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final
(PF), com peso 4 (quatro).
No Curso de Relações Públicas Bacharelado, a avaliação está condizente
com a concepção de ensino-aprendizagem adotada pelo curso, relacionada à
metodologia adotada para este PPP.
24 AVALIAÇÃO DO CURSO

A Lei de Diretrizes e Bases do Ensino, LDBEN, no seu art. 24, inciso V,
considera o processo de construção do conhecimento contínuo e progressivo,

92

devendo a avaliação a ele se adequar. A aprendizagem, nesse sentido, comporta
elementos de ordem subjetiva e objetiva e, portanto, deve privilegiar os aspectos
qualitativos sobre os quantitativos.
A avaliação do projeto do curso tem, como função central, de obter
informações sobre os avanços e as dificuldades de cada aluno, de modo a
permitir ao professor planejar e replanejar o processo de ensino-aprendizagem.
Como tal, deve ser instrumento de estímulo e promoção da aprendizagem,
cabendo ao professor interpretar qualitativamente o conhecimento construído pelo
aluno, considerando que esse conhecimento abrange as áreas cognitiva, afetiva e
social.
O curso deverá realizar continuamente avaliação e revisão do projeto com
vistas a engrandecer a formação do futuro profissional, de modo a potencializar
suas habilidades e a expandir seus conhecimentos, destacando sempre uma
formação voltada para as necessidades da sociedade, com articulação constante
com as DCNs.

25 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO
O processo de acompanhamento do desenvolvimento das atividades e
das disciplinas do Curso ocorrerá por meio de duas atividades: Seminários de
Preparação de Atividades (SPA), que envolvem todos os professores do Curso e
se realizam antes da primeira semana de aulas do semestre letivo e o Seminário
de Avaliação Semestral (SAS), com a participação dos professores e estudantes,
organizados pelos respectivos períodos.
A Comissão de Autoavaliação do Curso de Relações Públicas/ICHCA
avaliará anualmente de acordo com as dez dimensões previstas pelo SINAES,
mediante o acompanhamento da Comissão Própria de Avaliação (CPA/UFAL).
Observará cuidadosamente, nesse processo, os princípios gerais para a
organização e estrutura do curso, definidos nas Diretrizes Curriculares do curso
de Relações públicas.
A

autoavaliação

permitirá

a

geração

de

dados

para

elaboração/reelaboração ou implementação do PPC e, ainda, a previsão de ações

93

que implicam melhorias para o curso, que podem gerar dados para o Plano de
Ação Pedagógica (PAP) do curso. A gestão do projeto político-pedagógico requer
um acompanhamento sistemático, realizado de forma contínua por uma equipe
designada pelo colegiado de curso e pelo NDE. Esta é uma condição para a
concretização dos objetivos propostos. O processo deverá envolver professores,
alunos, técnico-administrativos e, quando possível, profissionais interessados na
realização de reuniões, encontros e oficinas, visando analisar o seu desempenho,
fazer os ajustes necessários e o planejamento de ações que favoreçam o
aperfeiçoamento da proposta.
Após análise dos dados coletados, cabe ao NDE: propor alterações no
Projeto Pedagógico e/ou estrutura curricular pela avaliação constante do mesmo
e a adequação do perfil profissional do egresso; indicar formas de incentivo ao
desenvolvimento de atividades de oriundas de necessidades da graduação,
afinadas com as políticas pública relativas à área do conhecimento; propor outros
procedimentos e critérios para a auto avaliação do curso; convidar consultores ad
hoc para auxiliar nas discussões do projeto, e levantar dificuldades na atuação do
corpo docente do curso, que interfiram na formação do perfil profissional do
egresso.
26 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO (CPA)

A UFAL tem a sua Comissão Própria de Autoavaliação instituída em 2004,
tendo o seu regimento interno aprovado em 17 de outubro de 2005, pela
Resolução do Consuni nº 27-A/2005 e reformulado em 05 de novembro de 2012,
pela Resolução do Consuni nº 53/2012.
No plano de autoavaliação da UFAL está inscrito como objetivo geral “o
compromisso de contribuir para o acompanhamento das atividades de gestão,
ensino, pesquisa e extensão, garantindo espaço à crítica e ao contraditório,
oferecendo subsídios para a tomada de decisão, o redirecionamento das ações, a
otimização e a excelência dos processos e resultados da UFAL, além de
incentivar a formação de uma cultura avaliativa”.
Quanto aos objetivos específicos, registram-se:

