Plano de Desenvolvimento da Unidade - PDU/ICHCA
PDU_Versão_0 (1).pdf
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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA UNIDADE
PDU 2024 – 2027
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS COMUNICAÇÃO E ARTES
Versão 1
Aprovado pelo Conselho da Unidade em
Maceió, AL
Dezembro de 2023
EQUIPE DE GESTÃO
Diretora
Sandra Nunes Leite
Vice-diretor
Marcos dos Santos Moreira
Coordenadoria Administrativa e Secretaria Geral
Thatiane Oliveira Pita dos Santos
Coordenadoria de Gestão de Pessoas
Polyana Tenorio de Freitas e Silva
Coordenadoria de Comunicação, Informação e Memória
Márcia Silvana Ferreira e Silva Santos
Coordenadoria de Infraestrutura
Vicente Julião Marques Rodrigues Barros
Coordenadoria Acadêmica
Caroline Fialho de Oliveira
Setor Acadêmico de Biblioteconomia
Coordenação Graduação: Iuri
Coordenação Pós-Graduação: Edivanio
Secretaria: Antônio Fabrício Silva de Miranda
Dario Albuquerque Lima
Setor Acadêmico de Dança
Coordenação Graduação: Kamilla
Secretaria: Givanaldo Rodrigues Silva
Setor Acadêmico de Filosofia
Coordenação Graduação: Taynam
Coordenação Pós-Graduação: Juliele
Secretaria: Alessandra Lins da Silva
Coordenador do Setor Acadêmico de História
Coordenação Graduação: Osvaldo
Anderson
Coordenação Pós-Graduação: Irineia
Secretaria: Henrique Tavares de Oliveira Leite
Luciana Alves Pimentel
Coordenador do Setor Acadêmico de Jornalismo
Coordenação Graduação: Janayna
Secretaria: Thiago Marinho e Silva
Coordenador do Setor Acadêmico de Música
Coordenação Graduação: Ziliane
Secretaria: Isaac Fernando Calaça dos Santos
Coordenador do Setor Acadêmico de Relações Públicas
Coordenação Graduação: Emanuelle
Secretaria: Karolina Nascimento de Sousa Lima
Coordenador do Setor Acadêmico de Teatro
Coordenação Graduação: Ednaldo
Secretaria: Sônia Maria do Nascimento
Coordenador de Extensão
Henrique Cahet
Coordenador de Pesquisa
Gian
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO
2 SEÇÃO ANALÍTICA DO PDU
2.1 BREVE HISTÓRICO DO ICHCA
2.2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
2.3 NORMAS ESPECÍFICAS DOS CURSOS
2.3.1 Cursos de graduação
2.3.1.1 Biblioteconomia
2.3.1.2 Dança
2.3.1.3 Filosofia
2.3.1.4 História bacharelado
2.3.1.5 História licenciatura
2.3.1.6 Jornalismo
2.3.1.7 Música
2.3.1.8 Relações Públicas
2.3.1.9 Teatro
2.3.2 Cursos de pós-graduação stricto sensu
2.3.2.1 Mestrado em Ciências da Informação
2.3.2.2 Mestrado em Filosofia
2.3.2.3 Mestrado em História
2.4 CONDIÇÕES E REQUISITOS PREVISTOS NOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS
(PPCs)
2.4.1 Cursos de graduação
2.4.1.1 Biblioteconomia
2.4.1.2 Dança
2.4.1.3 Filosofia
2.4.1.4 História bacharelado
2.4.1.5 História licenciatura
2.4.1.6 Jornalismo
2.4.1.7 Música
2.4.1.8 Relações Públicas
2.4.1.9 Teatro
2.4.2 Cursos de pós-graduação stricto sensu
2.4.2.1 Mestrado em Ciências da Informação
2.4.2.2 Mestrado em Filosofia
2.4.2.3 Mestrado em História
2.5. ELEMENTOS DOS PLANOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS QUE DIALOGAM COM A
UNIDADE
2.6. PERFIL ADMINISTRATIVO DA UNIDADE
2.7. PERFIL ACADÊMICO DA UNIDADE
2.8. PARCERIAS DA UNIDADE
2.9. PRINCIPAIS FORÇAS, FRAQUEZAS, AMEAÇAS E OPORTUNIDADES
3. SEÇÃO PROPOSITIVA
3.1 EXTRATO DO PDI: OBJETIVOS ESTRATÉGICOS, METAS E INDICADORES DO ENSINO,
PESQUISA E EXTENSÃO
3.2 MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAL PDI
3.3. OBJETIVOS, METAS E INDICADORES DA UNIDADE - PLANO PLURIANUAL (JANEIRO DE
2024 A DEZEMBRO DE 2027)
3.4. FORMA DE MONITORAMENTO E ALTERAÇÃO DO PDU
CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS
ANEXOS
APÊNDICES
LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Organograma do ICHCA ……………………………………………………………...
15
Figura 2: Estrutura e composição do ICHCA ……………………………………………….16
Figura 3: Setores administrativos do ICHCA ……………………………………………….
17
Figura 4: Setores Acadêmicos do ICHCA …………………………………………………….18
Figura 5: Locais e turnos de funcionamento dos setores do ICHCA …………….19
LISTA DE QUADROS
Quadro 1: Índices de avaliação por curso do ICHCA…………………………….……..20
Quadro 2: Resultado da Avaliação Quadrienal 2021
…………………………………..34
Quadro 3: Composição do corpo docente lotado na unidade…………………...60
Quadro 4: Quantitativo de docentes por titulação e classe em cada setor
acadêmico…………………………………………………………………………………………………60
Quadro 5 : Carga horária semanal dos Cursos de
Graduação………………….…..61
Quadro 6 : Carga horaria semanal dos Cursos de Pósgraduação…………….....61
Quadro 7: RAP – Relação Aluno
Professor…………………………………………………..61
Quadro 8: Docentes e técnicos
afastados…………………………………………………...61
Quadro 9: Composição dos técnicos-administrativos por local de atuação...62
Quadro 10: Infraestrutura da
Unidade………………………………………………………..62
Quadro 11: Infraestrutura da Unidade por setor
administrativo/acadêmico.62
Quadro 12: Orçamento da
Unidade…………………………………………………………….63
Quadro 13: Parcerias
Interinstitucionais……………………………………………………..63
Quadro 14: Ensino de Graduação……………………………………………………………….63
Quadro 15: Ensino de Pós-graduação (stricto
sensu)…………………………………..64
Quadro 16: Ensino de Pós-graduação (lato sensu)………………………………………64
Quadro 17: Pesquisa…………………………………………………………………………………..64
Quadro 18: Número de participantes em
pesquisas…………………………………...65
Quadro 19: Ações de extensão realizadas pelo ICHCA no ano de 2023……….65
Quadro 20: Análise de SWOT………………………………………………………………………74
Quadro 21…………………………………………………………………………………………………..77
Quadro 22…………………………………………………………………………………………………..77
Quadro 23…………………………………………………………………………………………………..78
Quadro 24…………………………………………………………………………………………………..79
Quadro 25…………………………………………………………………………………………………..79
Quadro 26…………………………………………………………………………………………………..80
LISTA DE SIGLAS E ABREVIAÇÕES
1 INTRODUÇÃO
O Instituto de Ciências Humanas Comunicação e Artes – ICHCA – é uma unidade
de ensino, pesquisa e extensão nas áreas das Ciências Humanas (História e Filosofia), da
Comunicação e Informação (Jornalismo, Relações Públicas e Biblioteconomia), das Artes
(Teatro e Dança) e da Música.
Compõe, junto a outras Unidades, o desenho da Universidade Federal de Alagoas,
fruto do processo de reestruturação da UFAL, definida em seu Estatuto cujas alterações
foram aprovadas pela Portaria Nº 4.067, de 29 de dezembro de 2003, do Ministério da
Educação.
Conforme definido no Regimento Geral da Universidade, homologado pela
Resolução n.º 01/2006 – CONSUNI/CEPE, de 16 de janeiro de 2006, o ICHCA realiza
“atividades de ensino, pesquisa e extensão, administrando-as de modo autônomo”
obedecendo às diretrizes institucionais. Desta forma, deve perseguir os indicativos de
qualidade e efetividade de gestão, mediante a elaboração de planejamento estratégico que
direciona a Unidade para melhor desempenho das atividades acadêmicas e
administrativas.
O Plano de Desenvolvimento da Unidade -PDU – está alicerçado no Plano de
Desenvolvimento Institucional – PDI/UFAL – 2019-2024 que se constitui como instrumento
para o alinhamento do ICHCA às diretrizes da UFAL mediante as estratégias nele contidas
e que orientam ações na gestão universitária.
Sendo assim, o Plano de Desenvolvimento do ICHCA é um documento de
planejamento estratégico que intenta orientar diretrizes e estratégias da Unidade para
ações de gestão administrativa e pedagógica, visando o desempenho e a qualidade de suas
atividades.
2 SEÇÃO ANALÍTICA DO PDU
2.1 BREVE HISTÓRICO DO ICHCA
As alterações no Estatuto da Universidade Federal de Alagoas, em 2003, e a
consequente elaboração de um novo Regimento Geral, homologado em 2006, marca a
reestruturação da UFAL e, com ela, a reconfiguração do Centro de Ciências Humanas, Letras
e Artes (CHLA) que passou a se chamar Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
(ICHCA).
Cabe ressaltar que a história do ICHCA remonta ao ano de 1952, quando tiveram
início os cursos de Filosofia, História e Letras. Nascia, então, a Faculdade de Filosofia e
Ciências Humanas. Ali também nasceram as “Ciências”, formando professores de
Geografia, Matemática, Física, Química e Biologia. O curso de Educação também foi
instituído nesse ambiente fértil.
Já como CHLA, fez surgir os cursos de graduação em Comunicação Social
(Jornalismo e Relações Públicas),
Teatro, Psicologia, Música, Ciências Sociais,
Biblioteconomia e Dança que se somaram aos já existentes cursos de Filosofia e História
(Bacharelado e Licenciatura). A Pós-Graduação na UFAL começou ali: primeiro curso de
especialização, primeiro curso de mestrado e primeiro curso de doutorado. Também
apresentou o primeiro projeto de curso de mestrado profissional que foi aprovado pela
CAPES, embora nunca tenha chegado a se instalar, todos em Letras. Esse setor do CHLA
igualmente foi pioneiro em instituir o PET (Programa de Educação Tutorial) no âmbito da
UFAL. Depois surgiram os programas de pós-graduação em Sociologia e em Psicologia que
credenciaram esses setores acadêmicos a se constituírem como unidades independentes.
Hoje o ICHCA conta com os programas de pós-graduação em História, Filosofia e
Ciência da Informação, com perspectivas nas áreas de Comunicação Social e Artes.
Das muitas atividades de extensão destacamos: 1) o programa de “Formação de
atores”, vinculado aos cursos de Artes (especialmente, Teatro) que fez nascer a proposta
de criação da ETA (Escola Técnica de Artes); 2) o NEAB (Núcleo de Estudos Afro Brasileiros),
que passou a se chamar NEABI, incorporando os assuntos ligados aos povos indígenas. Tais
importantes feitos se tornaram independentes da Unidade Acadêmica e desempenham
significativas ações para a sociedade.
A transformação universitária permitiu a fragmentação do CHLA da qual se
originaram as Unidades Acadêmicas FALE (Faculdade de Letras) e ICS (Instituto de Ciências
Sociais) e, mais tarde, o IP (Instituto de Psicologia). Mesmo assim, pode-se dizer que o
ICHCA permanece como a maior Unidade Acadêmica do Campus A. C. Simões em número
de cursos e de discentes, carecendo de que também esse tamanho seja refletido no seu
número de professores e técnicos.
É possível, então, compreender a trajetória do ICHCA pela evidente e preservação
da estrutura e formação multidisciplinar, os fortes vínculos com a extensão e importantes
contribuições no surgimento de relevantes programas para a UFAL. Traz especialmente na
sua história pessoas marcantes que definiram e/ou vêm definindo o caminhar da
Universidade.
2.2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
A estrutura organizacional do ICHCA foi definida em seu Regimento Geral, discutido
e deliberado no Conselho da Unidade (CONSUA) e encaminhado ao Conselho Superior da
Universidade (CONSUNI) onde obteve aprovação como consta na Resolução n.º 71/2020CONSUNI/UFAL. Sua composição atenta para o modelo estrutural da Universidade e na
experiência laboral da Unidade. Vale ressaltar que a Escola Técnica de Artes (ainda
constante no Regimento) não integra mais o ICHCA.
Conforme caracterização de cada organismo presente na estrutura do ICHCA, podese classificá-los como Órgãos Deliberativos, Órgãos Executivos, Órgãos Auxiliares e Órgãos
Consultivos.
Figura 1: Organograma do ICHCA
Figura 2: Estrutura e composição do ICHCA
O Conselho da Unidade é composto pelos seguintes membros:
a) Natos: Diretor(a) do ICHCA (Presidente);
Vice‐Diretor(a) do ICHCA (Vice‐Presidente);
Coordenadores de cursos de graduação (9);
Coordenadores de programas de pós-graduação (3);
Coordenador de Extensão;
Coordenação de Monitoria;
Coordenador de Pesquisa.
b) Inatos: Representantes docentes do ensino superior do ICHCA (2);
Representantes Técnico‐administrativos (15%);
Representantes discentes (15%).
Os coordenadores de Extensão, Monitoria e Pesquisa são designados pela Direção
da Unidade.
A Direção, integrada por Diretor(a) e Vice‐Diretor(a) da Unidade, com competências
estabelecidas no Estatuto e no Regimento Geral da Universidade, representa, perante os
demais órgãos da Universidade, a sua comunidade acadêmica, refletindo a vontade dos
segmentos (discente, docente e técnico-administrativo) que a compõem, observadas as
deliberações do CONSUA.
A Secretaria Geral, sob a responsabilidade de um secretário executivo ou
administrativo, num trabalho articulado com as coordenadorias (setores administrativos),
desenvolve atividades de assessoramento, gerenciamento de informações e auxílio na
execução das tarefas administrativas e em reuniões, bem como na coordenação de
equipes.
Os setores administrativos estão divididos segundo assuntos específicos e
observando as rotinas de trabalho requeridas à Unidade para desempenho de suas
funções.
Figura 3: Setores administrativos do ICHCA
Os setores acadêmicos são constituídos por colegiados, coordenações e secretarias
dos diferentes cursos, conforme pode ser observado no quadro a seguir.
Figura 4: Setores Acadêmicos do ICHCA
Cada Setor Acadêmico contém:
a) um Colegiado da Graduação e um Colegiado da Pós-graduação, que são órgãos de
discussão e deliberação coletiva;
b) um Núcleo Docente Estruturante;
c) uma coordenação de curso, composta por um coordenador e um vice-coordenador;
d) coordenações de monitoria, estágio, extensão e pesquisa;
e) uma secretaria acadêmica.
Nos casos de setores que funcionam em prédios distintos do prédio sede, a Direção
da Unidade destina um corpo técnico para cuidar das atividades administrativas como
apoio à secretaria geral.
Os setores acadêmicos estão distribuídos em prédios diferentes. Nesses dois
últimos anos houve um esforço da Unidade no sentido de trazer para o Campus A. C. Simões
os cursos de Artes. Contudo, devido às condições de acolhimento, só os cursos de Teatro e
Dança passaram a funcionar no prédio sede do ICHCA, compartilhando com Filosofia e
História os restritos espaços.
Figura 5: Locais e turnos de funcionamento dos setores do ICHCA
Os Núcleos Administrativos são descritos no Regimento Geral do ICHCA como
organismos responsáveis por acompanhar, controlar, conduzir processos de avaliação e
recomendar iniciativas relativas às atividades da Unidade e de seus membros. Para cumprir
tais finalidades foram constituídos dois núcleos:
a) Núcleo de Avaliação da Unidade: responsável pela execução de atividades
vinculadas à Comissão Própria de Avaliação – CPA - da UFAL.
b) Núcleo de Gestão e Avaliação de Desempenho: prestar assessoria na aplicação da
avaliação de desempenho dos servidores;acompanhar os prazos de aplicação da
avaliação;coordenar e acompanhar a elaboração do plano de metas definido pela
Unidade; analisar e dar parecer sobre os pedidos de reconsideração de avaliação;
organizar os procedimentos para avaliação a ser realizada pelos usuários, de acordo
com as políticas a serem definidas.
Os Núcleos de Pesquisa e Extensão são núcleos temáticos que se constituem como
órgãos de apoio acadêmico e possuem estrutura e funções próprias, definidas em seus
Regimentos Internos. Reunindo especialistas da Universidade e/ou da comunidade
externa, tem por objetivo desenvolver novos programas de ensino, pesquisa e extensão,
ou prestação de serviços especializados e de treinamento, no interesse exclusivo do ICHCA.