94

● Envolver a comunidade acadêmica em todas as etapas do processo;
● Definir as diretrizes do processo avaliativo;
● Sistematizar e analisar coletivamente as informações;
● Identificar as forças de desenvolvimento e de deterioração organizacionais;
● Destacar potencialidades com vistas ao estabelecimento de prioridades;
● Propor estratégias para a superação das fragilidades evidenciadas;
● Ressignificar o sentido da práxis administrativa e acadêmica das diversas
instâncias institucionais;
● Promover a articulação dos diversos níveis da instituição, no sentido de garantir
uma visão de totalidade da UFAL e das partes que a constituem.
27 COLEGIADO DO CURSO

Os procedimentos a serem observados para composição do Colegiado de
Cursos de Graduação na UFAL e suas atribuições estão estabelecidos nos
Artigos 25 e 26 de seu Regimento Geral.
O colegiado do curso de Relações Públicas atuará realizando reuniões
ordinárias e extraordinárias. O coordenador do curso instituirá a convocação
ordinária do colegiado, no prazo de 48h e, nas convocações extraordinárias, 24h,
para

que

todos

os

professores

do

curso

participem dessa instância.

Preferencialmente deverá ser adotado o caminho das discussões para solução de
dissenso, buscando geralmente uma decisão por meio da construção de
consenso e optando por votações com raridade.
As atas das reuniões e Resoluções do Colegiado ficarão na coordenação
do colegiado. As decisões do colegiado são encaminhadas à Direção da Unidade
Acadêmica – Instituto de Ciências Humanas Comunicação e Artes – para
providências, quando assim for necessário.
As principais atividades do colegiado dizem respeito às seguintes
questões: criação e apoio a Grupos de Estudo e Pesquisa, processos de
afastamento de docentes, matrícula e situação de discentes, construção de
horários e distribuição de disciplinas de professores, elaboração de concursos

95

docentes (pontos e disciplinas), discussão de marcos regulatórios para os
discentes (Regras do TCC e manual de estágio) enviados pelo Núcleo Docente
Estruturante, publicização de editais (PIBIP-Ação, PIBIC e outros), planejamento
pedagógico e assegurando os interesses do curso diante das instâncias
administrativas da Universidade.
De acordo com o Regimento Geral da Universidade Federal de Alagoas, o
Colegiado de Cursos de Graduação tem o objetivo de coordenar o funcionamento
acadêmico de Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação
permanente, sendo composto de:
● 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada
com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos,
admitida uma única recondução;
● 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido
em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para
cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
● 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus
pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente (Vice
Coordenador), escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o
integram. O Regimento Geral da UFAL define que são atribuições do Colegiado
de Curso de Graduação:
1) Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil
do profissional desejado, nas características e necessidades da área de
conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;
2) Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente
com os planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;

96

3) Coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se
fizerem necessárias;
4) Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
5) Exercer outras atribuições compatíveis.
28 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

A Ufal instituiu, através da Resolução Consuni/Ufal nº 52, de 05 de
novembro de 2012, no âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes
Estruturantes(NDE), com base na Portaria MEC nº 147, de 02 de fevereiro de
2007; ao Parecer Conaes nº 04, de 17 de junho de 2010, que trata dos seus
princípios, criação e finalidade, além da Resolução Conaes nº 01, de 17 de junho
de 2010, que o normatiza e dá outras providências. O NDE é composto pelo
mínimo de cinco membros, todos docentes com titulação de pós-graduação stricto
sensu e de formação na área do curso
O NDE tem mandato de 3 (três) anos, possui atribuições acadêmicas de
acompanhamento, do processo de concepção, consolidação e atualização
contínua do Projeto Político-Pedagógico do Curso atuando como órgão consultivo
e de assessoramento, ligado ao Colegiado do Curso.
Para a seleção dos professores participantes estes deverão se constituir
em docentes com liderança acadêmica, conhecimento na área de relações
públicas, atuação no ensino, pesquisa e extensão, bem como conhecimento de
regulação educacional.Com base na Resolução 01/2010 da Comissão Nacional
de

Avaliação

da

Educação

Superior

(CONAES)

e

a

Resolução

Nº

52/2012-CONSUNI/UFAL, o Núcleo Docente Estruturante (NDE) tem por
atribuições:
● contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do Curso de
Relações Públicas;

97

● zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
● indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, da evolução do mercado de trabalho e
afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
● acompanhar e atuar no processo de concepção, consolidação, avaliação e
contínua atualização do Projeto Político Pedagógico do Curso;
● zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de
Relações Públicas.
Atribuições e competências do coordenador do NDE:

● Dialogar formalmente com o Colegiado de Curso
● Convocar e presidir as reuniões;
● Encaminhar as propostas do NDE para o Colegiado e outras instâncias;
● Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser tratada pelo NDE;
● Designar um representante do NDE para secretariar e lavrar as atas.

Sobre a dinâmica e modo de funcionamento do NDE:
● As reuniões do NDE só podem ter início com quórum mínimo de 3 membros
presentes;
● O NDE deverá reunir-se, ordinariamente, ao menos uma vez a cada bimestre e,
extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu Coordenador, por dois
terços dos seus membros ou pelo Colegiado de Curso;
● A convocação de todos os seus membros é feita pelo Coordenador por e-mail ou
mediante aviso expedido pela Secretaria da Unidade Acadêmica, com pelo menos
48 (quarenta e oito) horas úteis antes da hora marcada para o início da sessão
com a pauta da reunião;
● Somente em casos de reuniões extraordinárias poderá ser reduzido o prazo de
que trata o parágrafo anterior para 24 (vinte e quatro) horas, desde que todos os

98

membros do NDE tenham conhecimento da convocação e ciência das causas
determinantes da sessão;
● O coordenador será substituído nas faltas e impedimentos pelo vice coordenador
do NDE ou, na ausência dos dois, pelo membro mais velho (em termos de idade)
do NDE;
● Diante da ausência não-justificada de qualquer membro do NDE por três reuniões
consecutivas, qualquer componente do Núcleo poderá solicitar ao Colegiado do
Curso a exclusão do faltante e eleição de um substituto;
● Em casos de licenças de qualquer membro por um período superior a 3 meses, o
Colegiado de Curso poderá eleger um membro para assumir interinamente o
cargo até o retorno do licenciado;
● As decisões do Núcleo serão tomadas por maioria simples dos presentes;
● Toda proposição que implique em mudanças no ordenamento curricular ou que
altere o Projeto Pedagógico precisa ser enviada primeiramente para o NDE que
emitirá um parecer e remeterá para avaliação do Colegiado do Curso;
● Toda proposição que implique em mudanças no ordenamento curricular ou que
altere o Projeto Pedagógico precisa ter a aprovação simples do Colegiado de
Curso, tendo o NDE um caráter consultivo e executivo neste processo.
O Curso de Relações Públicas tem indicado docentes para sua
composição através do seu colegiado de curso.Portanto, considerando o
Regimento Geral da Ufal, especificamente os artigos 25 e 26; e a Resolução
Consuni/Ufal nº 52/2012. O NDE se reúne ao haver necessidade, para tratar das
estruturas curriculares do PPC.
29 POLÍTICA DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS

Com o intuito de apoiar o desenvolvimento do corpo de servidores da
instituição, a Ufal propõe uma série de ações baseadas nas políticas e as
diretrizes para o desenvolvimento de pessoal contidas no Decreto nº 5.707/06, de