Atualmente existem como núcleos de pesquisa e extensão, devidamente instituídos pelo
CONSUA:
a) Núcleo Temático da Mulher e Cidadania;
b) Núcleo de Extensão e Pesquisa em Comunicação -NEPEC;
c) Núcleo de Estudos e Pesquisa das Expressões Dramáticas - NEPED;
d) Centro de Pesquisa e Documentação Histórica - CPDHIS
Os Órgãos Auxiliares ou de Apoio dizem respeito aos Laboratórios de Informação e
Pesquisa, de Leitura, de Rádio e TV, de Educação Musical, de Corpo e de Visualidades os
quais servem às atividades acadêmicas de Ensino, Pesquisa e Extensão do ICHCA, nas suas
áreas de formação.
A administração do ICHCA, desta forma, é de responsabilidade da Direção da
Unidade, articulada com o Conselho da Unidade (CONSUA), Comissões Permanentes,
Coordenadorias de Ensino, Pesquisa, Extensão e de Gestão e demais órgãos que compõem
a Unidade.
2.3 NORMAS ESPECÍFICAS DOS CURSOS
A Universidade creditou ao ICHCA a responsabilidade sobre os cursos de graduação
em: Biblioteconomia, Dança, Filosofia, História Bacharelado, História Licenciatura,
Jornalismo (Vespertino e Noturno), Música, Relações Públicas (Vespertino e Noturno) e
Teatro; e os Programas de Pós-Graduação em: Ciências da Informação, Filosofia e História.
2.3.1 Cursos de graduação
Quadro 1: Índices de avaliação por curso do ICHCA
Fonte: www.emec.mec.gov.br
2.3.1.1 Biblioteconomia
Denominação: Biblioteconomia
Modalidade: Bacharelado Presencial
Título: Bacharel em Biblioteconomia
Dispositivo legal de autorização: Resolução nº 20/98 - CEPE/UFAL, de 11 de maio de 1998
Dispositivo legal de reconhecimento: Portaria nº 828/2005 - INEP/MEC, de 11 de março
de 2005
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento: Portaria nº 417/2011 - INEP/MEC, de
11 de outubro de 2011
Carga horária total do curso em hora/relógio: 2400 horas
Tempo de integralização:
Mínimo: 8 semestres letivos (4 anos)
Máximo: 12 semestres letivos (6 anos)
Número de vagas autorizadas: 50 por ano (25 discentes por semestre)
Formas de ingresso:
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de
1996, alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e
pela Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2003
Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento: Noturno
Endereço de funcionamento:
Prédio do Curso de Biblioteconomia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência
da Informação
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/graduacao/biblioteconomia
Endereço eletrônico: coordenação.bib@ichca.ufal.br
Fone: + 55 82 3214 1479 (Secretaria)
Diretrizes Curriculares para o Curso de Biblioteconomia:
Parecer nº 492/2001 - CES/CNE/MEC, de 03 de abril de 2001 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de graduação em Biblioteconomia
2.3.1.2 Dança
Denominação: Dança - Licenciatura
Modalidade: Licenciatura - Presencial
Título: Licenciado em Dança
Dispositivo legal de autorização: Resolução n° 33/2006 - CONSUNI/UFAL de 31 de julho de
2006
Dispositivo legal de reconhecimento: Portaria nº 891, de 29 de dezembro de 2016,
segundo o registro e-MEC n° 200904764
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento:
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3.467 horas
Tempo de integralização:
Mínimo: 8 semestres (4 anos)
Máximo: 12 semestres (6 anos)
Número de vagas autorizadas: 35
Formas de ingresso:
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de
1996, alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e
pela Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2003
Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento: Matutino
Endereço de funcionamento:
Prédio sede do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes - ICHCA.
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/graduacao/danca
Endereço eletrônico: coordenação.danca@ichca.ufal.br
Fone: + 55 82 3214-1321 e 3214-1382 (Secretaria)
Diretrizes Curriculares para o Curso de Dança:
Diretrizes Gerais para as Licenciaturas/SESU
Resolução nº 2, de 1º de julho de 2015, do Conselho Nacional de Educação Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Dança
Parecer CNE/CP 03/2004 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira,
Africana e Indígena
Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005 e Lei nº 10.436, de 24 de abril de
2002 - Língua Brasileira de Sinais - Libras
Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008 e Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL,
de 18 de dezembro de 2006 - Estágio
Resolução nº 02/2015 CNE/CP, de 01 de julho de 2015 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica
Resolução nº 07/2018 CNE/CSE, de 18 de dezembro de 2018 - Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira
2.3.1.3 Filosofia
Denominação: Licenciatura em Filosofia
Modalidade: Presencial
Título: Licenciado em Filosofia
Dispositivo legal de autorização: Decreto Federal n° 30.238 em 22/01/1952
Dispositivo legal de reconhecimento: Decreto Federal nº 36.657/54, publicado no D.O.U
em 03/01/1955
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento:
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3.080
Tempo de integralização:
Mínimo: 8 semestres (4 anos)
Máximo: 14 semestres (7 anos)
Número de vagas autorizadas: 40
Formas de ingresso:
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de
1996, alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e
pela Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2003
Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento: Noturno
Endereço de funcionamento:
Prédio sede do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes - ICHCA
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/graduacao/filosofia
Endereço eletrônico: coordenação.filosofia@ichca.ufal.br
Fone: + 55 82 3214 (Secretaria)
Diretrizes o Curso de Filosofia:
Parecer 277/62 - Resolução CNE/CES 12, de 13 de março de 2002 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de graduação em Filosofia
Resolução nº 02/2015 CNE/CP, de 01 de julho de 2015 - Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica
2.3.1.4 História Bacharelado
Denominação: História
Modalidade: Presencial
Título: Bacharel em História
Dispositivo legal de autorização: Decreto Federal n° 30.238 em 22/01/1952
Dispositivo legal de reconhecimento: Decreto nº 36.657/54
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento:
Carga horária total do curso em hora/relógio: 2.934
Tempo de integralização:
Mínimo: 8 semestres (4 anos)
Máximo: 12 semestres (6 anos)
Número de vagas autorizadas: 40
Formas de ingresso:
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de
1996, alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e
pela Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2003
Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento: Vespertino
Endereço de funcionamento:
Prédio sede do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes - ICHCA
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/graduacao/historia
Endereço eletrônico: coordenação.@ichca.ufal.br
Fone: + 55 82 3214 (Secretaria)
Diretrizes para o Curso de História Bacharelado:
Resolução CNE/CES N° 02/2007 - Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação em História
Lei Nº 9.394/96 - Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura afrobrasileira, africana e
Indígena
Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012 - Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos Humanos
Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012 - Proteção dos Direitos da Pessoa com
Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na.
Lei N° 10.098/2000, Lei N° 13.146/2015, Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009,
N° 7.611/2011 e Portaria N° 3.284/2003 - Condições de acessibilidade para pessoas
com deficiência ou mobilidade reduzida.
Decreto N° 5.626/2005 - Disciplina de Libras
Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002 Políticas de educação ambiental.
Resolução nº 07/2018 CNE/CSE, de 18 de dezembro de 2018 - Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira
2.3.1.5 História Licenciatura
Denominação: História
Modalidade: Presencial
Título: Licenciado em História
Dispositivo legal de autorização: Decreto Federal n° 30.238 em 22/01/1952
Dispositivo legal de reconhecimento: Decreto nº 36.657/54
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento:
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3235
Tempo de integralização:
Mínimo: 9 semestres (4,5 anos)
Máximo: 14 semestres (7 anos)
Número de vagas autorizadas: 60
Formas de ingresso:
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de
1996, alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e
pela Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2003
Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento: Noturno
Endereço de funcionamento:
Prédio sede do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes - ICHCA
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/graduacao/historia
Endereço eletrônico: coordenação.@ichca.ufal.br
Fone: + 55 82 3214 (Secretaria)
Diretrizes para o Curso de História:
Resolução CNE/CES N° 02/2007 - Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação em História
Lei Nº 9.394/96 - Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura afrobrasileira, africana e
Indígena
Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012 - Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos Humanos
Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012 - Proteção dos Direitos da Pessoa com
Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na.
Lei N° 10.098/2000, Lei N° 13.146/2015, Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009,
N° 7.611/2011 e Portaria N° 3.284/2003 - Condições de acessibilidade para pessoas
com deficiência ou mobilidade reduzida.
Decreto N° 5.626/2005 - Disciplina de Libras
Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002 Políticas de educação ambiental
Resolução nº 02/2015 CNE/CP, de 01 de julho de 2015 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica
Resolução nº 07/2018 CNE/CSE, de 18 de dezembro de 2018 - Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira
2.3.1.6 Jornalismo
Denominação: Jornalismo
Modalidade: Presencial
Título: Bacharel em Jornalismo
Dispositivo legal de autorização: Resolução CCEP - UFAL nº. 02 de 09 / 08 / 1978
Dispositivo legal de reconhecimento: Portaria Ministerial nº. 327 de 07/05/1986 (DOU de
08/05/1986)
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento:
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3.000
Tempo de integralização:
Vespertino
Mínimo: 8 semestres (4 anos)
Máximo: 12 meses (6 anos)
Noturno
Mínimo: 8 semestres (4 anos)
Máximo: 13 semestres (6,5 anos)
Número de vagas autorizadas:
Vespertino: 40
Noturno: 40
Formas de ingresso:
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de
1996, alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e
pela Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2003
Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento:
Vespertino
Noturno
Endereço de funcionamento:
Blocos A e B de Comunicação Social
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/graduacao/jornalismo
Endereço eletrônico: coordenação.jornalismo@ichca.ufal.br
Fone: + 55 82 3214-1531(Secretaria)
Diretrizes para o Curso de Jornalismo
Resolução CNE/CES 1/2013 - Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação em Jornalismo
Lei Nº 9.394/96 - Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura afrobrasileira, africana e
Indígena
Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012 - Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos Humanos
Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012 - Proteção dos Direitos da Pessoa com
Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na.
Lei N° 10.098/2000, Lei N° 13.146/2015, Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009,
N° 7.611/2011 e Portaria N° 3.284/2003 - Condições de acessibilidade para pessoas
com deficiência ou mobilidade reduzida.
Decreto N° 5.626/2005 - Disciplina de Libras
Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002 Políticas de educação ambiental
Resolução nº 07/2018 CNE/CSE, de 18 de dezembro de 2018 - Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira
2.3.1.7 Música
Denominação: Música
Modalidade: Presencial
Título: Licenciado em Música
Dispositivo legal de autorização: RESOLUÇÃO Nº 12 DE 15/08/1979 (DOU 15/08/1979)
Dispositivo legal de reconhecimento: PORTARIA Nº 1.445 DE 01/10/1992 (DOU
05/10/1992)
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento: PORTARIA Nº 1.096 DE 2/12/2015
(DOU 30/12/2015)
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3.500
Tempo de integralização:
Mínimo: 8 semestres (4 anos)
Máximo: 12 meses (6 anos)
Número de vagas autorizadas: 30
Formas de ingresso:
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de
1996, alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e
pela Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2003
Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento: Matutino
Endereço de funcionamento:
Espaço Cultural Salomão de Barros Lima (Antiga Reitoria)
Praça Sinimbu, 206 - Centro - Maceió - AL
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/graduacao/musica
Endereço eletrônico: coordenação.musica@ichca.ufal.br
Fone: + 55 82 (Secretaria)
Diretrizes para o Curso de Música
Parecer CNE/CES 195/2003, de 05 de agosto de 2003 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de graduação em Música
Lei Nº 9.394/96 - Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura afrobrasileira, africana e
Indígena
Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012 - Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos Humanos
Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012 - Proteção dos Direitos da Pessoa com
Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na.
Lei N° 10.098/2000, Lei N° 13.146/2015, Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009,
N° 7.611/2011 e Portaria N° 3.284/2003 - Condições de acessibilidade para pessoas
com deficiência ou mobilidade reduzida.
Decreto N° 5.626/2005 - Disciplina de Libras
Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002 Políticas de educação ambiental
Resolução nº 02/2015 CNE/CP, de 01 de julho de 2015 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica
Resolução nº 07/2018 CNE/CSE, de 18 de dezembro de 2018 - Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira
2.3.1.8 Relações Públicas
Denominação: Comunicação Social - Relações Públicas
Modalidade: Presencial
Título: Bacharel em Relações Públicas
Dispositivo legal de autorização: Resolução CCEP - UFAL nº. 02 de 09 / 08 / 1978
Dispositivo legal de reconhecimento: Portaria Ministerial nº. 327 de 07/05/1986 (DOU de
08/05/1986)
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento:
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3.840
Tempo de integralização:
Vespertino
Mínimo: 8 semestres (4 anos)
Máximo: 12 meses (6 anos)
Noturno
Mínimo: 9 semestres (4,5 anos)
Máximo: 13 semestres (6,5 anos)
Número de vagas autorizadas:
Vespertino: 30
Noturno: 30
Formas de ingresso:
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de
1996, alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e
pela Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2003
Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento:
Vespertino
Noturno
Endereço de funcionamento:
Blocos A e B de Comunicação Social
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/graduacao/relacoes-publicas
Endereço eletrônico: coordenação.rpufal@gmail.com
Fone: + 55 82 3214-1531 (Secretaria)
Diretrizes para o Curso de Relações Públicas
Parecer CNE/CES n.º 85/2013 - Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação em Relações Públicas
Lei Nº 9.394/96 - Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura afrobrasileira, africana e
Indígena
Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012 - Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos Humanos
Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012 - Proteção dos Direitos da Pessoa com
Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na.
Lei N° 10.098/2000, Lei N° 13.146/2015, Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009,
N° 7.611/2011 e Portaria N° 3.284/2003 - Condições de acessibilidade para pessoas
com deficiência ou mobilidade reduzida.
Decreto N° 5.626/2005 - Disciplina de Libras
Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002 Políticas de educação ambiental
Resolução nº 07/2018 CNE/CSE, de 18 de dezembro de 2018 - Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira
2.3.1.9 Teatro
Denominação: Teatro
Modalidade: Presencial
Título: Licenciado em Teatro
Dispositivo legal de autorização: Resolução nº 56/97 de 15.08.97– CEPE/UFAL
Dispositivo legal de reconhecimento: Portaria Ministerial n° 3.276/2004
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento:
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3.556
Tempo de integralização:
Mínimo: 8 semestres (4 anos)
Máximo: 12 meses (6 anos)
Número de vagas autorizadas: 40
Formas de ingresso:
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de
1996, alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e
pela Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2003
Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento: Vespertino
Endereço de funcionamento:
Prédio sede do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/graduacao/teatro
Endereço eletrônico: coordenação.@ichca.ufal.br
Fone: + 55 82 3214-1321 3214-1382 (Secretaria)
Diretrizes para o Curso de Teatro
Resolução nº 04 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de
Educação, de 04 de março de 2004 - Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos
de Graduação em Teatro
Resolução nº 2 de 1º de julho de 2015 CNE/CP 2/2015 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação inicial em nível superior e para a formação continuada
Lei Nº 9.394/96 - Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura afrobrasileira, africana e
Indígena
Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012 - Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos Humanos
Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012 - Proteção dos Direitos da Pessoa com
Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na.
Lei N° 10.098/2000, Lei N° 13.146/2015, Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009,
N° 7.611/2011 e Portaria N° 3.284/2003 - Condições de acessibilidade para pessoas
com deficiência ou mobilidade reduzida.
Decreto N° 5.626/2005 - Disciplina de Libras
Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002 Políticas de educação ambiental
Resolução nº 02/2015 CNE/CP, de 01 de julho de 2015 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica
Resolução nº 07/2018 CNE/CSE, de 18 de dezembro de 2018 - Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira
Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino das linguagens artísticas (PCNArte)
2.3.2 Cursos de pós-graduação stricto sensu
Quadro 2: Resultado da Avaliação Quadrienal 2021
Fonte: https://www.gov.br/capes
2.3.2.1 Ciência da Informação
Programa: Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação
Código: 26001012171P2
CURSO: Mestrado em Ciência da Informação
CÓDIGO: 26001012171M2
Área de Concentração: Informação, Tecnologia e Inovação
Linhas de Pesquisa: Produção, Mediação e Gestão da Informação Informação,
Comunicação e Processos Tecnológicos
Horário de funcionamento: 08h às 14h
Telefones: +55 82 3214 1824 e
+55 82 3214 1342
Endereços eletrônicos:
ppgci@ichca.ufal.br
ppgci.secretaria@ichca.ufal.br
Portal Eletrônico:
www://ichca.ufal.br/pt-br/pos-graduacao/mestrado-em-ciencia-da-informacao
Localização:
Prédio do Curso de Graduação em Biblioteconomia e do Programa de PósGraduação em Ciência da Informação (Avenida Longitudinal da UFAL 2)
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Forma de Ingresso: Edital de abertura de processo seletivo
Atos Normativos:
Parecer CNE/CES nº 839/2019 e Portaria n°. 0486 de 18/05/2020 - Reconhecimento
RESOLUÇÃO 37/2022 - CONSUNI/UFAL - Regulamento Geral das Pós-Graduações
da Ufal
PORTARIA Nº 76, 2010/CAPES - Regulamento do Programa de Demanda Social
RESOLUÇÃO Nº. 82/2022-CONSUNI/UFAL, de 06 de setembro de 2022 Implementação de políticas de ações afirmativas nos Programas de Pós-Graduação
“Stricto Sensu” e nos cursos de pós-graduação “Lato Sensu” da UFAL.