99

26 de fevereiro de 2006. Estas devem guiar a atuação da instituição em diferentes
níveis de gestão.
Entre os princípios adotados pela Ufal em sua política de gestão, estão: 1)
Universidade socialmente referenciada; 2) Respeito à autonomia; 3) Prática da
democracia; 4) Compromisso com a garantia de direitos e o cumprimento de
deveres; 5) Promoção da transparência; 6) Fortalecimento da cidadania; e 7)
Melhoria constante da nossa governança. É com base neles e em valores como
compromisso ético, respeito, transparência, qualidade de vida e autonomia que os
programas do PDI foram criados.
Nessa direção, a política de gestão de pessoas se pauta sobre as seguintes
diretrizes: 1) Busca pelo aperfeiçoamento e desenvolvimento das competências
do quadro de servidores; 2) Melhoria das relações e condições de trabalho; 3)
Alinhamento com as políticas públicas nacionais e locais e, em especial, com os
planos nacional e estadual de educação; 4) Vinculação ao planejamento
institucional; 5) Promoção contínua da Qualidade de Vida no Trabalho; 6)
Aprimoramento dos serviços prestados ao cidadão; 7) Alinhamento entre as
competências dos servidores e os objetivos da instituição; 8) Contribuição para o
equilíbrio entre o interesse público e o crescimento profissional do servidor; 9)
Fortalecimento do senso de pertencimento e identidade do servidor e seu papel
perante a sociedade; 10) Estabelecimento de cooperação com instituições
públicas para o alcance dos objetivos institucionais; e 11) Fomento a ações
voltadas para o desenvolvimento da capacidade gerencial da Universidade em
seus diversos níveis.
Ancorado em princípios, diretrizes e valores que regem a organização como
uma Instituição Federal de Ensino Superior (Ifes), o PDI da Ufal contém quatro
programas de desenvolvimento de pessoal voltado para docentes e técnicos, a
saber: 1) Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento; 2) Programa de
Formação Continuada em Docência do Ensino Superior (Proford); 3) Programa de
Qualidade de Vida no Trabalho; e 4) Programa de Dimensionamento de Pessoal.
O primeiro programa visa criar oportunidades de capacitação para a
ampliação do conhecimento e o desenvolvimento de competências individuais e

100

coletivas, impactando na atuação dos servidores como cidadãos, profissionais e
gestores no âmbito do serviço público. Para tanto, o programa possui um Plano
Anual de Capacitação (PAC) que disciplina as diretrizes e direciona o uso dos
recursos disponíveis para o desenvolvimento de ações estratégicas de
aprendizagem.
O PAC contempla algumas linhas de desenvolvimento institucional como
iniciação ao serviço público, formação geral, gestão, inter-relação entre
ambientes, e aprendizados específicos de acordo com a área de atuação do
servidor. Com isso, a instituição entende que o investimento na capacitação dos
servidores é uma forma eficiente e humanizada de incentivar e qualificar
diferentes profissionais para uma atuação sintonizada com as demandas da
sociedade contemporânea. Ao mesmo tempo, constitui-se como uma maneira de
construir uma cultura organizacional capaz de motivar o público interno a
trabalhar conjuntamente e harmonicamente em prol dos interesses coletivos.
O Proford, segundo programa listado, é direcionado para a formação
docente, seguindo uma política de formação continuada nas diferentes
modalidades que compõem os pilares da universidade: ensino, pesquisa,
extensão e gestão. O programa atua tanto no início da carreira para os
recém-empossados quanto em seu percurso durante e depois do estágio
probatório, de modo que crie oportunidades de desenvolvimento ao longo da
permanência do docente no quadro de servidores.
O Programa de Qualidade de Vida no Trabalho, terceiro dessa lista,
compreende políticas voltadas para a saúde de uma forma ampla, abrangendo
aspectos físicos, psicológicos e sociais. Considerando que fatores de diferentes
ordens podem interferir no comportamento e bem-estar dos servidores, a Ufal
constrói programas de desenvolvimento pessoal tendo como horizonte a elevação
da qualidade de vida no trabalho. Para tanto, foi criada a Coordenação de
Qualidade de Vida no Trabalho (CQVT), cujas principais ações têm priorizado o
combate ao assédio moral e sexual, o acompanhamento dos processos de
aposentadoria, projetos de extensão, e criação de campanhas voltadas para
essas temáticas.

101

Ancorando-se em fundamentos científicos e sociais, a CQVT segue os
parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre qualidade de vida no
trabalho, sendo formada por uma equipe multidisciplinar de profissionais. No que
se refere especificamente à saúde dos servidores, a Ufal conta com o Subsistema
Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (SIASS), que desenvolve ações com
base na Política de Atenção à Saúde do Servidor (Pass).
Em quarto lugar, temos o Programa de Dimensionamento de Pessoal, cuja
finalidade é fazer uma distribuição adequada dos recursos humanos na
universidade, identificando, também, demandas de ampliação de quadro e
competências

necessárias.

Isso

ocorre

tanto

em

relação

ao

corpo

técnico-administrativo como aos docentes, de forma que seja possível atender as
necessidades de ensino, pesquisa e extensão. O programa permite uma
avaliação aprofundada das demandas e possibilidades da instituição com o
objetivo de discutir temas como remanejamento interno de pessoal bem como a
criação de novas vagas.
Por fim, a Ufal desenvolve um programa contínua de avaliação e controle
de suas ações no âmbito das políticas de apoio aos servidores da instituição, de
modo que os programas possam sempre ser aperfeiçoado. Para isso, além do
estabelecimento de indicadores e de uma pesquisa contínua, atua com a escuta
permanente dos servidores que compõem o quadro de pessoal.

30 POLÍTICA DE APOIO AOS DISCENTES

As políticas de apoio aos discentes do curso de Relações Públicas
seguem as diretrizes instituídas no PDI da Ufal a partir da política de assistência
estudantil, cujo objetivo é combater a evasão, melhorar as condições de
permanência e desempenho acadêmico. Estabelece, assim, uma estreita relação
com as políticas de ações afirmativas, tendo como norte a democratização da
educação pública de ensino superior. A instituição tem o reconhecimento
acadêmico e social pelos programas de apoio aos discentes, contribuindo para o
combate às desigualdades em seus diferentes níveis, bem como a promoção da

102

inclusão social.
Através do Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), aprovado
em 2007 pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de
Ensino Superior (Andifes), prioriza-se o direcionamento de verbas para a
assistência estudantil no orçamento do MEC destinado a cada Ifes. O princípio
central do plano é garantir o direito constitucional de acesso à educação com
condições mínimas de igualdade para que todos os discentes tenham acesso e
permanência na educação.
O PNAES é uma fonte de financiamento e orientação orientada para a
assistência estudantil de discentes matriculados em cursos presenciais da Ifes.
Suas ações são direcionadas para o desenvolvimento de atividades de ensino,
pesquisa e extensão. De acordo com o PDI da Ufal, a política inclue: moradia
estudantil, alimentação, transporte, atenção à saúde, inclusão digital, cultura,
esporte, creche, apoio pedagógico, acesso, participação e aprendizagem de
estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades e superdotação.
A Pró-Reitoria Estudantil (Proest) é responsável por planejar, coordenar,
executar e supervisionar essas ações. Tomando como pressuposto as
orientações do PNAES, a Ufal prioriza duas frentes de trabalho: 1) estímulo à
permanência, com o Restaurante Universitário, a Residência Universitária, o
Programa de Bolsa Permanência (PBP/MEC), a Bolsa Pró-Graduando (BPG) e
auxílios e atenção à saúde; e 2) acompanhamento pedagógico, com o Programa
de Apoio e Acompanhamento Pedagógico (Paape), o Núcleo de Acessibilidade
(NAC), o Programa de Inclusão Digital, e o apoio para participação em eventos e
o fomento ao esporte.
Entendo as necessidades amplas de apoio aos discentes, a Ufal vai além
do PNAES na elaboração de sua política de apoio, estruturando-a em quatro
eixos principais: 1) Estímulo à permanência, com a concessão de auxílios que
visam garantir o desenvolvimento dos estudantes nas atividades de ensino,
pesquisa e extensão; 2) Apoio e desempenho acadêmico, com atividades que
buscam desenvolver habilidades e competências dos estudantes, como no âmbito