2.3.2.2 Filosofia
Programa: Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Código: 26001012172P9
CURSO: Mestrado Acadêmico em Filosofia
CÓDIGO: 26001012172M9
Área de Concentração: Filosofia
Linhas de Pesquisa:
Linguagem e Cognição
Subjetividade e Sociedade
Horário de funcionamento: 16h às 22h
Telefones: +55 82 3214 1325
+55 82 3214 1382
Endereço eletrônico: ppgfil@ichca.ufal.br
Portal eletrônico:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ichca/pos-graduacao/programa-depos-graduacao-em-filosofia
Localização:
Prédio sede do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Forma de Ingresso: Edital de abertura de processo seletivo
Atos Normativos:
Parecer CNE/CES nº 839/2019 e Portaria n°. 0486 de 18/05/2020 - Reconhecimento
RESOLUÇÃO 37/2022 - CONSUNI/UFAL - Regulamento Geral das Pós-Graduações
da Ufal
PORTARIA Nº 76, 2010/CAPES - Regulamento do Programa de Demanda Social
RESOLUÇÃO Nº. 82/2022-CONSUNI/UFAL, de 06 de setembro de 2022 Implementação de políticas de ações afirmativas nos Programas de Pós-Graduação
“Stricto Sensu” e nos cursos de pós-graduação “Lato Sensu” da UFAL.
2.3.2.3 História
Programa: Programa de Pós-Graduação em História
Código: 26001012034P5
CURSO: Mestrado Acadêmico em História
CÓDIGO: 26001012034M5
Área de Concentração: Poder, Cultura e Sociedade
Linhas de Pesquisa:
Culturas Políticas, Representações, Discursos e Narrativas
Relações de Poder, Conflitos e Movimentos Sociais
Horário de funcionamento:
Telefones: +55 82 3214 1382
Endereço Eletrônico: ppghis@ichca.ufal.br
Portal Eletrônico:
http://ichca.ufal.br/pt-br/pos-graduacao/mestrado-em-historia
Localização:
Prédio sede do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió /AL CEP: 57.072 - 970
Forma de Ingresso: Edital de abertura de processo seletivo
Diretrizes/Regulamentos:
Parecer CNE/CES 179/2012 e Portaria n°. 1324 de 09/11/2012 - Reconhecimento
Parecer CNE/CES 288/2015 e Portaria n°. 0656 de 27/07/2017 - Renovação de
Reconhecimento
Parecer CNE/CES 487/2018 e Portaria n°. 0609 de 18/03/2019 - Avaliação
Quadrienal 2017 - Renovação de Reconhecimento
RESOLUÇÃO 37/2022 - CONSUNI/UFAL - Regulamento Geral das Pós-Graduações
da Ufal
PORTARIA Nº 76, 2010/CAPES - Regulamento do Programa de Demanda Social
RESOLUÇÃO Nº 01, 2019/PPGH/UFAL - Regras de credenciamento,
recredenciamento e descredenciamento de docentes
RESOLUÇÃO Nº 01, 2020/PPGH/UFAL - Regras de seleção e acompanhamento de
bolsistas
RESOLUÇÃO Nº. 82/2022-CONSUNI/UFAL, de 06 de setembro de 2022 Implementação de políticas de ações afirmativas nos Programas de Pós-Graduação
“Stricto Sensu” e nos cursos de pós-graduação “Lato Sensu” da UFAL.
2.4 CONDIÇÕES E REQUISITOS PREVISTOS NOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS
CURSOS (PPCs)
2.4.1 Cursos de Graduação
2.4.1.1 Biblioteconomia (texto extraído do PPC do Curso)
A estrutura do Curso de Biblioteconomia é composta por unidades curriculares que
possuem menores condições de abordagens integradas, na medida em que os conteúdos
contemplados se apresentam, em grande medida, centrados em uma das abordagens,
teórica ou prática. Assim, disciplinas como Economia da Informação e da Inovação;
Formação Social, Econômica e Política do Brasil; História do Pensamento Científico;
Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da Informação; e Introdução à Lógica, por
exemplo, adotam, pela natureza dos conteúdos, abordagens eminentemente teóricas.
Por outro lado, as unidades curriculares como ACE, atividades complementares e
estágios supervisionados possibilitam abordagem focada em atividades práticas. Assim,
podem-se mencionar o Estágio Supervisionado 1 e o Estágio Supervisionado 2, além das
ACE e atividades complementares, que podem ser obtidas com a realização de diversas
atividades práticas, tais como estágios não obrigatórios, exposições, feiras de livros, feiras
literárias e monitorias, entre outras
Há, contudo, um percentual considerável de disciplinas que possibilita uma
abordagem equitativa entre teoria e prática. Nesse contexto, destacam-se as disciplinas
Análise e Síntese da Informação; Inglês Instrumental 1; Inglês Instrumental 2; Biblioteca e
Ação Cultural; Editoração; Representação Descritiva da Informação 1; Representação
Descritiva da Informação 2; Representação Temática da Informação 1 e Representação
Temática da Informação 2, apenas para mencionar algumas.
É importante considerar que essas são disciplinas que compõem tradicionalmente a
base da formação dos(as) profissionais Bibliotecários(as), sendo destacadas pelos(as)
egressos(as) de suma importância para a atuação profissional.
Em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação em Biblioteconomia, as competências e habilidades descritas compreendem:
a) gerar produtos a partir dos conhecimentos adquiridos e divulgá-los;
b) formular e executar políticas institucionais;
c) elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos;
d) utilizar racionalmente os recursos disponíveis;
e) desenvolver e utilizar novas tecnologias;
f) traduzir as necessidades de indivíduos, grupos e comunidades nas respectivas áreas
de atuação;
g) desenvolver atividades profissionais autônomas, de modo a orientar, dirigir,
assessorar, prestar consultoria, realizar perícias e emitir laudos técnicos e
pareceres;
h) responder a demandas sociais de informação produzidas pelas transformações
tecnológicas que caracterizam o mundo contemporâneo;
i) interagir e agregar valor nos processos de geração, transferência e uso da
informação, em todo e qualquer ambiente;
j) criticar, investigar, propor, planejar, executar e avaliar recursos e produtos de
informação;
k) trabalhar com fontes de informação de qualquer natureza;
l) processar a informação registrada em diferentes tipos de suporte, mediante a
aplicação de conhecimentos teóricos e práticos de coleta, processamento,
armazenamento e difusão da informação;
m) realizar pesquisas relativas a produtos, processamento, transferência e uso da
informação.
2.4.1.2 Dança (texto extraído do PPC do Curso)
O funcionamento do curso se estrutura baseado em alguns princípios filosóficos e
técnico-metodológicos gerais que norteiam as práticas acadêmicas da Universidade
Federal de Alagoas – UFAL previstos pelo Projeto Pedagógico Institucional – PPI, tais como:
articulação entre teoria e prática, interdisciplinaridade, flexibilidade curricular e articulação
entre ensino, pesquisa e extensão. O planejamento das atividades de ensino, pesquisa e
extensão, dirigidas a formação do educador, deverá estar voltado para o desenvolvimento
e aprendizagem de uma proposta integradora, partindo da observação, da vivência e
interação da realidade da dança, estimulando a produção de novos conhecimentos,
abarcando gradativamente outras dimensões estéticas e socioculturais.
Em seu Projeto Pedagógico, o curso de Licenciatura em Dança, apresentou as
seguintes condições para viabilização do curso: a) recursos humanos; b) infraestrutura; c)
laboratórios especializados e, d) recursos materiais.
Contando atualmente com 5 professores que além das atividades de ensino,
pesquisa e extensão, se dedicam às funções de gestão requisitadas pela própria
operacionalidade do curso. Sendo assim, para seu pleno funcionamento, o Curso de
Licenciatura em Dança espera, após 11 anos de funcionamento, ampliar o quadro de
professores, nos próximos anos.
Em termos de infraestrutura, apesar de ter mudado para o Campus A. C. Simões e
ocupar uma das alas do prédio sede do ICHCA, compartilhando-a com Teatro e Filosofia, é
pretendida a ampliação dos espaços voltados para atividades pedagógicas, tais como: sala
de professores, mais dois laboratórios de corpo, laboratório multimídia, laboratório de
encenação e iluminação, laboratório de figurinos e cenografia, laboratório de maquiagem.
Tais condições são necessárias para que o curso cumpra seu objetivo de licenciar
profissionais da dança a atuarem na educação básica, em escolas do ensino fundamental e
médio, públicas e privadas, com ética, responsabilidade e compromisso, assim como, em
Instituições de ensino específico de dança, como também, nos campos instituídos e
emergentes. E assim investir na formação de um profissional para:
a) Identificar e aplicar, articuladamente os conhecimentos básicos da linguagem
corporal;
b) Integrar estudos e pesquisas na prática pedagógica e interpretação artística;
c) Incorporar a prática pedagógica do corpo em movimento, o conhecimento das
transformações e rupturas conceituais que historicamente se processaram na
dança;
d) Recriar processos, formas, técnicas, materiais e valores estéticos, na concepção,
interpretação artística e na prática pedagógica, a partir de uma visão crítica da
realidade;
e) Utilizar criticamente diversos materiais na interpretação artística e na prática
educacional;
f) Utilizar adequadamente métodos, técnicas, recursos e equipamentos específicos a
prática pedagógica;
g) Conceber, organizar e interpretar diversas modalidades da dança para a realização
de projetos artísticos nas Escolas e outras instituições;
h) Analisar e aplicar práticas e teorias de produção das diversas culturas artísticas, suas
interconexões e seus contextos socioculturais;
i) Analisar e aplicar combinações e reelaborações imaginativas, a partir da experiência
sensível da vida cotidiana e do conhecimento sobre a natureza, a cultura, a história
e seus contextos;
j) Demonstrar uma base pedagógica corporal consistente, que permita assimilar
inovações e mudanças na prática pedagógica;
k) Ser consciente e crítico de seu papel social e político, capaz de enfrentar os desafios
da sociedade contemporânea nas atividades artísticas, pedagógicas e culturais,
como também interagir nas novas redes de informações, com a fundamentação
teórica refletida na sua prática pedagógica;
l) Adotar uma postura investigativa, reflexiva e crítica diante de suas atividades, capaz
de produzir conhecimento.
Para cumprir seu objetivo o curso carece de uma infraestrutura que lhe forneça
condições essenciais às suas atividades. Isso envolve um quadro de servidores mais
ampliado, assim como espaços de funcionamento com mobiliário, equipamentos e salas
favoráveis aos trabalhos de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
2.4.1.3 Filosofia (texto extraído do PPC do Curso)
Um curso de licenciatura em filosofia orienta-se para a formação básica de um
professor de filosofia. Dessa constatação fundamental depreende-se uma dupla dimensão:
filosófica e educacional. Nesse sentido, o binômio “filósofo-educador” indica um conjunto
de ações e disposições da configuração do projeto pedagógico do Curso de Filosofia da
UFAL. E diante das exigências que esse binômio evoca, o curso pretende, mais
especificamente, por meio de seu currículo, fornecer as ferramentas básicas para que o
aluno egresso possa efetivamente exercer suas funções de professor de filosofia e
continuar seu processo de investigação filosófica de modo autônomo durante toda sua
vida. Na forma de seu currículo, bem como, de um conjunto de atividades, o curso de
filosofia pretende proporcionar uma formação em filosofia com ênfase nas problemáticas
filosóficas características da filosofia contemporânea.
Em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação em Filosofia, as competências e habilidades gerais descritas compreendem:
a) Capacitação para um modo especificamente filosófico de formular e propor
soluções a problemas, nos diversos campos do conhecimento;
b) Capacidade de desenvolver uma consciência crítica sobre conhecimento, razão e
realidade sócio-histórico-política;
c) Capacidade para análise, interpretação e comentário de textos teóricos, segundo
os mais rigorosos procedimentos de técnica hermenêutica;
d) Compreensão da importância das questões acerca do sentido e da significação da
própria existência e das produções culturais;
e) Percepção da integração necessária entre a Filosofia e a produção científica,
artística, bem como com o agir pessoal e político;
f) Capacidade de relacionar o exercício da crítica filosófica com a promoção integral
da cidadania e com o respeito à pessoa, dentro da tradição de defesa dos direitos
humanos;
g) Desenvolver atitude de construção do conhecimento, enfatizando uma postura
crítica, investigativa e criativa, promovendo a pesquisa num contexto de açãoreflexão-ação, bem como viabilizar a produção filosófica;
h) Desenvolver práticas de interlocução entre os diversos segmentos acadêmicos para
a avaliação permanente de processos de
Sendo assim, o licenciado deverá estar habilitado para enfrentar com sucesso os
desafios e as dificuldades inerentes à tarefa de despertar os jovens para a reflexão
filosófica, bem como transmitir aos alunos do Ensino Médio o legado da tradição e o gosto
pelo pensamento inovador, crítico e independente. Além disso, deverá ser um profissional
capaz de elaborar análises críticas em relação ao Homem, à natureza e à realidade
cotidiana.
Para cumprir seu objetivo o curso carece de uma infraestrutura que lhe forneça
condições essenciais às suas atividades. Isso envolve um quadro de servidores mais
ampliado, assim como espaços de funcionamento com mobiliário, equipamentos e salas
favoráveis aos trabalhos de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
2.4.1.4 História Bacharelado (texto extraído do PPC do Curso)
A história é um conhecimento científico dotado de características teóricas e
metodológicas próprias. Por isso faz-se necessário conhecer a historicidade dela como
ciência, assim como suas implicações metodológicas diferenciais. Ou seja, é campo de
conhecimento que foca um problema particular e/ou um conjunto de fatores particulares,
assim como foca na experiência humana e em grupos sociais de um tempo e lugares
específicos e determinados. Ela é a presença em nossas vidas porque vivemos num
contexto histórico-social carente de interpretações e definições dele mesmo quanto ao seu
cotidiano. Ao mesmo tempo, porém, falamos do ‘fazer história’ (não apenas vivê-la em seu
pleno significado existencial), que sugere uma perspectiva teórico-metodológica,
inquirições do saber específico e elementos que classifiquem o conhecimento histórico.
Nesta perspectiva, são identificados pontos, considerados como prementes
necessidades para o desenvolvimento e aprimoramento das metodologias e técnicas de
pesquisas componentes do ofício do Bacharel em História:
a) Busca de produção científica através de pesquisas conjuntas entre o corpo
docente e discente, tendo como locus privilegiado a orientação das atividades
realizadas no âmbito das disciplinas de Estágio Supervisionado I e II.
b) Valorização das práticas de interdisciplinaridade, o que inclui a adoção de
metodologias de pesquisa diferenciadas que possam fornecer aos alunos
instrumentos de identificação, classificação, organização e interpretação dos
mais diferenciados tipos de documentos.
c) Criação de mecanismos que aproximem os alunos do curso às instituições de
salvaguarda, preservação, restauração e divulgação de fontes. Fazendo com que
os egressos adquiram capacitação necessária para o exercício de suas funções no
mercado de trabalho.
d) Compromisso com a qualidade do ensino no que tange às atividades de pesquisa
histórica, no estado de Alagoas e no país.
e) Busca de integração dos conhecimentos teóricos e práticos, assim como a
permanente atualização de conteúdos e dos processos relacionados às técnicas
e métodos de pesquisa e utilização de acervos documentais de diferentes
naturezas (manuscritos, impressos, iconográficos, materiais, orais, etc.).
f) Estímulos a programas de capacitação docente com propostas de atividades de
extensão, pesquisa e aperfeiçoamento, que poderão ser oportunizados através
dos núcleos de prática profissional do curso, como os Laboratórios e Grupos de
Pesquisa.
g) Modernização dos recursos auxiliares para o ensino acadêmico e para o
tratamento referente às fontes de pesquisa.
h) Valorização do conhecimento histórico em suas linhas de orientação e
abordagens historiográficas presentes nos Grupos de Pesquisa e Laboratórios,
assim como nas disciplinas que compõem a matriz curricular do curso.
i) Valorização do Programa e Pesquisa Científica, no qual docentes e discentes
poderão colocar em prática seus projetos de pesquisa, visando o debate, trocas
e experiências, atingindo dessa forma aprimoramento da produção do
conhecimento histórico, utilizando-se do PIBIC e outros projetos e programas de
fomento de pesquisa e extensão desta universidade.