103

digital com os Centros de Inclusão Digital (CIDs), ajudando-os nas atividades que
constituem os pilares da universidade pública. Envolve também apoio pedagógico
com atividades de desempenho acadêmico, ações preventivas de combate à
evasão escolar, orientações, articulação entre Prograd e coordenações, debates
etc. O Núcleo de Acessibilidade (NAC) faz parte desse eixo; 3) Fomento à cultura,
esporte e lazer, com ações direcionadas a essas áreas; 4) Organização
estudantil, que diz respeito aos esforços de reorganização do Fórum estudantil,
visando fortalecer a representação estudantil no âmbito da universidade.
Além disso, a Ufal conta com uma política de apoio financeiro que
atravessa todos esses eixos, visando garantir condições de acesso à educação
de forma democrática. A instituição estimula a participação dos estudantes nos
debates acadêmicos, que têm voz ativa na construção da universidade. Os
estudantes do curso de Relações Públicas têm participado ativa e historicamente
das discussões internas e externas.

REFERÊNCIAS

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relação com o outro: um conceito para extensão universitária. Educação
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GOHN, Maria da Gloria Marcondes. Movimentos sociais e redes de
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populares: a participação na construção da cidadania. Petrópolis: Vozes,
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z– PDU. (Org. José Vicente Ferreira Neto - Diretor do IGDema). Maceió: IGDema.
Campus A. C. Simões ago. de 2012. PDU Aprovado em Reunião do Conselho do
IGDema, realizada no dia 20/09/2012. s.n.t.
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Institucional – PDI. Aprovado pela Resolução nº 38/2013-Consuni/Ufal, de 03 de
junho de 2013. homologa a
resolução
nº.
33/2013 consuni/Ufal que
aprovou,“Ad Referendum”, o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI/Ufal
(2013-2017).
UFAL, Universidade Federal de Alagoas. Documento de orientação para
elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal.

105

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UFAL, Universidade Federal de Alagoas, Instituto de Geografia, Desenvolvimento
e Meio Ambiente, Coordenação do Curso de Geografia Bacharelado. Projeto
Político-Pedagógico – PPP2006. Maceió, jan. de 2007. 62p.
ZIMERMAN, Artur; DIETRICH, Ana Maria (org.). Café com PP: novas
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Federal do ABC, 2012.
LEGISLAÇÃO E INSTRUMENTOS NORMATIVOS
Leis
Lei nº 3.867 de 25 de janeiro de 1961. Cria a Universidade de Alagoas e dá outras
providências.
Lei nº 6.664 de 26 de junho de 1979. Disciplina a profissão de Geógrafo e dá
outras providências. Publicada no D.O.U. DE 27 JUN 1979 - Seção I - Pág. 9.017.
Lei nº 7.399, de 4 de novembro de 1985. Altera a redação da Lei nº. 6.664, de 2
de junho de 1979, que disciplina a profissão de Geógrafo. Publicada no
D.O.U. de 05 nov. de 1985 - Seção II - pág. 16.113. * Regulamentada pelo
Decreto nº 92.290 de 10/01/86.
Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional. Art. 66 - referente a titulação do corpo docente. Outras
legislações podem ser encontradas no site do MEC e da Ufal
Lei 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Lei nº 10.172/2001 - Plano Nacional de Educação. Aprova o Plano Nacional de
Educação e dá outras providências.
Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras e dá outras providências.
Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir
no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e
Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.
Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece
as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da
rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e
Indígena”.
Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes;
altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT,
aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de
20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e
8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de

106

20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de
agosto de 2001; e dá outras providências.
Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de Tradutor e
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS;
Lei n° 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o §
3o do art. 98 da Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
Lei nº 10.048, de 8 de novembro de 2000. Dá prioridade de atendimento às
pessoas que especifica, e dá outras providências.
Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência
ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências
Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras e dá outras providências.
Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior – SINAES e dá outras providências

Decretos
Decreto 7.824, de 11 de outubro de 2012. Regulamenta a Lei no 12.711, de
29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e
nas instituições federais de ensino técnico de nível médio.
Decreto nº 5.707/06, de 26 de fevereiro de 2006. Institui a Política e as Diretrizes
para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal direta,
autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei nº 8.112, de 11 de
dezembro de 1990.
Decreto nº 61.897, de 13 de dezembro de 1967. Aprova o plano de
Reestruturação da Universidade Federal de Alagoas.
Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010. Dispõe sobre o Programa Nacional de
Assistência Estudantil - PNAES.
Decreto nº 1.044, de 21 de outubro de 1969. Dispõe sôbre tratamento excepcional
para os alunos portadores das afecções que indica.
Decreto nº 3.867, de 25 de Janeiro de 1961. Cria a Universidade de Alagoas e dá
outras providências.
Decreto nº 6.202, de 17 de abril de 1975. Atribui à estudante em estado de
gestação o regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei nº 1.044,
de 1969, e dá outras providências.
Decretos nº 70.516, de 12 de maio de 1972. Altera o Decreto nº 60.999, de 13 de
julho de 1967, que aprovou o Quadro Único de Pessoal da Universidade Federal
de Alagoas, retificado pelos de nºs. 63.625, de 14 de novembro de 1968, e
65.250, de 30 de setembro de 1969, e dá outras providências.

107

Decreto nº 85.138, de 15 setembro 1980. Regulamenta a Lei nº 6.664, de 26 JUN
1979, que disciplina a profissão de Geógrafo, e dá outras providências. Publicado
no D.O.U DE 17 SET 1980 - Seção II - Pág. 18.545.
Decreto nº 5.622/2005. Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional referente a EaD.
Decreto nº 5.296/04, de 02 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos
10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas
que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas
gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas
portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de
abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências.
Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de
24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o
art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da Lei nº
9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB).
Resoluções
Resolução 218, de 29 de junho de 1973. Discrimina atividades das diferentes
modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. Publicada no
D.O.U. de 31 JUL 1973.
Resolução nº 113/95 – Cepe, de 13 de novembro de 1995. Estabelece normas
para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação.
Resolução CNE/CP 1 de 18 de fevereiro de 2002. Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
Resolução n° 32/2000 - Cepe, de 11 de setembro de 2000. Homologa a
Resolução n° 27/2000 - Cepe, que alterou, "ad referendum", dispositivos da
Resolução n° 41197- Cepe. Estabelece normas complementares à Lei n° 6494, de
07 de dezembro de 1997 e o Decreto n° 87.497, de 18 de agosto de 1982,
Referente ao Estágio Curricular Não obrigatório e de Treinamento de Pessoal.
Resolução CNE/CES n°14/2002, de 14 de março de 2002. Estabelece as
Diretrizes Curriculares para os cursos de Geografia.
Resolução CNE/CP n°3, de 18 de dezembro de 2002. Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos
superiores de tecnologia.
Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e
Cultura Afro-Brasileira e Africana.