O bacharel em História terá como suporte teórico-metodológico os elementos que
sustentam o ofício do historiador para uma formação que possibilite ao profissional:
a) Possuir o domínio teórico, metodológico, historiográfico e de manuseio
documental que norteia a atividade do profissional em história, para sua
aplicação em atividades de pesquisa institucional e em ambientes de acadêmicos
(palestras, congressos, colóquios, mesas-redondas e debates)
b) Ter noção dos conhecimentos interdisciplinares dos campos da história para sua
utilização em objetos de análise, proporcionando um amplo domínio científico
multidisciplinar.
c) Auxiliar na preservação do patrimônio histórico e cultural (especialmente da
sociedade alagoana) através de assessoria, contribuições em produções
artísticas, atividades de dinamização do turismo, participações em comitês
científicos, ação em movimentos político-culturais e investigações históricosociais.
d) Estimular a consciência crítica-social através das interpretações, (re)leituras e
discussões do passado/presente histórico, objetivando o estabelecimento de
autonomias intelectuais tanto do historiador como dos homens e mulheres
inseridos nas sociedades contemporâneas.
e) Estabelecer relações e interações das mais variadas formas com a sociedade que
o circunda, estimulando diálogos com as estruturas organizacionais políticas,
econômicas e culturais que visem reflexões avaliativas a serem aplicadas no
conhecimento histórico-social.
Para cumprir seu objetivo o curso carece de uma infraestrutura que lhe forneça
condições essenciais às suas atividades. Isso envolve um quadro de servidores mais
ampliado, assim como espaços de funcionamento com mobiliário, equipamentos e salas
favoráveis aos trabalhos de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
2.4.1.5 História Licenciatura (texto extraído do PPC do Curso)
O curso de graduação em História oferece uma formação integrada, conforme as
Diretrizes de Formação do Professor de acordo com a Resolução do (CNE/CP n. 1,
18/02/2002). Para isso, enfatiza-se a prática dos dois ofícios. Ou seja, conjuntamente o de
Licenciado e o de Pesquisador Historiador como ações dirimidas pelo Laboratório de Ensino
de História e dos Grupos de Pesquisa, cujas atividades são distribuídas ao longo da
formação do estudante em História.
Notadamente, as diretrizes propostas para atender às prementes necessidades de
um ensino inovador no campo da História se pautam pelos seguintes aspectos:
a) criação de mecanismos de aproximação da instituição escolar com a respectiva
comunidade na qual está inserida, o que se fará através de parcerias, estágios
orientados, cursos de extensão e outros eventos oportunizados pelo curso
inseridos a partir da perspectiva teórico-metodológica do lugar social –
instituição-, onde os estudantes tenham contato direto com a prática
profissional e a realidade que o cerca;
b) busca de produção científica, através de pesquisas conjuntas entre o corpo
docente e discente, tendo como lócus privilegiado a orientação das disciplinas
de Práticas de Ensino de História e Estagio Supervisionado com ênfase na
sociedade e nos objetos culturais que deverá congregar amplo acervo de
documentos tais como, fotos, slides e publicações, obtidos por doações e nas
viagens de estudo programadas pelo corpo docente e discente, concretizando,
assim, elaboração de materiais pedagógicos a serem utilizados em sala de aula;
c) valorização da prática da interdisciplinaridade com adoção de metodologias
diferenciadas, que forneçam instrumentos de identificação das demandas do
meio e do estímulo à participação em diagnósticos e projetos de investigação
histórica, visando obter a melhoria da qualidade do ensino;
d) compromisso com a qualidade do ensino em nível micro e macro no que tange
os processos educacional no estado de Alagoas e, no país;
e) estímulo a programas de capacitação docente com propostas de atividades de
extensão, pesquisa e aperfeiçoamento, que poderão ser oportunizados através
dos núcleos de prática profissional do curso;
f) modernização dos recursos auxiliares do ensino acadêmico;
g) destaque à formação básica responsável pela fundamentação de posturas sólidas
e universais, indispensáveis à práxis pedagógica, na área de Ciências Humanas;
h) busca de integração dos conhecimentos teóricos e práticos e a constante
atualização de conteúdos e dos processos didático-pedagógicos para uma ação
bem sucedida do docente na sala de aula da educação básica;
i) valorização do conhecimento histórico em suas linhas de orientação e abordagens
historiográficas presentes nos Grupos de Pesquisa e nas disciplinas que compõe
a matriz curricular do curso;
j) valorização do Programa de Pesquisa Científica, em que docentes e discentes
poderão colocar em prática seus projetos de pesquisa, visando o aprimoramento
da produção do conhecimento histórico, utilizando-se do PIBIC, PIBID e outros
projetos inerentes ao campo do ensino, pesquisa e extensão desta universidade.
O bacharel em História terá como suporte teórico-metodológico os elementos que
sustentam o ofício do historiador para uma formação que possibilite ao profissional o
desenvolvimento de:
a) Competências referentes ao comprometimento com os valores inspiradores da
sociedade democrática;
b) Competências referentes à compreensão do papel social da escola;
c) Competências referentes ao domínio dos conteúdos a serem socializados, aos
seus significados em diferentes contextos e sua articulação interdisciplinar
d) Competências referentes ao domínio do conhecimento pedagógico;
e) Competências referentes ao conhecimento de processos de investigação que
possibilitem o aperfeiçoamento da prática pedagógica.
Para cumprir seu objetivo o curso carece de uma infraestrutura que lhe forneça
condições essenciais às suas atividades. Isso envolve um quadro de servidores mais
ampliado, assim como espaços de funcionamento com mobiliário, equipamentos e salas
favoráveis aos trabalhos de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
2.4.1.6 Jornalismo (uma parte do texto extraída do PPC do Curso)
O Curso de Jornalismo tem seus precedentes na criação do Curso de Comunicação
Social (COS), em 1978, com as habilitações de Jornalismo e Relações Públicas. Assim
permaneceu até 2014, quando foi necessário responder às novas Diretrizes Curriculares
Nacionais específicas aos cursos de Jornalismo, deixando de ser uma habilitação em
Comunicação Social. Seu objetivo é de formar bacharéis em Jornalismo com sólido
conhecimento da área, capaz de atuar em âmbito profissional de forma crítica e com
responsabilidade social e clareza ética, com bagagem humanística e habilidades técnicas
adequadas para atuar nos diversos tipos de organizações, com foco na organização
jornalística.
No sentido de corresponder aos quatro eixos de formação profissional, o curso
define como finalidades:
a) capacitar o jornalista para exercer a sua função intelectual de produtor e difusor
de informações e conhecimentos de interesse para a cidadania, privilegiando a
realidade brasileira, mas ciente sobre seu lugar em um mundo cada vez mais
globalizado;
b) Formar jornalistas cientes do seu papel social na construção da realidade, do
tecido cultural, das políticas públicas e da qualidade das instituições
democráticas;
c) proporcionar ao jornalista clareza conceitual e visão crítica sobre a especificidade
de sua profissão, tais como: fundamentos históricos, taxonômicos, éticos,
epistemológicos; ordenamento jurídico e deontológico; instituições, pensadores
e obras canônicas; manifestações públicas, industriais e comunitárias; os
instrumentos regulatórios; observação crítica; análise comparada; revisão da
pesquisa científica sobre os paradigmas hegemônicos e as tendências
emergentes.
d) fornecer ao jornalista ferramentas técnicas e metodológicas, de modo que possa
efetuar coberturas em diferentes suportes: jornalismo impresso,
radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo, assessorias de imprensa e
outras demandas do mercado de trabalho.
e) Oferecer um espaço de vivência no período de formação capaz de disseminar e
reforçar o ethos do jornalista enquanto categoria em defesa do interesse
público, da pluralidade e atuante contra autoritarismo e opressões;
f) Produzir conhecimento sobre o modus operandi do jornalismo na
contemporaneidade, tanto do ponto de vista prático quanto teórico;
g) Consolidar-se como um lócus crítico para se pensar a prática jornalística do ponto
de vista deontológico, primando pela responsabilidade social desta atividade;
h) Consolidar-se como um espaço aberto à interação entre jornalismo e sociedade;
i) Consolidar-se como um espaço de análise e crítica sobre a qualidade da prática
jornalística.
Para cumprir seu objetivo o curso carece de uma infraestrutura que lhe forneça
condições essenciais às suas atividades. Isso envolve um quadro de servidores mais
ampliado, assim como espaços de funcionamento com mobiliário, equipamentos e salas
favoráveis aos trabalhos de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
2.4.1.7 Música (texto extraído do PPC do Curso)
O Curso de Graduação em Música da UFAL oferece formação abrangente através
de uma estrutura curricular que inclui conhecimentos humanos, pedagógicos e específicos
das áreas de música e educação musical. Com base no Parecer 195 de 5 de agosto de 2003
do Conselho Nacional de Educação (Parecer 195/2003 – CNE), o objetivo principal do Curso
de Música – Licenciatura da UFAL é de que o aluno se torne um profissional ético e flexível
e capaz de atuar de forma crítica e positiva na realidade cultural em que estiver inserido.
O licenciando em música desenvolverá, ao longo de sua formação, as competências
necessárias para ministrar aulas de música em escolas da rede pública e/ou privada na
educação infantil, no ensino fundamental, médio, técnico e em outros espaços educativos.
O profissional formado pelo curso será capaz de perceber, questionar, refletir,
compreender e discutir problemas pertinentes à educação musical e de propor soluções
numa abrangência local, regional, nacional e global, atuando como investigador em música,
a partir da prática da pesquisa e da pedagogia musical.
Todo profissional formado pelo Curso de Música Licenciatura da UFAL desenvolverá
os conhecimentos, habilidades e competências necessárias ao professor de música e,
assim, estará apto a atuar no ensino de música na educação básica. Considerando o Parecer
195/2003 do Conselho Nacional de Educação (0195/2003 – CNE) e adequando ao contexto
de um curso de licenciatura em música, cujo objetivo principal é a formação de professores
de música, espera-se que o profissional egresso do Curso de Música tenha desenvolvido as
competências necessárias para:
a) Ministrar aulas de música em escolas da rede pública e/ou privada em nível
fundamental, médio, técnico ou superior, com possibilidades de atuar num campo
de trabalho com características múltiplas;
b) Observar, perceber e discutir os problemas pertinentes à educação musical numa
abrangência local, regional, nacional e global, atuando também na reelaboração de
processos, formas, técnicas, materiais e valores estéticos na prática pedagógica
musical, envolvendo o pensamento reflexivo e crítico;
c) Atuar como pesquisador em música, utilizando adequadamente metodologias e
técnicas de pesquisa científica e tecnológica na pedagogia musical, adotando uma
postura investigatória, reflexiva e criativa diante de suas atividades;
d) Elaborar projetos culturais na área musical relacionados às atividades pedagógicas;
e) Dominar suficientemente a prática de um instrumento musical com estudos
relacionados e aplicados a estilos e repertórios, além do domínio da criação e
improvisação musical;
f) Utilizar criticamente novas tecnologias musicais na prática educacional;
g) Reconhecer e refletir sobre o papel da Educação Musical na sociedade atual,
compreendendo e conhecendo o processo histórico, estético e social da Educação
Musical;
h) Atuar como músico em grupos vocais e/ou orquestras, bandas e outras formações
vocais e/ou instrumentais;
i) Organizar e dirigir situações de aprendizagem musical nos diversos contextos
sociais e culturais;
j) Intervir na sociedade de acordo com suas manifestações culturais, demonstrando
sensibilidade e criação artísticas e excelência prática;
k) Atuar, de forma significativa, nas manifestações musicais, instituídas ou
emergentes;
l) Atuar, em articulação com as diversas instituições, nos diferenciados espaços
culturais, especialmente, em instituições de ensino específico de música;
m) Estimular a criação musical bem como sua divulgação como manifestação do
potencial artístico;
n) Identificar e aplicar, articuladamente, os componentes básicos da linguagem
sonora;
o) Integrar estudos e pesquisas na prática pedagógico-musical;
p) Caracterizar, escolher e manipular os elementos materiais (sons, gestos, texturas)
e os elementos ideais (base formal, cognitiva) presentes na obra musical;
q) Incorporar à prática pedagógico-musical o conhecimento das transformações e
rupturas conceituais que historicamente se processaram na área;
r) Reorganizar processos, formas, técnicas, materiais e valores estéticos na concepção
e na prática pedagógica, a partir de uma visão crítica da realidade;
s) Utilizar adequadamente métodos, técnicas, recursos e equipamentos específicos à
prática pedagógica;
t) Conceber, organizar e interpretar roteiros e instruções para a realização de projetos
artísticos;
u) Analisar e aplicar práticas e teorias de produção das diversas culturas artísticas, suas
interconexões e seus contextos socioculturais.
Para cumprir seu objetivo o curso carece de uma infraestrutura que lhe forneça
condições essenciais às suas atividades. Isso envolve um quadro de servidores mais
ampliado, assim como espaços de funcionamento com mobiliário, equipamentos e salas
favoráveis aos trabalhos de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
O Setor Acadêmico de Música tem funcionado no Espaço Cultural Salomão de
Barros Lima, distante de apoios aos estudantes, como Restaurante Universitário,
Residência Universitária, Biblioteca Central e outros setores, como Pró-Reitoria Estudantil,
Departamento de Registro e Controle Acadêmico, além de contar com espaços que não
oferecem condições para as atividades acadêmicas. Sendo assim, requer atenção da gestão
universitária para,a exemplo dos Setores de Teatro e Dança, ocupar espaços específicos no
Campus A. C. Simões.
2.4.1.8 Relações Públicas (texto extraído do PPC do Curso)
O Curso de Relações Públicas tem seus precedentes na criação do Curso de
Comunicação Social que surgiu, com as habilitações em Relações Públicas e Jornalismo,
como primeiro curso, nessa especificidade, implantado no estado de Alagoas, sob forma
de bacharelado, no final da década de 1970. Desde então, tem ajustado suas ações no
âmbito dos objetivos gerais da Universidade Pública, contribuindo para a formação de
profissionais na área, hoje atuantes em diferentes organizações.
A partir de 2014, obedecendo às Diretrizes Curriculares Nacionais específicas, o
ensino de Relações Públicas na UFAL entrou em uma nova fase, requisitando
transformações para deixar de ser uma habilitação do bacharelado em Comunicação Social
e passar a configurar como curso, formando, a partir de então, bacharéis em Relações
Públicas. Tem por finalidade formar profissionais com qualidades éticas, humanísticas e
reflexivas, de modo a atender às demandas da sociedade, com base nos conhecimentos
científicos e tecnológicos e a responsabilidade para um desenvolvimento sustentável e
para o exercício da cidadania, os quais se constituem como parâmetros fundamentais e
definem como habilidades e competências:
I - Gerais:
a) domínio das linguagens e das técnicas utilizadas no processo de comunicação e
nas diversas mídias, articulando as dimensões de criação, produção e
interpretação;
b) capacidade de articular, de forma interdisciplinar, as interfaces existentes nas
diferentes áreas da comunicação, bem como de outros campos do saber,
promovendo a integração teórico-prática;
c) atuação profissional em consonância com os princípios éticos de comunicação
para a cidadania, considerando as questões contemporâneas, voltadas para os
direitos humanos e a sustentabilidade;
d) capacidade de produzir conhecimento científico no campo da comunicação e na
área das relações públicas e de exercer a docência.
II - Específicas:
a) interesse em desenvolver pesquisas, estratégias e políticas que favoreçam a
interpretação qualificada da conjuntura sócio organizacional;
b) criatividade para gerar, executar e avaliar planos, programas, campanhas e
projetos estratégicos de relações públicas, integrados às demandas
organizacionais e da opinião pública;
c) habilidade para sistematizar os repertórios necessários à prática profissional, nos
âmbitos da gestão de processos comunicacionais, da cultura organizacional e das
inovações tecnológicas;
d) conhecimento de técnicas e instrumentos adequados ao desenvolvimento de
atividades específicas: assessoria de imprensa, organização de eventos,
cerimonial e protocolo, ouvidoria, comunicação interna, pesquisa de opinião
pública e de mercado;
e) capacidade de realizar serviços de auditoria, consultoria e assessoria de
comunicação de empresas;
f) condições de atuar de forma qualificada em atividades de relações
governamentais e de comunicação pública;
g) habilidade para administrar crises e controvérsias, promovendo ações para a
construção e preservação da imagem e da reputação das organizações.
Para cumprir seu objetivo, o curso carece de uma infraestrutura que lhe forneça
condições essenciais às suas atividades, levando em consideração os aspectos que
atendam aos PCD. Isso envolve um quadro de servidores mais ampliado, assim como
espaços de funcionamento com mobiliário, equipamentos e salas favoráveis aos trabalhos
de ensino, pesquisa, extensão e gestão. Sendo assim, tais condições dizem respeito a salas
climatizadas e devidamente mobiliadas, equipadas e com recursos acessíveis, incluindo
neste rol de ambientes os laboratórios audiovisuais, de multimeios, de áudio, de de
informática e redação, todos em situação favorável às atividades acadêmicas.
2.4.1.9 Teatro (texto extraído do PPC do Curso)
Anterior à criação do Curso Teatro Licenciatura, em 1998, a UFAL já oferecia cursos
de formação na linguagem teatral desde 1981, quando realizou o primeiro concurso
vestibular para o Curso de Artes Cênicas: Interpretação Teatral. Em 1983, foram
contratados professores para as disciplinas de Artes Cênicas: Teatro. Na década de oitenta,
três turmas concluíram o curso. Em 1988, esse curso foi suspenso sendo substituído pela
implantação do Curso Técnico Profissionalizante de Formação do Ator.
Em 1990, o Colegiado de Artes Cênicas, assessorado pela Profa. Dra. Bárbara
Heliodora da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, elaborou o Projeto Pedagógico
do Curso de Formação do Ator, aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão –
CEPE - em 21.09.1993, pela resolução nº 73/1993, iniciando o funcionamento do curso no
segundo semestre de 1990. Mas, foi em 1998 que o curso de Artes Cênicas: Licenciatura
em Teatro foi implantado no vestibular com a assessoria do Prof. Dr. Armindo Bião da
UFBA.
Atualmente, o Curso de Teatro Licenciatura da UFAL se constitui como o único curso
de graduação em teatro voltado à formação de professores para a Educação Básica no
estado de Alagoas. Sendo assim, investirá na formação de um profissional que seja capaz
de detectar, propor e vencer desafios, interagindo no cenário da Educação Básica alagoana
e em processos de educação não formais, na perspectiva de mudanças e inovações, com
enfoque especial para a formação num contexto de cultura popular brasileira.
Em termos de infraestrutura, apesar de ter mudado para o Campus A. C. Simões e
ocupar uma das alas do prédio sede do ICHCA, compartilhando-a com Dança e Filosofia, é
pretendida a ampliação dos espaços voltados para atividades pedagógicas, tais como: sala
de professores, mais dois laboratórios de corpo, laboratório multimídia, laboratório de
encenação e iluminação, laboratório de figurinos e cenografia, laboratório de maquiagem.
Tais condições são necessárias para que o curso cumpra seu objetivo de licenciar
profissionais do Teatro a atuarem na educação básica, em escolas do ensino fundamental
e médio, públicas e privadas, com ética, responsabilidade e compromisso, assim como, em
Instituições de ensino específico de teatro, como também, nos campos instituídos e
emergentes. E assim investir na formação de um profissional para:
a) conhecimento da linguagem teatral, suas especificidades e seus desdobramentos,
inclusive conceitos e métodos fundamentais à reflexão crítica dos diferentes
elementos da linguagem teatral;
b) conhecimento da história do teatro, da dramaturgia e da literatura dramática;
c) domínio de códigos e convenções próprios da linguagem cênica na concepção da
encenação e da criação do espetáculo teatral;
d) domínio técnico e expressivo do corpo visando a interpretação teatral;
e) domínio técnico construtivo na composição dos elementos visuais da cena teatral;
f) conhecimento de princípios gerais de educação e dos processos pedagógicos
referentes à aprendizagem e ao desenvolvimento do ser humano como subsídio
para o trabalho educacional direcionado para o teatro e suas diversas
manifestações;
g) capacidade de coordenar o processo educacional de conhecimentos teóricos e
práticos sob as linguagens cênica e teatral, no exercício do ensino de Teatro, tanto
no âmbito formal como em práticas não formais de ensino;
h) capacidade de auto aprendizado contínuo, exercitando procedimentos de
investigação, análise e crítica dos diversos elementos e processos estéticos da arte
teatral.
Agregam-se a estas atitudes e competências, decorrentes do contexto educacional
e cultural alagoano, tais como:
a) a valorização da arte como forma de pensamento, incluindo as artes cênicas (teatro,
dança, circo, performance) e as produções da cultura de tradição popular de
maneira tão qualificada quanto às formas do saber erudito;
b) a utilização das linguagens artísticas como ferramentas de leitura, contextualização
e transformação de si, de sua comunidade, do país e do mundo;
c) o reconhecimento e o respeito às diversidades étnico-culturais nas ações de
mediação entre a cultura da tradição popular e a chamada cultura erudita;
d) o respeito aos usos linguísticos presentes na cultura popular, refletindo sobre suas
formas e usos na construção do conhecimento da comunidade;
e) a postura investigativa, reflexiva e criativa diante de suas atividades, capaz de
produzir e compartilhar conhecimentos teóricos e práticos.
Para cumprir seu objetivo o curso carece de uma infraestrutura que lhe forneça
condições essenciais às suas atividades. Isso envolve um quadro de servidores mais
ampliado, assim como espaços de funcionamento com mobiliário, equipamentos e salas
favoráveis aos trabalhos de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
2.4.2 Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu
2.4.2.1 Mestrado Acadêmico em Ciência da Informação (texto extraído da
página eletrônica do ICHCA)
O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), reconhecido pela
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), na área de
avaliação Comunicação e Informação, oferta mestrado acadêmico com a finalidade de
qualificar egressos de diferentes áreas de conhecimento para desempenhar atividades de
pesquisa, docência superior e gestão no campo amplo da informação.
O programa tem área de concentração Informação, Tecnologia e Inovação, que
possibilita a inter-relação entre conceitos, teorias, metodologias, instrumentos e processos
que condicionam a construção de redes de informação e sua dinâmica no fluxo
informacional em diversas esferas sociais e culturais. A área de concentração se desdobra
estrategicamente em domínios complementares de estudos sistematizados em duas linhas
de pesquisa.
A linha de pesquisa Produção, Mediação e Gestão da Informação comporta estudos
epistemológicos, científicos e pragmáticos sobre políticas, processos, procedimentos,
atividades, teorias e metodologias que integram o fluxo de informação no continuum da
produção, mediação e gestão da informação, considerando os contextos sócio-culturais
local, regional, nacional e transnacional.
A linha de pesquisa Informação, Comunicação e Processos Tecnológicos comporta
estudos
interdisciplinares,
teóricos
e
pragmáticos
sobre
política,
processos,
procedimentos, atividades, teorias e metodologias que integram a rede sociotécnica entre
informação, comunicação e processos tecnológicos, considerando os contextos sócioculturais local, regional, nacional e transnacional.
A missão do programa é promover a qualificação de pesquisadores oriundos de
diferentes campos do conhecimento, na área estratégica de concentração, Informação,
Tecnologia e Inovação. A visão do programa é tornar-se referência nos cenários local,
regional, nacional e internacional, na qualificação de pesquisadores, na área estratégica de
concentração, Informação, Tecnologia e Inovação.
O programa atua com base nos seguintes valores:
a) compromisso com princípios democráticos, éticos e morais, nas atividades de
ensino, pesquisa, extensão, inovação e gestão;
b) empenho com a manutenção, a ampliação e a qualificação do Sistema Nacional
de Pós-Graduação (SNPG), especialmente, com a Área de Avaliação 31,
Comunicação e Informação, e com a Área Básica, Ciência da Informação;
c) engajamento com o desenvolvimento social, político, econômico e cultural da
comunidade acadêmica da Ciência da Informação, especificamente, dos seus
respectivos discentes, docentes, egressos e técnico-administrativos;
d) responsabilidade com o desenvolvimento técnico-científico sustentável,
sobretudo, nos domínios das pesquisas e dos produtos delas decorrentes;
e) fundamento nas boas práticas de pesquisa, contemplando integridade,
reputação e retratação, na produção, na comunicação e na divulgação da
Ciência, Tecnologia & Inovação (CT&I).
Tomando como base aqueles valores, esperam-se, como resultados, os seguintes
valores gerados:
a) docentes atuantes nas atividades de ensino, pesquisa, extensão, inovação e
gestão;
b) discentes atuantes nas atividades de ensino (estágio docente), pesquisa,
extensão, inovação e gestão (representação colegiada);
c) egressos qualificados em alto padrão, na área estratégica de Informação,
Tecnologia e Inovação, adequados às demandas sociais, sobretudo, locais e
regionais e nacionais;
d) produção intelectual (bibliográfica, técnica e artística), de discentes, docentes e
egressos, com elevado índice de qualidade;
e) colaboração com outros programas de pós-graduação, notadamente, com
aqueles da área básica da Ciência da Informação, que atuam em áreas de
concentração distintas, porém, afins;
f) resolução, em última análise, de problemas concretos apresentados pelos
diversos setores sociais, no domínio da área estratégica, Informação, Tecnologia
e Inovação, especialmente, locais, regionais e nacionais.
O programa tem os seguintes objetivos:
a) proporcionar o aprimoramento no campo da informação, visando oferecer ao
discente elevado padrão técnico, científico e profissional;
b) desenvolver um ambiente de incentivo à produção de conhecimento em
informação, tecnologia e inovação, a partir da integração entre ensino, pesquisa
e extensão;
c) formar recursos humanos que atendam às exigências de qualificação e expansão
do ensino superior, da profissionalização e da pesquisa em informação,
tecnologia e inovação.
2.4.2.2 Mestrado Acadêmico em Filosofia
O Programa de Pós-graduação em Filosofia (PPGFIL) da UFAL foi fundado em 2018.
Ele oferta atualmente um mestrado acadêmico, que tem como intuito principal formar
profissionais qualificados para a pesquisa e a docência no campo da Filosofia. O programa
visa combinar a especificidade da formação filosófica com uma grande diversidade de
conteúdos e campos de competência, formando pesquisadores aptos a participar do
debate filosófico e a submeter seu trabalho à apreciação de seus pares. Para tanto, ele
conta atualmente com duas linhas de pesquisa: (i) Subjetividade e sociedade e (ii)
Linguagem e Cognição, compostas por um quadro total de 11 docentes. Nossa meta, com
o estabelecimento do PPGFIL, é promover e fortalecer a cultura da pesquisa acadêmica em
Filosofia na UFAL, o que se dará por meio da criação e manutenção de grupos e seminários
de pesquisa, da realização de eventos, da oferta de disciplinas inovadoras e da progressiva
internacionalização de nosso Programa.
O PPGFIL/UFAL tem por objetivos:
a) formar pessoal em nível de Mestrado Acadêmico na área de Filosofia para atuar
no magistério superior e no desenvolvimento da pesquisa em Filosofia;
b) fomentar atividades de pesquisa em Filosofia, tendo em vista a produção, o
aprofundamento e a difusão de conhecimentos filosóficos;
c) promover o intercâmbio e a cooperação acadêmica com instituições de ensino e
pesquisa nacionais, estrangeiras e internacionais.
2.4.2.3 Mestrado Acadêmico em História
Fundado em 2012, o Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL) possui uma trajetória histórica ainda curta, porém
com capacidade de conquistar cada vez mais visibilidade, sobretudo por possuir um corpo
docente comprometido com a qualidade da formação dos nossos discentes. O objetivo é
oferecê-los a oportunidade de aperfeiçoar sua formação profissional na área de pesquisa
e ensino de História e contribuir para a produção intelectual de Alagoas, melhorando a
qualidade do ensino nas escolas da rede básica e ocupando espaços em institutos de
pesquisa que trabalham com história e memória do território alagoano e também fora dele.
O Corpo Docente do PPGH, conscientes do seu papel social no estado de Alagoas,
propõem-se a alargar os horizontes acadêmicos de discentes ávidos por maiores e
melhores oportunidades de trabalho, mas não apenas isso. Os discentes também são
incentivados a promover, juntamente com seus orientadores e professores, a consciência
histórica local, fomentando a discussão entre passado e presente a partir da história de
Alagoas ou vista de Alagoas.
O PPGH da UFAL tem como área de concentração Poder, Cultura e Sociedade,
abrangendo conceitos, debates teórico-metodológicos e temáticas específicas dessa área.
Essa perspectiva mais generalizante justifica-se pelo propósito de aglutinar, em torno de
um eixo dialogante, os diferentes perfis dos professores/pesquisadores – e suas
diversificadas produções intelectuais – que compõem o curso, marcando uma identidade
múltipla em constante dinamismo baseado na pluralidade. Relações de poder e práticas e
representações culturais construídas pela sociedade em diversos recortes geográficos
(Alagoas, Brasil, África, América Latina e Europa) e temporais (medievalidade,
modernidade e contemporaneidade) constituem a identidade do Programa de PósGraduação em História da UFAL.
2.5. ELEMENTOS DOS PLANOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS QUE
DIALOGAM COM O ICHCA
Entre os principais planos nacionais e internacionais ressaltam-se o Plano
Plurianual (PPA), os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e o Plano Nacional
de Educação (PNE), com os quais os cursos do ICHCA demonstram alinhamento em termos
de seus eixos e objetivos.
2.5.1 Plano Plurianual 2024-2027
O PPA nos apresenta um elenco de objetivos estratégicos organizados em três
eixos: desenvolvimento social e garantia de direitos; desenvolvimento econômico e
sustentabilidade socioambiental e climática; e defesa da democracia e reconstrução do
Estado e da soberania.
Em observação às atividades acadêmicas desenvolvidas e propostas pelos cursos
do ICHCA, pode-se constatar que há forte vinculação destes com o PPA, a exemplo:
a) Enfrentar a insegurança alimentar e a pobreza; Ampliar a qualidade dos ensinos
médio, técnico e superior;
b) Fortalecer a economia criativa, a memória e a diversidade cultural, valorizando a
arte e a cultura popular em todas suas formas de expressão;
c) Promover os direitos humanos como instrumento de inclusão social e proteção de
pessoas e grupos vítimas de injustiças e opressões;
d) Reforçar políticas de proteção e atenção às mulheres, buscando a equidade de
direitos, a autonomia financeira, a isonomia salarial e a redução da violência;
e) Promover os direitos dos povos indígenas, quilombolas e populações tradicionais,
assegurando vida digna e cidadania com a valorização da sua cultura, tradições,
modos de vida e conhecimentos;
f) Combater o racismo e promover a igualdade racial de modo estruturante e
transversal;
g) Ampliar o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação para o fortalecimento
do Sistema Nacional de CT&I, a cooperação Estado-institutos de pesquisa-empresas
e a cooperação internacional para superação de desafios tecnológicos e ampliação
da capacidade de inovação;
h) Ampliar a geração de oportunidades dignas de trabalho e emprego com a inserção
produtiva dos mais pobres;
i) Reduzir as desigualdades regionais com maior equidade de oportunidades;
j) Ampliar a democracia participativa, a transparência e o controle social;
k) Promover a ampliação e o contínuo aperfeiçoamento das capacidades estatais;
l) Promover a cooperação internacional e o desenvolvimento regional integrado
2.5.2 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
A busca por uma sociedade mais justa e respeitosa ao meio ambiente fez surgir, por
intermédio da Organização das Nações Unidas (ONU), os 17 Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável. A história do ICHCA, desde seus primórdios como Faculdade de Filosofia e
Ciências Humanas, tem perseguido esse modelo de sociedade requerido pela ONU.
A boa formação de profissionais, sejam eles bachareis ou licenciados, já aponta para
a perspectiva de uma sociedade com oportunidades de transformação. Formar professores
para atuação em todos os níveis de ensino solidifica as pretensões dos cursos de graduação
e pós-graduação do ICHCA.
Entre os objetivos, destacamos aqueles que, mais diretamente, são identificados
como alinhamento muito forte do ICHCA:
a) Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as
idades;
b) Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover
oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos;
c) Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas;
d) Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego
pleno e produtivo e trabalho decente para todos;
e) Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles;
f) Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e
sustentáveis.
2.5.3 Plano Nacional de Educação
O Plano Nacional de Educação (PNE), descrito em forma de lei ordinária,
determinou 20 metas para a educação no Brasil, envolvendo todos os níveis de formação.
Seus objetivos se coadunam com os delineamentos dos cursos do ICHCA, especialmente
aqueles que se voltam para a formação de professores da educação básica. A oferta de
cursos de pós-graduação amplia a perspectiva de melhorar a qualidade do ensino por meio
da formação dos docentes.
2.6 PERFIL ADMINISTRATIVO DA UNIDADE
O ICHCA, para dar conta de suas atividades que se realizam em 5 prédios
diferentes, distribui seus docentes em 8 Setores Acadêmicos. Seus técnicos administrativos
ocupam 13 secretarias específicas aos cursos de graduação e pós-graduação, laboratórios
de TV, Rádio, Informação, Documentação, Leitura, Corpo I e Corpo II, Teatro de animação
e Informática. Há também a perspectiva de adequação dos laboratórios destinados à
encenação, maquiagem e figurino. O horário de funcionamento do ICHCA é de 7h às 22h.
Esse cenário ainda carece de outros espaços que correspondam às exigências de
uma ideal formação acadêmica na Unidade no que diz respeito aos laboratórios de ensino
e demais laboratórios específicos.
Pode-se, então, desenhar um perfil administrativo que a Unidade possui hoje,
representado nos quadros a seguir:
Quadro 3
Composição do corpo docente lotado na unidade
Classe
Titulação
Auxil.
Assist.
Adjunt.
Associad.
Ttitular
Esp.
1
0
1
0
0
M.e.
0
5
9
0
0
0
D.r.