108

Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005. Dispõe sobre a regulamentação da
atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do
âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para
efeito de fiscalização do exercício profissional.
Resolução nº 25/2005 - Cepe, de 26 de outubro de 2005. Institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da
Ufal a partir do ano letivo de 2006.
Resolução nº 71/2006 - Consuni/Ufal, de 18 de dezembro de 2006. Disciplina os
estágios curriculares dos cursos de graduação da Ufal.
Resolução CNE/CES n. 02/2007, de 18 de junho de 2007. Dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização eduração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Resolução nº 001/2008, de 5 de março de 2008. Colegiado do Curso de
Geografia Bacharelado. Dispõe sobre as normas de Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC) dos (as) discentes de Geografia Bacharelado e adota outras
providências.
Resolução nº 36/2008-Consuni/Ufal, de 11 de junho de 2008. Altera dispositivo da
resolução nº 71/2006- Consuni/Ufal, que disciplina os estágios curriculares dos
cursos de graduação da Ufal.
Resolução CNE/CES n. 04/2009, de 06 de abril de 2009. Dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos
de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física,
Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia
Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial.
Resolução Nº 69/2010-Consuni/Ufal, de 12 de novembro de 2010. Modifica os
dispositivos da Resolução nº 25/2005- Cepe/Ufal que regulamenta o regime
acadêmico dos cursos de graduação da Ufal.
Resolução nº 52/2012 de 05 de novembro de 2012 - Consuni/Ufal. Institui o
Núcleo Docente Estruturante (NDE) no âmbito da Ufal.
Resolução nº 38/2013-Consuni/Ufal, de 03 de junho de 2013. Homologa a
resolução nº. 33/2013 consuni/Ufal que aprovou,“Ad Referendum”, o Plano de
Desenvolvimento Institucional - PDI/Ufal (2013-2017).
Resolução nº 002/2015, de 17 de março de 2015. Colegiado do Curso de
Geografia Bacharelado. Extingue a Resolução nº 001/2009, de 5 de março de
2009. Colegiado do Curso de Geografia Bacharelado e dispõe sobre as novas
normas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) dos (as) discentes de
Geografia Bacharelado e adota outras providências.
Resolução nº 003/2016, de 02 de fevereiro de 2016. Colegiado do Curso de
Geografia Bacharelado. Dispõe sobre as normas de Estágios Curriculares do
Curso Geografia Bacharelado e adota outras providências.
Resolução nº 004/2016, de 02 de fevereiro de 2016. Colegiado do Curso de
Geografia Bacharelado. Dispõe sobre estrutura administrativa e funções dos seus
membros e adota outras providências.
CONFEA, Conselho Federal de Engenharia e Agronomia. Sistema Confea/Crea

109

80 Anos: um registro do histórico da legislação das profissões, no Brasil, desde
o Império. Brasília: Confea, 2013. 160 p.
CONFEA, Conselho Federal de Engenharia e Agronomia. Ref. Sessão: Plenária
Ordinária nº 1.321 – Sistema Confea-Crea. Decisão nº PL- 0087/2004. Processo
nº CF-1793/2003. Interessado Confea. Ementa: Oficialização às Instituições de
Ensino Superior e aos Conselhos Regionais da carga mínima estabelecida para
os cursos de graduação.
Pareceres
Parecer CNE/CES nº 492, de 3 de abril de 2001. Aprova as Diretrizes Curriculares
Nacionais dos cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Sociais Antropologia, Ciência Política e Sociologia, Comunicação Social, Filosofia,
Geografia, História, Letras, Museologia e Serviço Social.
Parecer CNE/CP nº 09/2001, 8 de maio de 2001. Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena.
Parecer CNE/CES nº 1.363, de 12 de dezembro de 2001. Retifica o Parecer
CNE/CES nº 492, de 3 de abril de 2001, que aprova as Diretrizes Curriculares
Nacionais dos cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Sociais Antropologia, Ciência Política e Sociologia, Comunicação Social, Filosofia,
Geografia, História, Letras, Museologia e Serviço Social.
Parecer CNE/CES nº 52/2007, de 13 de março de 2007. Autorização para o
funcionamento de campus fora de sede da Universidade Federal de Alagoas.
Parecer Conaes n° 4, de 17 de junho de 2010. Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE
Portarias
Portaria nº 2.678/02, de 24 de setembro de 2002 MEC/Secadi. Política Nacional
de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
Portaria n° 1024, de 11 de maio de 2006. As atualizações do Catálogo Nacional
dos Cursos Superiores de Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial
do Ministério da Educação e outras providências.
Portaria n°10 de 28 de julho de 2006. Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos
Cursos Superiores de Tecnologia;
Portaria Normativa n. 40 de 12 de dezembro de 2007. Institui o e-MEC, sistema
eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos
processos de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema
federal de educação, e o Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e
consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores
(Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e outras
disposições.

110

Instruções Normativas
Instrução Normativa nº 03 Prograd/Fórum dos Colegiados, de 20 de setembro de
2013. Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal .
Instrução Normativa nº 01 Prograd/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro
de 2013. Disciplina a redução da carga horária de estágio curricular
supervisionado para os (as) discentes dos cursos de Licenciatura da Ufal que
exercem atividade docente regular na Educação Básica.
Instrução Normativa nº 02 Prograd/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro
de 2013. Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) nos
cursos de graduação da Ufal.