1
57
31
2
Regime
Quantidade
DE
20h
40h
102
1
3
Fonte: Sistema SIGRH/UFAL
Quadro 4: Quantitativo de docentes por titulação e classe em cada setor acadêmico
Composição do corpo docente por Setor Acadêmico
Regime
Setor
Classe
DE
20h 40h Auxil Assist. Adjunt
Associa
Titular
Biblioteconomia
12
0
0
0
0
7
5
0
Dança
5
0
0
0
2
3
0
0
Filosofia
20
0
0
0
1
12
7
0
História
20
0
0
1
1
10
8
0
Jornalismo
13
0
3
0
0
12
3
1
Música
9
1
0
0
1
6
2
1
Relações Públicas
13
0
0
0
0
10
4
0
Teatro
10
0
0
0
1
9
1
0
Fonte: Sistema SIGRH/UFAL
Quadro 5
Carga horária semanal: média, mediana e desvio padrão
Curso de Graduação
Carga horária
Biblioteconomia
Dança
Filosofia
História Bacharelado+Licenciatura
Jornalismo (Vesp+Noturno)
Música
Relações Públicas (Vesp.+Noturno)
120 + 9
173
154 + 68*
308 + 11*
300 + 29*
175
334 + 26*
Teatro
178 + 5*
Total de
docentes
Média
12
5
20
20
16
10
13
10,75
34
11,10
15,95
20,56
17
27,69
10
18,30
Mediana
Des.
Pad.
*Os cursos de Filosofia, História, Jornalismo, Relações Públicas e Teatro cumprem carga
horária também na oferta externa.
Quadro 6
Carga horária semanal: média, mediana e desvio padrão
Curso de Pós-Graduação
Mestrado Acadêmico em Ciência da
Informação
Mestrado Acadêmico em Filosofia
Mestrado Acadêmico em História
Carga horária
Total de
docentes
Média
64
40
68
16
10
17
4
4
2
Mediana
Des.
Pad.
Quadro 7
RAP - Relação Aluno Professor*
Setor Acadêmico
Biblioteconomia
Dança
Filosofia
História
Jornalismo
Música
Relações Públicas
Teatro
Total da Unidade
RAP
51 : 12 = 4,25
19 : 5 = 3,8
59 : 20 = 2,95
104 : 20 = 5,2
88 : 16 = 5,5
12 : 9,5 = 1,26
81 : 13 = 6,23
27 : 10 = 2,7
441 : 105,5 = 4,18
No Quadro 7 não foram consideradas as quantidades de alunos atendidos por
intermédio da oferta externa.
Quadro 8
Docentes e técnicos afastados
4
2
Docentes
Técnicos
Quadro 9
Composição dos técnicos-administrativos por local de atuação
Setor
Cargo extinto ou
De livre
impedido de provimento provimento
Quant.
Biblioteconomia
1
0
1
Dança
1
0
1
Filosofia
1
0
1
História – Bacharelado
0
0
0
História – Licenciatura
1
0
1
Jornalismo
6
0
6
Música
1
0
1
Relações Públicas
2
0
2
Teatro
4
2
2
Quadro 10
Infraestrutura da Unidade
(Atenção para o levantamento de patrimônio já realizado nas Unidades)
Quant
47
Salas de reunião
2
Auditórios
4
Laboratórios
23
Banheiros 18;
Outros
Centros Acadêmicos 4;
ambientes
Administrativo 17;
outros 41
Salas de aula
m²
Situação
Carente de manutenção
Carente de manutenção
Carente de manutenção
Carente de manutenção
Carente de manutenção
Quadro 11
Infraestrutura da Unidade por Setor Administrativo/Acadêmico Infraestrutura
Sala de
Sala de
Sala
Salas de
Centro
Banh. Laborat. Auditório
Outros
aula
prof. administr reuniões acadêmico
Secretaria
Geral
Bibliotecono
mia
0
2
1
1
0
1
0
0
1
2
4
5
0
0
3
1
1
11
Jornalismo e
Rel.Públicas
13
4
11
1
13
3
0
1
11
Filosofia
8
0
0
1
7
3
0
0
6
História Bac
História Lic
8
4
1
0
10
2
1
1
2
9
2
3
1
1
2
0
0
9
7
2
2
0
0
3
0
1
1
47
18
23
4
31
17
2
4
41
Música
Teatro e
Dança
Total
Quadro 12
Orçamento da Unidade (2029-2023)
2019
R$ 48.514,23
2020
R$ 25.139,01
2021
R$ 611.774,13
2022
R$ 100.284,14
2023
R$ 143.299,05
Quadro 13
Parcerias Interinstitucionais
Programas ProUfal
Projetos TED
IPHAN
Parlamentares
Governo do Estado de Alagoas
Outras Parcerias
FAPEAL
Universidade de São Paulo – USP
Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas
Arquivo Público de Alagoas
Tribunal de Justiça
Escola Municipal Padre Pinho
HUPAA
ABRAPCORP
EBC
Prefeitura Municipal de Penedo
FUNDEPES
SESC
Universidade Federal de Sergipe (UFS)
CNPq
CAPES
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
PUC Valparaíso
Grupo de Pesquisa Pallavi/Unicamp
Cúria Metropolitana de Maceió
Associação Comercial
Memorial da Justiça do Trabalho Pontes de MIranda
Museu da Imagem e do Som (MISA)
Museu Théo Brandão
Escolas Públicas
2.7 PERFIL ACADÊMICO DA UNIDADE
Quadro 14
Ensino de Graduação
Vagas
Ingressantes Concluintes
Ofertadas
Biblioteconomia
Noturno
50
51
30
Dança
Matutino
35
19
5
Filosofia
Noturno
60
59
17
História Bacharelado
Vespertino
40
35
16
História Licenciatura
Noturno
60
69
32
Jornalismo
Vespertino
40
41
26
Jornalismo
Noturno
40
47
16
Música
Matutino
30
12
6
Relações Públicas
Vespertino
30
41
16
Relações Públicas
Noturno
30
40
8
Teatro
Vespertino
40
27
18
Total da Unidade
455
441
190
Nome do curso
Turno
Taxa de
sucesso*
1,7
3,8
3,47
2,19
2,16
1,58
2,94
2
2,56
5
1,5
2,32
Quadro 15
Ensino de Pós-Graduação (stricto sensu)
Nome do programa
Conceito
Capes
Ingressantes
Concluintes
M
M
Taxa de
sucesso
M
Ciência da Informação
3
18
11
1,64
Filosofia
3
sem ingressantes
em 2022
Sem concluintes em
2022
História
4
12
17
0,71
Quadro 16
Ensino de Pós-Graduação (lato sensu)
Nome do curso
Ingressante
Concluintes Taxa de sucesso
s
Especialização em Arte e Sociedade
8
8
1
Especialização em Assessoria de Comunicação
25
23
1,09
Quadro 17
Pesquisa
Linha de pesquisa
Ética e Filosofia Política
Projeto de pesquisa
Formação moral e bom governo: ética e
filosofia política na antiguidade
Maquiavelianas
Mulheres no Renascimento
Quantidade de
Produção Interna
Orientações:
PIBIC: 4
Mestrado: 3
Doutorado (PPGFIL /UFS): 2
Mulheres na Filosofia
Os fundamentos da moral na Filosofia do século
XVII
A recepção da ética estoica no Renascimento e
na Modernidade - Projeto Universal
Financiamento CNPq/MCTI Nº 10/2023
As escolas helenísticas e sua recepção no
humanismo francês
Subjetividade e Sociedade
Estética Contemporânea: Arquivo, memória e
performance
Orientações:
Pibic: 4
Mestrado Acadêmico
externos:3,
Mestrado Profissional
externo: 3
PPGFil: 2
Estética e dialética
Estética como crítica ao capital
Pibic 2
Estética(s) do Cinema
Projeto (finalizado): A era das imagens e as
metamorfoses da percepção
Pibic
Linguagem e Cognição
Os experimentos de pensamento na confluência
entre a filosofia e a literatura (Projeto PIBIC) -
Pibic: 04
Filosofias, Artes e Estéticas
da América Latina
Subjetividade e Sociedade
A Lógica e o Discurso Normativo (PIBIC
encerrado em 2019). Projeto ativo no PPGFIL.
- Profa. Juliele Sievers
Pibic: 02
Mestrado PPGFIL: 04
Formação Moral e Filosofia Política
187 produções
Contingência, natureza e experiência em
Malebranche e nas controvérsias sobre o
ocasionalismo
Da estesiologia do corpo ao Corpo Sem Órgãos
Da intuição como método à intuição como
Weltanschauung: Jung leitor de Bergson
Do homem falível ao cogito partido: ontologia e
hermenêutica em Paul Ricoeur
Filosofia, memória e arquivo
Tempo e acontecimento na Filosofia
Contemporânea
Linguagem e Cognição
A Lógica e o Discurso Normativo
99
Linguagem, Mente e Subjetividade em
Wittgenstein – Um estudo Gramatical de
Conceitos Psicológicos
O lugar da Ciência na cultura: uma investigação
filosófica acerca da natureza e dos limites da
ciência moderna.
Pragmatismo, Cognição e Linguagem: desafios
contemporâneos à racionalidade
Probabilidade e Racionalidade: Perspectivas em
Epistemologia e Teoria da Decisão
Significado e Disposições
Reprodução Social
As tendências interpretativas da crise econômica
brasileira (2011-2020) no contexto da hipertrofia
do capital financeiro (Financiamento CNPq)
Doutorado: 03 orientações
Graduação: 01 orientação
A DIALÉTICA DO CAPITAL FINANCEIRO E SEU
REFLEXO NA ECONOMIA ALAGOANA
(Financiamento Fapeal)
Comunicação pública,
opinião pública e públicos
em movimentos
Discursos e controvérsias de um desastre: um
estudo de caso das disputas de sentidos na CPI
da Braskem no Brasil
Comunicação
Organizacional e Relações
Públicas
Aplicação da Lógica Fuzzy nos Campos
Comunicação Organizacional e Relações Públicas
3 artigos
4 orientações de iniciação
científica
(NEPEC)
Comunicação estratégica, divulgação científica e
processos educomunicativos para o combate à
fome e à insegurança alimentar: o olhar
investigativo no território alagoano (Sandra
Nunes Leite, Emanuelle Rodrigues, Laura
Pimenta - em colaboração com o projeto USP
INCT de combate à fome)
3 orientações de iniciação
científica
Midiatização, discurso e
cidadania
Produção, recepção e circulação dos discursos
sobre a Covid-19 (Manuela Callou
2
Inteligência Artificial
Aplicada
Case Outcome Prediction for Brazilian Courts
(André Lage Freitas)
3
4 orientações de pesquisa
e extensão
2 orientações de TCC
Comunicação e Significação
Mídia, Fotografia e Cultura
Linguagens e Culturas
Visuais
Poéticas da Dança e
Transculturalidades
Processos de Criação e Formação em Dança:
Desenvolver pesquisas sobre ensino,
aprendizagem e processos de criação em Dança
frente às diversidades estéticas e culturais, bem
como em relação com outras linguagens
artísticas.
Dinâmicas Transculturais nas Poéticas do
Movimento: Compreender a complexidade das
dinâmicas poéticas nas práticas de movimento
das diversas tradições culturais, em termos de
sua valorização e construção de uma educação
que incentive as relações positivas, através dos
estudos das artes e das pesquisas sócio-políticas
culturais. (Joana Pinto)
Cinema e diálogos
interartísticos
Expressões artísticas,
história e sociedade
Atores e Brincantes;
Tradições Cênicas
Brasileiras e e Cenas entre
Tradições
Artes Cênicas na Rua /
Teatros de Rua
Circo e suas Vertentes e
Palhaçaria
Contações Cênicas e Canto
Cênico
Documentação e Registros
de Artes Cênicas, Cena e
Rito e Produção Cultural
Cênica
Pedagogias das Máscaras,
Comicidades e Commedia
dell’Arte
Perfomance e
Corporeidades
2
Brincatuar, Artífices Cênicos
História, Memóra e
Patrimônio Documental
(CPDHIS)
Alagoas histórica digital
Fontes Históricas e
Produção do Conhecimento
(CPDHIS)
Produção, Mediação e
Gestão da Informação
Informação, Comunicação e
Processos Tecnológicos
Laboratório de Pesquisas e
Práticas em Educação
Musical
(LaPPEM)
Música, Sociedade,
Afetividades e Gênero
Quadro 18
Número de docentes participantes em pesquisas
Setor Acadêmico
Biblioteconomia
Dança
Filosofia
História
Jornalismo
Música
Relações Públicas
Teatro
Total da Unidade
Quantidade
09
05
11
11
05
05
05
09
61
Quadro 19
Ações de extensão realizadas pelo ICHCA no ano de 2023
Ações de extensão
Categoria:
N° de
N° de
Programa,
N° de
N° de
Carga Quant. de
membros
Membros
Projeto, Curso,
Docentes
Discentes
horária público
na equipe
Externos
Evento,
participantes participantes
total atendido
executiva
participantes
Produto.
Cineclube Intacta Retina
projeto
24
1
23
1
200
200
3ª Jornada Estética(s) do Cinema:
Filosofia & linguagem audiovisual
evento
8
5
1
2
35
100
Ferramentas básicas de Realização
Audiovisual para pesquisadores em
Filosofia e Ciências Humanas
curso
2
2
0
1
16
10
ATIVIDADE CURRICULAR DE
EXTENSÃO 04 - PROJETO 2 – PARTE 1
projeto
11
1
10
0
54
50
Grupo de Saxofones da UFAL
projeto
11
6
5
4
250
2000
Atividade Curricular de Extensão ACE 01
curso
20
1
19+
54
16
Núcleo de Pesquisa e Extensão em
Artes da América Latina (ICHCA)
Projeto
1
9
9
0
300
800
PROJETO CLUBE DE LEITURA O
JARDIM
Projeto
2
4
2
0
120
50
Seminário "Comunicação e Pesquisa:
Diálogos nas Plataformas Digitais"
Evento
10
2
5
3
3
93
Laboratório de História da Arte –
Lahisa
Projeto
6
2
3
0
4
não
informad
o
Veredas: subjetividade e
corporeidade no contemporâneo.
Projeto
1
1
0
0
30
24
IV Seminário em Música
Evento
5
3
0
2
8
60
CURSO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA
DOS PROJETOS DE EXTENSÃO DO
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
PROFESSOR ALBERTO ANTUNES –
HUPAA
Curso
8
1
3
4
40
60
Evento
68
9
54
8
1000
5
V Colóquio Diálogos Interdisciplinares
sobre Gênero, Raça e Sexualidade:
corpos, corpoas, corpes
desobedientes
Palestra: Trânsitos e Transmissões:
Aproximações e distanciamentos
entre um Terreiro de Umbanda e o
Teatro
Evento
2
1
1
0
3
20
Roda de Choro Pedagógica
projeto
9
2
6
1
250
Não
informado
II CICLO DE DEBATES SOBRE
FILOSOFIA E SUA IMPORTÂNCIA PARA
ATUALIDADE
Evento
8
2
0
5
12
120
IDMOOVE - Identidade, Diversidade e
Movimento
Evento
22
6
15
0
3
200
Oficina Luz'Arte - Iniciação Teatral
Curso
5
2
3
0
12
15
OFICINA DE TEATRO DO OPRIMIDO
PARA A COMUNIDADE LGBTQIA+
Curso
3
2
1
0
15
25
Poetizando Vivências
Curso
3
2
1
0
12
42
OFICINA DE INICIAÇÃO TEATRAL
Curso
5
2
3
0
15
30
Jogos teatrais
Curso
4
2
2
0
15
25
Oficina de Iniciação Teatral: Cultura
para Todos
Curso
3
2
1
0
16
24
ARQUIVO:AÇÕES TEÓRICAS E
PRÁTICAS ACE - 5 (2022.2)
Curso
11
1
9
0
45
Não
informado
II RODA Conversas de Artes Cênicas
na Ufal. Convidados especiais:
Alexandre Malhone (família circense
Guaraciaba), Samir Jaime e Bianca
Fina (Duo Caponata)
Evento
37
5
27
5
8
450
Entre memórias e histórias da dança
em Alagoas: composições
coreográficas de um tempo passado
Evento
6
5
0
0
5
23
OFICINA DE CIRCO / PALHAÇADA 2
Curso
3
2
1
0
15
20
PREVEMUS - Curso Preparatório para
o Vestibular de Música - 2a. Edição
Curso
4
1
3
0
30
Não
informado
II EM CENA II Encontro Nacional de
Artes da Cena da UFAL -Arte e
Democracia
Evento
25
3
22
0
20
200
Pluralidades Cênicas - Semana
Acadêmica do Curso de Teatro
Licenciatura da UFAL - Edição 2023.1
Eveno
28
5
23
0
60
294
Programa de educação de usuários
do Sistema de Bibliotecas da
Universidade Federal de Alagoas
Projeto
7
1
0
0
100
Não
informado
CRÍTICA À MODERNIDADE: UMA
PERSPECTIVA PÓS-MODERNA E
DECOLONIAL
Curso
3
1
1
0
5
15
FiloCambo 1°JORNADA DE
APRESENTAÇÃO DE PESQUISA EM
ANDAMENTO do ICHCA UFAL
Evento
6
5
0
0
6
55
MANIFESTO PELA REVOLUÇÃO NA
MODA - Semana Fashion Revolution
Maceió 2023
Evento
23
1
7
7
20
Não
informado
CLARABÓIAS - Séculos 20-21
produto
3
2
1
0
8
Não
informado
1º A Cenografia Dança
evento
18
3
15
0
20
100
Escreva-se introdução à escrita
criativa
curso
3
2
1
0
18
Não
informado
Desenvolvimento dos conteúdos
teóricos e práticos da área de
tecnologias de informação,
comunicação e inovação.
curso
10
2
8
0
27
Não
informado
Laboratório de Trompete de Alagoas
projeto
3
1
2
0
144
Não
informado
Junina das Artes
projeto
5
1 + 1 técnico
2
0
40
20
1ª Mostra de Objetos em
Performance
evento
10
1
9
0
20
100
1º Ciclo de Formas Animadas
evento
17
1
16
0
20
100
II ENCRUZILHADAS CÊNICAS:
Encontro de disciplinas do Curso de
Teatro Licenciatura da Ufal e Grupo
de Pesquisa Brincantuar
evento
43
6
37
0
25
83
Cineclube Ufal - Mundaú
projeto
7
1
6
0
140
Não
informado
Mostra Alagô de Dança (III Edição)
evento
19
4
12
3
50
200
“ESPIRAL DAS CORES”
evento
8
2 + 1 técnico
5
0
20
40
Oficina de Produção de Escrita
Acadêmica e Criativa: um encontro
possível?
curso
11
6 + 1 técnico
4
0
8
Não
informado
IV Seminário PELD Costa dos Corais –
AL
evento
8
3 + 1 técnico
4
0
20
95
Filosofia e Cinema: As culturas
populares no audiovisual de América
Latina (Filomove no Cine Pilarense)
curso
1
1
0
0
8
250
Histórias Dissidentes: Estudos
Feministas e História LGBTQIA+ no
Brasil
curso
13
1
12
0
50
60
PROGRAMA LIGA ACADÊMICA DE
DIREITO E RELAÇÕES
INTERNACIONAIS
projeto
16
5
10
1
232
Não
informado
Conservação preventiva de acervos
bibliográficos
curso
2
2
0
0
12
8
Acervo do Centro de Pesquisa e
Documentação Histórica CPDHis/ICHCA/UFAL
projeto
8
6
2
0
864
Não
informado
Oficina para instrumentos de corda
orquestral
curso
4
1 + 1 técnico
1
1
40
Não
informado
HS Musical no Nordeste
evento
2
2
0
0
8
Não
informado
Agência de Web Jornalismo - Web
JOR
projeto
35
6+2
técnicos
3
24
300
Não
informado
Atividade Curricular de Extensão ACE 01
curso
19
1
18
0
54
16
OFICINA COMUNICAÇÃO E
MOVIMENTOS SOCIAIS
curso
20
1
17
2
12
38
LAB Serpenteando: Experiventrando
Criação e Composição em Dança
curso
3
3
0
0
80
180
ACE 2 : Organização e Tratamento da
Informação
projeto
11
1
10
0
12
Não
informado
Minicurso de áudio
curso
3
2 técnicos
1
0
30
Não
informado
LEBRE - leituras brasileiras na
extensão (Módulo 2/2023)
projeto
9
1
8
0
64
394
ACE 02: ORGANIZAÇÃO E
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
2022.2
projeto
11
2
9
0
54
Não
informado
DragLise: Núcleo de Estudos e
Visualidade em Performance Drag
Queen
projeto
3
1
2
0
20
Não
informado
VII Congresso Brasileiro de
Iconografia Musical - CBiM
evento
7
2+2
técnicos
3
0
60
Não
informado
Laboratório de Educação Musical
projeto
10
1 + 1 técnico
8
0
320
50
Inventário do arquivo permanente do
Museu Théo Brandão de
Antropologia e Folclore
projeto
2
1+1
técncico
0
0
248
Não
informado
A dietética do esquecimento
projeto
5
1 + 1 técnico
2
1
240
Não
informado
ANATOMIA EM MOVIMENTO - O
PASSO A PASSO DE UMA PRÁTICA
FUNDAMENTAL
curso
2
1
1
0
60
20
Curso de Áudio para Iniciante
curso
3
2 técnicos
1
0
30
Não
informado
Histórias Dissidentes: Estudos
Feministas e História LGBTQIA+ no
Brasil XX-XX1
projeto
8
1 + 1 técnico
2
4
240
Não
informado
Curso de Extensão em Saxofone
curso
3
1 + 1 técnico
0
0
120
10
Programa de Orientação Acadêmica e
Integração para Calouros(POA)
projeto
5
1
4
0
300
Não
informado
Agência Experimental de Relações
Públicas
projeto
6
3 + 1 técnico
2
0
1044
2000
Acervo DragLise: história e
visualidades em Alagoas
projeto
2
1
1
0
144
Não
informado
Laboratório Colaborativo de
Comunicação: comunicação
estratégica para grupos em situações
de desastre socioambiental
projeto
14
4+1
9
0
580
Não
informado
Histórias das Áfricas nas escolas
públicas de Alagoas: descontruindo
preconceitos e repensando uma
educação antirracista através de
estratégias pedagógicas
projeto
2
1
1
0
768
Não
informado
Relações Públicas em programa de
enfrentamento à insegurança
alimentar
projeto
10
3+2
técnicos
7
0
172
Não
informado
Música, Sociedade e Conhecimento:
UFAL e inclusão social no "palco"
penedense.
projeto
13
3 + 1 técnico
8
1
20
Não
informado
Oficina de Teatro Máscaras em Cena
curso
3
2
1
0
15
31
I Encontro de Mulheres que
Pesquisam Futebol
evento
6
1 + 1 técnico
1
3
2
Não
informado
Oficina de Maquiagem para a cena
curso
3
2
1
0
16
17
"Comment allez-vous": podcast de
culturas em língua francesa
produto
8
2
6
0
320
Não
informado
Oficina de Introdução ao Teatro Jogo e Encenação
curso
3
2
1
0
20
6
I Jornada Filosófica: Educação,
Cultura e Arte
evento
9
3
6
0
12
60
Curso de Música Latinoamericana e
Argentina.
curso
4
3
0
1
4
14
Musicalização Infantil
curso
8
2
6
0
20
Não
informado
OS FUNDAMENTOS DA
FINANCEIRIZAÇÃO NO PENSAMENTO
MARXIANO
evento
6
3
3
0
8
33
13ª Universidança - Semana
Acadêmica do Curso de Licenciatura
em Dança: Matrizes em Movimento
evento
65
14 + 1
técnico
42
8
45
280
Oficina de Iniciação Teatral 1
curso
3
2
1
0
16
6
Teatro performático para mulheres
curso
3
2
1
0
16
Não
informado
Photoperformance: um experimento
de construção de personagens a
partir de elementos da natureza
curso
3
2
1
0
16
15
Ciclo Formativo em Educação Musical
curso
2
1
1
0
20
Não
informado
PROJETO PARA COBERTURA PELAS
RÁDIO E TV UFAL DA DA BIENAL
INTERNACIONAL DO LIVRO DE
ALAGOAS
projeto
19
2+2
técnicos
14
1
240
Não
informado
Harmonia e Improvisação na prática
de Instrumentos Musicais nos estilos
: Jazz. Choro e Bossa Nova.
curso
2
1 + 1 técnico
0
0
60
22
Laboratório de Pesquisa em Escrita
Acadêmica - Brincantuar em Estudos
Acadêmicos: ARTIGO
curso
4
3
1
0
40
20
Exposição de arte
produto
5
1 + 1 técnico
3
0
8
Não
informado
Educação e universidades na Idade
Média
curso
2
1 + 1 técnico
0
0
180
Não
informado
Oficina de atuação e dramaturgia
para cinema
curso
6
1 + 1 técnico
2
2
36
10
Estudos da Comicidade: Commedia
dell’Arte e Máscaras da Cultura
Popular Brasileira
curso
2
2
0
0
120
Não
informado
III Encontro de Violinos da Ufal –
ENVIFAL
evento
4
1
1
2
20
25
I Workshop Itinerante de Violino
evento
4
1
1
2
20
25
Apresentação musical no Fórum de
Pesquisa do Hospital Universitário da
Ufal
evento
3
1
2
0
9
100
Clube de leitura: literatura,
jornalismo e povos originários
evento
1
1
0
0
2
Não
informado
PROMOÇÃO DA SAÚDE DISCENTE
ATRAVÉS DE VÍDEOS MOTIVADORES
projeto
15
9+2
3
1
240
Não
informado
Festival de Música de Penedo
evento
2
1 + 1 técnico
0
0
2
Não
informado
Abertura Artístico cultural
evento
2
1
1
0
4
Não
informado
Recitais didáticos
produto
2
1
1
0
6
Não
informado
Apresentação musical didática
produto
2
1
1
0
6
Não
informado
Recital Didático
produto
2
1
1
0
6
Não
informado
Apresentação musical
produto
2
1
1
0
4
Não
informado
Recital Classe de Trompetes
produto
2
1
1
0
4
Não
informado
Recital Classe de Trompete
produto
2
1
1
0
4
Não
informado
Recital de Trompete
produto
2
1
1
0
4
Não
informado
Pout porri musical
produto
2
1
1
0
72
Não
informado
Roteiros Históricos de Maceió:
Praças, Igrejas, Ruas e Monumentos
projeto
4
1 +1
0
2
6
Não
informado
Filosofias do Corpo em perspectiva
Latino-americana: Coletivo Tango
Mulher Maceio
curso
4
2
0
2
300
Não
informado
II FiloCambo 2° JORNADA DE
APRESENTAÇÃO DE PESQUISA EM
ANDAMENTO do ICHCA UFAL
evento
16
5
11
0
6
Não
informado
REVISTA COSMORAMA
produto
2
1
1
0
80
Não
informado
Notas para um cenógrafo: Gustavo
Leite e a arte alagoana
projeto
3
1
2
0
100
Não
informado
Balé Adulto
curso
5
5
0
0
30
Não
informado
LP Musical 2023
projeto
5
2+2
técnicos
0
1
320
Não
informado
Gravação de obras de compositores
violonistas e não-violonistas
produto
2
1 + 1 técnico
0
0
300
Não
informado
Projeto MCZ Big Band 2023
projeto
8
1 + 1 técnico
6
0
216
Não
informado
Gravação do Opus 44 de Fernando
Sor para fins didáticos
produto
9
1+2
técnicos
5
1
580
Não
informado
Recital de Formatura - Ester Mota
evento
7
1 + 1 técnico
5
0
6
Não
informado
Semana da Música 2023
evento
19
16 + 3
técnicos
0
0
50
Não
informado
Casa de Música e Cultura de Paz
projeto
3
1
1
1
6
Não
informado
Sarau infantil na Creche Pro infância
Dr. Enoch Cavalcanti de Barros
evento
2
1
1
0
2
Não
informado
Sarau infantil na Escola Municipal
Lídia Rodrigues de Oliveira
evento
2
1
1
0
2
Não
informado
Sarau infantil na CMEI Professor
Silvânio Barbosa dos Santos
evento
2
1
1
0
2
Não
informado
Apresentação artística na Semana de
extensão e cultura da Ufal 2023
evento
2
1
1
0
1
Não
informado
Apresentação artística no 4o.
Workshop PEPPI Ufal
evento
2
1
1
0
1
Não
informado
Apresentação artística na 10a. Bienal
Internacional do Livro de Alagoas
evento
2
1
1
0
2
Não
informado
Recital Laboratório de Violino
evento
2
1
1
0
2
Não
informado
Recital de encerramento das
atividades de 2022 - LVU
evento
2
1
1
0
2
não
informad
o
Recital na Semana da Música 2022
evento
2
1
1
0
2
Não
informado
Sarau infantil - Laboratório de Violino
da Ufal
evento
2
1
1
0
3
Não
informado
Grupo de Clarinetas da UFAL
projeto
5
2
3
0
120
Não
informado
Recital do Laboratório de Violino da
Ufal
evento
2
1
1
0
2
Não
informado
SEMANA ACADÊMICA DE
BIBLIOTECONOMIA E ACOLHIMENTO
INSTITUCIONAL
evento
14
3
7
4
9
69
Oficina de podcast sobre internet
segura [Semana da Educação
Midiática]
evento
9
1
8
0
8
24
Catálogo Digital de Compositores
Alagoanos
projeto
6
1
5
0
250
Não
informado
Recital na Semana de Conclusão de
Cuross da ETA
evento
8
1 + 1 técnico
4
2
2
Não
informado
PROJETO DE AÇÃO CULTURAL:
“VARAL CULTURAL NA BIBLIOTECA
CENTRAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL
DE ALAGOAS”
evento
14
3
11
0
10
Não
informado
2o Gambiarra. Festival de Cinema do
Curso de Filosofia da UFAL
evento
18
1
17
0
3
Não
informado
Ensaio Aberto do Grupo de Saxofones
da UFAL
evento
13
1+3
técnicos
6
3
4
Não
informado
Recital de Clarineta de Andrilayne
Araújo
produto
8
2 + 1 técnico
4
1
71
50
A Cenografia Dança - 2ª Edição
evento
13
1
12
0
20
Não
informado
Exposição Dizeres da Arte - 2ª Edição
evento
59
1
58
0
20
Não
informado
“Em cuja fé protesto viver e morrer
na religião de Mahomet”:
Visualidades e Diásporas africanas
nas Alagoas (séc. XIX)
evento
5
1
4
0
2
Não
informado
IV Seminário Nacional e I
Internacional do NUDES SOCIEDADE,
EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS:
EQUIDADE NA DIVERSIDADE
evento
15
13
0
2
60
Não
informado
Pôr-se a caminho da metafísica.
curso
14
6
2
6
60
30
2.8 PARCERIAS DA UNIDADE
Os Setores Acadêmicos do ICHCA realizam trabalhos junto a instituições listadas
no Quadro 13, realizando ações de ensino, pesquisa e extensão.
2.9 PRINCIPAIS FORÇAS, FRAQUEZAS, AMEAÇAS E OPORTUNIDADES
Quadro 20: Análise de SWOT
FORÇAS
FRAQUEZAS
Multidisciplinaridade;
Possibilidade de projetos integrados em diferentes
áreas do saber;
Qualificação do corpo docente;
Competência para criação de novas unidades
acadêmicas;
Potencial para criação de projetos de extensão e de
pesquisa nas áreas de atuação da Unidade;
Possibilidade de integração para realização de ações de
ensino, pesquisa e de extensão entre setores da
Unidade;
Potencialidades para participação em projetos de
ensino financiados por órgãos de fomento (PIBID,
Residência Pedagógica);
Parte do corpo técnico-administrativo possui
qualificação no campo da gestão pública ou áreas
afins (com habilidade e disposição para os trabalhos
nos setores);
Disposição para a consolidação e constituição de
parcerias com outras Unidades;
Domínio de áreas essenciais de conhecimento com
inserção em matrizes curriculares de outras unidades
acadêmicas;
Experiência e engajamento de professores(as) e grupos
envolvidos em projetos de extensão;
Resultados das avaliações externas dos cursos de
graduação e de pós-graduação;
Potencial para criação de projetos de cursos de
mestrado e doutorado;
Organização estudantil em cada setor acadêmico do
ICHCA.
Perspectiva de participação de grupo de estudantes em
ligas acadêmicas;
Existência de laboratórios de apoio às atividades de
ensino, pesquisa e extensão.
Realização de importantes eventos acadêmicos
Dispersão geográfica;
Sobrecarga de trabalho;
Número insuficiente de servidores técnicoadministrativos;
Número insuficiente de servidores docentes;
Recursos orçamentários insuficientes para o ICHCA,
levando em consideração os espaços de
funcionamento e o número de setores;
Adoecimentos recorrentes;
Carência de pessoal técnico para atuação nos
laboratórios.
Carência de habilidade e/ou disposição de parte dos
técnicos para os trabalhos nos setores);
Multiplicidade de tarefas por falta de profissionais,
gerando sobrecarga e divisão individual de
responsabilidades;
Precariedade de instalações prediais e materiais.
OPORTUNIDADES
AMEAÇAS
Bom relacionamento com a reitoria.
Autonomia gerencial da Unidade Acadêmica.
Existência de Editais de Iniciação à docência (PIBID e
Residência Pedagógica)
Disponibilidade de recursos tecnológicos digitais de
informação e comunicação para melhoria dos
processos de ensino- aprendizagem, de pesquisa, de
extensão e de gestão.
Demanda da sociedade para interagir com o
conhecimento produzido no ICHCA.
Oportunidade de parcerias com Órgãos Públicos para o
desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e
extensão;
Adesão das áreas do ICHCA às políticas de incentivo à
internacionalização.
Existência de editais para premiação acadêmica.
Estagnação ou redução orçamentária para
instituições de ensino superior.
Insegurança nos ambientes de trabalho.
Ausência de previsão de novas vagas de técnico e
docente.
Instalações físicas insuficientes e inadequadas.
Situação de vulnerabilidade dos discentes.
Falta de condições para a ampliação da produção
intelectual, em função do reduzido corpo docente e
do acúmulo de funções de gestão, docência,
orientações e atividades de extensão.
Redução do número de servidores(as)
terceirizados(as).
Desconsideração das especificidades das áreas que
compõem o ICHCA: Ciências Humanas, Ciências
Sociais, Artes e Música.
Desconsideração do tamanho do ICHCA para
distribuição de bolsas e orçamento.
Redução na captação de recursos públicos para a
pesquisa.
Ausência de fomento à extensão universitária.
Número limitado de docentes para atender às
demandas das atividades de gestão, de ensino, de
pesquisa e de extensão.
Aumento da evasão estudantil.
Falta de um sistema informatizado para
acompanhamento de egressos.
Crescente número de processos vindos da
Ouvidoria, envolvendo conflitos estudantis, cuja
apuração não encontra respaldo em regulamento
específico.
3 SEÇÃO PROPOSITIVA
3.1 EXTRATO DO PDI: OBJETIVOS ESTRATÉGICOS, METAS E INDICADORES DO
ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
Quadro 21
Fonte: PDI/UFAL
Quadro 22
Fonte: PDI/UFAL
Quadro 23
Fonte: PDI/UFAL
3.2 MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAL PDI
Missão: A Universidade Federal de Alagoas tem por missão produzir e socializar
conhecimentos científicos, tecnológicos e culturais, a partir do ensino, da pesquisa e da
extensão, de modo a formar acadêmica e profissionalmente sujeitos capazes de atuar de
forma ética, inclusiva e democrática na sociedade.
Visão: Ser referência local, regional e internacional em ensino, pesquisa e extensão, de
forma ética, inclusiva, transparente, democrática e socialmente referenciada, de modo a
impactar positivamente a realidade social.
3.3 OBJETIVOS, METAS E INDICADORES DA UNIDADE - PLANO PLURIANUAL
(JANEIRO DE 2024 A DEZEMBRO DE 2027)
Análise de Cenários
O cenário da educação brasileira nos oferece como perspectiva para o período
correspondente a esse Plano a possibilidade de reconhecer tendências do
macroambiente, a partir dos aspectos políticos, legais e econômico-sociais. Tais
tendências apontaram para a identificação de oportunidades e ameaças de um cenário
que afeta diretamente a Universidade e, por conseguinte, o ICHCA.
O Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL nos aponta um conjunto de
metas gerais relativas aos seguintes aspectos: a) “Dimensão de Ensino de Graduação”;
b) “Dimensão de Ensino de Pós-Graduação, Pesquisa, Inovação e Empreendedorismo” e,
c) “Dimensão de Extensão”. Essas metas indicadas no PDI da UFAL foram tomadas no
Plano de Desenvolvimento do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes como
os objetivos da Unidade Acadêmica, para os quais foram atribuídas metas específicas,
assim como os indicadores e as estratégias, conforme apresentado nos quadros a seguir.
META ANUAL
Aumentar o
Conceito
Preliminar dos
Cursos do ICHCA
Aprimorar o
conceito de,
pelo menos, 3
cursos do
ICHCA
Avaliação CPC
Aumentar o
conceito de,
pelo menos, 2
cursos do
ICHCA
Avaliação CC
Aumentar o
Conceito dos
Cursos do ICHCA
não
enquadrados no
ENADE
ESTRATÉGIA
2024
INDICADOR
Buscar mecanismos
para
aprimoramento dos
cursos junto à
gestão universitária
que melhorem a
infraestrutura, a
adequação do índice
na relação alunoprofessor e
formação
2027
META
2026
OBJETIVO
ESTRATÉGICO
2025
Ensino de Graduação
DIMENSÃO
Quadro 24
1
1
1
1
1
continuada de
professores e
técnicos
Implementar ações
de autoavaliação
dos cursos
Padronizar rotinas
administrativas
vinculadas às
atividades de ensino
Planejar ambientes
com infraestrutura
adequada às
exigências do MEC
Aumentar a taxa
de sucesso dos
cursos do ICHCA
Diminuir a taxa
de retenção
em 10%
Diminuir a taxa
de evasão em
10%
Número de
formados em
cada curso
Incentivar os
estudantes, por
meio de vivências
nos espaços de
trabalho
(existentes e
potenciais).
Propor critérios
para a
manutenção de
bolsa a
estudantes,
incluindo o tempo
limite.
Esclarecer os
alunos sobre o
curso, sobre seus
direitos e deveres
e sobre os
programas de
formação
complementar
5% 5%
5% 5%
META ANUAL
ESTRATÉGIA
2027
INDICADOR
2026
META
2025
OBJETIVO
ESTRATÉGICO
2024
DIMENSÃO
Quadro 25
1
1
1
1
Ensino de Pós-Graduação, Pesquisa, Inovação e Empreendedorismo
Ampliar parcerias
acadêmicas
Fomentar o
surgimento de
dois novos
cursos de
mestrado no
ICHCA
Número de
vagas oferecidas
em cursos de
mestrado
Reivindicar
ampliação no
número docentes
/pesquisadores
(efetivos e
visitantes)
Apoiar iniciativas
dos setores
acadêmicos
Incentivar a
realização de
reuniões
científicas
Aumentar as vagas
em cursos de pósgraduação stricto
sensu, incluindo as
vagas de cursos
novos
Incentivar a
participação em
reuniões
científicas
Fomentar o
surgimento de
dois novos
cursos de
doutorado no
ICHCA
Número de
vagas oferecidas
em cursos de
doutorado
Reivindicar à
reitoria o aporte
necessário à
instalação e
manutenção de
laboratórios de
pesquisa
Fortalecer as
pesquisas
realizadas pelo
ICHCA
Ampliar o número
de projetos
doICHCA
META ANUAL
Ampliar em 3 o
número de
programas de
extensão
Cadastro de
programas
Ampliar a oferta
de ações
culturais à
comunidade
Criar 3 oficinas de
arte e cultura,
Relatórios de ações
culturais realizadas
Alcançar a
curricularização
da extensão nos
cursos do ICHCA
Alcançar 100% dos
cursos com a
curricularização
implantada.
Nível de inclusão da
extensão no
currículo de cada
curso
Extensão
Internacionalizar Realizar 3 ações p/ Número de ações
internacionalizar a
a extensão
realizadas
da extensão.
Produzir vídeos e
cartilhas /
folders /manuais
com temas sobre
extensão
Ampliar o
número de
setores em
processo de
reforma ou
construção
ESTRATÉGIA
1
+1
+1
Fortalecer as
parcerias de
extensão
1
+1
Considerar a
percepção dos
estudantes
sobre extensão
e cultura
+
80% 20%
Apoiar
iniciativas
extensionistas
dos cursos
+1
Identificar as
demandas
Realizar ações
voltadas para
públicos
específicos
Quantidade de
mídias produzidas
Consolidar
ações
desenvolvidas
no estágio
obrigatório
Obter da gestão
universitária a
construção de um
prédio para os
cursos de artes
Unidade predial das
artes construída,
considerando os
espaços específicos
à Mùsica, Teatro e
Dança.
Reivindicar
ampliação no
número de
bolsas
Apresentar uma
proposta com
projeto de
construção de
um prédio para
as Artes
Obter da gestão
universitária a
reforma de duas
salas para
servirem como
laboratórios das
artes
Salas do Filartes
adaptadas para
funcionamento do
laboratório de
maquiagem (sala
branca) e
laboratório cênico
(sala preta).
Elaborar 8 vídeos
com o tema de
ações de extensão
realizadas pelo
ICHCA
2027
Aumentar o
número de
programas de
extensão
INDICADOR
2026
META
2025
OBJETIVO
ESTRATÉGICO
2024
DIMENSÃO
Quadro 26
Apresentar uma
proposta de
adaptação de duas
salas no Filartes
1
+1
+1
2
+2
+2
10%
+
+
40% 50%
+2
DIMENSÃO
3.4 FORMA DE MONITORAMENTO E ALTERAÇÃO DO PDU
3.4.1 Análise de Riscos
COMPONENTES DE RISCO
OBJETIVO
EVENTO DE
RISCO
ENSINO DE GRADUAÇÃO
Aumentar o
Redução do
Conceito
conceito dos
Preliminar dos
cursos (CPC)
Cursos do ICHCA
CAUSA
EFEITO / CONSEQUÊNCIA
Ausência de Autoavaliação
dos cursos
Falta de recursos
orçamentários
Ausência de mecanismos
para aprimoramento dos
cursos
Redução do recurso recebido via
Matriz
Infraestrutura inadequada Aumento de Evasão
Aumentar o
Conceito dos
Redução do
Cursos do ICHCA
conceito dos
não
cursos (CC)
enquadrados no
ENADE
Quantidade insuficiente
de professores
Baixa empregabilidade dos
egressos
Ausência de espaços de
convivência
Redução da procura pelos cursos.
Tempo de concessão de
bolsa a estudantes,
superando o limite
mínimo do curso
Aumentar a
Redução da taxa
taxa de sucesso
Evasão escolar
de sucesso dos
dos cursos do
cursos
Retenção Escolar
ICHCA
Enfraquecimento do ICHCA e das
suas áreas de conhecimento
DIMENSÃO
COMPONENTES DE RISCO
OBJETIVO
EVENTO DE
RISCO
CAUSA
EFEITO /
CONSEQUÊNCIA
ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA, INOVAÇÃO E
EMPREENDEDORISMO
Falta de recursos
orçamentários
Ausência da apresentação
dos projetos de criação dos
cursos
Aumentar
as vagas
em cursos
de pósgraduação
stricto
sensu,
incluindo
as vagas
de cursos
novos
Não aprovação dos
projetos em instâncias
superiores da UFAL
Ausência da
implementação de Avaliação insuficiente dos
novos cursos de
projetos pela Capes
mestrado
Ampliar parcerias
acadêmicas
Ausência da
implementação de
novos cursos de
doutorado
Estagnação no número
docentes /pesquisadores
(efetivos e visitantes)
Ausência de apoio a
iniciativas que fomentem o
desenvolvimento de
pesquisas e da pósgraduação
Ausência de instalações e
manutenção de
laboratórios de pesquisa
Ausência desse critério
para o ICHCA no sentido de
um possível aumento do
recurso recebido via Matriz
Enfraquecimento do ICHCA
e das suas áreas de
conhecimento
DIMENSÃO
COMPONENTES DE RISCO
OBJETIVO
Aumentar o
número de
programas de
extensão
EVENTO DE
RISCO
Redução no
número de
programas de
extensão
CAUSA
EFEITO / CONSEQUÊNCIA
Ausência ou
enfraquecimento de
parcerias de extensão
Desconsideração da
percepção dos
estudantes sobre
extensão e cultura
EXTENSÃO
Ampliar a oferta Redução da oferta
de ações culturais de ações culturais
à comunidade
à comunidade
Alcançar a
curricularização
da extensão nos
cursos do
ICHCA
Ausência de
implantação da
curricularização nos
cursos do ICHCA
Internacionalizar
a extensão
Ausência de ações
para a
internacionalização
da extensão
Produzir vídeos e
cartilhas / folders
/manuais com
temas sobre
extensão
Ausência de
produção de mídias
com temas sobre
extensão
Ampliar o
número de
setores em
processo de
reforma ou
construção
Inadequação das
instalações dos
cursos de artes
Desonhecimento das
demandas da
comunidade
Não criação de novos programas e
açoes culturais demandados pela
sociedade
Desatenção a
públicos específicos
O conhecimento gerado pelas
áreas de atuação do ICHCA sem
compartilhamento com a
sociedade
Reduzido número de
bolsas para os
projetos de extensão
do ICHCA
Enfraquecimento do ICHCA e das
suas áreas de conhecimento
Reduzido número de
pessoas e de recursos
orçamentários
Ausência de recursos
para reforma de
setores e para
construção de novas
acomodações
destinadas aos cursos
de artes
Ausência de espaço físico para
desenvolvimento das atividades
do ICHCA
3.4.2 Tratamento dos Riscos
A) Evento de risco: Redução do Conceito do Curso
Redução da Taxa de Sucesso da Graduação
CAUSA
Ausência de
Autoavaliação dos
cursos
Falta de recursos
orçamentários
Ausência de
mecanismos para
aprimoramento dos
cursos
Infraestrutura
inadequada
Quantidade
insuficiente de
professores
Ausência de espaços
de convivência
Tempo de concessão
auxílios a estudantes,
superando o limite
mínimo do curso
Evasão escolar
Retenção Escolar
EFEITO
Redução do
recurso recebido
via Matriz
Aumento de
Evasão
Baixa
empregabilidade
dos egressos
AÇÃO
Construir programa de
autoavaliação dos
cursos de graduação
com base nas
diretrizes
institucionais
Elaborar projeto com
objetivo de buscar
apoio financeiro
Apresentar estudo de
carga horária às
instâncias superiores
Planejar, junto aos
estudantes,
adequação de espaços
existentes
Propor à Proest
revisão do tempo de
concessão de auxílios
Elaborar estratégias
para redução da
evasão
Elaborar estratégias
para redução da
retenção
AÇÃO
Observar os critérios de
CPC e CC, a demanda
social para elaboração de
estratégias para melhoria
dos cursos, redução da
evasão e retenção e
melhoria da
empregabilidade
Buscar captação de
MEDIDAS PREVENTIVAS
RESPONSÁVEL
PRAZO
Colegiado do
curso/Coordenação
30/09/2024
Direção
31/12/2024
Direção
31/12/2024
Coordenações, Secretarias e
Direção
31/12/2024
Direção
31/12/2024
Colegiado do
curso/Coordenação/Direção
31/12/2024
Colegiado do
curso/Coordenação/Direção
31/12/2024
MEDIDAS MITIGATÓRIAS
RESPONSÁVEL
PRAZO
Colegiado do Curso/
Coordenação/
Secretarias/Direção
31/12/2025
Redução da
procura pelos
cursos
Enfraquecimento
do ICHCA e das
suas áreas de
conhecimento
recursos por outras
fontes
Desenvolver estratégias
para fortalecimento da
imagem do curso na
sociedade
Elaborar e implementar
ações para melhoria da
taxa de sucesso dos
cursos
-;
B) Evento de Risco: Ausência da implementação de novos cursos de mestrado
Ausência da implementação de novos cursos de doutorado
CAUSA
Falta de recursos
orçamentários
Ausência da
apresentação dos
projetos de criação
dos cursos
Não aprovação dos
projetos em instâncias
superiores da UFAL
Avaliação insuficiente
dos projetos pela
Capes
Ampliar parcerias
acadêmicas
Estagnação no
número docentes
/pesquisadores
(efetivos e visitantes)
Ausência de apoio a
iniciativas que
fomentem o
desenvolvimento de
pesquisas e da pósgraduação
Ausência de
instalações e
manutenção de
laboratórios de
pesquisa
AÇÃO
MEDIDAS PREVENTIVAS
RESPONDÁVEL
PRAZO
EFEITO
Ausência desse
critério para o ICHCA
no sentido de um
possível aumento do
recurso recebido via
Matriz
AÇÃO
MEDIDAS MITIGATÓRIAS
RESPONDÁVEL
PRAZO
Enfraquecimento do
ICHCA e das suas áreas
de conhecimento
C) Evento de Risco: Redução no número de programas de extensão
Redução da oferta de ações culturais à comunidade
Ausência de implantação da curricularização nos cursos do ICHCA
Ausência de ações para a internacionalização da extensão
Ausência de produção de mídias com temas sobre extensão
MEDIDAS PREVENTIVAS
CAUSA
AÇÃO
RESPONDÁVEL
PRAZO
Ausência ou
enfraquecimento de
parcerias de extensão
Desconsideração da
percepção dos
estudantes sobre
extensão e cultura
Desonhecimento das
demandas da
comunidade
Desatenção a
públicos específicos
Reduzido número de
bolsas para os
projetos de extensão
do ICHCA
Reduzido número de
pessoas e de recursos
orçamentários
EFEITO
Não criação de novos
programas e açoes
culturais demandados
AÇÃO
MEDIDAS MITIGATÓRIAS
RESPONDÁVEL
PRAZO
pela sociedade
O conhecimento
gerado pelas áreas de
atuação do ICHCA sem
compartilhamento
com a sociedade
Enfraquecimento do
ICHCA e das suas áreas
de conhecimento
D) Evento de Risco: Inadequação das instalações dos cursos de artes
CAUSA
Ausência de recursos
para reforma de
setores e para
construção de novas
acomodações
destinadas aos cursos
de artes
EFEITO
Ausência de espaço
físico para
desenvolvimento das
atividades do ICHCA
CONSIDERAÇÕES FINAIS
AÇÃO
MEDIDAS PREVENTIVAS
RESPONDÁVEL
PRAZO
AÇÃO
MEDIDAS MITIGATÓRIAS
RESPONDÁVEL
PRAZO